Soccer
Ex-Flamengo acredita em resistência interna no elenco a Leonardo Jardim
05 Mar 2026 | 12:57
Soccer
12 Dez 2024 | 15:53 |
FIFA announced that 100% of the profit obtained from the Super World Cup will be donated to prizes for participating clubs. The decision seeks to attract greater engagement from teams and boost the competition as one of the most profitable and competitive in the world. However, operational costs are still a challenge, and the entity negotiates strategic partnerships to maximize revenue.
According to preliminary information, expenses include rental and maintenance of training centers, preparation of stadiums and logistics for accommodate delegations. Only after these expenses have been completed will it be possible to calculate the final amount to be distributed among the clubs.
CLUBS CAN RECEIVE 300 MILLION
Each club participating in the tournament expects to receive a minimum quota of R$300 million. The initial proposal pointed to a fixed payment of 50 million euros (R$320 million), but new negotiations in the United States suggest an equivalent amount in dollars. Furthermore, by accumulating additional prizes throughout the competition, the winning club will be able to pocket up to US$100 million (R$600 million), making the tournament highly attractive.
COMMERCIAL PARTNERSHIPS
To ensure the financial viability of the event, FIFA has already signed robust sponsorship contracts. Among the highlights is the agreement with the streaming platform DAZN, valued at approximately 1 billion dollars (R$6 billion). The value is considered a milestone in the sports broadcasting market.
In addition, other renowned companies, such as Hisense, Bank of America and AB InBev, also signed partnerships with FIFA for the Super Worldwide. These agreements reflect the growing interest of global brands in associating their images with the competition. The millionaire values promise to transform the financial scenario of the participating clubs. With the guarantee of robust prizes and minimum quotas, teams from all over the world will be able to invest in infrastructure, hiring and sports development. The expectation is that the tournament will consolidate itself as a platform for the global growth of club football. /b>
Após ser mandado embora pelo Mengão, treinador vai ter encontro com seu empresário, Jorge Mendes, e a tendência é evitar trabalhos no Brasil
05 Mar 2026 | 13:56 |
Após ser demitido do comando do Flamengo na última segunda-feira (2), o técnico Filipe Luís já iniciou o planejamento dos próximos passos de sua carreira. A estratégia está sendo conduzida pela equipe que gerencia sua trajetória profissional, liderada pelo empresário português Jorge Mendes.
O próximo movimento do treinador será um encontro presencial com o agente, responsável por cuidar de seus interesses no mercado do futebol desde 2025. Segundo informações da ESPN, a avaliação de Mendes e da agência Gestifute é de que o treinador não deve aceitar novos projetos no futebol brasileiro neste momento.
A orientação dos representantes é que Filipe Luís tire um período de “descanso mental”. O entendimento é que o ex-lateral passou por uma sequência intensa de pressão desde a temporada de 2025 no Flamengo e, especialmente, no início de 2026 até a demissão no clube carioca.
Diante desse cenário, a recomendação de Jorge Mendes será para que o técnico recuse eventuais propostas de clubes do Brasil, mesmo que envolvam valores financeiros elevados ou projetos competitivos. O objetivo é preparar o próximo passo da carreira diretamente no futebol europeu.
Nos bastidores do mercado, Filipe Luís já foi citado como possível sucessor de Diego Simeone no comando do Atlético de Madrid, clube onde construiu parte importante de sua trajetória como jogador. Além disso, o treinador também foi ligado a outras equipes do continente, como Valencia CF, Chelsea FC e RC Strasbourg Alsace.
Apesar das especulações, o plano ainda enfrenta obstáculos burocráticos relevantes, especialmente relacionados às exigências de licenças e processos formais necessários para treinadores que desejam atuar nas principais ligas europeias.
Em sua apresentação, o novo técnico português destacou a necessidade de variar as jogadas e revelou como explorou a deficiência de transição rubro-negra
05 Mar 2026 | 13:45 |
O Flamengo iniciou oficialmente uma nova era em seu departamento de futebol. Na manhã desta quinta-feira (5), Leonardo Jardim foi apresentado formalmente à imprensa como o novo técnico da equipe profissional. Com vínculo assinado até o final de dezembro de 2027, o comandante português já assume a responsabilidade de preparar o elenco para a decisão do Campeonato Carioca.
O início de trabalho de Leonardo Jardim no Flamengo já aponta para mudanças significativas na forma como a equipe se comportará dentro das quatro linhas. Durante sua apresentação oficial, o treinador português aprofundou-se em questões táticas, comparando as suas convicções com o modelo de jogo implementado pelo seu antecessor, Filipe Luís, e traçando um panorama do que a torcida pode esperar para o restante da temporada.
A previsibilidade foi um dos pontos centrais abordados pelo novo comandante. Para Leonardo Jardim, a dependência exclusiva da posse de bola pode se tornar uma armadilha contra adversários bem postados. Ele argumentou que as grandes equipes do cenário mundial possuem a capacidade de alternar suas estratégias durante os noventa minutos.
"As melhores equipes do mundo têm a habilidade de não fazer sempre a mesma coisa, porque, senão, começa a ser fácil. Se formos uma equipe só de posse e o adversário nos pressionar, vamos ter mais dificuldade", disse antes de concluir.
"Foi uma das estratégias que usei quando joguei contra o Flamengo: pressionar, porque a transição não era tão boa. Temos que equilibrar isso, mas não queremos fugir do DNA desse grupo. Temos que jogar um futebol de acordo com os nossos jogadores", definiu o treinador.
A grande estreia do treinador português acontecerá neste domingo (8), no clássico contra o Fluminense, válido pela finalíssima do Campeonato Carioca. O duelo decisivo, que será disputado em jogo único, está marcado para as 18h (horário de Brasília), no Estádio do Maracanã.
Novo treinador português assinou contrato até dezembro de 2027, elogiou a maturidade do ex-comandante rubro-negro durante conversa
05 Mar 2026 | 13:24 |
Na manhã desta quinta-feira (5), após comandar sua primeira atividade no campo, Leonardo Jardim foi apresentado formalmente à imprensa como o novo técnico da equipe profissional do Flamengo. Com vínculo assinado até o final de dezembro de 2027, o comandante português já assume a responsabilidade de preparar o elenco para a decisão do Campeonato Carioca.
Durante a entrevista coletiva no Centro de Treinamento Ninho do Urubu, o treinador abordou temas sensíveis, explicou suas convicções táticas e revelou como tem sido a transição após a saída do antigo comandante.
A repentina troca no comando não apagou o respeito entre os profissionais. Leonardo Jardim fez questão de revelar que entrou em contato com Filipe Luís antes de firmar seu compromisso com a diretoria rubro-negra. O objetivo era manter a transparência e o respeito pela história do ex-lateral no clube.
Léo Jardim revela papo com Filipe Luís: "Eu falei..."
Segundo o novo técnico, o diálogo foi extremamente positivo. "Eu falei com o Filipe, e ele me respondeu de forma madura e isso não inviabiliza a relação que criamos, especialmente no último ano", declarou Jardim, demonstrando que o ambiente extracampo entre os profissionais permanece harmonioso, independentemente das recentes movimentações de mercado.
No aspecto tático, Leonardo Jardim reconheceu o valor do trabalho deixado pelo seu antecessor e garantiu que algumas concepções de jogo serão aproveitadas. No entanto, o treinador enfatizou que o futebol moderno exige versatilidade, sinalizando que o Flamengo não ficará engessado em um único modelo de atuação.
"Algumas ideias do Filipe vão continuar, mas também acredito que o jogo de futebol tem muitas nuances. As equipes jogando em transição, outros momentos em posse. Uma boa equipe tem que ter essa capacidade, às vezes esperar mais baixo, às vezes ter mais posse. As grandes equipes tem isso, não fazer sempre a mesma coisa", analisou o comandante.