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FLAMENGO VAI DESISTIR DE CONSTRUIR O SEU PRÓPRIO ESTÁDIO, AGORA QUE TEM O MARACANÃ? ENTENDA

'São unidades de negócio diferentes', explica o vice geral do clube, para explicar os planos do Mais Querido a respeito da 'Arena Zico'

Estádio novo do Flamengo / Divulgação
Estádio novo do Flamengo / Divulgação

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O consórcio formado por Flamengo e Fluminense está em vias de ser oficializado como gestor do Maracanã pelos próximos 20 anos. Nesta quarta, foi revelado que a dupla fez a oferta financeira mais valiosa (já haviam recebido a maior nota na etapa anterior, de avaliação técnica). Com isso, a torcida se pergunta se esta vitória representa um ponto final no sonho do estádio próprio no terreno do Gasômetro, no Centro do Rio.

De acordo com o vice geral Rodrigo Dunshee, um avanço não interfere no outro. Após a abertura dos envelopes, no Palácio Guanabara, o dirigente procurou se esquivar do assunto. Mas frisou que se tratam de "unidades de negócio diferentes". "Olha, esse assunto é com o presidente do Flamengo, o Rodolfo Landim. Eu estou aqui representando o Flamengo na questão do Maracanã. Agora, são duas unidades de negócio diferentes. São duas questões isoladas. O Maracanã é um grande negócio por si só. Mas não estou aqui para falar do Gasômetro. Estou aqui hoje para falar do Maracanã", disse Dunshee.


Nesta terça, a Secretaria da Casa Civil do Governo do Estado do Rio abriu as propostas financeiras dos duas candidaturas remanescentes (a outra é do Vasco/WTorre). A de Fla-Flu foi ligeiramente maior: R$ 20.060.874,12 contra R$ 20.000.777,28. Como a dupla também já havia obtido nota maior na fase anterior, a vitória na licitação é só uma questão de se cumprir a burocracia para publicação no Diário Oficial. A expectativa é de que isso ocorra até o fim do mês.


"O consórcio vai poder fazer várias coisas no Maracanã que hoje em dia não teria como fazer. Não teria como apostar tanto no negócio porque você poderia perdê-lo seis meses depois. Agora a gente vai ter 20 anos para trabalhar. É completamente diferente. Vai mudar que agora você tem tempo de fazer maiores projetos, maiores investimentos, chamar mais parceiros, oferecer mais produtos para os consumidores", completou Dunshee.

O projeto do estádio próprio no Centro do Rio sempre correu paralelamente à participação na licitação do Maracanã. O Flamengo negocia a aquisição do terreno com a Caixa Econômica Federal, gestora do fundo proprietário do espaço. O assunto é tratado diretamente pelo presidente Rodolfo Landim. A Caixa avalia o terreno em R$ 250 milhões. Inicialmente, o Flamengo estava disposto a pagar cerca de um terço desse valor. Mas, após conversas com o clube, o banco entendeu que os rubro-negros estão dispostos a subir o valor. Mas nenhuma proposta foi feita ainda.


Além disso, a promessa do prefeito Eduardo Paes de enviar a Câmara um projeto de lei para transferência do potencial construtivo da sede social do Flamengo mudou o humor da estatal. O termo se refere à quantidade de construção permitida num espaço. Mesmo com projetos para o terreno da Gávea, o clube não irá atingir o máximo permitido. Em caso de aprovação do poder municipal, esta sobra também pode ser usada como moeda de troca.



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AZEDOU! FLAMENGO NEGA QUALQUER SAÍDA DE LORRAN PARA SELEÇÃO DE BASE

A resposta da CBF será crucial para definir os próximos passos dessa situação

Foto: Internet
Foto: Internet

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O Flamengo tomou uma decisão que gerou discussão entre os torcedores e a Confederação Brasileira de Futebol (CBF). O clube carioca decidiu não liberar o jovem Lorran, que já integra o elenco principal, para os treinos da Seleção Brasileira sub-20 na Granja Comary, programados para ocorrer entre os dias 3 e 11 de junho. Essa decisão foi comunicada pelo vice-presidente de futebol do Flamengo, Marcos Braz, e justificada pela necessidade do atleta no elenco principal.

Segundo Braz, a presença de Lorran no grupo principal do Flamengo torna desnecessária sua participação em treinamentos com as seleções de base. "Não faz sentido liberar o atleta que já está no elenco principal para participar de treinamentos para seleções de base", afirmou. A posição do dirigente reflete a prioridade do Flamengo em contar com todos os seus jogadores mais promissores no time principal, especialmente em uma fase decisiva do calendário de competições.


FLAMENGO ABRE O JOGO 

A decisão de manter Lorran no Flamengo e não atender à convocação da Seleção sub-20 tem suas justificativas. O clube vive um momento crucial na temporada, disputando títulos importantes e necessitando de um elenco completo e competitivo. A ausência de Lorran nos treinamentos poderia impactar negativamente a preparação do Flamengo para os desafios que estão por vir.

A expectativa agora é sobre a resposta da CBF. O Flamengo acredita que a entidade entenderá a situação e será compreensiva com a decisão do clube. "O Flamengo espera que a CBF compreenda nossa posição. Temos total respeito pela Seleção Brasileira e pelos seus projetos, mas precisamos tomar decisões pensando no melhor para o clube e para o jogador", complementou Braz.


Essa postura do Flamengo revela uma tendência de clubes brasileiros em priorizarem seus interesses em relação às seleções de base, principalmente quando se trata de jogadores que já estão integrados ao elenco principal. A disputa entre os interesses dos clubes e as convocações das seleções de base é um tema recorrente no futebol brasileiro, muitas vezes gerando tensões entre as partes envolvidas.



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METEU O MALHO! DIRIGENTE DO FLAMENGO EXPÕEM BASTIDORES SOBRE POLÍTICA DO CLUBE

. Essa presença política ativa permite que o clube e seus torcedores tenham uma voz mais forte nas decisões que os afetam

Foto: Internet
Foto: Internet

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Cacau Cotta, diretor de Relações Externas do Flamengo e pré-candidato a vereador no Rio de Janeiro, levantou um ponto crucial sobre a relevância da política na administração dos clubes de futebol, em especial no Flamengo. Para ele, a política não só é onipresente, como também essencial para o funcionamento e crescimento dessas instituições.

Cotta argumenta que a política está inserida em todas as esferas da sociedade, inclusive no esporte. Ele explica que a interação do Flamengo com diferentes grupos políticos é fundamental para a realização dos interesses do clube. Para reforçar essa ideia, o Flamengo possui um cargo específico em sua estrutura organizacional: o diretor-executivo de Relações Governamentais. Esse papel é crucial para mediar a relação entre o clube e as várias instâncias do poder público.


CACAU COTTA  ABRE O JOGO E EXPÕEM BASTIDORES 

O diretor destaca vários exemplos que ilustram como a política pode beneficiar os clubes de futebol. Ele menciona o caso do Atlético Mineiro, que reelegeu Alexandre Kalil, ex-presidente do clube, como prefeito de Belo Horizonte em 2020. Esse fato demonstra a influência e o prestígio que uma figura do mundo esportivo pode ter na política.

Outro exemplo citado é o Corinthians, que conseguiu a Neo Química Arena e seu centro de treinamento graças à atuação de Andres Sanches, ex-deputado federal e ex-presidente do clube. A habilidade de Sanches em transitar entre o futebol e a política resultou em benefícios significativos para o clube paulista.



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LOGÍSTICA DE TRANSPORTE DEIXOU FLAMENGO ENCANTADO PELA REGIÃO DO GASÔMETRO

Rodolfo Landim destrinchou o motivo pelo qual o Mais Querido ficou encantado pelo terreno na região central do Rio de Janeiro, administrado pela Caixa Econômica Federal

Gasômetro / Divulgação
Gasômetro / Divulgação

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O presidente Rodolfo Landim destrinchou o motivo pelo qual o Flamengo ficou encantado pelo terreno do Gasômetro, administrado pela Caixa Econômica Federal, para levantar seu estádio. De acordo com o mandatário, a facilidade da logística do transporte público fez o Rubro-Negro analisar o local como plano A para ter sua casa própria.

“A decisão pelo Gasômetro se deu em cima de uma avaliação que fizemos em cima da cidade do Rio de Janeiro analisando todas as áreas que ainda estão abertas e potencialmente disponíveis para que se pudesse encaixar um estádio. E ela passa também muito pela viabilização da logística de chegada dos torcedores”, disse Landim ao GE.


Em outra parte da entrevista, o presidente do Flamengo citou quais seriam as opções de chegadas ao Gasômetro.


“Ali naquele ponto você tem uma rodoviária exatamente em frente ao terreno. Você tem um terminal que acabou de ser construído ali, que é o Terminal Gentileza, onde você reúne o final das linhas de BRT e as linhas de VLT. E você está a cerca de 1,1 km de distância da estação Cidade Nova, onde você tem trem e metrô”, ponderou.

“É fundamental que você tenha transporte público local, onde você possa levar as pessoas com transporte público. Transporte de massa para poder levar os torcedores. O Maracanã é excepcional nesse ponto, porque você tem trem e metrô na porta do estádio, tem largas avenidas nas quais as pessoas podem chegar por ônibus. Então você precisa ir de transporte de massa”, terminou por dizer Landim.


Assim que o Flamengo finalizar a compra do terreno, o clube estima construir seu estádio no Gasômetro em cinco anos.



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