Futebol
06 Nov 2024 | 12:08 |
O Flamengo visita o Cruzeiro nesta quarta-feira (06/11), em partida válida pelo Campeonato Brasileiro, enquanto divide suas atenções com a disputa da final da Copa do Brasil contra o Atlético-MG. O duelo será na Arena Independência, em Belo Horizonte (MG), e promete uma disputa acirrada, com o Rubro-Negro determinado a manter o retrospecto positivo contra a equipe mineira. Nos últimos confrontos, o Flamengo tem levado a melhor sobre o Cruzeiro, o que motiva o time carioca a buscar mais um resultado positivo na temporada.
No histórico recente, o Flamengo não perde para o Cruzeiro desde agosto de 2018, quando as equipes se enfrentaram na Libertadores. Naquela ocasião, a Raposa saiu vitoriosa por 2 a 0, com um dos gols marcados por Arrascaeta, que hoje integra o elenco rubro-negro. Desde então, o Flamengo se consolidou no confronto, somando sete vitórias e um empate nos oito jogos seguintes. Este domínio reforça a confiança do time para o próximo duelo, mesmo com a pressão de uma agenda intensa entre Brasileirão e Copa do Brasil.
FLAMENGO SAI NA FRENTE DO CONFRONTO
O Flamengo chega para este confronto com uma série de desfalques que podem impactar a atuação da equipe. Entre os jogadores ausentes, estão Pedro, que marcou no primeiro turno deste ano, Luiz Araújo, Everton Cebolinha e Viña, todos em recuperação de lesão. Além deles, jogadores como Gabriel Barbosa, Arrascaeta, Gerson, Léo Ortiz e Wesley também foram poupados e não viajaram com a delegação para Belo Horizonte. A equipe técnica optou por preservá-los visando o jogo decisivo de volta da Copa do Brasil contra o Atlético-MG, que ocorrerá no próximo domingo, também em Belo Horizonte, na Arena MRV.
CONFRONTO É TOTALMENTE DIFERENTE
No primeiro turno do Brasileirão, o Flamengo venceu o Cruzeiro por 2 a 1, com gols de Pedro e Fabrício Bruno, sendo que apenas o zagueiro estará disponível para o jogo desta quarta-feira. A expectativa é que o Flamengo consiga manter o desempenho ofensivo, mesmo com as ausências de jogadores importantes. Fabrício Bruno, que já foi decisivo em confrontos anteriores, será um dos pilares da defesa para neutralizar o ataque cruzeirense, que busca quebrar a série de derrotas para o Rubro-Negro.
O retrospecto entre Flamengo e Cruzeiro é equilibrado, mas o time carioca detém uma leve vantagem. Nos 100 confrontos entre as equipes, o Flamengo venceu 38 vezes, enquanto o Cruzeiro obteve 35 vitórias e houve 27 empates. Além do histórico geral, o Flamengo tem mostrado superioridade nos encontros mais recentes, fato que pode influenciar psicologicamente ambos os times. Esta sequência de resultados favoráveis ao Rubro-Negro torna o jogo uma oportunidade de solidificar a posição do Flamengo na tabela e manter a confiança em alta para a final da Copa do Brasil.
Com o Mais Querido buscando a quadragésima taça e o Tricolor sonhando com a trigésima quarta, a grande final do Estadual
07 Mar 2026 | 20:00 |
O campeão do Campeonato Carioca da temporada de 2026 sairá do embate entre Flamengo e Fluminense, cenário que amplia ainda mais a enorme vantagem histórica que ambos possuem sobre os outros grandes clubes do Estado do Rio de Janeiro. A dupla, que vem monopolizando as decisões recentes do futebol carioca, lidera com folga o ranking absoluto de conquistas do torneio estadual em todos os tempos.
Flamengo ocupa o topo isolado da lista de campeões, ostentando 39 troféus ao longo de sua trajetória. A decisão deste final de semana representa um marco importante para a agremiação: caso supere o rival tricolor, o Rubro-Negro atingirá a expressiva marca de 40 títulos do Campeonato Carioca, consolidando mais um tricampeonato estadual em sua rica história esportiva.
Na segunda colocação do ranking geral de vencedores aparece o Fluminense, somando 33 taças estaduais até o momento. A equipe das Laranjeiras entra em campo com o objetivo de reduzir adiferença para o arquirrival e adicionar a 34ª conquista à sua galeria. A última vez que o Tricolor soltou o grito de campeão carioca foi na edição de 2023, ocasião em que superou exatamente a equipe rubro-negra na grande decisão.
A superioridade da dupla Fla-Flu fica evidente ao observar a distância para os demais rivais tradicionais do Rio de Janeiro. O Vasco da Gama figura na terceira posição do ranking, com 24 títulos conquistados, amargando um jejum desde o ano de 2016. Logo atrás, o Botafogo contabiliza 21 troféus estaduais, tendo sua última volta olímpica registrada na temporada de 2018.
A taça de 2026 será definida neste domingo (8), a partir das 18h (horário de Brasília), no Estádio do Maracanã. Conforme o regulamento, a decisão ocorrerá em formato de jogo único e, caso haja igualdade no marcador ao final dos 90 minutos, o campeão será decidido através de cobranças de pênaltis.
Clássico Fla-Flu marca a estreia do técnico Leonardo Jardim no Rubro-Negro e coloca à prova o bom momento do Tricolor das Laranjeiras
07 Mar 2026 | 19:14 |
Chegou o momento mais aguardado do futebol do Rio de Janeiro nesta temporada. Neste domingo (8/3), às 18h (horário de Brasília), a bola rola para o embate decisivo entre Fluminense e Flamengo. O confronto, que reúne duas das maiores potências do país, definirá quem ficará com o título da edição de 2026 do torneio estadual.
Os dois clubes chegam para a finalíssima vivendo atmosferas completamente distintas nos bastidores. A equipe das Laranjeiras esbanja confiança após despachar o Vasco da Gama na fase semifinal. Além disso, o Fluminense ostenta um retrospecto bastante positivo atuando no Maracanã desde que o técnico Luís Zubeldia assumiu a prancheta tricolor.
Do outro lado, o clima na Gávea é de tensão e renovação. O Flamengo tenta superar uma recente crise interna ocasionada por um início de ano abaixo das expectativas, o que culminou na demissão de Filipe Luís. A esperança rubro-negra recai sobre o recém-contratado comandante português Leonardo Jardim, que fará a sua estreia oficial à beira do gramado justamente no jogo que vale o troféu.
Fluminense: Fábio; Samuel Xavier, Jemmes, Freytes e Renê (Guilherme Arana); Martinelli, Hércules e Lucho Acosta; Canobbio, Serna e John Kennedy. Técnico: Luís Zubeldia.
Flamengo: Rossi; Varela, Léo Ortiz (Danilo), Léo Pereira e Alex Sandro; Jorginho, Pulgar e de Arrascaeta; Carrascal (Cebolinha), Plata (Bruno Henrique) e Pedro. Técnico: Leonardo Jardim.
Volante rubro-negro concede entrevista coletiva, destaca a necessidade urgente de autocrítica do elenco após a demissão e projeta uma virada de chave
07 Mar 2026 | 19:00 |
O clima nos bastidores do Ninho do Urubu passou por turbulências e transformações significativas ao longo desta semana. A troca no comando técnico, com a saída de Filipe Luís e a rápida contratação de Leonardo Jardim, trouxe à tona debates internos sobre a postura do plantel.
As decisões da alta cúpula foram motivadas pelo desejo de alterar a dinâmica diária de trabalho, buscando uma filosofia mais rigorosa para a sequência do calendário esportivo de 2026. Apesar do baque inicial, a recepção a Leonardo Jardim foi avaliada como muito positiva pelos jogadores.
Jorginho, um dos líderes do Flamengo, relatou que as metodologias do europeu ficaram evidentes logo nas primeiras atividades, gerando a esperança de que a decisão do Campeonato Carioca represente o início de uma nova fase, apagando os dois títulos perdidos no começo do ano.
“A primeira impressão às vezes é a que fica, e a primeira que a gente teve foi muito boa. O Jardim tem suas ideias bem claras, suas convicções, crenças... Acreditamos muito no trabalho dele”, avaliou o jogador. Ele finalizou pedindo que o treinador receba o tempo e a confiança necessários de todo o ambiente rubro-negro para desenvolver seu projeto esportivo com total liberdade.
Mesmo antes da demissão oficial do antigo treinador ser sacramentada, a pressão interna em relação ao comportamento de parte do elenco já se intensificava. O presidente do clube, Luiz Eduardo Baptista (Bap), chegou ao diagnóstico de que a gestão de vestiário liderada por Filipe Luís e pelo diretor esportivo José Boto era excessivamente permissiva em diversos aspectos.
Diante dessa avaliação, a escolha pelo português Leonardo Jardim não se deu apenas por critérios táticos, mas principalmente pelo seu perfil conhecido como "linha dura". A presidência enxergou no europeu a figura ideal para retomar as rédeas da disciplina e impor novas regras de conduta nas instalações do clube carioca.