Futebol
13 Jul 2023 | 14:34 |
Gian Oddi também é um dos nomes na longa lista de pessoas criticando a equipe de arbitragem responsável pelo embate entre Flamengo e Athlético-PR. Para o jornalista da ESPN, não havia necessidade em dar ao Gerson um cartão vermelho. Além disso, acredita que o Flamengo acabou mais prejudicado no final da partida e vai para a semifinal da Copa do Brasil com menos um jogador importantíssimo.
Na noite desta quarta-feira (12) o Flamengo enfrentou o Athlético-PR em Curitiba num jogo regado a polêmicas, cartões (vermelhos e amarelos) e provocações. Muitos já comentaram sobre os ocorridos e inclusive a diretoria do Mengão pediu intervenção da CBF sobre os ocorridos e as irregularidades.
Durante o programa televisivo, Gian Oddi criticou um dos momentos cruciais da partida: a expulsão de Gerson nos minutos finais de jogo. Ele afirmou que o clube carioca deveria se sentir mais prejudicado por essa decisão do que pelo gol anulado de Gabigol, outro assunto que deu o que falar no pós-jogo. O volante flamenguista foi expulso de campo junto de Thiago eleno, do time rival. Eles foram retirados por conta de uma discussão ríspida no meio do campo.
Para Oddi, o Mais Querido tem o direito de reclamar porque a decisão do árbitro envolve mais uma prática cultural errada no futebol sul-americano do que algo digno de ser punido. “Aquele cartão para ele é um cartão do árbitro que diz: ‘vou dar um para cada lado’", disse. O jornalista acredita que o árbitro quis se ausentar de futuras chateações se desse cartão vermelho para apenas um dos jogadores, então acabou por expulsar ambos.
"Eu não gosto disso, porque o Thiago Heleno mereceu mais o cartão vermelho. Para o Gerson, bastaria um amarelo. Fora que esse papo de expulsar um de cada lado e está tudo resolvido serve para quem? Só para o árbitro. É um vermelho para um e amarelo para outro. Essa reclamação é muito mais cabível, porque o Flamengo perde um jogador essencial para a semifinal contra o Grêmio”, completou.
Gestão de Luiz Eduardo Baptista confirma continuidade da política de adquirir bilhetes de jogos fora de casa para revenda exclusiva aos sócios-torcedores
23 Jan 2026 | 20:00 |
A nova gestão do Flamengo, liderada pelo presidente o Bap, definiu que manterá uma das estratégias mais elogiadas pela torcida na temporada passada. Em 2026, o Rubro-Negro continuará adotando a postura de comprar integralmente a carga de ingressos destinada ao setor visitante nos jogos em que atuar fora de seus domínios. A medida visa facilitar a logística e garantir segurança e prioridade aos sócios-torcedores do clube.
A informação foi divulgada pelo jornalista Venê Casagrande, que desmentiu os rumores recentes de que a prática seria extinta pela nova diretoria. Segundo a apuração, o planejamento segue inalterado e o clube já se movimentou nos bastidores para formalizar a decisão junto às entidades competentes.
O Flamengo agiu proativamente e já notificou a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), as federações estaduais e os demais clubes sobre a intenção de adquirir os bilhetes de visitante aos seus torcedores, antecipadamente.
O objetivo é concentrar a comercialização exclusivamente no site oficial do clube (ingressos.flamengo.com.br), permitindo que os sócios do programa Nação utilizem seus benefícios e prioridades de compra, sem depender das plataformas de venda dos times mandantes.
A confirmação da estratégia surgiu após dúvidas levantadas pela demora na abertura das vendas para a partida contra o São Paulo, válida pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro de 2026. O atraso, no entanto, não sinaliza uma mudança de rota por parte do Flamengo.
O motivo da espera foi burocrático e externo: o clube paulista vive um momento político delicado, com troca de presidentes e transição de diretoria, o que retardou a resposta oficial sobre a liberação da carga. Apesar do contratempo administrativo no Morumbi, a diretoria rubro-negra assegura que a operação será realizada e os ingressos serão revendidos normalmente aos seus torcedores pelos canais oficiais do Flamengo.
Incidência de taxas em transações com a Inglaterra encarece negócio e valor final pode superar os 50 milhões de euros; diretoria mantém otimismo
23 Jan 2026 | 19:17 |
Flamengo segue determinado a repatriar Lucas Paquetá, mas a engenharia financeira para tirar o meia do West Ham, da Inglaterra, tornou-se ainda mais complexa. Além dos altos valores já discutidos entre os clubes, um fator tributário preocupa a diretoria rubro-negra: a incidência de impostos sobre transações internacionais, que pode elevar o custo total da operação para patamares inéditos no futebol brasileiro.
Embora o Rubro-Negro tenha sinalizado com uma oferta robusta, que gira em torno de 42 milhões de euros (somando valores fixos e variáveis), o montante real a ser desembolsado é consideravelmente maior devido à carga fiscal aplicada em negociações com o mercado britânico.
Segundo informações apuradas pelo jornalista Venê Casagrande, a proposta mais recente do Flamengo consiste em 38 milhões de euros fixos, acrescidos de 4 milhões de euros em bônus por metas atingidas. No entanto, caso o acordo seja selado, o clube carioca terá que arcar com uma taxa de aproximadamente 18% sobre o valor da compra.
Essa tributação incide especificamente sobre operações financeiras dessa natureza com clubes da Inglaterra. Na ponta do lápis, o acréscimo faz o investimento saltar dos 42 milhões de euros iniciais para cerca de 49,5 milhões de euros, sem contabilizar ainda comissões de empresários e luvas (bônus de assinatura) para o atleta.
Convertendo para a moeda nacional, o pacote total beira os R$ 312 milhões. Esse valor transformaria a contratação de Lucas Paquetá, com folga, na mais cara da história do futebol brasileiro. A diretoria tem ciência do peso financeiro, mas avalia que o retorno esportivo e de marketing compensaria o esforço monumental.
Técnico rubro-negro não poderá contar com nomes de peso como Arrascaeta e De La Cruz por questões físicas; goleiro Andrew pode ser titular
23 Jan 2026 | 18:33 |
Flamengo entra na reta final de preparação para o primeiro Fla-Flu da temporada de 2026. O Rubro-Negro enfrenta o Fluminense neste domingo (25), às 18h (de Brasília), no Maracanã, em confronto válido pelo Campeonato Carioca. Para o clássico, o técnico Filipe Luís terá que lidar com uma lista extensa de baixas e estuda promover alterações significativas na equipe titular em relação ao time que venceu o Vasco na última rodada.
A comissão técnica trabalha com a confirmação de seis desfalques importantes, o que obriga o treinador a rodar o elenco e buscar novas alternativas táticas para manter o nível de competitividade diante do rival tricolor.
O departamento médico e a comissão técnica vetaram a participação de peças-chave do elenco. Entre os meio-campistas, Arrascaeta segue em preparação especial visando os compromissos mais decisivos da temporada, enquanto De La Cruz continua sob controle de carga física após procedimento no joelho. O volante Jorginho também é baixa confirmada, recuperando-se de uma cirurgia odontológica (extração do dente siso).
Na defesa, o lateral Ayrton Lucas e o zagueiro Danilo estão fora; Danilo ainda cumpre cronograma de recuperação de uma distensão no joelho. Por fim, o volante Allan não foi relacionado por opção técnica de Filipe Luís.
Diante das ausências e do desgaste físico, a tendência é que o Flamengo entre em campo com quatro novidades na escalação inicial. A provável formação deve contar com a estreia do goleiro Andrew, recém-regularizado, no lugar de Agustín Rossi. Na zaga, Léo Ortiz é o favorito para assumir a posição, enquanto o ataque deve ser renovado com as entradas de Samuel Lino e Luiz Araújo.