Futebol
AO VIVO: Veja a coletiva de apresentação de Leonardo Jardim no Flamengo
05 Mar 2026 | 08:54
Futebol
10 Fev 2025 | 18:31 |
A Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) oficializou nesta segunda-feira a data para a realização do sorteio que definirá os grupos da Copa Libertadores 2025. O evento acontecerá no dia 17 de março, com início previsto para as 20h (horário de Brasília), na sede da entidade, em Luque, Paraguai.
EXPECTATIVA PARA A DEFINIÇÃO DOS CONFRONTOS
A cerimônia promete ser um dos momentos mais aguardados pelos torcedores sul-americanos, especialmente devido à presença de equipes tradicionais que garantiram suas vagas através dos campeonatos nacionais e copas continentais. O Mais Querido, atual campeão brasileiro, está entre os cabeças de chave do torneio.
SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO E POTES
A distribuição das equipes nos potes seguirá o tradicional ranking de clubes da Conmebol, que leva em consideração o desempenho das equipes nas últimas edições das competições continentais. Este sistema visa equilibrar os grupos e garantir confrontos interessantes desde a primeira fase. O Brasil terá sete representantes na competição, mantendo sua força no cenário continental. O CRF lidera o ranking entre os clubes nacionais, seguido por outras potências do futebol brasileiro que buscam o título da América.
A fase de grupos da Libertadores 2025 manterá o formato tradicional, com 32 equipes divididas em oito grupos de quatro times cada. Os dois primeiros colocados de cada chave avançam para as oitavas de final, enquanto os terceiros colocados são transferidos para a Copa Sul-Americana. As equipes brasileiras vêm dominando a competição nos últimos anos, com destaque para o Mengão, que soma participações expressivas e busca ampliar sua galeria de troféus continentais.
O sorteio será transmitido ao vivo pelos canais oficiais da Conmebol e por emissoras parceiras em toda América do Sul. A cerimônia contará com a presença de personalidades históricas do futebol continental e dirigentes das principais entidades esportivas. A Conmebol anunciou que implementará novidades tecnológicas para a edição 2025:
VAR aprimorado com novas câmeras
Sistema de monitoramento de performance
Tecnologia da linha do gol
Ferramentas de análise estatística em tempo real
Mengão contratou o português para substituir Filipe Luís, que tinha boa aceitação pelos jogadores, o que pode atrapalhar início do novo treinador
05 Mar 2026 | 13:05 |
A chegada de Leonardo Jardim ao comando do Flamengo não deve acontecer em clima de celebração dentro do vestiário. Essa é a avaliação do ex-jogador e comentarista Walter Casagrande, feita durante o programa Fim de Papo do Uol.
Casagrande sobre chegada de Leonardo Jardim no Flamengo: "ele vai entrar no vestiário pela porta dos fundos..."
O treinador português foi anunciado como substituto de Filipe Luís, demitido logo após a vitória por 8 a 0 sobre o Madureira, resultado que classificou o Flamengo para a final do Campeonato Carioca. Para Casagrande, o novo técnico encontrará um ambiente inicial de desconfiança entre os jogadores.
“Eu acho que ele vai entrar no vestiário pela porta dos fundos. Não vai encontrar simpatia. Não vai encontrar aplausos. Não vai encontrar sorrisos. Ele vai ter que convencer que ele é um cara legal. Como que faz pra convencer que você é um cara legal? Se você tem que comandar os caras. É difícil, né?”, afirmou.
Internamente, a diretoria rubro-negra pretende aplicar com Leonardo Jardim um modelo semelhante ao adotado em 2019 com Jorge Jesus. Naquele período, o treinador recebeu autonomia ampla para conduzir o dia a dia do departamento de futebol. De acordo com informações do jornal O Globo, a cúpula do clube sinalizou que pretende novamente “entregar as chaves do CT” ao técnico, permitindo que ele tenha autoridade total sobre o cotidiano do elenco no Ninho do Urubu.
A saída de Filipe Luís também representou um episódio incomum na carreira do diretor executivo José Boto. Até então, o dirigente nunca havia participado da demissão de um treinador durante o andamento de uma temporada.
Antes de chegar ao Flamengo, Boto acumulou passagens por clubes como Benfica, Shakhtar Donetsk, PAOK e NK Osijek. Em todas essas experiências, treinadores como Paulo Fonseca, Luís Castro e Roberto De Zerbi permaneceram nos cargos até o término de seus contratos ou saíram apenas após o fim das competições.
Em coletiva de apresentação do técnico português Leonardo Jardim no Ninho do Urubu, o diretor executivo revelou os bastidores da saída do ex-técnico
05 Mar 2026 | 12:59 |
A troca de comando no Flamengo ganhou novos contornos explicativos na tarde desta quinta-feira (05). Durante a cerimônia oficial de apresentação do técnico Leonardo Jardim, realizada no Centro de Treinamento Ninho do Urubu, o diretor de futebol José Boto rompeu o silêncio e abordou publicamente os motivos que culminaram na demissão de Filipe Luís. A cúpula rubro-negra detalhou o processo de avaliação que atestou o fim do ciclo do antigo comandante.
Em seu pronunciamento à imprensa, o dirigente português explicou que sua chegada ao clube envolveu uma missão clara delegada pela alta gestão: analisar a estrutura e propor mudanças. Segundo Boto, a decisão de interromper o trabalho da comissão técnica anterior não foi impulsiva, mas sim fruto de um mapeamento aprofundado do departamento de futebol.
"Quando me convidaram para vir para o Flamengo, o presidente me deu uma série de atribuições. Uma delas era fazer diagnósticos e encontrar soluções. Neste caso, fiz o diagnóstico, dei solução", afirmou o diretor. Ele complementou explicando que a palavra final foi do presidente do clube, que, como autoridade máxima e convencido pelos argumentos apresentados após longos debates internos, bateu o martelo para a troca.
A principal justificativa técnica e comportamental para a demissão envolveu a relação construída entre o ex-treinador e o plantel. Durante uma reunião a portas fechadas com os atletas, José Boto fez questão de ressaltar que a ampla liberdade e a autonomia concedidas por Filipe Luís não foram retribuídas com a responsabilidade esperada pelo grupo.
Diante desse cenário, o diretor português relatou ao presidente que não enxergava mais nenhuma perspectiva de evolução tática ou anímica nos moldes em que a equipe vinha sendo gerida. A constatação de que o modelo estava esgotado e de que o elenco não correspondia à gestão de grupo de Filipe Luís selou o entendimento de que uma reformulação imediata no Ninho do Urubu era a única via possível para salvar a temporada.
Ex meio-campista rubro-negro utilizou suas redes sociais para questionar a falta de proteção aos bons profissionais no futebol brasileiro
05 Mar 2026 | 12:27 |
A demissão de Filipe Luís do comando técnico do Flamengo continua repercutindo fortemente entre grandes figuras da história recente do clube. O ex-meia Diego Ribas usou seus perfis nas redes digitais para se manifestar publicamente sobre a decisão da diretoria, demonstrando profunda inquietação com o tratamento dispensado aos treinadores no cenário esportivo nacional.
Na gravação, o antigo camisa 10 expressou sua indignação com a dificuldade que os clubes têm em blindar talentos promissores na área técnica. Diego indagou de forma reflexiva se o ecossistema do futebol está criando um ambiente seguro para que os projetos prosperem ou se a pressão constante acaba expulsando profissionais extremamente capacitados.
"Será que estamos protegendo esse tipo de profissional no nosso futebol? Nós, como sociedade, protegemos esses profissionais, para que eles possam se sentir de alguma forma confortáveis para estarem aqui com a gente e não os expulsarmos daqui?", questionou o ex-jogador, argumentando que o antigo treinador rubro-negro manteve um comportamento irretocável que merecia ser preservado pela instituição.
Além de seu desabafo sobre o esporte de forma geral, Diego Ribas abriu os bastidores de uma conversa que teve diretamente com o mandatário do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista (Bap). Segundo o relato, o presidente mencionou sua vontade de construir e sustentar um modelo hegemônico de vitórias para a equipe carioca.
Em resposta ao dirigente, Diego foi taxativo ao apontar que nenhuma cultura de sucesso sobrevive sem alinhamento e união. "Não se constrói e muito menos não se sustenta uma cultura dessas se não houver harmonia entre presidência, comissão técnica, jogadores e torcedores", declarou o ídolo do Flamengo, indicando que as recentes divergências internas inviabilizaram a continuidade do trabalho.
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05 Mar 2026 | 08:54
Demissão de Filipe Luís no Flamengo é algo inédito na carreira de José Boto
05 Mar 2026 | 11:49
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05 Mar 2026 | 11:47