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BANDEIRA DE MELLO AGUARDA ELEIÇÕES DO FLAMENGO E SINALIZA VOLTA AO FLAMENGO "EU DESEJO PARTICIPAR.."

Com a proximidade das eleições, os torcedores do Flamengo esperam por um debate rico e por propostas

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 Em meio à fervorosa disputa pelas eleições para a presidência do Flamengo, o ex-presidente Eduardo Bandeira de Mello publicou um vídeo nas redes sociais, gerando bastante repercussão. Conhecido por sua gestão destacada entre 2013 e 2018, Bandeira abordou a importância do pleito que se aproxima e a necessidade de uma administração sólida para o clube.

No vídeo, quando questionado sobre qual seria seu papel nas eleições e na futura gestão do Flamengo, Bandeira foi direto: "Eu desejo participar da próxima administração em alguma função estratégica." Essa declaração levantou discussões entre os torcedores e a mídia, visto que Bandeira é uma figura bastante influente no universo rubro-negro.


FLAMENGO EM ANO ELEITORAL 


Durante seu mandato, Bandeira de Mello foi responsável por uma reestruturação financeira significativa no Flamengo. Sua gestão priorizou o pagamento de dívidas e a estabilização econômica do clube, o que permitiu ao Flamengo voltar a ser competitivo tanto no cenário nacional quanto internacional. Sob sua liderança, o clube conquistou o Campeonato Carioca e voltou a figurar entre os principais times do Brasil.

As eleições para a presidência do Flamengo são um momento crucial para o clube, que sempre busca manter-se no topo do futebol brasileiro e internacional. A participação de figuras influentes como Eduardo Bandeira de Mello pode ser decisiva para o futuro da gestão e das estratégias adotadas pelo clube. A atual administração tem se esforçado para manter o time competitivo, mas enfrenta críticas e desafios que tornam o próximo pleito ainda mais relevante.





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COM ARRASCAETA E VINA, URUGUAI BATE O CANADÁ E FICA COM O TERCEIRO LUGAR DA COPA AMÉRICA

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Sem De La Cruz e Varela suspensos, o Uruguai, eliminado pela Colômbia, enfrentou o Canadá pela disputa do terceiro lugar e empatou em 2 a 2. Nos pênaltis, deu Celeste, 4 a 3. Viña, investigado pela Conmebol por incidentes na arquibancada após a queda para os colombianos, foi novamente titular. Já Arrascaeta entrou no segundo tempo no lugar de Ugarte.

A partida foi eletrizante nos EUA. Logo aos seis minutos, Bentancur abriu o placar para o Uruguai. Entretanto, ainda na etapa inicial, Koné empatou e David virou para o Canadá. Todavia, no fim da partida, aos 46 minutos do segundo tempo, Luis Suárez deixou tudo igual: 2 a 2.


Ao todo na competição, Nicolás de la Cruz jogou cinco partidas. Ou seja, só não duelou contra o Canadá pelo segundo cartão amarelo. O meio-campista foi um dos melhores jogadores da Celeste Olímpica no torneio e deu duas assistências na Copa América. Já Varela permaneceu no banco em toda a fase de grupos, mas entrou no segundo tempo contra Brasil e Colômbia. Diante dos colombianos, foi expulso.


Camisa 10 uruguaio, Arrascaeta deu uma assistência na competição, marcou nas disputas de pênaltis contra Brasil e Canadá e entrou em campo também diante da Bolívia, Panamá, Colômbia. Titular assim como De La Cruz, o lateral-esquerdo Matías Viña jogou todos os jogos e fez um gol e deu uma assistência.

Uruguai encerra participação na Copa América e Flamengo terá volta de quarteto

Enfim, Arrascaeta, Nicolás de la Cruz, Matías Viña e Guillermo Varela estão de volta ao Flamengo. Sem o quarteto, o Mengão resistiu na liderança até a derrota para o Fortaleza, mas após cinco vitórias, dois empates e dois resultados negativos, o Rubro-Negro caiu para o terceiro lugar.

Com os ‘reforços’, o Fla volta a campo para enfrentar o Criciúma, dia 20, em Brasília, pelo Brasileirão. A bola rola às 16h (horário de Brasília).


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CÚPULA DO FLAMENGO TEM SAÍDAS E PROXIMIDADE DAS ELEIÇÕES MEXEM NOS BASTIDORES DO CLUBE

A diretoria viu cinco vice-presidentes deixarem os cargos nas últimas semanas.

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A eleição presidencial do Flamengo vai acontecer em dezembro, mas os bastidores do clube já estão agitados. A cúpula da gestão de Rodolfo Landim perdeu integrantes que vão apoiar outros grupos no pleito e novas despedidas podem vir em breve. O grupo do atual mandatário, por outro lado, ainda calcula ter força.

Landim anunciou apoio a Rodrigo Dunshee na eleição. Dunshee é vice-Geral e Jurídico do clube, e acompanhou o atual presidente nos dois mandatos. A diretoria viu cinco vice-presidentes deixarem os cargos nas últimas semanas. As despedidas foram para se aliar ao grupo de Luiz Eduardo Baptista, o Bap, ou ao de Maurício Gomes de Mattos.


Foram três despedidas para apoiar Bap. Rodrigo Tostes, de Finanças, e Marcelo Conti, vice de Gabinete da Presidência, saíram na última semana, enquanto Paulo Cesar Pereira, vice de Secretaria, conversou com Landim na noite da última sexta-feira (12). O mandatário indicou que vai acumular a vice de Finanças e indicou Diogo Lemes para a vaga deixada por Conti.


As outras duas saídas foram para o grupo de Maurício Gomes de Mattos

 Uma delas foi o próprio Maurício, que era vice de Embaixadas e Consulados, e saiu da diretoria para lançar candidatura própria. Adalberto Ribeiro, então vice de Relações Externas, deixou o cargo para apoiar Maurício.


As saídas não pegaram a diretoria de surpresa, segundo pessoas ouvidas pelo UOL. As movimentações já eram esperadas e outras despedidas são aguardadas. Entende-se que houve uma união de diferentes vertentes em torno da candidatura de Landim, mas essa aliança não se mostra mais necessária na atual conjuntura.

O cenário aponta para a primeira ruptura de maior volume desde quando Landim assumiu, em janeiro de 2019. Nos corredores, porém, há uma avaliação positiva. A leitura é que, mesmo com saídas e formações de alianças que virão a ser rivais na eleição, a maioria dos grupos políticos ainda apoia Dunshee — esse desenho traz confiança ao grupo de situação em outro pleito. Landim pode vir candidato a presidente do Deliberativo.

Os grupos que já faziam oposição à gestão ainda debatem as opções

 Há uma visão que muitos movimentos podem acontecer nos bastidores, e estuda-se o cenário antes da decisão sobre qual rumo tomar. Eles avaliam a candidatura própria ou o apoio a alguma chapa, e calculam que podem levar consigo cerca de 500 votos.

A inscrição das chapas será entre 10 e 30 de setembro. A eleição acontecerá nos primeiros dez dias de dezembro. A identificação das chapas não será mais por cor, e, sim, por número.


Extra Flamengo

GRANDE NOME DA OPOSIÇÃO DECIDE NÃO SER CANDIDATO NAS ELEIÇÕES DO FLAMENGO

Decisão de ex-dirigente expõe dificuldades de oposição lançar nome de consenso no Mais Querido, mas abre espaço para definição nos próximos dias

Landim e Braz / Delmiro Junior
Landim e Braz / Delmiro Junior

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Flávio Willeman, ex-vice-presidente jurídico na gestão de Eduardo Bandeira de Mello, anunciou que não será candidato à presidência do Flamengo, contrariando expectativas da oposição. Willeman era visto como um dos nomes mais fortes para unificar a oposição na sucessão de Rodolfo Landim. No entanto, ele mantém aberta a possibilidade de disputar outra eleição, a de presidente do Conselho Deliberativo, contra o próprio Landim. A decisão foi divulgada em primeira mão pelo jornalista Mauro Cezar Pereira, com base em fontes da oposição do clube.

Com a data final para inscrição de candidaturas se aproximando (30 de setembro), a oposição ainda não chegou a um consenso sobre um nome. Grupos que apoiaram Walter Monteiro e Ricardo Hinrichsen nas últimas eleições desejam definir sua posição até a próxima semana. A indefinição gera preocupação entre os oposicionistas, que temem a falta de um candidato forte para enfrentar os atuais líderes do clube. As discussões internas intensificam-se à medida que o prazo se estreita.

Maurício Gomes de Mattos, ex-vice-presidente de Embaixadas e Consulados do Flamengo, busca apoio entre diferentes grupos de oposição. No entanto, enfrenta resistência por ter integrado a gestão Landim até o início deste ano e não fazer críticas contundentes ao antigo aliado. Essa ambiguidade política dificulta sua aceitação como candidato de consenso. Gomes de Mattos tenta consolidar sua candidatura, mas a falta de apoio unânime representa um obstáculo significativo.


Outro possível candidato é Carlos Ferrão, que lançou uma pré-candidatura, mas sua pouca visibilidade na política interna do Flamengo é uma desvantagem. Alguns integrantes dos grupos de oposição acreditam que o principal objetivo é impedir a vitória de Rodrigo Dunshee de Abranches, visto como um retrocesso político e um risco à transformação do Flamengo em Sociedade Anônima do Futebol (SAF). Nessa linha, cogitam apoiar Bap ou não lançar candidatura própria para não dividir votos.


A assinatura de Bap na emenda que dificulta a criação de uma SAF no Flamengo abriu uma possibilidade de entendimento com o presidente do Conselho de Administração. Contudo, não há consenso entre os oposicionistas sobre a viabilidade de Bap como candidato. A tendência maior é de que a oposição tenha candidato próprio. A decisão de Willeman de não concorrer à presidência facilita a escolha de um novo nome, já que outros pré-candidatos cogitavam desistir caso ele se apresentasse.









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