Futebol
Filipe Luís terá reunião para definir passos após demissão do Flamengo
05 Mar 2026 | 13:51
Futebol
18 Jun 2024 | 11:58 |
No próximo domingo (23), Flamengo x Fluminense vão se enfrentar em jogo válido pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro. O mando de campo da partida pertence ao tricolor, que divulgou informações sobre a venda de ingressos para o confronto. Visitante no duelo, a torcida do Flamengo poderá adquirir os bilhetes na sexta-feira (21), data de abertura da comercialização para não sócios e público geral. Os valores variam entre R$ 100 (inteira) e R$ 50 (meia). As vendas se iniciam às 10h (horário de Brasília), no site futebolcard.com.
O acesso ao estádio será feito através do aplicativo, por QR Code dinâmico, que ficará disponível seis horas antes da partida. O QR Code é baixado automaticamente e localizado na aba “meus pedidos”. Uma vez feito o download, é reconhecido mesmo sem conexão com internet. O Fluminense não permite entrada ao Maracanã através do ”e-ticket” ou prints do bilhete.
Este vai ser o quarto encontro entre Flamengo e Fluminense na temporada. Nos três clássicos anteriores, o Rubro-Negro venceu duas partidas, e uma terminou empatada 0 a 0. Ou seja, o tricolor ainda não triunfou sobre o Fla em 2024.
O primeiro encontro entre as equipes foi no dia 25 de fevereiro, pela décima rodada do Campeonato Carioca. Na ocasião, o Flamengo venceu o Fluminense por 2 a 0, com gols de Pedro e Cebolinha. Os times voltaram a se enfrentar no dia 9 de março, pelo primeiro jogo da semifinal do estadual, e o Mengo repetiu o placar: 2 a 0, com os mesmos autores dos gols.
No jogo de volta da semifinal, disputado no dia 16 de março, a dupla Fla-Flu não saiu do 0 a 0 no placar. Com agregado de 2 a 0, o Flamengo se classificou para a decisão, enfrentou o Nova Iguaçu e se sagrou campeão estadual. No próximo domingo (23), Flamengo e Fluminense medem forças novamente, desta vez, pelo Campeonato Brasileiro.
O Rubro-Negro vai a campo repleto de desfalques, visto que tem cinco jogadores na Copa América, e alguns outros atletas no departamento médico (que vão tentar recuperação até o clássico), mas está brigando pelo topo da tabela. O Fla é o segundo colocado, com 18 pontos. O Fluminense, por sua vez, vive crise e está na zona de rebaixamento. O tricolor ocupa a 19ª posição da tabela, com seis pontos conquistados em nove jogos.
A Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro confirmou o experiente árbitro para comandar o clássico decisivo deste domingo no Maracanã
05 Mar 2026 | 15:04 |
A Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj) bateu o martelo e oficializou quem será o dono do apito no aguardado Fla-Flu que decidirá o título do Campeonato Carioca de 2026. O confronto, agendado para o próximo domingo (8), às 18h (horário de Brasília), no Estádio do Maracanã, terá a arbitragem de Bruno Arleu de Araújo.
Aos 43 anos de idade, o árbitro carioca é um nome amplamente conhecido nos bastidores do futebol nacional e sua escolha segue a diretriz da federação de designar profissionais com vasta bagagem para embates de altíssima tensão.
Para auxiliar Bruno Arleu na árdua missão de conduzir a finalíssima de maneira justa e transparente, a entidade divulgou a escala completa de profissionais. Nas bandeiras laterais, atuarão os assistentes Luiz Claudio Regazone e Thiago Filemon Soares Pinto.
O árbitro de vídeo (VAR), ferramenta fundamental em decisões, ficará sob a responsabilidade de Carlos Eduardo Nunes Braga. A equipe de suporte presencial e remota ainda conta com João Ennio Sobral, Júlio César Souza Gaudêncio, Andréa Izaura Maffra Marcelino e Rodrigo Carvalhaes de Miranda.
O confronto deste final de semana encerra uma das semanas mais agitadas da história recente do Ninho do Urubu. Após aplicar uma expressiva goleada de 8 a 0 sobre o Madureira pelas semifinais, a diretoria surpreendeu o mercado ao demitir Filipe Luís. Agora, cabe a Leonardo Jardim assumir a área técnica e buscar o troféu logo em sua estreia pelo Flamengo.
Senado está próximo a aprovar uma lei que inibe as publicidades das empresas de ‘bets’ e contratos como o do Mengão corre risco
05 Mar 2026 | 15:01 |
O contrato de R$ 268 milhões entre o Flamengo e a Betano pode representar o teto financeiro do mercado de patrocínios envolvendo casas de apostas no futebol brasileiro. A avaliação é do diretor da empresa no país, Guilherme Figueiredo, que projeta uma redução significativa nos valores das próximas renovações.
Diretor da Betano, patrocinadora do Flamengo: "A tendência é, sim, haver uma redução..."
Segundo o executivo, o ciclo de crescimento acelerado das bets chegou ao limite e o setor tende a passar por um ajuste técnico para retornar a patamares considerados mais realistas: “Seria uma surpresa muito grande (contrato superior ao do Flamengo), acho difícil, ao menos no curto prazo. O Corinthians acabou de renovar o contrato por um valor maior, 150 milhões, e eu até parabenizei o diretor de marketing. Disse que provavelmente ele fez o último grande contrato nesses valores com casas de apostas. A tendência é, sim, haver uma redução. É uma questão de ajuste de mercado.”
A possível retração no mercado está diretamente ligada ao avanço do Projeto de Lei 3.563/2024 no Congresso Nacional. A proposta, que tramita no Senado Federal do Brasil, prevê restrições amplas à publicidade de apostas esportivas. O texto já foi aprovado pela Comissão de Ciência e Tecnologia e aguarda a designação de relator na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
Caso avance, ainda precisará passar pelo plenário do Senado e posteriormente pela Câmara dos Deputados do Brasil antes de seguir para sanção presidencial. Entre as medidas previstas estão a proibição de anúncios em camisas de clubes, placas de estádios, redes sociais de influenciadores e até a pré-instalação de aplicativos de apostas em dispositivos eletrônicos.
A proposta também pretende reduzir o impacto das campanhas publicitárias massivas que hoje dominam os intervalos comerciais das transmissões esportivas. A justificativa do projeto cita o alto volume de apostas no país, estimado em cerca de R$ 30 bilhões mensais.
Caso as restrições avancem, o modelo que sustenta os investimentos bilionários das casas de apostas no futebol pode sofrer uma reformulação profunda. Sem a vitrine proporcionada pela exposição em uniformes e durante as partidas, a tendência é que os contratos retornem a níveis financeiros semelhantes aos registrados antes da explosão do setor.
Durante a apresentação oficial no Ninho do Urubu, o novo comandante do Mengão ressaltou que a instituição e o grupo estão sempre acima
05 Mar 2026 | 14:49 |
Apresentado oficialmente no Centro de Treinamento Ninho do Urubu nesta quinta-feira (5) como o sucessor de Filipe Luís, o técnico Leonardo Jardim abordou um tema sensível logo em seu primeiro contato com os jornalistas. Questionado sobre o histórico de afastar ou colocar no banco de reservas jogadores consagrados, os chamados "medalhões", o profissional português foi direto em sua argumentação.
O comandante negou o rótulo e enfatizou sua filosofia rígida de trabalho diário. Jardim revelou que, logo em sua primeira conversa com o plantel rubro-negro, estabeleceu regras claras, deixando evidente que não negocia suas diretrizes e que a prioridade será sempre o desempenho da equipe.
A defesa do clube e do coletivo estará sempre à frente de qualquer status individual na visão de Jardim. "Nunca barrei ninguém. Eu defendo sempre o melhor para a estrutura e o clube", pontuou o técnico. Jardim argumentou que as escolhas feitas para o time titular são baseadas puramente em quem pode entregar o melhor rendimento para a instituição naquele momento, afastando qualquer viés de perseguição a nomes de peso.
O treinador justificou a escolha com base no rendimento técnico. Segundo ele, a comissão avaliou que o centroavante Kaio Jorge atravessava um momento superior e, por mérito, recebeu a titularidade. Jardim destacou a necessidade de separar as esferas pessoal e profissional no ambiente esportivo.
“Se achar que algum jogador, estamos falando do Gabriel, que foi ídolo aqui, achava que o Kaio estava melhor e jogou ele. As pessoas precisam perceber que a parte profissional é uma coisa e pessoal é outra. Com certeza ele ficou insatisfeito, mas não foi por isso que deixou de trabalhar, ter bom comportamento, e até criar relação boa que tivemos”, explicou o novo técnico do Flamengo.