Futebol
Medalhão do Flamengo defende Emerson Royal após vaias e pede união: "Já passei por isso"
06 Fev 2026 | 16:40
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26 Mar 2025 | 12:52 |
O acordo fechado com a Libra e a Globo pelos direitos de TV do Brasileirão tomou holofotes no início de temporada do Flamengo pelas divergências entre os antigos e os atuais gestores do clube. Saiu a diretoria de Rodolfo Landim, que deixou como legado um contrato criticado por Luiz Eduardo Baptista, o Bap, opositor que venceu a eleição para presidente do clube.
Os motivos são financeiro, político e de visão de negócio. Vão do valor total arrecadado, que pode diminuir em milhões, até articulações na briga de poder nos bastidores e o futuro do mercado de mídia. Às vésperas do início da edição 2025 do Campeonato Brasileiro, que marcará o novo acordo.
Desde a campanha, a nova diretoria de Bap aponta o possível prejuízo financeiro do Flamengo com os direitos de TV do Brasileirão. O atual presidente foi crítico fervoroso do acordo feito pela Libra — apesar de ter aprovado o contrato, quando conselheiro — e tentou rever a papelada com os parceiros da liga.
Flamengo destaca prejuízo financeiro
Em fevereiro, no primeiro encontro de dirigentes da Libra após a nova gestão rubro-negra, o presidente deu esta missão a Marcelo Campos Pinto, executivo que
atuou no mercado de mídia do outro lado do balcão, com anos de Grupo Globo. O representante, no entanto, não conseguiu emplacar a discussão com os dirigentes de outros clubes e passou a atuar com objetivo de aprimorar o acordo atual de forma coletiva. Pessoas presentes da reunião que foram ouvidas pela reportagem garantem que o clima foi cordial.
Mesmo assim, os dirigentes dos demais clubes da Libra estão cientes e preparados para a insatisfação do Flamengo com a divisão dos direitos de TV do Brasileirão. Afinal, o clube carioca "perdeu" quase R$ 70 milhões de um contrato para outro, segundo projeções, devido ao fim do repasse mínimo garantido de pay-per-view. O novo acordo, além da cota fixa, prevê bonificações por desempenho e audiência.
Briga política de duas versões nos bastidores
As pancadas são defendidas pela antiga direção do Flamengo. O presidente Rodolfo Landim e o vice-presidente Gustavo Oliveira eram dois que comandavam a relação com Libra e Globo antes da eleição de dezembro passado. A gestão anterior não vê o acordo como ideal, mas aponta a lei do mandante (que deu direitos comerciais aos clubes apenas sobre jogos com mando de campo) e a necessidade de unidade com os outros clubes como argumentos favoráveis para aceitar os valores e "fazer o bolo crescer" no médio ou longo prazo.
Já a diretoria atual bate no fato de o Flamengo ter sido o "único a perder dinheiro" na negociação. Com experiência no mercado de mídia (foi CEO da Sky), Bap se ressentiu de não ter sido incluído nas negociações. O atual presidente acredita que poderia ter contribuído com um modelo de negócio mais ousado e lucrativo, mas é criticado por opositores por, em tese, querer que o Flamengo "ande sozinho".
Quando conselheiro, em 2024, o atual presidente foi opositor ferrenho do acordo, mas votou a favor quando o contrato foi para a aprovação do Conselho Deliberativo do Flamengo. O voto e a postura moderada no discurso confundiram adversários e até aliados que não são do núcleo íntimo do dirigente. À época, Bap foi enigmático: "É uma estratégia". A discussão voltou à pauta na última semana, na prestação de contas da atual gestão a conselheiros.
Direitos internacionais são laboratório?
Toda essa insatisfação vira argumento para justificar a atitude do Flamengo de ser lobo solitário na venda dos direitos internacionais de TV do Brasileirão. Do outro lado, os outros 39 clubes das séries A e B acertaram para ir ao mercado em grupo. A decisão ainda não foi anunciada, mas está alinhada nos bastidores.
Para tentar tirar o sonho do papel, a nova gestão Bap lançou a Flamengo TV, com o objetivo de ser um canhão midiático. O clube contratou comunicadores renomados e prometeu uma grade de programação para os torcedores. A intenção é apresentar ao mercado um produto que vá além dos 19 jogos que o clube têm à disposição para vender. O presidente falou sobre o assunto publicamente nas últimas semanas.
— O mundo está mudando muito rapidamente. Eu venho do mercado de mídia e entendo que isso é uma coisa natural. Tem contratos que estão vigentes, mas, à medida que esses contratos vão mudando, isso vai ser alterado. A razão da gente querer manter os direitos internacionais e de betting, para vender separadamente, tem tudo a ver com a nova Flamengo TV — explicou Bap.
Partida decisiva deste sábado vale vaga nas fases finais da competição estadual; diretoria rubro-negra aposta em valores promocionais para garantir apoio
06 Fev 2026 | 19:30 |
Flamengo entra em campo neste sábado (7) para um duelo determinante pelo Campeonato Carioca de 2026. Às 21h (horário de Brasília), o Mais Querido recebe o Sampaio Corrêa no Maracanã, em confronto válido pela rodada final da fase de grupos. A vitória é indispensável para as pretensões do clube de avançar às fases decisivas do torneio estadual.
Ciente da importância do confronto, a diretoria rubro-negra adotou uma estratégia para lotar o estádio: anunciou uma redução nos valores dos ingressos em relação às partidas anteriores. O objetivo é facilitar a presença da torcida e criar uma atmosfera de "caldeirão" para empurrar o time rumo à classificação.
Ainda restam entradas para todos os setores do Maracanã. A comercialização segue aberta ininterruptamente até o horário do pontapé inicial e pode ser realizada através do site oficial ingressos.flamengo.com.br. Para os torcedores do Sampaio Corrêa (visitantes), a compra é exclusiva pelo site futebolcard.com, sendo obrigatório o cadastro prévio de biometria facial para o acesso ao estádio.
Setor Norte (Exclusivo Flamengo)
Nação Maraca 1: R$ 15,00
Nação Maraca 2: R$ 21,00
Nação Maraca 3: R$ 24,00
Público Geral: R$ 60,00 (Meia-entrada: R$ 30,00)
Setor Sul (Exclusivo Flamengo)
Nação Maraca 1: R$ 12,50
Nação Maraca 2: R$ 17,50
Nação Maraca 3: R$ 20,00
Público Geral: R$ 50,00 (Meia-entrada: R$ 25,00)
Setor Leste Superior (Misto)
Nação Maraca 1: R$ 20,00
Nação Maraca 2: R$ 28,00
Nação Maraca 3: R$ 32,00
Público Geral: R$ 80,00 (Meia-entrada: R$ 40,00)
Setor Leste Inferior (Misto)
Nação Maraca 1: R$ 25,00
Nação Maraca 2: R$ 35,00
Nação Maraca 3: R$ 40,00
Público Geral: R$ 100,00 (Meia-entrada: R$ 50,00)
Setor Sul (Visitante)
Público Geral: R$ 50,00 (Meia-entrada: R$ 25,00)
Rubro-Negro entra em campo neste sábado às 21h no Maracanã com obrigação de vitória e dependendo de combinação de resultados para avançar às quartas
06 Fev 2026 | 19:15 |
Flamengo enfrenta um dos momentos mais delicados deste início de temporada na noite deste sábado (7). Ainda em busca de consistência e afirmação sob o comando de Filipe Luís, o Rubro-Negro recebe o Sampaio Corrêa no Estádio do Maracanã, às 21h (horário de Brasília).
O confronto é válido pela última rodada da fase de grupos do Campeonato Carioca e carrega contornos de decisão: um tropeço pode custar a eliminação precoce e até mesmo a luta contra o descenso no estadual, o que aumentaria a crise na Gávea.
Para os torcedores que não forem ao estádio, a partida terá ampla cobertura televisiva e digital. A transmissão será realizada pelo Sportv (TV fechada), Premiere (sistema pay-per-view) e também pela Ge TV (via YouTube).
A arbitragem ficará a cargo de Alex Gomes Stefano, auxiliado pelos bandeirinhas Júlio César Souza Gaudêncio e Fábio Ramos França. O comando da tecnologia do árbitro de vídeo (VAR) será de responsabilidade de Paulo Renato Moreira da Silva Coelho.
A provável escalação do Flamengo de Filipe Luís para a decisão tem um time ofensivo para conseguir saldo: Rossi; Varela, Vitão, Léo Pereira e Ayrton Lucas; Erick Pulgar, Jorginho e Carrascal; Gonzalo Plata, Samuel Lino e Pedro.
O provável time visitante que enfrentará o Mais Querido no Maracanã: Zé Carlos; Lucas Carvalho, Lucas Marreta, Guilherme e Daniel Nunes; Pablo, Alexandre Souza, Octávio e Rodrigo Andrade; Luan Gama e Matheus Iacovelli.
Após a goleada sobre o Vitória, o técnico do Palmeiras questionou a falta de cobrança sobre Corinthians e São Paulo, comparando os investimentos
06 Fev 2026 | 18:30 |
O técnico Abel Ferreira utilizou sua entrevista coletiva na última quarta-feira (04), logo após a vitória do Palmeiras sobre o Vitória, para fazer uma análise crítica sobre o nível de exigência no futebol brasileiro. O comandante português cobrou da imprensa que o mesmo rigor aplicado ao seu time e ao Flamengo seja direcionado a Corinthians e São Paulo.
Segundo o treinador, os rivais paulistas possuem capacidade financeira e técnica para estarem na briga direta pelos principais troféus da temporada, mas acabam "poupados" das críticas por resultados. Em sua explanação, Abel Ferreira destacou a postura competitiva que São Paulo e Corinthians costumam adotar nos clássicos regionais contra o Palmeiras.
"Se equipes como São Paulo e Corinthians forem supercompetitivas no ano como são contra o Palmeiras, disputam título nacional. Também devemos cobrar delas, porque investem o suficiente para competir conosco (Palmeiras e Flamengo)", declarou o treinador.
O argumento de Abel Ferreira encontra respaldo no histórico recente das competições. Flamengo e Palmeiras polarizaram a disputa do futebol brasileiro nas últimas temporadas, enquanto os outros dois gigantes paulistas oscilaram. O reflexo disso foi claro na tabela do Brasileirão de 2025.
Enquanto o Flamengo sagrou-se campeão e o Palmeiras terminou com o vice-campeonato, consolidando a rivalidade interestadual no topo, os rivais citados ficaram distantes da taça. O Corinthians encerrou a campanha na oitava colocação, e o São Paulo teve um desempenho ainda mais modesto, terminando em 13º lugar.
Medalhão do Flamengo defende Emerson Royal após vaias e pede união: "Já passei por isso"
06 Fev 2026 | 16:40