Futebol
Que horas é o jogo do Flamengo hoje contra o Vitória na Copa do Brasil? Veja
14 Mai 2026 | 07:40
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18 Mar 2025 | 17:26 |
O presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista, se manifestou favoravelmente ao pronunciamento do presidente da Conmebol, Alejandro Domínguez, sobre racismo no futebol. A declaração ocorreu antes do sorteio dos grupos da Libertadores, realizado na última segunda-feira (17), em Luque, Paraguai. Em entrevista ao SporTV, Baptista classificou o discurso como "adequado" e "ponderado", destacando as dificuldades de aplicação de sanções em um contexto cultural variado.
Durante a entrevista, o mandatário rubro-negro abordou a complexidade das penalizações a clubes em casos de racismo cometidos por torcedores. Segundo ele, a criminalização do racismo no Brasil difere da legislação vigente em outros países da Conmebol, tornando a questão um desafio para a entidade sul-americana.
"Achei o discurso adequado e ponderado. É sempre importante lembrar que, em que pese o racismo ser algo odioso e que no Brasil é crime, nos outros 10 países da Conmebol não é. Eu entendo o desafio da Conmebol de lidar com 10 governos que não têm a visão que o brasileiro teve. Ele colocou muito bem que é um aspecto cultural. Para nós no Brasil é crime e para eles não", afirmou Baptista.
FLAMENGO PROPÕE REFLEXÃO SOBRE O IMPACTO DAS PUNIÇÕES
Baptista argumentou que a aplicação de sanções pode afetar injustamente clubes que se dedicam ao longo do ano para conquistar uma vaga em torneios continentais. Para ele, é necessário discutir ativamente a proporcionalidade das punições sem comprometer a integridade esportiva das equipes.
"Sobre as penalidades, é sempre importante pensar o quanto você deve punir um clube pela atitude de uma ou outra pessoa que faz parte da sociedade e está ali no estádio. É uma situação bastante delicada. Tem de haver o repúdio e o combate, mas a coisa da punição... você se prepara o ano inteiro, disputa um campeonato inteiro. Chega lá e porque uma pessoa é racista pune seu clube e você cai de uma Libertadores? É uma coisa delicada. Há de se discutir o tamanho da punição porque punir o clube é complicado", completou.
CRF ANUNCIA MEDIDAS PARA COMBATER O RACISMO
Além de apoiar o discurso da Conmebol, Luiz Eduardo Baptista revelou que pretende levar ao Conselho Deliberativo do clube uma proposta para que o Mengão fortaleça institucionalmente o combate ao racismo. Segundo ele, a ideia é tornar a bandeira antirracista uma causa permanente em todas as modalidades esportivas do clube.
"No Flamengo nós vamos empunhar a bandeira contra o racismo, há outros lugares onde isso acontece. Devo encaminhar ao Conselho Deliberativo uma moção nesse sentido para que a gente inclua a bandeira contra o racismo de maneira permanente em todos os esportes que a gente participe de forma institucional", finalizou.
Atacante tem destaque no Real Madrid jogando aberto pelo lado, mas jornalista acredita que Ancelotti pode mudar isso na Amarelinha
14 Mai 2026 | 09:30 |
O técnico Carlo Ancelotti pretende utilizar Vini Jr em uma nova função na Seleção Brasileira durante a Copa do Mundo de 2026. De acordo com o jornalista Vitor Sergio Rodrigues, da TNT Sports, o treinador italiano quer escalar o cria do Flamengo como segundo atacante, deixando o lado esquerdo do ataque para Raphinha.
VSR sobre Vini Jr, cria do Flamengo, na Seleção: "vai ser segundo atacante..."
“Ancelotti vai usar o Vinicius como segundo atacante e o Raphinha vai jogar pela esquerda. Ponto. O Vinicius vai ser segundo atacante, o Matheus Cunha vai jogar do lado dele e na direita tem que ver se é Luiz Henrique”, afirmou o comentarista.
Sob comando do próprio Carlo Ancelotti no Real Madrid (ESP), Vini Jr atuou como segundo atacante ao lado de Rodrygo durante a temporada 2023/24. Na ocasião, o ex-jogador do Flamengo teve uma das melhores fases da carreira, sendo decisivo na conquista de títulos pelo clube espanhol e terminando o ano com o prêmio Fifa The Best de melhor jogador do mundo.
Além de Vini Jr, o Flamengo também deve marcar presença na Copa do Mundo de 2026. O zagueiro Danilo já foi confirmado por Carlo Ancelotti na lista final da Seleção Brasileira. Além disso, Alex Sandro, Léo Pereira, Léo Ortiz, Lucas Paquetá, Pedro e Samuel Lino seguem na expectativa pela convocação definitiva para o torneio.
Com Vini Jr na lista, a Seleção Brasileira estreia na Copa do Mundo de 2026 no dia 13 de junho. O primeiro compromisso da equipe comandada por Carlo Ancelotti será diante de Marrocos, no MetLife Stadium, nos Estados Unidos.
Zagueiro é o último nome que faltava ser apurado dos jogadores enviados para a FIFA que podem fazer parte do grupo para a competição
14 Mai 2026 | 09:00 |
Já é de conhecimento público os 55 jogadores que integram a pré-lista da Seleção Brasileira de Carlo Ancelotti para a Copa do Mundo de 2026. O último nome revelado foi o do zagueiro Natan, atualmente no Real Betis (ESP), e formado nas categorias de base do Flamengo.
Campeão brasileiro pelo Rubro-Negro em 2020, o defensor acabou negociado com o Red Bull Bragantino no ano seguinte. Depois, passou pelo Napoli (ITA) antes de chegar ao futebol espanhol, onde vive bom momento com a camisa do Betis.
Com vários jogadores do Flamengo entre os pré-selecionados, Carlo Ancelotti divulgará a lista final da Seleção Brasileira na próxima segunda-feira (18), às 17h (horário de Brasília), no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro. Ao todo, apenas 26 atletas estarão na convocação definitiva para a Copa do Mundo, que será disputada entre junho e julho.
Atualmente, sete jogadores do elenco rubro-negro aguardam expectativa pela convocação final. Danilo já tem presença praticamente garantida após elogios públicos de Carlo Ancelotti. Além disso, Alex Sandro, Léo Pereira e Lucas Paquetá aparecem bem cotados para integrar a lista. Já Pedro, Léo Ortiz e Samuel Lino correm por fora e podem surgir como surpresas entre os convocados do treinador italiano.
Mengão era o clube mais vocal contra o aumento da taxa a ser paga por clubes associativos em comparação com as SAFs no Brasil
14 Mai 2026 | 08:30 |
Um dos principais líderes do movimento em defesa da redução de impostos para clubes associativos, o Flamengo comemorou, nesta quarta-feira (13), a aprovação do projeto na Câmara dos Deputados. A proposta reduz significativamente a carga tributária para clubes de futebol e também para entidades esportivas olímpicas.
Com a medida, a taxação cai de 11,4% sobre a receita total para menos de 5%. Dessa forma, clubes associativos como Flamengo, Corinthians, Palmeiras e São Paulo passam a ter uma condição tributária mais favorável em comparação ao cenário anterior.
O Rubro-Negro, inclusive, tem sido uma das vozes mais ativas no debate sobre igualdade tributária entre clubes tradicionais e as Sociedades Anônimas do Futebol (SAFs). Atualmente, as SAFs possuem um modelo de tributação reduzido em relação aos clubes associativos.
Após a aprovação do projeto, o Mengão divulgou nota oficial celebrando o resultado da votação no Congresso Nacional: “O Flamengo reconhece e destaca, em especial, a atuação de lideranças que foram fundamentais nesse processo (…). O Flamengo também agradece o apoio de instituições que estão trabalhando em conjunto na causa do esporte associativo e olímpico brasileiro”, publicou o clube.
Além do Flamengo, outras entidades também participaram diretamente da articulação pela aprovação da proposta, como a Confederação Brasileira de Clubes e o Esporte Clube Pinheiros. Vale ressaltar que o aumento na taxa das associações colocaria em risco o esporte olímpico brasileiro.
Apesar da aprovação expressiva na Câmara dos Deputados, o projeto ainda precisa passar pelo Senado Federal antes de entrar em vigor definitivamente. A votação terminou com ampla maioria favorável: foram 421 votos a favor e apenas três contrários. Agora, o Flamengo pretende seguir mobilizado nos bastidores políticos para garantir a aprovação final do chamado Regime Especial de Tributação para Associações Desportivas (RETAD).
Um dos defensores do projeto, o deputado Doutor Luizinho (PP-RJ) afirmou que os clubes associativos estavam em desvantagem tributária em relação às SAFs: “Esse projeto é para dar uma condição tributária melhor aos clubes associativos. Estão em situação mais difícil. Já é errado ter a mesma tributação (das SAFs). Cuidaram das SAFs e não cuidaram os clubes”, declarou o parlamentar.