Futebol
Confira a provável escalação do Internacional para enfrentar o Flamengo
04 Fev 2026 | 11:40
Futebol
30 Ago 2024 | 15:50 |
Gonzalo Plata, recém-contratado pelo Flamengo, não foi convocado para a seleção equatoriana para os próximos compromissos da Data-Fifa. Essa ausência nas seleções, normalmente vista com certa apreensão pelos jogadores, representa uma oportunidade estratégica para o Flamengo. A ausência de Plata na convocação permite ao clube aproveitar esse período para focar no desenvolvimento do jogador, principalmente no que diz respeito à sua adaptação ao novo time e ao estilo de jogo do técnico.
Durante esse período, Plata terá a chance de participar integralmente dos treinamentos no Ninho do Urubu. Isso não só é fundamental para aprimorar sua parte física, que pode estar aquém do ideal devido à falta de ritmo de jogo em função de sua recente mudança de clube, mas também é crucial para sua integração com o restante do elenco. Treinar junto aos novos companheiros de equipe durante a Data-Fifa permitirá a Plata compreender melhor o modelo de jogo do Flamengo, além de acelerar seu entrosamento com os demais jogadores.
FLAMENGO TEM PREPARAÇÃO POR PLATA
A adaptação ao futebol brasileiro, com suas particularidades, como a velocidade e intensidade dos jogos, é um desafio para qualquer jogador que chega de fora. Para Plata, essa adaptação será ainda mais crítica, visto que o Flamengo conta com uma estrutura tática bem definida e jogadores de alta qualidade em todas as posições. Durante esse período sem jogos oficiais, a comissão técnica do Flamengo poderá trabalhar intensamente com Plata, focando nos aspectos técnicos e táticos que precisarão ser desenvolvidos para que ele se torne uma peça importante no esquema de jogo da equipe.
Além da parte técnica e física, o entrosamento com os colegas de time é uma questão-chave. Plata precisará entender não apenas como cada jogador atua em campo, mas também desenvolver uma relação de confiança e colaboração com eles. O tempo extra de treino será vital para que ele e seus companheiros possam se alinhar, entender os movimentos uns dos outros e estabelecer uma comunicação eficaz dentro de campo. Isso pode fazer a diferença nas partidas, onde um passe ou uma movimentação precisa pode definir o resultado de um jogo.
Atual campeão brasileiro tenta somar os primeiros pontos na competição após tropeço na estreia; Filipe Luís conta com o fator casa e a entrada do novo reforço
04 Fev 2026 | 12:16 |
Flamengo recebe o Internacional no Maracanã, em duelo válido pela segunda rodada da competição nesta quarta-feira (04). Ambas as equipes buscam reabilitação imediata, visto que estrearam com derrota: o Rubro-Negro foi superado pelo São Paulo no Morumbis, enquanto o Colorado perdeu para o Athletico-PR, por 1 a 0, em pleno Beira-Rio.
Para o time carioca, a partida carrega um peso extra. A equipe atravessa seu momento mais delicado sob o comando do técnico Filipe Luís, amargando a pior sequência de derrotas consecutivas desde a chegada do treinador (revés no Carioca, na estreia do Brasileiro e na Supercopa).
A grande novidade na escalação deve ser a presença de Lucas Paquetá entre os titulares. Após ser utilizado apenas no segundo tempo da derrota para o Corinthians, no último domingo (1º), pela Supercopa do Brasil, o meio-campista está cotado para iniciar a partida. Será o reencontro oficial do "Cria do Ninho" com a Nação Rubro-Negra no Maracanã desde o seu retorno ao clube.
Filipe Luís deve promover ajustes táticos para acomodar o reforço. A provável escalação do Flamengo para o duelo tem: Rossi; Varela, Léo Ortiz, Léo Pereira e Alex Sandro; Erick Pulgar, Evertton Araújo, Lucas Paquetá e Arrascaeta; Carrascal (ou Samuel Lino) e Pedro (ou Plata).
A aposta para virar a chave na temporada passa diretamente pelo retorno ao Maracanã. O estádio foi o grande aliado do clube na campanha do título de 2025, quando o Flamengo registrou o melhor aproveitamento como mandante da Série A. A expectativa da comissão técnica é que o apoio da torcida impulsione o time a encerrar o jejum de vitórias e retomar o caminho das conquistas que marcou o último ano.
Buscando se reerguer na competição após derrota na estreia, o Mengão não terá três jogadores a sua disposição, enquanto Colorado lida com duas ausências
04 Fev 2026 | 12:13 |
Flamengo e Internacional se enfrentam nesta quarta-feira (04), no Maracanã, pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro, com ausências importantes em ambos os lados. Lesões e suspensões tiram peças relevantes do confronto, que ganha contornos decisivos para as duas equipes neste início de competição.
Para o duelo, o Flamengo não terá dois volantes e um atacante à disposição. Saúl segue fora de combate por conta da recuperação de uma cirurgia no tornozelo, realizada no início da temporada. Já Jorginho cumpre suspensão automática após ter sido expulso na estreia do Brasileirão, na derrota diante do São Paulo. Luiz Araújo também fica de fora do duelo devido a dores musculares.
Do lado do Internacional, há dois desfalques confirmados. Alan Rodríguez permanece em processo de retreinamento físico após se recuperar de lesão e não reúne condições de jogo para enfrentar o Flamengo. Já o ganês Benjamin Arhin se recupera de uma lesão na coxa esquerda.
A principal indefinição do time colorado está no gol. O titular Rochet vive momento de instabilidade, enquanto o reserva Anthoni, formado nas categorias de base, surge como alternativa, embora ainda tenha pouca experiência em jogos de maior pressão.
Diferentemente de outras rodadas do meio de semana, Flamengo x Internacional não terá transmissão em TV aberta. A partida será exibida exclusivamente pelo Premiere, no sistema de pay-per-view, com cobertura completa direto do Maracanã.
O Flamengo entra em campo pressionado após perder o título da Supercopa do Brasil para o Corinthians e estrear no Campeonato Brasileiro com derrota diante do São Paulo. Diante desse cenário, o confronto no Maracanã aparece como uma oportunidade clara de virada de chave, tanto para a recuperação na tabela quanto para a retomada da confiança junto à torcida.
Atacante foi vendido por clube português para a equipe grega, contudo, o dono das equipes é o mesmo empresário, Evangelos Marinakis
04 Fev 2026 | 11:51 |
A transferência de André Luiz, atacante revelado pelo Flamengo, do Rio Ave (POR) para o Olympiacos (GRE), gerou polêmica e reacendeu o debate sobre o modelo de redes multiclubes no futebol mundial. Na primeira metade da temporada europeia, o Garoto do Ninho figurava entre os principais destaques da equipe portuguesa, ao lado de Clayton, ex-Vasco. Ambos, no entanto, acabaram contratados pelo Olympiacos para a sequência da temporada, movimento que provocou forte reação entre torcedores do Rio Ave e também de outros mercados europeus.
O ponto central da controvérsia está no fato de Rio Ave e Olympiacos terem o mesmo proprietário: o empresário grego Evangelos Marinakis. Para muitos torcedores, as negociações enfraqueceram diretamente o clube português, que perdeu seus principais jogadores em meio à competição.
Nas redes sociais, a crítica mais recorrente aponta para um suposto desequilíbrio esportivo dentro da estrutura multiclubes, em que equipes consideradas hierarquicamente inferiores acabam servindo como fornecedoras de talentos para clubes tratados como prioridade dentro do grupo.
O caso do ex-Flamengo reforçou discussões já existentes sobre até que ponto a gestão multiclubes compromete a competitividade esportiva. A percepção de que um time maior se fortalece às custas do enfraquecimento de outro, pertencente à mesma rede, levanta questionamentos sobre ética, isonomia e o impacto real desse modelo nas competições nacionais.
Apesar da polêmica, o sistema de redes multiclubes não é novidade no futebol mundial e vem se consolidando nos últimos anos. Grandes grupos econômicos controlam diversas equipes em diferentes países, inclusive no Brasil. Um dos exemplos mais emblemáticos é o Botafogo, que conquistou o Brasileirão e a Libertadores em 2024 sob a gestão da Eagle Football Holdings, liderada por John Textor. O conglomerado também administra clubes como Lyon, RWDM Brussels e FC Florida.
Embora os títulos tenham representado um salto competitivo significativo, o modelo também trouxe turbulências políticas internas ao clube carioca. Discussões sobre autonomia, interesses comerciais e priorização esportiva seguem como temas sensíveis entre torcedores e conselheiros. O caso envolvendo André Luiz e o Rio Ave reforça que, apesar dos benefícios financeiros e estruturais, as redes multiclubes continuam sendo um tema controverso no futebol moderno.