Futebol
07 Nov 2024 | 18:43 |
O Flamengo entra em campo contra o Atlético-MG com uma arma especial: a famosa catimba do goleiro. Em entrevista ao site Coluna do Fla, Felipe, goleiro campeão pelo Rubro-Negro na Copa do Brasil de 2013, comentou sobre a importância desse estilo de jogo para desestabilizar o adversário e aumentar as chances de vitória. Felipe destacou Rossi, atual goleiro do Flamengo, como um especialista nessa prática, ressaltando que ele pode ser crucial no confronto. Segundo Felipe, embora Rossi seja muito bom na catimba, o melhor que ele viu nessa arte foi Diego Alves.
Desde a conquista da Copa do Brasil em 2013, o Flamengo vem buscando novas formas de assegurar vitórias em jogos decisivos. No próximo embate contra o Atlético-MG, o time aposta na experiência de jogadores como Rossi, que além de técnica, utiliza a catimba como tática. Felipe explicou que essa abordagem não é apenas para ganhar tempo, mas também para controlar o ritmo e influenciar psicologicamente o adversário. Segundo ele, essa estratégia, conhecida no futebol como "fazer cera", é utilizada de maneira inteligente por jogadores experientes para acalmar o jogo e manter o controle.
FLAMENGO VIVE MOMENTOS PRÉ- TÍTULO
Em partidas de alta pressão, como a contra o Atlético-MG, cada detalhe conta. A catimba do goleiro pode ser a diferença entre segurar ou perder um resultado favorável. Felipe reforça que o Flamengo deve usar essa técnica a seu favor, especialmente quando estiver em vantagem no placar. Ele destacou que, enquanto alguns podem ver essa prática de maneira negativa, ela é amplamente aceita no futebol como parte da estratégia de jogo. A experiência de Felipe como goleiro em 2013 mostrou que saber a hora certa de "fazer cera" pode ser decisivo para o título.
A torcida do Flamengo, conhecida por seu apoio apaixonado, entende a importância dessas táticas em jogos decisivos. Para Felipe, essa é uma arma que pode surpreender o Atlético-MG, especialmente nos minutos finais de jogo. A experiência e técnica de Rossi, aliado ao estilo de jogo proposto pelo técnico, podem criar um ambiente controlado em campo, onde o Flamengo consegue ditar o ritmo. Essa expectativa de estratégia defensiva com controle do tempo e ritmo do jogo é aguardada ansiosamente pelos torcedores, que sabem da importância de cada segundo em campo.
Diretoria mantém o plano de reformulação das divisões de base e busca um novo destino no exterior para o meia-atacante, que não deve ser reintegrado ao elenco
02 Abr 2026 | 18:00 |
Desde o início da gestão do presidente Luiz Eduardo Baptista, o Bap, o Flamengo atravessa um processo profundo de reestruturação em suas categorias de base. O objetivo central do mandatário é priorizar o refinamento técnico e a inteligência de jogo, distanciando-se de um modelo focado majoritariamente no vigor físico.
Dentro dessa nova filosofia, a situação de jovens talentos tem sido reavaliada criteriosamente, com o intuito de maximizar o potencial de ativos que surgiram sob grandes expectativas, mas que ainda buscam maturidade no futebol profissional. Um dos nomes centrais nesse cenário é o de Lorran.
Em 2023, o jovem meia-atacante era projetado como um dos principais prodígios do futebol mundial, despertando o interesse de diversos observadores internacionais. Entretanto, o atleta encontrou dificuldades para consolidar seu estilo de jogo, especialmente no que diz respeito à intensidade física e ao compromisso tático na recomposição defensiva sem a posse de bola.
Com o fim da temporada europeia se aproximando, a tendência de mercado indica que o Pisa não deverá exercer a cláusula de compra definitiva estipulada no contrato de Lorran. Diante desse panorama, o Flamengo já iniciou movimentações nos bastidores para encontrar uma nova agremiação no Velho Continente para o canhoto.
A prioridade do departamento de futebol é manter o jogador na Europa, permitindo que ele continue seu processo de amadurecimento em ligas competitivas, em vez de retornar imediatamente ao Ninho do Urubu para compor o elenco de Leonardo Jardim.
Leonardo Jardim não poderá contar com Bruno Henrique, Alex Sandro, Saúl e três titulares que retornaram com alto desgaste da Data FIFA
02 Abr 2026 | 17:45 |
Flamengo entra em campo na noite desta quinta-feira (2) para enfrentar o Red Bull Bragantino, em Bragança Paulista, enfrentando um cenário desafiador para a montagem da equipe titular. O treinador português Leonardo Jardim terá que lidar com ausências significativas em todos os setores do campo.
A principal surpresa na manhã desta quinta-feira (2) foi o corte de três pilares da equipe: Arrascaeta, Guillermo Varela e Léo Pereira. Após representarem suas respectivas seleções nacionais, os atletas foram submetidos a avaliações fisiológicas detalhadas em Bragança Paulista.
Os exames detectaram níveis alarmantes de fadiga e desgaste físico, impossibilitando a participação no duelo desta noite. Por precaução e visando evitar lesões musculares graves, o trio foi liberado para retornar ao Rio de Janeiro ainda nesta tarde para iniciar um processo de recuperação intensiva.
Embora já esteja clinicamente recuperado de uma pubalgia que o afastou dos gramados por cerca de um mês, o atacante Bruno Henrique não foi relacionado por Leonardo Jardim. Em comunicado oficial, o Flamengo esclareceu que o camisa 27 encontra-se na etapa final de recondicionamento e já treina com o grupo, mas ainda não atingiu o nível físico necessário para suportar a intensidade de uma partida oficial.
Outras duas ausências confirmadas são o lateral-esquerdo Alex Sandro e o meia espanhol Saúl. Alex Sandro, que havia sido cortado da Seleção Brasileira recentemente, permanece em tratamento de uma lesão muscular na coxa direita, seguindo o protocolo estabelecido pelos fisioterapeutas do clube. Já Saúl vive um processo de reabilitação mais longo após uma cirurgia no calcanhar esquerdo.
Meia do Cruzeiro contesta cobrança milionária do Rubro-Negro, alega ter sido induzido ao erro em documentos e cita perseguição pessoal de Bap
02 Abr 2026 | 17:00 |
A relação entre Gerson e o Flamengo chegou ao seu momento mais crítico e agora está na Justiça. O clube cobra cerca de R$ 42,7 milhões por suposto descumprimento de cláusulas de direitos de imagem após a ida do jogador ao exterior. Hoje no Cruzeiro, o volante responde com uma defesa dura, citando “traição” e “má-fé”.
A equipe jurídica de Gerson afirma que a ação do Flamengo não tem base legal consistente. Segundo os advogados, o jogador assinou documentos sem total compreensão das implicações, confiando no clube. A defesa alega que o processo de saída foi conduzido de forma irregular, ferindo princípios do direito civil e desportivo.
Um dos pontos centrais é a acusação de vício de consentimento. Os advogados sustentam que Gerson e seu pai foram induzidos a assinar documentos, alguns sem data, acreditando serem procedimentos comuns. A tese é de que houve quebra de boa-fé por parte do clube durante as tratativas.
O caso também ganhou contornos pessoais ao envolver o presidente Luiz Eduardo Baptista. A defesa do atleta afirma que a ação teria motivação emocional, ligada à escolha de Gerson em retornar ao Brasil para atuar pelo Cruzeiro, e não pelo Flamengo, caracterizando uma suposta “vingança”.
Por fim, a defesa questiona o uso dos contratos de imagem. Os advogados alegam que o Flamengo não explorava efetivamente a imagem do atleta, o que enfraqueceria a cobrança. Além disso, destacam que Gerson abriu mão de valores para viabilizar sua transferência, entendendo que todas as obrigações já foram quitadas.