Futebol
Leonardo Jardim fala sobre utilização de Pedro no Flamengo: “acredito…”
05 Mar 2026 | 16:22
Futebol
07 Mai 2025 | 08:21 |
Especulado como possível reforço do Flamengo, o atacante João Félix começa a gerar controvérsia entre analistas esportivos. Apesar do talento reconhecido, parte da imprensa aponta questões extracampo como um possível obstáculo à sua adaptação no futebol brasileiro. Entre os críticos, está o comentarista Victor Birner, que vê o ego do jogador como o principal problema ao longo da carreira.
Ele sempre se colocou acima dos clubes..."
João Félix surgiu como uma joia do Benfica e rapidamente foi negociado com o Atlético de Madrid por cifras milionárias. No entanto, nunca conseguiu se firmar como protagonista nas equipes por onde passou, apesar da habilidade técnica. Para Birner, o português tem comportamento semelhante ao de Neymar, mas sem o mesmo peso de conquistas ou impacto esportivo.
“Eu quando comentava jogos em que o João Félix participava, eu sempre fazia uma comparação um pouco dele como se fosse o Neymar, porém muito abaixo. Porque o Neymar é um jogador que queria ser o protagonista desde quando saiu do Barcelona. Quando ele foi para o PSG ele acho que foi em grande parte para ser o Messi do PSG e não conseguiu. O João Félix pensa assim. Ele só passou por times muito ricos, por times muito grandes. E mesmo com os times precisando de um outro comportamento dele, sem bola, muito, ele nunca se mexeu. Ele sempre se colocou acima dos clubes”, afirmou o comentarista.
Na visão de Birner, o sucesso de João Félix no Flamengo dependeria de uma profunda mudança de postura. O comentarista acredita que caberia ao diretor de futebol José Boto — que conhece bem o jogador desde os tempos de Benfica — exercer uma influência decisiva para “moldar o mental” do atleta.
“Eu fico imaginando como ele vai se comportar se ele vier para o Brasil. Então, a não ser que o Boto, caso o Flamengo consiga contratá-lo, tenha sobre ele uma ascendência que vá fazê-lo ter um comportamento diferente”, pontuou Birner.
Outro fator que pode pesar nessa equação é o ambiente interno do Flamengo. Sob o comando de Filipe Luís, que conhece boa parte do elenco desde os tempos como jogador, o clube construiu um vestiário sólido e alinhado. Uma figura com dificuldades de adaptação ou com postura individualista poderia comprometer esse equilíbrio.
Por isso, apesar do talento inegável de João Félix, sua possível chegada ao clube é vista com cautela por parte da imprensa, especialmente por conta do histórico extracampo e do perfil psicológico.
Diretoria rubro-negra rejeita oferta de 10 milhões de euros pelo defensor e assegura a manutenção do atleta, que vive grande fase
05 Mar 2026 | 19:32 |
A trajetória de Léo Pereira no Flamengo é marcada por intensa superação e consolidação técnica. Contratado junto ao Athletico Paranaense cercado de grandes expectativas, o defensor enfrentou um início bastante turbulento na temporada de 2020. Naquela época, o acúmulo de falhas defensivas gerou fortes críticas por parte das arquibancadas, e o clima de insatisfação quase resultou na saída antecipada do jogador da Gávea.
Agora, a excelente regularidade apresentada pelo camisa 4 despertou o inevitável interesse do mercado futebolístico internacional. Recentemente, a alta cúpula do departamento de futebol do Flamengo recebeu uma oferta oficial na casa dos 10 milhões de euros (cifra que gira em torno de R$ 61 milhões na conversão atual) por seus direitos econômicos.
Apesar dos altos valores colocados à mesa, a direção do Rubro-Negro agiu rápido e rechaçou a investida. A recusa imediata evidencia a postura firme do clube carioca em não se desfazer de peças estruturais de seu elenco, consolidando a valorização técnica e financeira que o zagueiro adquiriu ao longo de sua passagem pelo Rio de Janeiro.
O posicionamento interno da diretoria é cristalino: nenhum atleta considerado vital para o funcionamento da equipe titular será negociado nesta temporada, a menos que os valores propostos sejam astronômicos e completamente fora da curva do mercado padrão. Além disso, o próprio Léo Pereira demonstra total satisfação com sua rotina no Flamengo, sem qualquer desejo de forçar uma transferência neste momento.
Com Léo Pereira a disposição, o Flamengo entra em campo mais uma final de Campeonato Carioca, e o torcedor rubro-negro não pode ficar de fora. No dia 8 de março, o Mengão enfrenta o Fluminense, às 18h, no Maracanã, em busca do 40º título estadual.
Com forte rejeição no vestiário e desgaste interno, dirigente português será desligado assim que Luiz Eduardo Baptista definir o novo formato do departamento
05 Mar 2026 | 18:26 |
O departamento de futebol do Flamengo passará por uma nova reestruturação drástica nos próximos dias. O presidente do clube, Luiz Eduardo Baptista, o Bap, já tomou a decisão em caráter definitivo de encerrar o vínculo com o atual diretor de futebol, José Boto. A permanência do dirigente europeu no cargo é provisória e durará apenas o tempo necessário para que a cúpula rubro-negra encontre uma peça de reposição no mercado.
Com a saída decretada nos bastidores, o presidente Bap analisa cautelosamente qual será o novo organograma do futebol rubro-negro. A gestão estuda duas possibilidades de modelo: centralizar o poder em apenas uma figura de liderança máxima ou dividir as responsabilidades entre dois profissionais, sendo um com perfil estritamente executivo e focado no mercado, e outro com trânsito livre e experiência para administrar as rotinas do vestiário.
Enquanto define a estrutura ideal, a diretoria já movimenta suas peças nos bastidores para preencher a iminente lacuna. O ex-zagueiro Fábio Luciano, que atualmente trabalha como comentarista nos canais ESPN, já recebeu uma sondagem oficial para entender sua disponibilidade.
O perfil de Fábio Luciano agrada bastante à ala da diretoria que defende a presença de um ex-atleta para fazer a ponte entre os gabinetes e o campo, pacificando o ambiente conturbado deixado pela atual gestão de futebol.
Caso a negociação avance, será o retorno de uma figura extremamente respeitada pelas arquibancadas. A trajetória de Fábio Luciano como jogador do Flamengo é constantemente lembrada como um grande exemplo de liderança e comprometimento. O ex-defensor chegou ao Rio de Janeiro no segundo semestre de 2007, momento em que a equipe amargava uma grave crise técnica.
Com diagnóstico de completa falta de comunicação com o elenco rubro-negro, cúpula adia demissão apenas pela ausência de um substituto imediato
05 Mar 2026 | 17:07 |
Os dias de José Boto como homem forte do futebol do Flamengo parecem estar contados. A alta cúpula rubro-negra já tomou a decisão de desligar o diretor português de suas funções, tratando o rompimento do vínculo como uma mera questão de tempo. O anúncio oficial da demissão só não foi sacramentado até o momento porque a presidência ainda não costurou um acordo com um substituto imediato para assumir a cadeira.
O principal estopim para a iminente queda do dirigente europeu foi um diagnóstico interno contundente feito pela gestão do clube carioca. Constatou-se que a comunicação e o alinhamento entre a direção de futebol e os principais líderes do vestiário do Flamengo são praticamente inexistentes na atual conjuntura.
Para preencher a lacuna que será deixada, o Flamengo trabalha com duas vertentes de perfis profissionais. A primeira opção é buscar um diretor com características de ex-jogador, o famoso perfil "boleiro", que tenha facilidade natural de trânsito e diálogo com o grupo.
A segunda alternativa é contratar um executivo de mercado estrito, mas que atue obrigatoriamente em conjunto com um supervisor focado exclusivamente em gerir o ambiente do vestiário.
Dentro dessas prateleiras de mercado, dois nomes de peso já começam a ser ventilados nos corredores da Gávea. O primeiro é o de Edu Gaspar, que atualmente realiza um trabalho de destaque no Nottingham Forest, da Inglaterra. O segundo alvo no radar rubro-negro é Leonardo, ex-dirigente do Paris Saint-Germain (PSG) e com vasta experiência no futebol europeu.