Futebol
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0Com a saída de Gabigol como uma possibilidade iminente, a gestão liderada por Bap coloca a busca por um substituto para o atacante entre as prioridades máximas. No entanto, com limitações no caixa, as opções de mercado precisam ser cuidadosamente avaliadas. Recentemente, o nome de Roger Guedes surgiu como alternativa para reforçar o ataque, mas não é unanimidade nem entre os torcedores nem entre os analistas.
A possibilidade da contratação de Roger Guedes gerou um debate acalorado entre jornalistas esportivos. Rodrigo Bueno, conhecido por análises contundentes, criticou a escolha. Para ele, o atacante, que deixou o Corinthians em alta, seria insuficiente para atender às demandas do clube rubro-negro. “O Flamengo pede mais. A Nação quer o mundo de novo. O Roger Guedes é um cara que vai fazer a diferença no Super Mundial?”, questionou Bueno, ressaltando as expectativas da torcida.
OLHAR PARA O MERCADO EUROPEU
Segundo Rodrigo Bueno, o Flamengo, com sua estrutura e capacidade financeira, deveria focar em jogadores de seleções nacionais, especialmente europeias. “Se Roger Guedes for só mais uma engrenagem, pode ser ok. Mas o Flamengo tem bala na agulha para buscar nomes de seleções. Olha para as seleções europeias”, sugeriu o jornalista, evidenciando a necessidade de um reforço de impacto no ataque.
DECEPÇÃO PELA ESCOLHA DO FLAMENGO
O jornalista revelou sua decepção com os rumores envolvendo Roger Guedes. Para Bueno, o Flamengo, com sua posição de destaque no cenário nacional e internacional, deveria mirar mais alto. “É o clube mais rico do país, que fatura mais de R$ 1 bilhão por ano. Eu esperava uma contratação de impacto, algo no nível de um Memphis Depay, como fez o Corinthians”, comparou.
A análise de Rodrigo Bueno também incluiu uma comparação direta com os movimentos de mercado de outros clubes brasileiros. Ele destacou que rivais como o Corinthians e o Fluminense têm buscado nomes de peso para compor seus elencos. “O Fluminense fala em trazer Richarlison. O que espero do Flamengo do Bap para 2025? Um substituto de Gabigol à altura, alguém de nível de seleção”, afirmou o jornalista.
Jogo eletrizante termina com vitória nos pênaltis
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0Nesta sexta-feira (13), o Shabab Al-Ahli, equipe dirigida pelo ex-técnico do Flamengo, Paulo Sousa, sagrou-se bicampeão da Supercopa dos Emirados Árabes. O time, que venceu o Al-Wasl nos pênaltis por 4 a 1, conta com três atletas formados no Rubro-Negro: Guilherme Bala, Yuri César e Mateusão.
No tempo regulamentar, a decisão terminou empatada por 2 a 2. Guilherme Bala, que passou pelo Flamengo entre 2019 e 2020, marcou um dos gols do Shabab Al-Ahli. O outro gol foi de Milivojevic. Após o empate, a equipe mostrou frieza nas cobranças de pênaltis e garantiu o título com uma atuação sólida.
O EX-TREINADOR DO FLAMENGO CELEBRA A SUA CONQUISTA
Este é o primeiro título de Paulo Sousa à frente do Shabab Al-Ahli, consolidando um início promissor no clube. O treinador, que teve uma breve passagem pelo Flamengo em 2022, elogiou o desempenho do elenco e destacou a força do grupo para superar momentos de pressão. Guilherme Bala foi decisivo ao balançar as redes e contribuir para o título. Mateusão, outro jogador formado no Flamengo, também teve papel fundamental na partida. Ambos são exemplos do sucesso da base rubro-negra em competições internacionais.
EX-FLAMENGO CELEBRA TÍTULO
Após o jogo, Mateusão celebrou o título e destacou o foco para as próximas partidas: "Estou muito feliz com mais um título aqui no Al-Ahli. Foi uma partida muito difícil, como já era esperado. Conseguimos abrir 2 a 0, mas acabamos cedendo o empate no finalzinho. Graças a Deus, nos pênaltis, conseguimos sair campeões. Agora, o foco é manter o ritmo forte para os próximos jogos."
A atuação de Guilherme Bala, Yuri César e Mateusão reforça o impacto global da base do Flamengo, conhecida por formar jogadores de alto nível que têm brilhado em diferentes partes do mundo. A equipe de Paulo Sousa volta a campo no próximo dia 17, quando enfrenta novamente o Al-Wasl pelo campeonato nacional. O confronto promete ser mais uma oportunidade para o trio ex-Flamengo mostrar seu valor.
O atleta incorporou uma espécie de "avaliador da beleza" dos companheiros de equipe.
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0O Flamengo já começou a planejar a temporada de 2025 com um objetivo claro: contratar um novo atacante para preencher o vazio deixado pela saída de Gabigol. De acordo com informações do portal O Futebolero, Enner Valencia, atualmente no Internacional, é um dos nomes que despertam interesse nos bastidores do clube carioca.
Valencia, de 35 anos, mostrou sua qualidade durante o Brasileirão, recuperando a titularidade no time comandado por Roger Machado na reta final da competição. O equatoriano, inclusive, foi peça decisiva em confrontos contra o Flamengo, marcando gols tanto no empate por 1 a 1 no Beira-Rio quanto na derrota por 3 a 2 no Maracanã. Esses desempenhos reforçam sua reputação como um atacante experiente e perigoso.
CONTRATO ATÉ 2026 COM O INTERNACIONAL
Com vínculo firmado com o Internacional até junho de 2026, a contratação de Valencia não será simples. No entanto, a proximidade de um ano eleitoral no Flamengo e a necessidade de reposição para o ataque colocam o jogador como uma possibilidade interessante para o Rubro-Negro, que busca um nome de impacto para atender às exigências do técnico Filipe Luís e da torcida.
O técnico Filipe Luís, que assumiu recentemente o comando do Flamengo, revelou o tipo de jogador que considera ideal para o esquema tático rubro-negro. Segundo ele, o clube precisa de um atacante com características específicas que atendam ao DNA de jogo do time. “O modelo do Flamengo exige que o time pressione alto, jogue com imposição e ataque espaços com verticalidade. Isso significa que precisamos de um atacante com físico privilegiado, boa relação com a bola e capacidade de pressionar o adversário. Estamos buscando as melhores características possíveis para essa posição”, explicou Filipe.
Imperador reflete sobre sua carreira no futebol e a decisão de se afastar do esporte
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0Sem disputar uma partida oficial desde 2014, quando vestiu a camisa do Athletico-PR, Adriano confessou que não sente falta do futebol profissional. Segundo ele, a decisão de se afastar veio com a percepção de que o esporte já não trazia felicidade. “Eu fiz o que tinha que fazer. Não sinto falta. Acho que fiz até onde pude fazer. Se as coisas não estão dando certo, tem que ser homem para recuar, para se afastar do que não te faz mais bem”, afirmou o ex-jogador.
O Imperador reconheceu que o entusiasmo pelo futebol diminuiu nos últimos anos de sua carreira. Depois de uma passagem marcante pelo Flamengo em 2009, onde foi artilheiro e campeão brasileiro, Adriano enfrentou dificuldades para manter o mesmo nível de dedicação. “Não era mais como quando eu era pequeno, quando comecei, com a autoestima lá em cima, querendo conquistar as coisas. Não era mais a mesma coisa”, admitiu.
O PESO DA RESPONSABILIDADE
Adriano falou sobre o impacto emocional que a fama e o sucesso precoce tiveram em sua vida. Ele destacou o desafio de lidar com tantas mudanças e responsabilidades em tão pouco tempo. “A responsabilidade veio muito cedo. Para um garoto que não tinha nada, mas do nada tem um monte de coisa, que é chamado de Imperador, a cabeça fica pirada. A gente deixa subir à cabeça, o que é normal”, refletiu.
ESCOLHAS ERRADAS NA CARREIRA
Apesar de todas as conquistas, Adriano revelou momentos de introspecção. Ele contou que sua mãe foi uma figura crucial ao tentar ajudá-lo a manter os pés no chão. “Mais para frente, minha mãe falou: ‘Não faça isso, toma cuidado’. Quando eu voltei para a Inter, nos dois, três últimos anos, comecei a ver que não precisava daquilo”, disse.
Adriano foi revelado pelo Flamengo em 2000 e logo chamou atenção por sua força física e técnica. Sua trajetória na Europa inclui passagens brilhantes pela Internazionale, onde conquistou quatro Campeonatos Italianos, duas Copas da Itália e três Supercopas da Itália. Ele também foi peça importante na seleção brasileira, sendo campeão da Copa América de 2004 e da Copa das Confederações de 2005.