Futebol
Alvo do Flamengo, Danilo pretende deixar o Botafogo após a Copa do Mundo
01 Abr 2026 | 12:20
Futebol
09 Out 2024 | 08:59 |
O CIES publicou um ranking com os 100 clubes que possuem os elencos mais valiosos ao redor do mundo na atualidade. Uma das potências da América do Sul, é claro que o Flamengo aparece na lista, assim como Palmeiras e Botafogo. Os três times são os únicos do Brasil a aparecer no ranking, mas os botafoguenses ficam para trás.
A lista traz os valores em euros, e o Flamengo está colado com o Palmeiras. Os paulistas aparecem em 62º, enquanto o Mengão é 63º. A distância é mínima, com apenas 1 milhão de diferença na moeda estrangeira, o que mostra o equilíbrio entre os dois times que se alternam nas conquistas dos títulos no Brasil e do continente nos últimos anos. O Botafogo, que tenta figurar nesse patamar após se vender, é só o 84
Apesar de parecer que o Flamengo ocupa uma posição não tão boa assim, a honraria de ser um dos únicos brasileiros na lista não é o único motivo a se comemorar. O Rubro-Negro já aparece a frente de tradicionais clubes da Europa.
O Sevilla, da Espanha, aparece em 69º, por exemplo. Além do conhecido clube espanhol, o Borussia Mönchengladbach, da Alemanha, é o 75º e também está atrás do Mais Querido.
Se o futebol árabe está em crescente, também vale citar o Al Hilal e o Al Nassr no fim da lista. Burnley, Udinese, Hoffenheim, Fenerbahçe, Braga e Galatasaray são outras equipes expressivas que não possuem elencos mais valiosos que o do Flamengo.
Top 100 clubes com elencos mais valiosos do mundo
Real Madrid (Espanha) – 1,728 bilhão de euros
Manchester City (Inglaterra) – 1,471 bilhão
Chelsea (Inglaterra) – 1,388 bilhão
Arsenal (Inglaterra) – 1,225 bilhão
Barcelona (Espanha) – 1,124 bilhão
Liverpool (Inglaterra) – 1,099 bilhão
PSG (França) – 1,088 bilhão
Manchester United (Inglaterra) – 989 milhões de euros
Tottenham (Inglaterra) – 886 milhões
Bayer Leverkusen (Alemanha) – 862 milhões
Brighton (Inglaterra) – 807 milhões
Bayern de Munique (Alemanha) – 801 milhões
Inter de Milão (Itália) – 800 milhões
Milan (Itália) – 762 milhões
Atlético de Madrid (Espanha) – 752 milhões
Aston Villa (Inglaterra) – 717 milhões
Juventus (Itália) – 697 milhões
Borussia Dortmund (Alemanha) – 646 milhões
RB Leipzig (Alemanha) – 639 milhões
Napoli (Itália) – 598 milhões
Atalanta (Itália) – 586 milhões
Newcastle (Inglaterra) – 544 milhões
Real Sociedad (Espanha) – 531 milhões
West Ham (Inglaterra) – 530 milhões
Benfica (Portugal) – 483 milhões
Sporting (Portugal) – 473 milhões
Wolverhampton (Inglaterra) – 473 milhões
Bournemouth (Inglaterra) – 450 milhões
Roma (Itália) – 449 milhões
Monaco (França) – 425 milhões
Porto (Portugal) – 399 milhões
Athletic Bilbao (Espanha) – 396 milhões
Eintracht Frankfurt (Alemanha) – 383 milhões
Bologna (Itália) – 383 milhões
Stuttgart (Alemanha) – 378 milhões
Nottingham Forest (Inglaterra) – 377 milhões
Crystal Palace (Inglaterra) – 372 milhões
Brentford (Inglaterra) – 363 milhões
PSV (Holanda) – 327 milhões
Rennes (França) – 321 milhões
Fulham (Inglaterra) – 318 milhões
Feyenoord (Holanda) – 312 milhões
Lille (França) – 310 milhões
Olympique de Marselha (França) – 309 milhões
Fiorentina (Itália) – 299 milhões
Ajax (Holanda) – 291 milhões
Leicester (Inglaterra) – 290 milhões
Lazio (Itália) – 289 milhões
Girona (Espanha) – 275 milhões
Everton (Inglaterra) – 268 milhões
Shakhtar (Ucrânia) – 265 milhões
Lyon (França) – 265 milhões
Villarreal (Espanha) – 263 milhões
Wolfsburg (Alemanha) – 244 milhões
Zenit (Rússia) – 237 milhões
Real Bétis (Espanha) – 227 milhões
Club Brugge (Bélgica) – 227 milhões
Leeds (Inglaterra) – 226 milhões
Southampton (Inglaterra) – 224 milhões
Valencia (Espanha) – 223 milhões
Torino (Itália) – 219 milhões
Palmeiras – 211 milhões
Flamengo – 210 milhões
RB Salzburg (Áustria) -210 milhões
Hoffenheim (Alemanha) – 208 milhões
Nice (França) – 207 milhões
Strasbourg (França) – 206 milhões
Lens (França) – 205 milhões
Sevilla (Espanha) – 198 milhões
Braga (Portugal) – 186 milhões
Fenerbahçe (Turquia) – 182 milhões
Udinese (Itália) – 178 milhões
Galatasaray (Turquia) – 175 milhões
Freiburg (Alemanha) – 171 milhões
Borussia Mönchengladbach (Alemanha) – 161 milhões
AZ (Holanda) – 160 milhões
Burnley (Inglaterra) – 159 milhões
Dinamo Kiev (Ucrânia) – 154 milhões
Genoa (Itália) – 153 milhões
Celta de Vigo (Espanha) – 151 milhões
Union SG (Bélgica) – 145 milhões
Reims (França) – 145 milhões
América (México) – 143 milhões
Botafogo – 141 milhões
Dínamo Moscou (Rússia) – 140 milhões
Celtic (Escócia) – 136 milhões
Lecce (Itália) – 135 milhões
Lokomotiv Moscou (Rússia) – 135 milhões
Slavia Praga (Tchéquia) – 133 milhões
Anderlecht (Bélgica) – 130 milhões
Ipswich (Inglaterra) – 129 milhões
River Plate (Argentina) – 129 milhões
Osasuna (Espanha) – 128 milhões
Spartak Moscou (Rússia) – 127 milhões
Union Berlin (Alemanha) – 125 milhões
Al-Hilal (Arábia Saudita) – 125 milhões
Al-Nassr (Arábia Saudita) – 124 milhões
Boca Juniors (Argentina) – 123 milhões
Parma (Itália) – 122 milhões
Monterrey (México) – 122 milhões
Flamengo tem a marca mais valiosa do Brasil
No contexto geral, o Flamengo é mais valioso que o Palmeiras. O time pode perder de pouco para os paulistas em questão de elenco, mas a marca rubro-negra é muito mais valiosa. O contrato com a Pixbet só sacramentou.
O Mais Querido passou a ser avaliado em 99,9 milhões de dólares, cerca de R$ 554 milhões pela consultoria Brand Finance.
Flamengo – 99,9 milhões de dólares
Palmeiras – 85,1
São Paulo – 55,7
Receitas do clube tiveram grande impacto devido à participação no Mundial da FIFA e títulos contribuem para ano recorde nas finanças
01 Abr 2026 | 15:00 |
O Flamengo reafirmou sua posição como principal potência econômica da América do Sul ao registrar uma receita bruta histórica de R$ 2,089 bilhões em 2025. O resultado, confirmado em relatório financeiro divulgado nesta terça-feira (31), foi impulsionado por uma combinação de sucesso esportivo, recordes em vendas e a gestão direta do Maracanã.
O grande destaque do balanço é o avanço das receitas recorrentes, que alcançaram R$ 1,571 bilhão, crescimento de 22% em relação ao ano anterior. Mesmo com a forte entrada de recursos oriundos da venda de atletas, superior a R$ 500 milhões, o clube conseguiu ampliar suas receitas sem depender exclusivamente do mercado de transferências.
As premiações e os direitos de transmissão somaram R$ 568 milhões, reflexo direto da participação na Copa do Mundo de Clubes e das conquistas da Libertadores e do Campeonato Brasileiro. O superávit de R$ 336 milhões elevou o patrimônio líquido para R$ 954 milhões, aproximando o clube da marca simbólica de R$ 1 bilhão em riqueza acumulada. Já o fluxo de caixa encerrou o ano em R$ 243 milhões, garantindo liquidez para novos investimentos.
O desempenho esportivo foi determinante para o crescimento financeiro. As campanhas vitoriosas na Libertadores e no Brasileirão foram responsáveis por boa parte dos R$ 568 milhões arrecadados em premiações e direitos. O relatório indica que o clube superou as metas iniciais, que previam apenas chegar às quartas de final das competições. Além disso, a participação na Copa do Mundo de Clubes adicionou cerca de R$ 150 milhões aos cofres rubro-negros.
Outro fator relevante foi o aumento significativo dos chamados “gatilhos de performance” nos contratos de transmissão e pay-per-view. O alto engajamento da torcida em uma temporada vitoriosa ampliou os repasses variáveis, consolidando o Flamengo como líder continental nesse segmento.
As notas explicativas do balanço mostram ainda que o clube passou a depender menos das cotas fixas de TV. A valorização da marca Flamengo no mercado publicitário elevou as margens de lucro, mesmo diante do aumento dos custos operacionais em competições de alto nível.
Treinador não vê jogador como prioridade na armação do time e deve se tornar figurinha carimbada no banco de reservas do Peixe
01 Abr 2026 | 14:00 |
Nos primeiros dias de trabalho, o técnico Cuca tem priorizado um meio-campo mais físico no Santos, deixando em segundo plano características mais técnicas. A informação, divulgada pelo jornalista Vagner Frederico, indica que Willian Arão, ex-Flamengo, pode perder espaço na equipe. Antes peça de confiança de Juan Pablo Vojvoda, o volante vê seu cenário mudar com a chegada do novo comandante. A tendência, neste momento, é de saída da posição no meio-campo.
Willian Arão tem sido testado na zaga durante os treinamentos, movimento que não chega a ser novidade ao longo da carreira. Ainda assim, o jogador precisará reconquistar a confiança de Cuca para retomar espaço com regularidade.
Internamente, a comissão técnica avalia o atleta como uma alternativa mais viável para o setor defensivo do que para a faixa central. Aos 34 anos, ele entra em uma fase mais avançada da carreira, o que também pesa nas decisões.
Respaldado pela diretoria, Cuca chega com liberdade para implementar mudanças e buscar soluções rápidas. A aposta do clube está na experiência do treinador, conhecido por lidar bem com ambientes de pressão e por não necessitar de longo período de adaptação.
Além disso, o técnico já conhece o Santos e mantém relação próxima com o presidente Marcelo Teixeira. Outro ponto de destaque será a parceria inédita com Neymar, principal referência técnica da equipe. Vale ressaltar que o treinador já comandou outro ex-Flamengo que também está no Peixe. Gabigol esteve no clube durante a primeira passagem do comandante no clube em 2018.
Cria do Mengão e atacante do Lyon contribuíram com assistências na vitória por 3 a 1 sobre a Croácia e são elogiados pela mídia internacional
01 Abr 2026 | 13:00 |
A vitória da Seleção Brasileira por 3 a 1 sobre a Croácia, na noite desta terça-feira (31), repercutiu internacionalmente, com destaque para o protagonismo de Vini Jr, ex-Flamengo, e Endrick. Para a imprensa estrangeira, a dupla foi decisiva para evitar um resultado negativo e dar fôlego ao trabalho de Carlo Ancelotti às vésperas da convocação final para a Copa do Mundo.
Na Espanha, o jornal Marca destacou que Vini Jr. e Endrick lideraram a equipe diante de um adversário apático, ressaltando a assistência do camisa 10 e a participação direta do jovem atacante em lances decisivos, como o pênalti e o gol de Gabriel Martinelli. Já o As foi ainda mais incisivo ao afirmar que a Seleção “vive de Endrick e Vini”, apontando que, em uma atuação coletiva abaixo do esperado, o brilho individual da dupla evitou um “desastre real” em Orlando.
Na América do Sul, o argentino Olé tratou o resultado como uma espécie de revanche pela eliminação na Copa do Mundo de 2022, no Catar. O veículo destacou que a vitória dá novo fôlego a Ancelotti, que vinha pressionado após derrota para a França, em Boston.
O primeiro gol brasileiro nasceu em uma jogada construída desde o campo defensivo. Matheus Cunha lançou para Vini Jr. O cria do Flamengo arrancou, driblou três marcadores e serviu Danilo, responsável por abrir o placar ainda antes do intervalo.
Na etapa final, Endrick mudou o jogo pouco depois de entrar. O atacante sofreu pênalti cometido por Josip Šutalo. Após orientação do banco, com participação de Léo Pereira, Igor Thiago cobrou com categoria e recolocou o Brasil em vantagem.
Mesmo à frente no placar, o Brasil manteve postura ofensiva e aproveitou o desespero da Croácia. Já nos minutos finais, Endrick recuperou a bola no meio-campo e arrancou em velocidade, acionando Gabriel Martinelli pela esquerda. O atacante finalizou com precisão, sem chances para Dominik Livaković, decretando o 3 a 1.