Futebol

José Boto ajusta política de premiação a funcionários do Flamengo - afirma jornalista

Profissionais de áreas operacionais passam a ser mais valorizados após títulos; mudanças foram aprovadas por Bap e implementadas já neste ano

Gazeta do Urubu – Onde o Flamengo é Notícia
Gazeta do Urubu – Onde o Flamengo é Notícia

03 Mai 2025 | 19:57 |

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Ao mesmo tempo em que o Flamengo se movimenta nos bastidores do mercado da bola, mudanças importantes também ocorrem internamente, longe dos holofotes. Desde que assumiu o comando do departamento de futebol do clube, o diretor técnico José Boto promoveu ajustes na política de premiações aos funcionários ligados ao futebol.




BOTO FAZ NOVOS MOLDES DE PREMIAÇÃO 


De acordo com apuração da equipe do Paparazzo Rubro-Negro, nomes como massagistas, roupeiros e até seguranças passaram a ter participação mais significativa nos bônus repassados em caso de conquistas da equipe profissional. Antes deixados à margem ou com premiações simbólicas, esses profissionais agora recebem valores equiparados aos dos antigos gerentes da gestão anterior.

STAFF SE BLINDA COM BOTO 


As alterações foram propostas por Boto e contaram com o aval do presidente do Conselho de Futebol, Luiz Eduardo Baptista, o Bap. O entendimento é de que quem está no dia a dia com o elenco precisa se sentir parte do processo — e ser reconhecido como tal. A mudança já surtiu efeito na prática. Em 2025, os títulos da Supercopa do Brasil e do Campeonato Carioca renderam premiações reforçadas aos colaboradores que atuam fora das quatro linhas. Pela primeira vez, seguranças que não faziam parte do chamado “racha” da premiação passaram a ser contemplados.


A medida é vista internamente como um gesto de valorização e respeito à rotina dos profissionais que atuam longe dos gramados, mas que são considerados essenciais para o funcionamento e rendimento do elenco. Há um esforço do clube em reforçar a cultura de grupo, onde todos se sintam parte das vitórias — e também responsáveis por elas.


José Boto, que chegou ao Flamengo em março, traz na bagagem passagens por clubes como Benfica, Shakhtar Donetsk e PAOK, sempre com forte atuação na integração dos departamentos e no fortalecimento da estrutura de apoio aos atletas. Internamente, tem ganhado respaldo por decisões que vão além do campo.



Futebol

Mercado brasileiro se fecha para o Flamengo em vendas de jogadores

Mengão não tem fechado acordos com clubes nacionais interessados em seus atletas e situação se transforma em padrão da gestão Bap

Flamengo não consegue fechar vendas ou empréstimos de seus jogadores no mercado brasileiro - Foto: Reprodução
Flamengo não consegue fechar vendas ou empréstimos de seus jogadores no mercado brasileiro - Foto: Reprodução

06 Fev 2026 | 17:30 |

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O Flamengo tem encontrado obstáculos para negociar jogadores do elenco profissional com clubes brasileiros nesta janela de transferências. Apesar de contar com um grupo numeroso e qualificado, a diretoria avalia que as propostas recebidas no mercado nacional não atingem o patamar financeiro considerado adequado.


ÚNICA VENDA ENVOLVE ATLETA QUE ESTAVA FORA


Até o momento, apenas um jogador foi negociado com um clube do Brasil, e não fazia parte do elenco principal. Emprestado ao Santos até o meio do ano, Victor Hugo recebeu proposta do Atlético-MG. O clube aceitou vender 50% dos direitos econômicos do meia por 2,5 milhões de dólares (cerca de R$ 13,4 milhões).


SAÍDAS SEM RETORNO FINANCEIRO RELEVANTE

As demais movimentações envolveram atletas em fim de contrato ou fora dos planos. O goleiro Matheus Cunha foi para o Cruzeiro, o zagueiro Pablo acertou com o São Bernardo e o atacante Carlinhos se transferiu para o Remo. Também sem vínculo ao fim, o zagueiro Cleiton deixou o clube rumo ao Wolfsburg, da Alemanha.


POSTURA RIGOROSA NO MERCADO

Internamente, o entendimento é de que a venda de qualquer jogador do elenco profissional exige uma compensação financeira relevante. A avaliação é que, para repor à altura e manter o nível do grupo, seria necessário investir alto no mercado, o que justifica a postura mais rígida nas negociações.

ALLAN DEVE PERMANECER

Nesse cenário, a tendência é que Allan não seja negociado com clubes brasileiros, mesmo com o desejo do volante de buscar mais minutos em 2026. As conversas com São Paulo, Corinthians e Vasco não avançaram justamente pela diferença de valores e pela política adotada pela diretoria.

WALLACE YAN AINDA EM PAUTA

A única negociação em andamento com um concorrente direto envolve Wallace Yan. Houve acordo inicial com o Red Bull Bragantino, mas o clube paulista recuou nos termos e o Flamengo chegou a interromper as tratativas. Ainda assim, as partes mantêm a expectativa de um desfecho positivo até o encerramento da janela.



Futebol

Afeta o Flamengo? CBF estuda mudança drástica no Brasileirão

Entidade quer discutir com clubes a possibilidade de alteração grande nas Séries A e B da competição que pode passar a valer já em 2027

CBF quer promover mudanças drásticas no futebol brasileiro e regulamento do Brasileirão pode ter alterações; Flamengo não deve ser afetado - Foto: Reprodução
CBF quer promover mudanças drásticas no futebol brasileiro e regulamento do Brasileirão pode ter alterações; Flamengo não deve ser afetado - Foto: Reprodução

06 Fev 2026 | 17:00 |

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A possibilidade de mudanças no regulamento do Campeonato Brasileiro voltou à pauta da Confederação Brasileira de Futebol. Atendendo a uma demanda de parte dos clubes, a CBF confirmou que irá debater a redução do número de rebaixados da Série A.


CLUBES DEFENDEM MUDANÇA NO Z-4


De acordo com informações do portal 'GE', alguns participantes do Brasileirão defendem a diminuição de quatro para três clubes rebaixados da Série A para a Série B. Caso a proposta avance, a alteração também impactaria diretamente a divisão inferior, com a redução de quatro para três acessos da B para a elite do futebol nacional.


OUTROS TEMAS NA PAUTA

Além do debate sobre o rebaixamento, a CBF pretende colocar em discussão outros pontos sensíveis do campeonato. Entre eles estão o uso de gramado sintético e o limite de jogadores estrangeiros relacionados por partida.


Atualmente, cada clube pode inscrever até nove atletas nascidos fora do Brasil por jogo. Nos últimos meses, algumas equipes passaram a defender a redução desse número, sob o argumento de que o alto contingente de estrangeiros prejudica a formação e a utilização de jovens jogadores brasileiros.

REUNIÃO AINDA SEM DATA

Apesar da sinalização de que os temas serão debatidos, a CBF ainda não definiu uma data para a reunião com os clubes. A tendência, no entanto, é que as conversas aconteçam ainda no primeiro semestre de 2026, antes do início das fases decisivas da Copa do Brasil. As possíveis mudanças, caso aprovadas, só passariam a valer após consenso entre os clubes e adequação ao regulamento geral das competições nacionais.



Futebol

Varela aponta principal problema do Flamengo no início da temporada: "fazer o que..."

Lateral uruguaio admite que falta de fôlego tem prejudicado a qualidade técnica da equipe e projeta recuperação do elenco para retomar o nível de atuação

Varela cita falta de "ar" para atacar e defender como motivo para o desempenho abaixo do esperado do Flamengo - foto: reprodução
Varela cita falta de "ar" para atacar e defender como motivo para o desempenho abaixo do esperado do Flamengo - foto: reprodução

06 Fev 2026 | 16:40 |

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Na última quarta-feira (04), o Flamengo recebeu o Internacional no Maracanã e ficou no empate em 1 a 1, em duelo válido pela segunda rodada da competição nacional. O resultado ampliou a sequência negativa da equipe, que agora soma quatro partidas consecutivas sem vitórias.


Após o apito final, o lateral-direito Guillermo Varela utilizou a zona mista para fazer um diagnóstico sincero sobre o momento vivido pelo clube, apontando o condicionamento atlético como o principal vilão. Ao ser questionado sobre as dificuldades encontradas pelo Flamengo neste início de temporada, Varela foi direto ao identificar a raiz do problema. 


IMPACTO DO CONDICIONAMENTO FÍSICO


Para o defensor, a questão física é o fator preponderante que desencadeia outras falhas, inclusive técnicas. Segundo ele, a falta de resistência compromete a tomada de decisão e a execução das jogadas: "É lógico que é físico. Mas, se você não está bem fisicamente, não estará na qualidade, porque se não tem ar o suficiente para ir e voltar, vai perder em qualidade", explicou o uruguaio.

O jogador, no entanto, demonstrou otimismo quanto a uma virada de chave, condicionando a melhora do time à evolução na preparação atlética. "Então, quanto mais rápido o time voltar a estar 100% fisicamente, voltaremos a fazer o que fizemos há um mês. É o que nós queremos, e a torcida também", completou.


POSSE DE BOLA SEM EFETIVIDADE

Dentro das quatro linhas, o confronto apresentou um primeiro tempo equilibrado, mas com roteiro conhecido: o Flamengo deteve a maior parte da posse de bola, porém encontrou dificuldades para transformar o controle territorial em chances claras de gol. A ineficiência ofensiva foi punida nos acréscimos da etapa inicial, quando Rafael Borré balançou as redes aos 48 minutos, colocando o Internacional em vantagem.


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