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O Flamengo não conseguiu manter a boa sequência que vinha tendo e acabou por perder para o Bolívar pelo placar de 2 a 1. Além de enfrentar um adversário difícil, o Mais Querido também teve que enfrentar os mais de 3.600 metros de altitude. Desse modo, com o ar rarefeito, a equipe comandada por Tite sofreu muitos lançamentos aéreos na área e acabou por levar um gol dessa forma.
No entanto, os gols de cabeça têm sido bem frequentes contra o Flamengo. O do Bolívar foi o terceiro nos últimos quatro jogos, além de outros dois impedidos. Lembrando que contra o Palmeiras, o Rubro-Negro chegou a ser vazado, mas o jogador rival estava em posição de impedimento.
ROSSI RELATA DIFICULDADES CONTRA O BOLÍVAR
O mesmo acontece com o Bolívar, mas a arbitragem anulou o lance. Na zona mista, Augustín Rossi falou sobre as dificuldades do time nesse tipo de jogada: “A gente fez um grande trabalho durante a semana para melhorar essa situação do cruzamento do rival. Mas o rival também joga, o centroavante deles também era um cara que saltava muito e é muito forte no jogo aéreo. É difícil ir na bola, olhar a bola, tudo”, diz Rossi, exaltando a atuação de Chico da Costa.
ROSSI SE MOSTRA ALIVIADO COM PLACAR AMENO
Logo em seguida, Rossi falou que poderia ter sido pior e se mostrou bastante aliviado por perder de apenas um gol de diferença. O arqueiro entende que ser vazado por mais vezes prejudicaria o saldo de gols do time.
“Mas a gente sabe que vem fazendo um grande trabalho defensivamente e hoje demonstramos que o Flamengo está para brigar na altitude. Temos que seguir melhorando. Muitos jogadores ficaram no Brasil, que estavam precisando de um descanso para o que está por vir. Mas vamos tranquilos para o Brasil, porque é importante ter perdido por só um gol de diferença. Na Libertadores, a diferença também conta, temos três jogos sem altitude, dois no Maraca. Temos que seguir em frente”, conclui.
Apenas um brasileiro que entrou em campo por uma competição continental saiu vencedor na noite de quarta-feira (2); Mengão estreia na Liberta
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Após a derrota diante do Flamengo na Supercopa do Brasil e terminar apenas em nono no Campeonato Carioca, o Botafogo estreou com derrota na Libertadores. Nesta quarta-feira (2), o time de John Textor foi superado pela Universidad de Chile, fora de casa. O Mengão estreia nesta quinta-feira (3), na competição. Além disso, pela Copa Sul-Americana, Corinthians e Vasco também protagonizaram vexames.
Dois times brasileiros entraram em campo pela Libertadores nesta quarta-feira (02). O Botafogo viajou até Santiago e perdeu para a Universidad de Chile por 1 a 0. Já o São Paulo conseguiu um ótimo resultado ao vencer o Talleres por 1 a 0, em Córdoba.
Nos outros jogos da noite, um grande destaque foi o estreante San Antonio Bulo-Bulo, que surpreendeu ao vencer o tricampeão da América Olimpia por 3 a 2. Já no duelo de camisas pesadas, o Vélez superou o Peñarol por 2 a 1, na Argentina. Por fim, o River Plate voltou ao Estádio Monumental de Lima, onde perdeu a final da Libertadores de 2019 para o Flamengo, mas desta vez saiu vitorioso: 1 a 0 sobre o Universitario.
Jogando em casa, o Corinthians passou vergonha ao perder por 2 a 1 para o Huracán, da Argentina. No Peru, o Vasco chegou a abrir 3 a 1 sobre o Melgar, mas cedeu o empate por 3 a 3, sofrendo um gol aos 45 minutos do segundo tempo.
Próximo adversário do Flamengo no Brasileirão, o Vitória ficou apenas no empate por 1 a 1 com a Universidad Católica (EQU), mesmo jogando com um a mais por quase 30 minutos após a expulsão de um adversário.
O único brasileiro a vencer na noite da Sul-Americana foi o Grêmio, que bateu o Sportivo Luqueño, no Paraguai, por 2 a 1. Já o Racing, do Uruguai, foi derrotado em casa pelo América de Cali, da Colômbia, por 3 a 1.
O Mais Querido entra em campo nesta quinta-feira (03), contra o Deportivo Táchira (VEN), na Venezuela. A bola rola a partir das 21h30 (horário de Brasília), com transmissão da ESPN na TV fechada e do Disney+ no streaming.
Galinho foi um dos principais nomes do Mengão e da amarelinha nos anos 80 e vê grandes diferenças entre as cobranças de sua época e atualmente
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A Seleção Brasileira ainda busca a classificação para a Copa do Mundo de 2026. Vindo de uma goleada acachapante para a rival Argentina nas Eliminatórias Sul-Americanas, a "Canarinho" não escapou das críticas de Zico, maior ídolo da história do Flamengo e participante das Copas de 1978, 1982 e 1986.
Parece que se acostumaram com esses vexames"
Durante sua participação no programa 'De Pai para Filho', no YouTube, Zico afirmou que o maior problema da Seleção Brasileira atualmente não está nos treinadores, mas sim na falta de atitude dos jogadores. Vale lembrar que a equipe verde e amarela segue em busca de um novo técnico após a demissão de Dorival Júnior.
“Não dão satisfação de nada do que acontece. Não respondem absolutamente nada. Acaba um jogo, todo mundo vai embora. Não tem ninguém que comente nada sobre a Seleção. Isso já vem desde os 7 a 1. Parece que se acostumaram com esses vexames. E quem tem que ser cobrados são os jogadores, e não só a comissão técnica”, criticou o Galinho.
Em seguida, Zico apontou que a Seleção perdeu o respeito dos adversários:
“Vai entrar treinador, sair treinador, mudar treinador e vai continuar a mesma coisa. Poucas vezes a gente via alguém atacar o Brasil. Hoje, está todo mundo indo para cima. Ninguém tem mais medo do Brasil”, completou.
Atualmente, a Seleção Brasileira ocupa a quarta colocação nas Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2026. Com seis vitórias em 14 jogos disputados e vindo de uma goleada sofrida contra a Argentina, o Brasil precisa reencontrar o caminho das vitórias para subir na tabela. Ainda sem um treinador definido, a equipe volta a campo em junho, quando enfrentará o Equador.
Jogador foi contratado pelo tricolor neste ano e teve a oportunidade de dividir o vestiário com o camisa 10 do Mengão pela seleção uruguaia
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Arrascaeta já marcou seu nome na história do Flamengo e tem uma legião de fãs rubro-negros. Porém, um atacante do Fluminense também é admirador do futebol do camisa 10 da Gávea. Agustín Canobbio, conterrâneo e parceiro de Seleção Uruguaia do craque do Mengão, revelou que acompanhava os jogos do meia desde criança.
eu ia com o meu pai assistir aos jogos do Arrascaeta"
Nos últimos anos, o fã teve a oportunidade de atuar ao lado do ídolo na Seleção Uruguaia. No entanto, Canobbio não foi convocado nas últimas listas por conta de um desentendimento com o técnico Marcelo "El Loco" Bielsa. Já Arrascaeta segue sendo chamado regularmente e, na última Data FIFA, chegou a se lesionar durante o confronto contra a Argentina.
"Quando era criança, eu ia com o meu pai assistir aos jogos do Arrascaeta no Defensor (URU)", contou Canobbio, em entrevista à "TNT". O jogador do Flamengo nasceu em 1994, enquanto o atleta do Fluminense é de 1998, uma diferença de quatro anos.
Canobbio chegou ao Fluminense no início deste ano, após ser rebaixado pelo Athletico-PR em 2024. Até o momento, disputou três clássicos com a camisa do rival diante do Flamengo, mas ainda não venceu: foram um triunfo rubro-negro e dois empates. Além disso, o Mais Querido conquistou o título carioca justamente na final contra o Tricolor. Por isso, o atacante uruguaio admitiu que o Mengão está "engasgado".
O Fla-Flu é muito bom. Não deu certo para nós, mas a experiência foi muito boa. Tem muita coisa para melhorar e, durante o ano, vai dar certo. É uma coisa que tenho na minha cabeça: vencer um Fla-Flu. Quero ganhar, tem muito trabalho a se fazer”, declarou Canobbio.
Com isso, Flamengo e Fluminense só voltarão a se enfrentar no Brasileirão, após o Mundial de Clubes, em julho. Neste momento, o foco rubro-negro está voltado para a Copa Libertadores da América. Na quinta-feira (03), o Mengão encara o Deportivo Táchira (VEN), fora de casa, às 21h30 (horário de Brasília).