Futebol
09 Jul 2024 | 20:06 |
Presidente do Corinthians entre 2007 e 2012, período no qual o time paulista construiu a Neo Química Arena graças à ajuda do governo federal, Andrés Sánchez criticou no Twitter o valor definido pela Prefeitura do Rio para o leilão do terreno no Gasômetro onde o Flamengo pretende construir seu estádio próprio.
“O funcionário do Flamengo na imprenssa (sic) não comenta nada o terreno vale 380 milhões e a prefeitura desapropria por 135 milhões kkkkkkkkk arena do Flamengo kk ninguém do poder público vai ajudar kkkkkkkkkkkkkkkk”, escreveu o ex-deputado federal.
O valor final do terreno, entretanto, ainda não está definido. Primeiro, porque se o leilão tiver mais de um interessado, o valor certamente irá subir. Segundo, porque a Caixa deve questionar na Justiça o valor determinado pela Prefeitura para desapropriação, e as regras do edital preveem que o Flamengo ofereça garantias de que pode arcar com a diferença caso o processo determine um valor maior no futuro.
Corinthians ainda deve R$ 700 mi; Flamengo terá que pagar à vista para vencer leilão do Gasômetro
Além disso, Andrés Sánchez é a última pessoa que pode reclamar de ajuda do poder público para a construção de um estádio. A construção do estádio do Corinthians só foi possível porque o governo brasileiro, então também do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva, escolheu São Paulo para a abertura da Copa e optou pela construção de um estádio novo em vez da reforma do Morumbi.
Com isso, o Corinthians obteve acesso ao terreno em Itaquera e a um financiamento do BNDES exclusivo para estádios da Copa. Atualmente, a dívida foi transferida para a Caixa Econômica Federal (a mesma empresa estatal que apenas administra o terreno do Gasômetro, que pertence a um fundo privado) e ainda é superior a R$ 700 milhões mais de dez anos após a inauguração do estádio.
O Flamengo, por sua vez, terá que pagar o valor do terreno desapropriado pela Prefeitura à vista, no leilão marcado para 31 de julho, caso pretenda ficar com o imóvel para construir seu estádio no Gasômetro.
Atacante está perto de entrar em seu último ano de contrato com o clube Merengue e diretor do Mengão brincou sobre trazê-lo
06 Fev 2026 | 09:57 |
O nome de Vini Jr voltou a ganhar espaço na imprensa espanhola em meio às discussões contratuais com o Real Madrid e ao constante apelo emocional que liga o atacante ao Flamengo, mesmo sem qualquer cenário concreto de retorno ao futebol brasileiro.
Segundo o jornal Marca, o jogador apresentou uma pedida considerada fora do padrão para renovar com o clube espanhol. Vini Jr deseja receber 30 milhões de euros por temporada (cerca de R$ 186,2 milhões), valor que engloba salário fixo e bônus de renovação.
Na cotação atual, a quantia representaria um vencimento mensal em torno de R$ 15,5 milhões. Caso o acordo fosse fechado nesses moldes, o atacante passaria a figurar entre os jogadores mais bem pagos do futebol mundial, acima, inclusive, do atual teto salarial do elenco do Real Madrid, realidade completamente distante do cenário financeiro do futebol brasileiro.
Atualmente, Vini Jr recebe cerca de 17 milhões de euros por ano (aproximadamente R$ 105,5 milhões). A diretoria do clube espanhol trabalha com uma proposta na casa dos 20 milhões de euros anuais, valor considerado mais alinhado à política salarial interna.
A diferença entre as cifras esfriou as tratativas neste momento. Ainda assim, a renovação segue tratada como prioridade no Real Madrid e também pelo jogador, que tenta evitar a chegada do contrato ao último ano sem um acordo definido.
Esse contexto foi o pano de fundo para uma declaração de José Boto, diretor de futebol do Flamengo, durante a apresentação de Lucas Paquetá. Em tom bem-humorado, o dirigente citou a situação contratual de Vini Jr, que tem os mesmos agentes do meia.
“O staff do Lucas Paquetá está aqui. Depois vamos conversar sobre o Vini Jr. O contrato está acabando, não vamos precisar pagar nada ao Real Madrid”, brincou Boto: Apesar da repercussão, o tema segue muito mais no campo da especulação e do simbolismo do que como uma possibilidade real no curto ou médio prazo.
Volante não tem tido espaço com o técnico Filipe Luís, ficando até mesmo de fora de relacionados, mas o tradicional adversário quer seus talentos
06 Fev 2026 | 09:41 |
O volante Allan tornou-se o principal alvo do Vasco para reforçar o meio de campo na sequência da temporada. Segundo informações do perfil NCB Vasco, a negociação por um empréstimo até o fim de 2026 é tratada como bem encaminhada nos bastidores do clube cruz-maltino, que busca agregar experiência ao setor.
Fernando Diniz já fez contato direto com o jogador para apresentar o projeto esportivo. Allan se mostrou receptivo à ideia, principalmente pelo momento de pouca utilização no elenco rubro-negro e pela possibilidade de seguir morando no Rio de Janeiro. Apesar de ter iniciado como titular no clássico contra o Fluminense, o volante perdeu espaço nas partidas seguintes e sequer foi relacionado para a decisão da Supercopa do Brasil.
O interesse do Vasco ganha força pela relação entre Allan e Fernando Diniz. Os dois trabalharam juntos no Fluminense, em 2019, período em que o volante ganhou protagonismo no cenário nacional após uma passagem discreta pelo futebol europeu. A confiança construída naquela época é vista como um trunfo nas conversas atuais.
Após deixar o Tricolor, Allan viveu o melhor momento da carreira no Atlético-MG. Pelo clube mineiro, foi peça importante nas conquistas do Campeonato Brasileiro e da Copa do Brasil, desempenho que despertou o interesse rubro-negro e culminou em sua contratação durante a passagem do técnico Jorge Sampaoli.
A perda de espaço de Allan está diretamente ligada à concorrência no setor. Atualmente, o elenco do Flamengo conta com diversas opções para a função, como Evertton Araújo, Saúl, Nicolás de la Cruz, Erick Pulgar, Jorginho e Lucas Paquetá. Com tantas alternativas, o volante passou a figurar fora dos planos imediatos.
Antes de surgir como principal interessado, São Paulo e Corinthians chegaram a sondar a situação do jogador, mas as tratativas não avançaram. Com isso, o caminho ficou aberto para o clube da Colina tentar concretizar a chegada de Allan para a sequência da temporada.
Apesar da sequência ruim de resultados recentes, o Mengão sendo sendo visto como uma das principais equipes do futebol brasileiro
06 Fev 2026 | 09:32 |
Os recentes adversários do Flamengo têm apostado em um roteiro semelhante: intensidade elevada, número alto de faltas, tentativas de esfriar o jogo e um grau extra de motivação. Último rival do time rubro-negro, o Corinthians foi além dessa estratégia. Campeão da Supercopa, o técnico Dorival Júnior detalhou os fatores que considera determinantes para enfrentar e vencer uma equipe que classificou como “quase imbatível”.
Em entrevista à TNT Sports, o treinador exaltou a qualidade individual e coletiva do elenco rubro-negro e destacou a necessidade de atenção máxima ao longo de toda a partida. O Corinthians venceu o Fla por 2 a 0 em Brasília para conquistar a taça.
“É uma equipe super qualificada. Em uma jogada individual, decide uma partida. Com quem? Com todos do meio para frente. E com os quatro zagueiros também. É uma equipe muito forte. Nosso trabalho teve que ter atenção redobrada em todos os aspectos nos 90 minutos. Mesmo com dez jogadores, o Flamengo teve mais posse de bola, para vocês verem a capacidade dessa equipe e o quanto foi determinante a atuação do Corinthians para neutralizar um time quase imbatível”, afirmou Dorival.
Dorival também explicou a abordagem adotada nos confrontos contra o Flamengo, ressaltando a postura agressiva e a disciplina tática como pilares do desempenho corintiano: “Nos dois jogos que tivemos contra o Flamengo, a nossa postura foi agressiva, combativa e buscando a retomada da bola. Tivemos paciência, trabalhamos a posse, enfrentamos esse adversário. Tiramos os atletas da zona de conforto com posicionamento, troca de passes e inversões de bola. Houve muitos pontos positivos. Se não fosse no nosso limite, não conseguiríamos competir pela técnica que o Flamengo possui”, completou.
Dorival Júnior enfrentou o Flamengo duas vezes no comando do Corinthians. O primeiro duelo ocorreu no segundo turno do Campeonato Brasileiro do ano passado, na Neo Química Arena. O time paulista saiu na frente, mas sofreu a virada por 2 a 1, com gols de Arrascaeta e Luiz Araújo, em resultado considerado decisivo para a conquista do eneacampeonato rubro-negro.
Já no último domingo (01), o cenário foi diferente. Com atuação abaixo do esperado do Flamengo, o Corinthians venceu por 2 a 0, com gols de Gabriel Paulista e Yuri Alberto. A partida, no entanto, teve como ponto de inflexão a expulsão de Jorge Carrascal ainda no intervalo, fator que facilitou o controle do jogo pela equipe paulista.