Futebol

CONHEÇA MATHEUS BACHI: FILHO E AUXILIAR DE TITE NO FLAMENGO

Com seu comprometimento e amor pelo futebol, tornou-se um nome essencial na carreira do renomado técnico

Gazeta do Urubu – Onde o Flamengo é Notícia
Gazeta do Urubu – Onde o Flamengo é Notícia

19 Out 2023 | 14:50 |

Icon Comentário0

O universo do futebol está repleto de histórias fascinantes, algumas delas escondidas nos bastidores, longe dos holofotes que geralmente iluminam os campos e os jogadores. Uma dessas histórias cativantes é a de Matheus Bachi, um nome que pode não ser imediatamente reconhecido, mas que desempenha um papel fundamental na carreira de um dos treinadores mais renomados do futebol brasileiro, Adenor Leonardo Bachi, mais conhecido como Tite.


Matheus Bachi, um gaúcho de 34 anos, é o filho do renomado técnico Tite e sua esposa Rosmari Rizzi Bachi. Sua trajetória no mundo do futebol não é apenas a de um filho orgulhoso, mas também a de um talentoso auxiliar técnico que trilhou seu caminho com dedicação e competência. A parceria entre Matheus e Tite começou a se solidificar em setembro de 2015, quando ambos trabalharam juntos no Corinthians, um dos clubes mais tradicionais do futebol brasileiro. Esse foi o momento em que Matheus deu seus primeiros passos na carreira como auxiliar técnico, e sua ligação com o pai, além de fortalecer o vínculo familiar, criou uma dinâmica única na equipe.


A participação de Matheus Bachi na trajetória de Tite atingiu um novo patamar quando ele acompanhou o treinador nas Copas do Mundo de 2018 e 2022. Essas competições representam o ápice do futebol internacional e ter a oportunidade de estar presente, apoiando o pai e a seleção brasileira, é um privilégio que poucos alcançam.


Hoje, os olhos do mundo do futebol se voltam para o duelo do Brasil contra o Cruzeiro, marcado para esta quinta-feira, 19 de janeiro, às 19h, no Estádio Mineirão, em Belo Horizonte. Um jogo que carrega uma dose extra de emoção para Matheus Bachi, pois estará à beira do campo, lado a lado com seu pai e mentor, Tite.

A presença de Matheus como auxiliar técnico tem sido fundamental na carreira de Tite. Sua capacidade de análise tática, compreensão profunda do jogo e capacidade de comunicação têm contribuído para o sucesso do treinador em vários clubes e na seleção brasileira. Mas a história de Matheus Bachi vai além de sua relação com Tite. Ele é um exemplo de determinação e dedicação para todos aqueles que buscam seguir uma carreira no mundo do futebol. Sua jornada, marcada por anos de estudo, trabalho árduo e aprendizado constante, demonstra que a paixão pelo esporte pode ser o motor para conquistar os sonhos, independentemente de sua origem.


A história de Matheus Bachi também ressalta a importância das relações familiares no mundo do esporte. A parceria entre pai e filho, que se estende além dos campos, é um testemunho de como o apoio e a inspiração mútuos podem levar a resultados extraordinários. O papel de Matheus Bachi na carreira de Tite é um testemunho de que o futebol é mais do que um jogo; é uma paixão que une gerações e cria laços inquebráveis. Sua trajetória é um lembrete de que, por trás de cada treinador de sucesso, existe uma equipe dedicada, pronta para enfrentar os desafios do esporte mais popular do mundo.

No duelo contra o Cruzeiro, os olhos do mundo estarão focados na performance da seleção brasileira. E, embora Matheus Bachi possa não estar no centro das atenções, seu trabalho incansável nos bastidores será um elemento-chave para a busca do sucesso, mais uma vez, nessa jornada emocionante do futebol. Para aqueles que seguem o esporte, o nome Matheus Bachi representa mais do que apenas um auxiliar técnico; representa um exemplo de dedicação, família e paixão pelo jogo bonito. Sua história é uma inspiração para todos que sonham em alcançar o sucesso no mundo do futebol, seja dentro ou fora das quatro linhas. Portanto, quando assistir ao duelo entre Brasil e Cruzeiro, lembre-se de que por trás de cada vitória e conquista há histórias como a de Matheus Bachi, que, com seu comprometimento e amor pelo futebol, tornou-se um nome essencial na carreira do renomado técnico Tite.


Futebol

Início ruim do Flamengo na temporada atinge patamares históricos

Começo da temporada do Mengão é o pior em mais de 20 anos e clube tenta se restabelecer após aproveitamento abaixo e elenco abaixo fisicamente

Flamengo de Filipe Luís em 2026 tem o segundo pior início de temporada no clube desde o início do século - Foto: Adriano Fontes/Flamengo
Flamengo de Filipe Luís em 2026 tem o segundo pior início de temporada no clube desde o início do século - Foto: Adriano Fontes/Flamengo

05 Fev 2026 | 19:00 |

Icon Comentário0

O Flamengo atravessa em 2026 o pior início de temporada dos últimos 24 anos. Em oito partidas disputadas, a equipe soma apenas uma vitória, dois empates e cinco derrotas, alcançando um aproveitamento de 21%. O desempenho só não é inferior ao registrado em 2002, quando o time não venceu nenhum dos oito primeiros jogos do ano.


DESEMPENHO COMPARATIVO AO LONGO DOS ANOS


Os números evidenciam o quanto a campanha atual foge do padrão histórico recente. Desde o início dos anos 2000, poucas temporadas começaram de forma tão instável quanto a de 2026. Com isso, o Flamengo tenta se reerguer para busca de títulos na atual temporada.


  • 2026 – 1V, 2E, 5D = 21%
  • 2025 – 5V, 1E, 2D = 67%
  • 2024 – 5V, 3E, 0D = 75%
  • 2023 – 4V, 2E, 2D = 58%
  • 2022 – 5V, 2E, 1D = 71%
  • 2021 – 5V, 0E, 3D = 63%
  • 2020 – 6V, 1E, 1D = 79%
  • 2019 – 6V, 1E, 1D = 79%
  • 2018 – 7V, 1E, 0D = 92%
  • 2017 – 7V, 1E, 0D = 92%
  • 2016 – 6V, 1E, 1D = 79%
  • 2015 – 5V, 2E, 1D = 71%
  • 2014 – 5V, 1E, 2D = 67%
  • 2013 – 7V, 1E, 0D = 92%
  • 2012 – 4V, 3E, 1D = 63%
  • 2011 – 8V, 0E, 0D = 100%
  • 2010 – 6V, 1E, 1D = 79%
  • 2009 – 5V, 2E, 1D = 71%
  • 2008 – 6V, 1E, 1D = 79%
  • 2007 – 4V, 3E, 1D = 63%
  • 2006 – 2V, 4E, 2D = 42%
  • 2005 – 2V, 2E, 4D = 33%
  • 2004 – 5V, 2E, 1D = 71%
  • 2003 – 7V, 1E, 0D = 92%
  • 2002 – 0V, 2E, 6D = 8%
  • 2001 – 4V, 0E, 4D = 50%
POR QUE O INÍCIO DE 2026 É TÃO ATÍPICO?

O cenário atual contrasta de forma direta com temporadas recentes. Em 2025, sob o comando de Filipe Luís, o time iniciou o ano com 67% de aproveitamento nos oito primeiros jogos, desempenho que serviu de base para uma temporada marcada por conquistas expressivas. Outro exemplo emblemático ocorreu em 2019, quando a equipe dirigida por Jorge Jesus venceu seis dos oito primeiros compromissos do ano, sofrendo apenas uma derrota e um empate, em um início que antecipava um dos períodos mais vitoriosos de sua história.


O recorte histórico reforça o alerta. Desde 2002, quando o clube teve um início ainda mais dramático, não se via um desempenho tão baixo. Em contraponto, 2011 permanece como referência máxima, com 100% de aproveitamento nas oito partidas iniciais. Diante desse contexto, o início de 2026 se consolida como um ponto fora da curva e impõe a necessidade de reação imediata para evitar que a pior largada em mais de duas décadas se prolongue ao longo da temporada.



Futebol

Reforma tem impacto negativo no Flamengo e Bandeira de Mello é contra

Ex-presidente do Mengão é deputado federal e pretende encontrar alternativas para aumento no valor pago por clubes associativos

Eduardo Bandeira de Mello quer arranjar solução para a Reforma Tributária que pode gerar mais de R$ 700 milhões de prejuízo - Foto: Reprodução
Eduardo Bandeira de Mello quer arranjar solução para a Reforma Tributária que pode gerar mais de R$ 700 milhões de prejuízo - Foto: Reprodução

05 Fev 2026 | 18:00 |

Icon Comentário0

Após o alerta feito pelo presidente Luiz Eduardo Baptista, o Bap, sobre os impactos da reforma tributária, outro nome de peso decidiu se posicionar publicamente: Eduardo Bandeira de Mello. Projeções internas indicam que o Flamengo pode enfrentar um prejuízo acumulado de aproximadamente R$ 728 milhões ao longo dos próximos sete anos, caso o novo modelo seja aplicado sem ajustes.


Bandeira de Mello sobre soluções para Reforma Tributária que pode gerar prejuízo ao Flamengo: "Tentando resolver essa situação desde o ano passado..."




DESVANTAGEM PARA CLUBES ASSOCIATIVOS

A principal crítica apresentada por Bap gira em torno da diferença de tratamento entre clubes associativos e as SAFs. Pelo texto atual, sociedades anônimas do futebol seriam tributadas com alíquota de 6%, enquanto entidades sem fins lucrativos poderiam chegar a 11%, o que ampliaria significativamente os custos operacionais.


Eduardo Bandeira de Mello, ex-presidente do Flamengo e atual deputado federal, reforçou essa preocupação ao afirmar que, mesmo com possíveis mecanismos de compensação, o desequilíbrio seguirá existindo. Segundo ele, a própria estrutura da reforma favorece as SAFs.

“Apesar de os clubes poderem ter uma redução de 60% na alíquota, que ainda vai ser definida, e também a possibilidade de creditamento de despesas, isso certamente não vai compensar a vantagem que as SAFs têm, que foi garantida já pela reforma tributária”, explicou ao canal Resenha Rubro-Negra.

PROPOSTA DE IGUALDADE FOI VETADA

Bandeira também revelou que houve tentativa de corrigir essa distorção durante a tramitação do projeto no Congresso. A Câmara dos Deputados aprovou uma emenda que estendia aos clubes associativos as mesmas alíquotas aplicadas às SAFs, aproximando a carga tributária entre os modelos.

No entanto, a proposta acabou barrada. De acordo com o ex-dirigente, a emenda foi considerada inconstitucional e vetada pela Presidência da República, mantendo um cenário amplamente favorável às sociedades anônimas.

IMPACTO NOS ESPORTES OLÍMPICOS

Outro ponto sensível destacado por Bandeira diz respeito aos esportes olímpicos. Com o aumento da carga tributária, a tendência é de redução de investimentos em um departamento que já opera no vermelho. Atualmente, o clube investe cerca de R$ 70 milhões na área, com retorno aproximado de R$ 24 milhões, gerando um déficit anual de R$ 46 milhões.

“Tentando resolver essa situação desde o ano passado, a Câmara aprovou uma emenda de plenário que alterou a regulamentação da reforma tributária e estendeu para os clubes as mesmas alíquotas aplicadas às SAFs. No entanto, essa emenda foi considerada inconstitucional e foi vetada pela Presidência da República”, concluiu Bandeira.



Futebol

Filipe Luís explica como pretende usar Lucas Paquetá no Flamengo

Meia é a mais cara contratação da história do Mengão, mas técnico e os bastidores do clube pregam paciência com o jogador

Filipe Luís explica utilização de Lucas Paquetá no Flamengo, mas clube prega paciência com o jogador - Foto: Gilvan de Souza/Flamengo
Filipe Luís explica utilização de Lucas Paquetá no Flamengo, mas clube prega paciência com o jogador - Foto: Gilvan de Souza/Flamengo

05 Fev 2026 | 17:00 |

Icon Comentário0

O Flamengo transformou a volta de Lucas Paquetá ao Maracanã em um evento à parte na última quarta-feira. O meia foi recebido com mosaico 3D, bandeirão com seu rosto e uma arquibancada tomada por camisas com o número 20. A celebração também se repetiu no momento do anúncio da escalação, quando o nome do jogador foi um dos mais ovacionados no telão do estádio.


Filipe Luís sobre utilização de Paquetá: "Ele pode jogar em todas as posições do ataque..."




AVALIAÇÃO DE FILIPE LUÍS

Questionado sobre o encaixe do reforço, Filipe Luís tratou a escalação como um esboço inicial e deixou claro que seguirá testando o jogador em outras funções. Apesar disso, fez questão de destacar a versatilidade e o impacto do meia.


“Ele pode jogar em todas as posições do ataque. Ele encaixa muito bem nessa posição, tem chegada na área, profundidade, domina bem entre linhas, gira, tem gol. Hoje teve duas possibilidades claras. Se associa muito bem com o lateral, consegue fazer essa ida e volta que é exigente. Mas isso não quer dizer que ele só vai jogar ali. O mais importante é que ele é muito determinante. Mesmo não estando na melhor forma física, é um jogador que faz a diferença”, afirmou o treinador do Flamengo.

ESTREIA COMO TITULAR E NOVA FUNÇÃO

Filipe Luís escalou o reforço mais caro da história do futebol brasileiro, investimento de R$ 260 milhões, como titular diante do Internacional. A primeira tentativa de encaixe veio em uma função diferente da habitual: Paquetá atuou como falso ponta-direita, ocupando o espaço que normalmente seria de Plata.

Sem a bola, o Paquetá ajudava na marcação pelo setor. Com a posse, flutuava pelo meio, abrindo o corredor para as subidas de Emerson Royal. A dinâmica funcionou em alguns momentos, embora o lateral tenha pecado nos cruzamentos ao longo da partida.

PARTICIPAÇÃO OFENSIVA E ERROS

Foi justamente pelo corredor central que Paquetá apareceu com mais perigo. Teve duas finalizações: na primeira, bateu de primeira após uma rebatida na meia-lua, acertando forte, mas facilitando a defesa de Rochet. Já no segundo tempo, infiltrou-se na área e desviou de cabeça um cruzamento de Arrascaeta, que acabou saindo pela linha de fundo. No entanto, também pelo meio surgiu um dos lances decisivos contra: um passe errado do meia deu início à jogada do gol marcado por Borré, que abriu o placar para o Internacional ainda na primeira etapa.



envelope SUBSCREVER NEWSLETTER

envelopeSUBSCREVER NEWSLETTER


Flamengo faz procura por atacante ex-Fluminense da Premier League
Futebol

Flamengo faz procura por atacante ex-Fluminense da Premier League

05 Fev 2026 | 15:04

Icon Comentário0
Ex-Flamengo, Gabigol é criticado após empate do Santos com o São Paulo
Futebol

Ex-Flamengo, Gabigol é criticado após empate do Santos com o São Paulo

05 Fev 2026 | 14:46

Icon Comentário0
Alan Patrick analisa empate do Internacional com o Flamengo: “acho…”
Futebol

Alan Patrick analisa empate do Internacional com o Flamengo: “acho…”

05 Fev 2026 | 14:04

Icon Comentário0