Futebol
Além de Santos, 2 times da série A entram na disputa por Michael, do Flamengo
16 Jan 2026 | 09:36
Futebol
19 Abr 2025 | 13:03 |
Os bastidores do futebol europeu impactaram diretamente o planejamento do Flamengo. Em busca de reforços para a sequência da temporada, o clube carioca tinha alinhado um acordo verbal com o volante Jorginho. No entanto, os planos do Mais Querido esbarraram em uma decisão pessoal do técnico Mikel Arteta, que optou por segurar o jogador no Arsenal até o fim de seu contrato.
Quer vencer, quer vencer conosco.." - disse Arteta
A movimentação do Rubro-Negro no mercado não é por acaso. Com foco total no Super Mundial de Clubes, o técnico Filipe Luís deseja contar com atletas experientes e prontos para assumir protagonismo. Nesse contexto, o nome de Jorginho surgiu como prioridade e, apesar do acerto verbal com o jogador, faltava apenas a liberação do clube inglês.
A decisão de Arteta surpreendeu parte da torcida, mas o treinador espanhol deixou claro os motivos. Segundo ele, a presença de Jorginho é fundamental no vestiário, principalmente pela capacidade de liderança e influência positiva sobre os demais atletas. Para o comandante dos Gunners, o volante "ainda tem fome" e quer conquistar títulos em Londres.
“Ele é alguém que torna todo mundo melhor. Essa é sua principal qualidade, ele ainda tem fome. Quer vencer, quer vencer conosco. Por isso, a decisão de mantê-lo foi muito fácil”, afirmou Arteta, descartando qualquer possibilidade de liberação antecipada. A fala reforça a importância do atleta no processo interno do clube.
Além de Jorginho, o Mengão estudava outros nomes para o setor de meio-campo e ataque. Andreas Pereira, atualmente no Fulham, era outro nome ventilado, mas as tratativas não avançaram. Já o atacante Róger Guedes, mesmo agradando a diretoria, também não deve pintar na Gávea neste momento, dificultando ainda mais o planejamento de contratações.
Jogador de 24 anos pertence ao Cuiabá e assina com o Leão da Ilha até novembro; atleta revelado pelo Mengão chega para reforçar o elenco na Série B
16 Jan 2026 | 12:34 |
O Sport Club do Recife oficializou, nesta sexta-feira (16), a chegada de mais um reforço para a temporada. Trata-se do meio-campista Max Alves, de 24 anos. O atleta, que possui seus direitos econômicos ligados ao Cuiabá, firmou contrato de empréstimo com a equipe pernambucana válido até o dia 30 de novembro de 2026.
A contratação visa dar mais opções ao setor de criação do time, que terá um calendário cheio pela frente. O anúncio confirma a movimentação da diretoria rubro-negra no mercado em busca de peças para compor o elenco visando os principais objetivos do ano.
Natural de Juiz de Fora (MG), Max iniciou sua caminhada nas categorias de base do Tupi-MG, mas foi no Flamengo que ganhou projeção nacional. No clube carioca, profissionalizou-se e integrou o elenco campeão estadual em 2021.
Além da experiência no futebol brasileiro, o meia acumula bagagem internacional, tendo defendido as cores do Colorado Rapids na Major League Soccer (MLS), a liga principal dos Estados Unidos. Após sua passagem pelo exterior, o jogador desembarcou no Cuiabá em 2024, onde teve uma sequência significativa de jogos nas últimas duas temporadas, atuando na elite do futebol nacional.
A consistência física e a minutagem em campo foram fatores que pesaram a favor da contratação. Pelo clube mato-grossense, Max Alves disputou um total de 87 partidas. Nesse período, contribuiu ofensivamente com seis gols marcados e nove assistências distribuídas.
Governo federal veta reforma tributária que daria mais benefícios fiscais a clubes associativos, como o Mengão, em comparação com aos 'clube empresas'
16 Jan 2026 | 11:53 |
Os vetos do governo federal à reforma tributária acenderam o sinal de alerta nos clubes associativos do futebol brasileiro. A partir de 2027, equipes como o Flamengo podem passar a pagar mais impostos do que as SAFs, após o Ministério da Fazenda barrar dispositivos que equiparavam a tributação entre os dois modelos.
Pelo texto originalmente aprovado no Congresso Nacional, clubes e SAFs seriam tributados em 5% sobre a receita bruta. Com os vetos, no entanto, especialistas indicam que clubes sem fins lucrativos terão uma carga total estimada em 15,6%, somando o novo imposto ao recolhimento do INSS. Já as SAFs ficariam próximas de 6% de tributação. A informação foi divulgada pelo jornalista Rodrigo Mattos, do UOL.
No caso do Flamengo, o impacto chama atenção pelo volume de arrecadação. O clube registrou cerca de R$ 2 bilhões em receita bruta em 2025, valor que serviria como base de cálculo para o novo imposto caso a regra seja mantida.
Na prática, isso representaria um pagamento aproximado de R$ 312 milhões em tributos, caso a legislação já estivesse em vigor. Internamente, dirigentes rubro-negros receberam a notícia com revolta e avaliam que o novo modelo pode exigir ajustes profundos no orçamento. Apesar do cenário, a diretoria descarta a possibilidade de transformação em SAF, mas admite que será necessário analisar os impactos financeiros caso o texto não seja modificado.
Outro ponto de preocupação envolve a tributação sobre receitas oriundas de leis de incentivo, como o programa Fla-Anjo. Atualmente, esses recursos ajudam a financiar esportes olímpicos, que já operam com déficit no clube. Com a nova regra, esses valores também passariam a ser tributados, o que pode comprometer ainda mais projetos esportivos que dependem de incentivo fiscal para sobreviver.
Além do Flamengo, o Corinthians também acompanha de perto a discussão. O clube paulista mantém estrutura associativa e possui receita anual próxima de R$ 1 bilhão, o que o coloca em situação semelhante diante das mudanças previstas.
Os vetos do governo ainda não são definitivos. O texto da reforma tributária voltará ao Congresso Nacional, que pode derrubar os vetos ou apresentar uma alternativa específica para a tributação do futebol. O deputado Eduardo Bandeira de Mello, ex-presidente do Flamengo, afirmou que ainda existem dúvidas sobre a aplicação prática da lei. Segundo ele, os clubes precisam estudar se poderão reduzir o imposto por meio de créditos tributários previstos na própria legislação. Como a nova regra só passa a valer em 2027, ainda há margem para debate e ajustes.
Em entrevista, treinador Zé Ricardo, que lançou o meia ao profissional, afasta tese de retrocesso e destaca versatilidade e maturidade do atleta de 28 anos
16 Jan 2026 | 11:05 |
Enquanto a torcida do Flamengo vive a ansiedade pela concretização daquela que pode ser a maior contratação em valores da história do futebol brasileiro, uma voz conhecida da Nação analisou o cenário. Zé Ricardo, ex-técnico rubro-negro e peça fundamental na transição de Lucas Paquetá das categorias de base para o time profissional, comentou sobre a possibilidade de repatriar o "Garoto do Ninho".
Em participação no programa "Fut&Papo", da "Lance TV", o treinador refutou veementemente a ideia de que o retorno ao Brasil significaria um passo atrás na carreira do meio-campista. Para Zé Ricardo, o Flamengo estaria, na verdade, contratando um jogador no pico de seu rendimento.
Outro ponto destacado por Zé Ricardo foi a polivalência de Lucas Paquetá, característica que foi lapidada no Flamengo e aprimorada durante sua passagem pela Europa. O treinador lembrou como utilizava o jogador em diversas funções táticas, algo que se tornaria uma marca registrada do meia na Seleção Brasileira e no futebol inglês.
"Na época em que fui treinador dele, ele jogou em quatro posições, tendo qualidade em todas. Tecnicamente sempre foi acima da média", pontuou Zé Ricardo, endossando que o retorno seria um ganho técnico imensurável para o elenco rubro-negro.
Atualmente livre no mercado após deixar o comando do Criciúma, Zé Ricardo conhece Paquetá como poucos, tendo acompanhado seu desenvolvimento desde as divisões inferiores. O técnico fez questão de ressaltar a evolução física do atleta, que superou questões de maturação da juventude para se tornar um jogador completo, preparado para ser protagonista.
"Não tenho nenhuma informação privilegiada, mas torço muito para que ele retorne. Tem apenas 28 anos, está em uma idade ótima, no ápice da forma física, técnica e emocional. Se vier, chegará no auge", avaliou o comandante ex-Flamengo.