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Conmebol define data para sorteio da Libertadores; Flamengo está no pote 1
21 Fev 2026 | 09:40
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05 Nov 2024 | 07:45 |
An operation carried out this Tuesday morning (5) investigates the attacker Bruno Henrique, from Flamengo, for alleged involvement in manipulating results to benefit people close to them in sports betting. The information was first published by CNN Brasil. The portal guarantees that there is evidence that the player would have “acted deliberately” in the match against Santos, on November 1, 2023, to receive a card, with the aim of enabling financial gains for family members who , informed of the intention, bet on their punishment.
On that occasion, Santos beat Flamengo2-1, in a game played at the Mané Garrincha Stadium, in Brasília, valid for the 31st round of the Brazilian Championship. During second-half stoppage time, Bruno Henrique received a yellow card for committing a foul and was then expelled for offending the referee, as reported in the scoresheet.
The operation involves six prosecutors from the Special Action Group to Combat Organized Crime of the Public Ministry of the Federal District and Territories (Gaeco-MPDFT) and more than50 agents from the Federal Police, who carry out 12 searchand seizure warrants in cities such as Rio de Janeiro (RJ) , Belo Horizonte (MG), Vespasiano (MG), Lagoa Santa (MG) and Ribeirão das Neves (MG).
Targets include Bruno Henrique'sbrotherWander Nunes Pinto Junior, his sister-in-law Ludymilla Araújo Lima, and his cousin Poliana Ester Nunes Cardoso, as well as others involved, some with links in amateur and professional football.
Writs were also served at Bruno Henrique's house, in Rio de Janeiro, and in his room in Ninho do Urubu, the center of Flamengo training. The investigation revealed that, one day before the game, the brother, sister-in-law and cousin of the athlete created accounts on betting platformsto make specific predictions about their punishment. This pattern was also identified in the accounts of the other people investigated, who also profited from Bruno Henrique's expulsion.
Discussão sobre quem é o campeão brasileiro no ano segue à todo o vapor após parecer da PGR favorável ao Mengão e comentarista aborda o tema
21 Fev 2026 | 10:51 |
A polêmica sobre o Campeonato Brasileiro de 1987 voltou ao centro do debate. Desta vez, quem se manifestou foi o ex-jogador Zinho, ídolo do Flamengo e atualmente comentarista. Em vídeo publicado pela R10, o ex-atleta contestou a versão que reconhece o Sport como campeão brasileiro daquele ano e afirmou que, do ponto de vista esportivo, o título pertence ao clube carioca.
Zinho define o Flamengo como campeão brasileiro de 1987: "O Sport foi rebaixado em 1986..."
Zinho argumentou que o Sport havia sido rebaixado em 1986 e questionou a lógica esportiva de considerá-lo campeão da primeira divisão no ano seguinte. “Como um time é rebaixado em um ano e no seguinte já campeão da primeira divisão? Isso não existe. O Sport foi rebaixado em 1986”, afirmou.
Na sequência, o ex-jogador explicou que, em 1987, dois torneios distintos ocorreram simultaneamente: um organizado pelo Clube dos 13, reunindo as principais equipes do país, e outro estruturado pela CBF. “Teoricamente, Sport e Guarani fizeram uma final, mas o jogo nunca acabou. Foram tantos pênaltis que o presidente do adversário propôs que os dois fossem campeões. Olha que várzea”, criticou.
Naquele ano, a Confederação Brasileira de Futebol alegou dificuldades financeiras para organizar o campeonato nacional. Diante disso, autorizou o Clube dos 13 a promover a Copa União, competição que reuniu 16 dos principais clubes do país, incluindo o Flamengo. Paralelamente, a CBF estruturou outro módulo e, posteriormente, exigiu a realização de um quadrangular final envolvendo os campeões e vice-campeões de cada chave para definir o campeão brasileiro. O Clube dos 13 não aceitou a imposição, o que deu início à disputa que se estende até hoje.
O Flamengo venceu o Módulo Verde da Copa União e se declarou campeão brasileiro de 1987. Já o Sport, vencedor do Módulo Amarelo, foi reconhecido como campeão após decisões judiciais posteriores. Décadas depois, o impasse segue em discussão nas esferas esportiva e jurídica. Enquanto o debate continua nos tribunais, personagens históricos como Zinho reforçam publicamente a posição rubro-negra sobre um dos capítulos mais controversos do futebol brasileiro.
Leão afirma que decisão do procurador ‘causa estranheza’ devido à decisões já tomadas pelos tribunais sobre o tema; Mengão aguarda prosseguimento
21 Fev 2026 | 10:42 |
O Flamengo ganhou um reforço de peso na disputa judicial pelo reconhecimento do título brasileiro de 1987. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, encaminhou ao Supremo Tribunal Federal um parecer favorável à ação movida pelo clube carioca. O documento reacende uma das maiores controvérsias da história do futebol nacional e provocou reação imediata do Sport Club do Recife.
Em nota oficial, o clube pernambucano afirmou acompanhar o caso “com serenidade” e destacou que o mérito da questão já teria sido amplamente analisado por instâncias judiciais competentes, com decisões reiteradas reconhecendo o Sport como único campeão brasileiro de 1987. A manifestação também ressaltou que houve posicionamentos anteriores do próprio STF nesse sentido.
O Sport argumenta que o reconhecimento simultâneo de dois campeões para a mesma competição contraria a lógica do direito desportivo e a segurança jurídica. Para os pernambucanos, a tentativa de rediscutir o tema quase quatro décadas depois causa “estranheza” e afronta decisões já consolidadas pela Justiça.
Em 2011, a Confederação Brasileira de Futebol editou resolução reconhecendo Flamengo e Sport como campeões de 1987. Posteriormente, porém, o clube recifense obteve decisão na Justiça Comum que invalidou o ato administrativo da entidade, retirando o reconhecimento compartilhado.
O parecer da Procuradoria-Geral da República sustenta que o acórdão que declarou nula a resolução da CBF deve ser rescindido. Segundo Paulo Gonet, é necessário afastar a nulidade da resolução nº 02/2011, preservando o reconhecimento do Sport nos limites da decisão transitada em julgado, mas sem impedir a possibilidade de titulação dividida.
Ao se posicionar, o procurador-geral concordou com a tese apresentada pelo Flamengo de que a Primeira Turma do STF teria cometido equívoco ao entender que a CBF não poderia, com base em critérios desportivos, reconhecer outro clube como campeão daquela edição.
O novo parecer não encerra a disputa, mas recoloca o debate em pauta no mais alto nível do Judiciário brasileiro. Para o Flamengo, trata-se de uma oportunidade de reverter um entendimento que se arrasta há décadas. Para o Sport, a batalha é pela manutenção de uma decisão que considera definitiva.
Zagueiro do Mengão fez publicação onde abordou a situação de Vini Jr que, mais uma vez, encarou injúrias contra si durante jogo do Real Madrid
21 Fev 2026 | 10:33 |
O zagueiro Danilo, do Flamengo e da seleção brasileira, voltou a se posicionar publicamente sobre o combate ao racismo. Nesta sexta-feira, o defensor relembrou uma entrevista concedida em 2023, na Itália, na qual abordava a importância da escuta ativa e da empatia diante de episódios de discriminação racial. A repostagem ocorreu em meio à repercussão do caso envolvendo Vini Jr, que denunciou ter sido vítima de racismo durante a vitória do Real Madrid sobre o Benfica, pela Champions League, no Estádio da Luz, em Lisboa.
Danilo, do Flamengo: "As pessoas brancas precisam escutar..."
No vídeo compartilhado, Danilo reforça a necessidade de reflexão profunda por parte da sociedade. “Existe uma diferença entre ouvir e escutar. As pessoas brancas precisam escutar. Precisam ter empatia para reconhecer que pessoas sofreram. Primeiro, precisam escutar e apoiar. Depois, aprender e não fazer julgamentos”, afirmou o defensor. Ele ainda citou o filósofo Mario Sergio Cortella ao destacar que o preconceito nasce da ausência de senso crítico e representa uma oportunidade perdida de aprendizado.
Junto ao vídeo, Danilo republicou um texto alusivo ao 21 de março, Dia Internacional contra a Discriminação Racial. Na mensagem, o jogador relembra o massacre de Sharpeville, na África do Sul, quando milhares de pessoas protestaram contra a chamada “Lei do Passe”, imposta à população negra durante o apartheid. A repressão policial resultou em centenas de mortos e feridos. O defensor destacou que a memória histórica é fundamental para educar, agir e reparar injustiças, reforçando o compromisso contínuo na luta contra o racismo.
A denúncia de Vini Jr ocorreu após o atacante marcar um golaço e abrir o placar para o Real Madrid. Durante a comemoração próxima à bandeirinha de escanteio, houve reclamações de adversários e, segundo relato do brasileiro, uma manifestação racista partiu da lateral do campo, atribuída ao argentino Gianluca Prestianni.
Diante da acusação, o árbitro acionou imediatamente o protocolo antirracismo da UEFA e paralisou a partida. O episódio reacende o debate sobre medidas efetivas de combate à discriminação no futebol europeu, tema que segue mobilizando atletas dentro e fora de campo.