Futebol
Ex-técnico do Flamengo relembra passagem de Paquetá no clube: "Sempre foi acima da média"
16 Jan 2026 | 10:54
Futebol
21 Set 2023 | 12:26 |
No dia 19 de setembro, que foi a última terça-feira, Marcos Braz, o vice-presidente de futebol do Flamengo, esteve envolvido em um conflito com um torcedor do clube dentro de um shopping localizado na cidade do Rio de Janeiro. Após o incidente, ambos dirigiram-se à delegacia para registrar uma queixa formal e, em seguida, foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) para a realização de exames de corpo de delito.
Conforme o relatório emitido pelo Instituto Médico Legal (IML), Marcos Braz, que é dirigente do Flamengo e também vereador no Rio de Janeiro, apresentou um corte no nariz como resultado do incidente, enquanto o torcedor envolvido, Leandro, sofreu uma mordida na região da virilha.
"A lesão apresentada é compatível com mordidas humanas, na região do terço superior da coxa direita", consta o resultado do exame de corpo de delito de Leandro, em contusão classificada como em "formato ovular" pelo perito. Já em relação ao ferimento de Marcos Braz, o laudo indica "ação contundente e ferida contida no nariz".
Marcos Braz e Leandro se envolveram em uma briga no Barra Shopping. Após o incidente, o dirigente do Flamengo permaneceu dentro de uma loja e só saiu do local com escolta da Polícia Militar. Ambos dirigiram-se posteriormente à 16ª Delegacia de Polícia (16ª DP) para registrar a ocorrência e prestar depoimento.
De acordo com testemunhas, o torcedor expressou sua insatisfação com a situação atual do Flamengo e fez cobranças a Marcos Braz. A confusão teria começado quando o jovem foi perseguido e agredido pelo dirigente, que também é vereador, e por seguranças.
Mengão está perto de fechar com o clube inglês para contratar o meia e jornalista explica que pequenas cláusulas impedem o acordo
16 Jan 2026 | 12:51 |
A contratação de Lucas Paquetá pelo Flamengo ainda depende de ajustes importantes para ser concretizada. A avaliação é do jornalista Mauro Cezar Pereira, durante o programa Posse de Bola, Uol. Segundo o comentarista, o West Ham aceita vender o meia para reforçar o sistema defensivo, mas tenta manter o jogador por empréstimo até o fim da temporada europeia. Do outro lado, o clube carioca pressiona para contar com Paquetá imediatamente, ainda nesta janela de transferências.
De acordo com Mauro Cezar, a intenção do clube inglês é receber os valores da venda para contratar um zagueiro, mas seguir utilizando o brasileiro enquanto luta contra o rebaixamento. “Os ingleses querem receber o dinheiro para contratar um zagueiro. O West Ham sofreu gol em todos os jogos da temporada e quer reforçar o sistema defensivo. Então quer vender, ter a grana, mas ficar com o Paquetá emprestado”, explicou o jornalista.
O impasse está justamente no timing da liberação. O Flamengo quer contar com o atleta de imediato, ainda que o valor seja parcelado, como costuma ocorrer no mercado internacional. Contudo, o West Ham quer contar com o jogador até o fim da Premier League para a briga contra o rebaixamento.
Outro ponto em aberto envolve o montante final da operação. Os números discutidos giram entre 35 e 40 milhões de euros, podendo até ultrapassar esse patamar, dependendo da estrutura do acordo. “Esse é o ponto. Ainda falta ajuste com relação ao montante, quanto vai ser. Falam em 35 milhões, podendo chegar a 40 milhões de euros, talvez um pouco mais”, afirmou Mauro Cezar.
Apesar das divergências, o comentarista acredita que a negociação tende a avançar justamente pela postura do jogador, que deseja deixar a Inglaterra. “Esses detalhes podem ser ajustados e vão acabar sendo ajustados porque o jogador quer porque quer ir embora. Acho que vai acabar acontecendo essa negociação”, avaliou. Ainda assim, Mauro pondera que Paquetá tem contrato em vigor e vive um momento delicado no clube inglês, que enfrenta grande risco de rebaixamento.
Jogador de 24 anos pertence ao Cuiabá e assina com o Leão da Ilha até novembro; atleta revelado pelo Mengão chega para reforçar o elenco na Série B
16 Jan 2026 | 12:34 |
O Sport Club do Recife oficializou, nesta sexta-feira (16), a chegada de mais um reforço para a temporada. Trata-se do meio-campista Max Alves, de 24 anos. O atleta, que possui seus direitos econômicos ligados ao Cuiabá, firmou contrato de empréstimo com a equipe pernambucana válido até o dia 30 de novembro de 2026.
A contratação visa dar mais opções ao setor de criação do time, que terá um calendário cheio pela frente. O anúncio confirma a movimentação da diretoria rubro-negra no mercado em busca de peças para compor o elenco visando os principais objetivos do ano.
Natural de Juiz de Fora (MG), Max iniciou sua caminhada nas categorias de base do Tupi-MG, mas foi no Flamengo que ganhou projeção nacional. No clube carioca, profissionalizou-se e integrou o elenco campeão estadual em 2021.
Além da experiência no futebol brasileiro, o meia acumula bagagem internacional, tendo defendido as cores do Colorado Rapids na Major League Soccer (MLS), a liga principal dos Estados Unidos. Após sua passagem pelo exterior, o jogador desembarcou no Cuiabá em 2024, onde teve uma sequência significativa de jogos nas últimas duas temporadas, atuando na elite do futebol nacional.
A consistência física e a minutagem em campo foram fatores que pesaram a favor da contratação. Pelo clube mato-grossense, Max Alves disputou um total de 87 partidas. Nesse período, contribuiu ofensivamente com seis gols marcados e nove assistências distribuídas.
Governo federal veta reforma tributária que daria mais benefícios fiscais a clubes associativos, como o Mengão, em comparação com aos 'clube empresas'
16 Jan 2026 | 11:53 |
Os vetos do governo federal à reforma tributária acenderam o sinal de alerta nos clubes associativos do futebol brasileiro. A partir de 2027, equipes como o Flamengo podem passar a pagar mais impostos do que as SAFs, após o Ministério da Fazenda barrar dispositivos que equiparavam a tributação entre os dois modelos.
Pelo texto originalmente aprovado no Congresso Nacional, clubes e SAFs seriam tributados em 5% sobre a receita bruta. Com os vetos, no entanto, especialistas indicam que clubes sem fins lucrativos terão uma carga total estimada em 15,6%, somando o novo imposto ao recolhimento do INSS. Já as SAFs ficariam próximas de 6% de tributação. A informação foi divulgada pelo jornalista Rodrigo Mattos, do UOL.
No caso do Flamengo, o impacto chama atenção pelo volume de arrecadação. O clube registrou cerca de R$ 2 bilhões em receita bruta em 2025, valor que serviria como base de cálculo para o novo imposto caso a regra seja mantida.
Na prática, isso representaria um pagamento aproximado de R$ 312 milhões em tributos, caso a legislação já estivesse em vigor. Internamente, dirigentes rubro-negros receberam a notícia com revolta e avaliam que o novo modelo pode exigir ajustes profundos no orçamento. Apesar do cenário, a diretoria descarta a possibilidade de transformação em SAF, mas admite que será necessário analisar os impactos financeiros caso o texto não seja modificado.
Outro ponto de preocupação envolve a tributação sobre receitas oriundas de leis de incentivo, como o programa Fla-Anjo. Atualmente, esses recursos ajudam a financiar esportes olímpicos, que já operam com déficit no clube. Com a nova regra, esses valores também passariam a ser tributados, o que pode comprometer ainda mais projetos esportivos que dependem de incentivo fiscal para sobreviver.
Além do Flamengo, o Corinthians também acompanha de perto a discussão. O clube paulista mantém estrutura associativa e possui receita anual próxima de R$ 1 bilhão, o que o coloca em situação semelhante diante das mudanças previstas.
Os vetos do governo ainda não são definitivos. O texto da reforma tributária voltará ao Congresso Nacional, que pode derrubar os vetos ou apresentar uma alternativa específica para a tributação do futebol. O deputado Eduardo Bandeira de Mello, ex-presidente do Flamengo, afirmou que ainda existem dúvidas sobre a aplicação prática da lei. Segundo ele, os clubes precisam estudar se poderão reduzir o imposto por meio de créditos tributários previstos na própria legislação. Como a nova regra só passa a valer em 2027, ainda há margem para debate e ajustes.