Futebol

Allan é cobrado nas redes sociais por más atuações com a camisa do Flamengo

O jogador teve a sua atuação contestada na última partida por nível abaixo do esperado para o investimento que o clube fez

Gazeta do Urubu – Onde o Flamengo é Notícia
Gazeta do Urubu – Onde o Flamengo é Notícia

18 Out 2024 | 15:55 |

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O Flamengo vive um momento de oscilação nos últimos jogos, e a análise de desempenho do time em partidas onde o volante Allan esteve presente por mais de 25 minutos levanta preocupações. Em um recorte dos últimos 10 confrontos em que o atleta atuou pelo menos esse período, o Rubro-Negro conquistou apenas duas vitórias, teve um empate e sofreu sete derrotas. Esses números apontam para uma sequência negativa que não pode ser ignorada, especialmente em um clube com ambições tão altas como o Flamengo.


O primeiro desses jogos foi o clássico contra o Fluminense, uma derrota por 2 a 0 que escancarou falhas defensivas e falta de criatividade no meio de campo. Na partida seguinte, o Flamengo enfrentou o Grêmio, um confronto marcado por um placar apertado, 3 a 2, mas que novamente evidenciou a incapacidade do time em se impor, mesmo com Allan em campo por tempo considerável. Na sequência, outro tropeço: derrota por 2 a 1 para o Corinthians, deixando clara a dificuldade do Flamengo em vencer adversários de peso.


FLAMENGO TEM ALLAN COMO UM PROBLEMA


Apesar dessa sequência ruim, o Flamengo conseguiu respirar com uma vitória suada por 2 a 1 contra o Bragantino, mostrando lampejos de reação. No entanto, logo em seguida, um duro revés contra o Botafogo, 4 a 1, reacendeu as críticas sobre a falta de consistência no time. Em seguida, o time sofreu mais uma derrota, dessa vez por 1 a 0 para o Palmeiras, em um jogo que expôs novamente a fragilidade defensiva do Flamengo e a falta de equilíbrio no meio de campo.

FILIPE LUIS TEM DOR DE CABEÇA 


Nas duas partidas seguintes, contra São Paulo e Vitória, o Flamengo obteve uma derrota apertada por 1 a 0 e uma vitória por 2 a 1, respectivamente. Essas partidas mantiveram a tônica de um time que oscila entre momentos de recuperação e fases de total desconcentração. Contra o Fortaleza, outro revés por 2 a 1, reforçando a inconstância da equipe. Para fechar a análise dos 10 jogos, o empate por 1 a 1 com o Cuiabá trouxe pouco alívio, evidenciando que, apesar de não ter sido mais uma derrota, o Flamengo continua longe do desempenho esperado.

Diante desse cenário, é natural questionar o impacto de Allan nesses resultados. Embora não seja justo culpar um único jogador por todo o desempenho do time, a coincidência da queda de rendimento em partidas onde ele tem um tempo significativo de jogo levanta questionamentos sobre sua adaptação ao esquema tático e sua influência no time. Fica evidente que o Flamengo precisa ajustar o meio de campo e encontrar um equilíbrio que permita à equipe voltar a vencer e competir em alto nível, e Allan pode ser uma peça importante nesse processo, mas não pode carregar sozinho a responsabilidade por esses resultados.


Futebol

Filipe Luís explica Lucas Paquetá no banco em sua reestreia pelo Flamengo

Meia começou o confronto diante do Corinthians pela Supercopa no banco de reservas e treinador detalha utilização do jogador ao longo do ano

Paquetá começou o confronto entre Flamengo e Corinthians pela Supercopa no banco e Filipe Luís explica decisão - Foto: Reprodução
Paquetá começou o confronto entre Flamengo e Corinthians pela Supercopa no banco e Filipe Luís explica decisão - Foto: Reprodução

02 Fev 2026 | 09:24 |

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Derrotado pelo Corinthians por 2 a 0 neste domingo (1º), o Flamengo terminou com o vice-campeonato da Supercopa do Brasil. Após a partida, o técnico Filipe Luís explicou a opção por iniciar Lucas Paquetá no banco de reservas e destacou a importância da competição interna no elenco, além da adaptação da equipe de acordo com cada adversário.


Filipe Luís sobre Paquetá no banco do Flamengo: "não vão conseguir jogar todos os jogos..."


Segundo o treinador, as escolhas não passam por um sistema de rodízio fixo, mas por avaliações constantes do desempenho e das necessidades do time em cada momento da temporada: “Não é rodízio. Gosto da competição interna entre os jogadores. Conforme vão falando e as sensações que vão tendo, juntamente com as características que a equipe precisa. Gosto dessa concorrência e competição interna”, afirmou Filipe Luís.


SEQUÊNCIA PESADA

O comandante também ressaltou que ajustes pontuais são inevitáveis ao longo do calendário, especialmente pela impossibilidade de escalar sempre os mesmos atletas: “Obviamente que eles não vão conseguir jogar todos os jogos. Arrascaeta não joga, Pedro também não. Tenho que fazer certos ajustes pontuais para poder sempre fazer o que é melhor para a equipe”, completou, em coletiva.


CONTEXTO DA DECISÃO

Anunciado oficialmente durante a semana, Lucas Paquetá retornou ao clube após negociação superior a R$ 260 milhões com o West Ham, da Inglaterra. Apesar da grande expectativa em torno da reestreia como titular, o meia iniciou a decisão no banco de reservas e entrou ao longo da partida.

PRÓXIMO COMPROMISSO DO FLAMENGO

Com Paquetá à disposição, o Flamengo volta a campo nesta quarta-feira (4), quando enfrenta o Internacional no Maracanã, pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro. A bola rola às 19h (horário de Brasília), com transmissão do Premiere, no pay-per-view.



Futebol

Léo Ortiz cita desgaste e cobra atitude após vice do Flamengo: "Fechar os ouvidos"

Zagueiro analisa derrota por 2 a 0 para o Corinthians em Brasília, destaca luta da equipe com um jogador a menos e pede foco total na recuperação no Brasileirão

Ortiz pede trabalho e "fechar os ouvidos" para superar sequência de três derrotas seguidas do Flamengo - foto: reprodução
Ortiz pede trabalho e "fechar os ouvidos" para superar sequência de três derrotas seguidas do Flamengo - foto: reprodução

01 Fev 2026 | 21:00 |

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Léo Ortiz não escondeu o abatimento, mas manteve a franqueza ao analisar a derrota do Flamengo por 2 a 0 para o Corinthians, neste domingo (1º), na decisão da Supercopa do Brasil. Após o apito final no Estádio Mané Garrincha, o defensor apontou os fatores que levaram ao vice-campeonato, citando a expulsão do meia Carrascal como um ponto crucial para o desgaste físico da equipe, mas também cobrando uma postura diferente desde o início das partidas.


Para o camisa 3, o time apresentou uma dualidade em campo: controlou a posse no primeiro tempo, mas sem a agressividade necessária, e mostrou raça na etapa final, mesmo em desvantagem numérica, até o esgotamento físico cobrar o preço.


ANÁLISE DO ZAGUEIRO


Em suas declarações na zona mista, Ortiz valorizou a entrega do grupo após o cartão vermelho recebido por Carrascal, ressaltando que, em diversos momentos da etapa complementar, o Flamengo conseguiu equilibrar as ações mesmo com dez homens. No entanto, ele admitiu que o esforço extra minou a resistência do time nos minutos decisivos.

"Lógico que dificulta (a expulsão), mas acho que a atitude foi boa na segunda etapa. No segundo tempo sobrou atitude, tanto que por muito tempo não pareceu que a gente estava com um a menos. É difícil, no final já está todo mundo esgotado", avaliou o zagueiro.


Ortiz também fez uma autocrítica sobre o desempenho inicial da equipe. Segundo ele, o domínio territorial dos primeiros 45 minutos não se traduziu na intensidade que uma final exige. "Acredito que essa atitude tinha que ser igual na primeira, a gente não deixou de jogar, acho que fomos melhores no primeiro tempo. Controlamos mais o jogo, masLéo Ortiz analisa vice da Supercopa e cobra atitude do Flamengo. Zagueiro cita desgaste após expulsão e projeta recuperação contra o Inter no Brasileirão. faltou um pouco mais de atitude", completou.

MOMENTO DELICADO

O revés para o Corinthians em Brasília agrava um início de temporada turbulento para o Rubro-Negro. Com o resultado, o Flamengo amarga sua terceira derrota seguida, somando os tropeços contra o Fluminense (Carioca) e São Paulo (Brasileirão). Uma sequência negativa como essa não ocorria desde 2023, época marcada pela saída do técnico Vítor Pereira.

Ciente da pressão externa, Léo Ortiz pregou blindagem e trabalho para reverter o cenário já no próximo compromisso. "Agora é trabalhar. Quando a fase é complicada, de muitas derrotas em sequência, é fechar os ouvidos e trabalhar no dia a dia. Quarta já tem Brasileiro, temos que vencer", sentenciou.


Futebol

Hugo Souza aponta motivo da vitória do Corinthians sobre Flamengo: "A gente queria..."

Goleiro do Corinthians destaca dificuldade de vencer o atual campeão da América, enquanto zagueiro rubro-negro analisa impacto da expulsão

Campeão pelo Corinthians, Hugo Souza exalta vitória difícil sobre o Flamengo na decisão da Supercopa - foto: reprodução
Campeão pelo Corinthians, Hugo Souza exalta vitória difícil sobre o Flamengo na decisão da Supercopa - foto: reprodução

01 Fev 2026 | 20:30 |

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A decisão da Supercopa do Brasil de 2026, realizada no Estádio Mané Garrincha, terminou com festa alvinegra e reflexão rubro-negra. Após a vitória do Corinthians por 2 a 0 sobre o Flamengo neste domingo (1º), personagens centrais do confronto analisaram o resultado que garantiu a primeira taça nacional da temporada ao time paulista.


Ainda no gramado, Hugo Souza concedeu entrevista ao Grupo Globo e não escondeu a satisfação pelo título. Revelado nas categorias de base do Flamengo, o arqueiro corintiano fez questão de exaltar a qualidade do adversário para valorizar ainda mais o feito de sua atual equipe.


"Nós sabemos da dificuldade do adversário. O Flamengo é o último campeão da América (Copa Libertadores) e do Brasileirão. A equipe sabia que o jogo seria difícil, mas a gente queria demais, queria muito essa taça", afirmou o goleiro, destacando a determinação do elenco alvinegro em superar o atual detentor dos principais títulos do continente.


ANÁLISE DA DERROTA

Pelo lado do Flamengo, o tom foi de autocrítica. O zagueiro Léo Ortiz lamentou o desfecho da partida e apontou a expulsão de um companheiro (Carrascal) como um fator que desequilibrou o planejamento para o segundo tempo. No entanto, o defensor foi além e cobrou uma postura mais agressiva desde o início do jogo.


"Claro que dificulta (a expulsão). Acho que a atitude foi boa na 2ª etapa. Tinha que ter sido igual na primeira. Não deixamos de jogar. A gente foi melhor no 1° tempo, controlou mais o jogo. Mas faltou atitude, que no segundo tempo sobrou", analisou Ortiz. Ele completou dizendo que, apesar do esforço para jogar com um homem a menos, o cansaço pesou no fim: "Por muito tempo não pareceu que estávamos com um a menos. Mas é difícil, no final já está todo mundo esgotado".


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