Futebol
Bap intervém no futebol do Flamengo e tem 'papo sério' com Filipe Luís
23 Fev 2026 | 10:54
Futebol
09 Ago 2023 | 11:31 |
O Flamengo, que ostenta o título de tricampeão da Copa Libertadores, também conquistou o prestigiado prêmio individual 'Rei da América', entregue pela Conmebol aos mais destacados jogadores do continente durante a temporada. No elenco atual, dois jogadores já se sagraram vencedores desse troféu: Gabigol e Pedro.
Vale ressaltar que Zico, uma figura lendária, ergueu a taça em três ocasiões distintas. Consequentemente, o Flamengo se destaca como a agremiação com o maior número de atletas brilhando como 'craques' entre as fileiras do futebol brasileiro.
VEJA TODOS OS REIS DA AMÉRICA*:
2022: Pedro (Flamengo)
2021: Julián Álvarez (River Plate)
2020: Marinho (Santos)
2019: Gabriel Barbosa (Flamengo)
2018: Gonzalo Martínez (River Plate)
2017: Luan (Grêmio)
2016: Miguel Borja (Atlético Nacional)
2015: Carlos Sánchez (River Plate)
2014: Teófilo Gutiérrez (River Plate)
2013: Ronaldinho Gaúcho (Atlético-MG)
2012: Neymar (Santos)
2011: Neymar (Santos)
2010: D’Alessandro (Internacional)
2009: Verón (Estudiantes)
2008: Verón (Estudiantes)
2007: Salvador Cabañas (América do México)
2006: Matías Fernández (Colo-Colo)
2005: Carlos Tévez (Corinthians)
2004: Carlos Tévez (Boca Juniors)
2003: Carlos Tévez (Boca Juniors)
2002: Cardozo (Toluca)
2001: Juan Román Riquelme (Boca Juniors)
2000: Romário (Vasco)
1999: Javier Saviola (River Plate)
1998: Martín Palermo (Boca Juniors)
1997: Marcelo Salas (River Plate)
1996: Chilavert (Vélez Sársfield)
1995: Enzo Francescoli (River Plate)
1994: Cafu (São Paulo)
1993: Carlos Valderrama (Junior Barranquilla)
1992: Raí (São Paulo)
1991: Oscar Ruggeri (Vélez Sársfield)
1990: Raúl Amarilla (Olimpia)
1989: Bebeto (Vasco)
1988: Ruben Paz (Racing Club)
1987: Carlos Valderrama (Deportivo Cali)
1986: Antonio Alzamendi (River Plate)
1985: Romerito (Fluminense)
1984: Enzo Francescoli (River Plate)
1983: Sócrates (Corinthians)
1982: Zico (Flamengo)
1981: Zico (Flamengo)
1980: Diego Maradona (Argentinos Juniors)
1979: Diego Maradona (Argentinos Juniors)
1978: Mario Kempes (Valencia)
1977: Zico (Flamengo)
1976: Elías Figueroa (Internacional)
1975: Elías Figueroa (Internacional)
1974: Elías Figueroa (Internacional)
1973: Pelé (Santos)
1972: Teófilo Cubillas (Alianza Lima)
1971: Tostão (Cruzeiro)
*Levantamento feito pelo perfil ‘Resenha Escrita’
É fundamental ressaltar que a lista mencionada diz respeito ao prêmio 'Rei da América' concedido pela Conmebol. Paralelamente, existe o renomado reconhecimento atribuído pelo jornal uruguaio 'El País', o qual nem sempre alinha suas escolhas com a perspectiva da Confederação Sul-Americana de Futebol. Um exemplo notável é o ano de 2019, quando o veículo de imprensa elegeu Bruno Henrique como o melhor jogador do continente, em contraposição à designação da entidade futebolística que apontou Gabigol como o detentor do título.
Após repercussão negativa, treinador do Flamengo usa coletiva para explicar termo "caso isolado", repudia discriminação e reforça apoio ao atacante
23 Fev 2026 | 12:00 |
Após a vitória sobre o Madureira, o técnico Filipe Luís aproveitou a coletiva para esclarecer uma polêmica recente. O treinador comentou a repercussão negativa de declarações feitas após o jogo contra o Lanús, quando classificou como “caso isolado” o episódio de racismo envolvendo Vinícius Júnior. A fala foi interpretada por parte do público como uma minimização do ocorrido.
Filipe afirmou que suas palavras foram mal interpretadas e reforçou que jamais teve a intenção de diminuir a gravidade do racismo. Ele declarou apoio total a Vinícius Júnior e destacou que tanto ele quanto o Flamengo estão ao lado do atacante na luta contra o preconceito racial.
"Como falei um dia antes, para um meio de comunicação, se ele fez isso, não cabe a mim julgar. Se ele fez, que ele pague com força. Eu chegar e falar é fácil, fazer camiseta é fácil, tudo é muito fácil. Difícil é punir", disse o treinador.
O treinador também condenou de forma enfática qualquer ato racista e cobrou punições severas aos responsáveis. Segundo ele, o combate ao racismo precisa ir além de discursos simbólicos e exige ações concretas. “Racismo é crime”, reforçou durante a entrevista.
Sobre a expressão “caso isolado”, Filipe explicou que se referia especificamente ao episódio ocorrido naquela partida na Argentina. Ele destacou que reconhece a existência de racismo estrutural em diversos países, incluindo Argentina, Portugal e Brasil, e que não negou a gravidade do problema.
Por fim, Filipe Luís admitiu tristeza com a repercussão e afirmou que o desgaste emocional após a derrota pode ter prejudicado sua clareza na ocasião. Ele reiterou o apoio do Flamengo a Vinícius Júnior e reforçou o compromisso do clube na luta contra o racismo.
"O Flamengo apoia todas as causas do Vini sempre. Queria só esclarecer isso, porque fiquei bastante triste com toda a repercussão que aconteceu, e vocês me conhecem. Mas tudo bem, espero que esteja esclarecido e bola para frente”, concluiu o treinador.
Treinador cita ansiedade do elenco como fator para queda de rendimento, recusa vitimismo diante dos protestos da arquibancada
23 Fev 2026 | 11:45 |
Nem mesmo a vitória por 3 a 0 sobre o Madureira, que encaminhou a classificação do Flamengo para a final do Campeonato Carioca, foi capaz de esconder o clima de tensão no Maracanã. Em entrevista coletiva concedida após o triunfo deste domingo (22), o técnico Filipe Luís não se esquivou das perguntas difíceis.
O comandante assumiu a responsabilidade pelo momento de instabilidade da equipe e analisou os fatores que levaram aos protestos vindos da arquibancada. O treinador foi direto ao reconhecer que o desempenho em campo, apesar do resultado positivo no Estadual, ainda está distante do potencial que o elenco rubro-negro pode oferecer nesta temporada.
Ao analisar a performance da equipe, Filipe Luís chamou para si a culpa pela falta de brilho nas atuações recentes. O técnico identificou o aspecto psicológico como uma barreira atual, citando a ansiedade e o receio de cometer erros como elementos que vêm travando o desenvolvimento natural das jogadas.
"Quando você vê o Flamengo não performando com o elenco que tem, é culpa do treinador, seja quem estiver aqui. Não tenho dúvida que tenha alguém quebrando mais a cabeça que eu para estarmos naquele nível do ano passado. Acho que tem a questão mental e de ansiedade, o medo de errar, e todas as peças vão caindo e pioram a performance", avaliou Filipe Luís.
O ambiente hostil, marcado por vaias antes do apito inicial e durante o intervalo da partida, foi tratado com naturalidade e compreensão pelo ex-lateral. Filipe Luís rechaçou qualquer postura de vitimismo e afirmou que a "carência" de apoio sentida pelo grupo é reflexo direto dos tropeços recentes. Para ele, o carinho do torcedor não se pede, se conquista com futebol.
"Sobre as vaias, a gente entende. Os jogadores precisam de carinho, mas não podemos pedir isso. Precisam mostrar em campo. A gente está carente, digamos, mas por culpa nossa", pontuou o treinador do Flamengo após a vitória.
Titular na vitória sobre o Madureira, zagueiro reconhece dívida com a torcida, justifica celebrações contidas e projeta decisão da Recopa contra o Lanús
23 Fev 2026 | 11:21 |
Mesmo após a vitória por 3 a 0 sobre o Madureira neste domingo (22), pela semifinal do Campeonato Carioca, o clima entre os jogadores do Flamengo não foi de euforia. Titular na partida, o zagueiro Danilo explicou na zona mista do Maracanã o motivo das comemorações discretas durante os gols e fez uma análise sincera sobre a fase atual da equipe, já projetando a decisão da Recopa Sul-Americana.
Ao ser questionado sobre a postura séria do time, Danilo não se esquivou. O defensor reconheceu que o desempenho coletivo está aquém do que o elenco pode oferecer e do que a torcida exige. Segundo ele, o triunfo no Estadual era uma obrigação, o que justifica a ausência de festas exageradas após balançar as redes.
"Sabemos que estamos muito aquém daquilo que é o potencial desse elenco, daquilo que o Flamengo pede e que a torcida demanda de nós. Obviamente, hoje não existia outro resultado a não ser a vitória para nós. Até por isso, por entender que não é um momento de festa, de fazer muita algazarra, os gols tiveram uma comemoração um pouco mais comedida e reflexiva", afirmou o jogador.
Com foco total na quinta-feira (26), quando o Flamengo encara o Lanús pelo jogo de volta da Recopa, Danilo reforçou o compromisso do grupo em reverter o resultado adverso da ida e conquistar o título no Maracanã. O zagueiro, que se declara flamenguista, afirmou entender a frustração e as cobranças vindas da arquibancada.
Danilo enaltece torcida: "O Flamengo é do povo"
"O torcedor está no direito, deve demandar de nós, porque a gente está aqui para isso: para vencer e ter atuações importantes. O Flamengo é do povo, eles demandam, pagam ingresso, nos empurram. Cabe a nós ter lucidez em campo", declarou.
Para a decisão continental, Danilo pregou equilíbrio. Segundo o atleta, o time precisará atacar, mas com responsabilidade defensiva para não sofrer contratempos. "Temos que ser inteligentes, temos que ser lúcidos. Tenho absoluta confiança de que quinta-feira vai ser uma noite importante para nós", finalizou.