Futebol
Pedro antecipa preparação física nas férias e foca na temporada pelo Flamengo
03 Jan 2026 | 16:05
Futebol
19 Jul 2024 | 12:03 |
O presidente do Conselho Deliberativo do Flamengo, Antônio Alcides, convocou para o próximo dia 29 a reunião para aprovar a participação do clube no leilão para aquisição do terreno do antigo Gasômetro, desapropriado pela Prefeitura para a construção de um estádio para no mínimo 70 mil pessoas.
O leilão acontece no dia 31 de julho. Como as regras da disputa preveem que os participantes podem aumentar sua oferta em lances verbais caso haja mais de um interessado, a convocação do Conselho pede carta branca para que o presidente possa aumentar o valor mínimo de R$ 138 milhões ao longo do leilão.
“O Presidente do Clube de Regatas do Flamengo solicitou que seja deliberada pelo plenário deste Conselho a seguinte proposição: ‘Autorizar o Flamengo a participar do mencionado leilão e ofertar lances em valor igual ou superior ao de avaliação, de acordo com o prudente arbítrio do Presidente e de sua equipe, a fim de que o Flamengo possa adquirir o mencionado imóvel em valor que julgar justo, razoável e compatível com sua saúde financeira”, diz o pedido.
A expectativa do Flamengo é que as condições do edital excluam outros interessados do leilão, já que o Flamengo é o único clube interessado na construção de um estádio para 70 mil pessoas. Entretanto, como não há inscrição prévia no leilão, só se saberá na hora se há outros interessados e o Flamengo terá que gastar mais de R$ 138 milhões.
O presidente Rodolfo Landim deve ter nesta sexta-feira reuniões em Brasília com dirigentes da Caixa Econômica Federal para convencer a empresa, administradora do fundo que administra o terreno, a não questionar o valor do leilão na Justiça. Isso significa que o clube pode chegar a algum acordo para oferecer um valor acima do mínimo no leilão que não seja questionado pela Caixa na Justiça.
Candidato dissidente a presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista (Bap) expressou preocupações de que a Justiça dê ganho de causa à Caixa e obrigue o Flamengo a pagar um valor muito maior do que o previsto no leilão. Nas negociações diretas, o Flamengo se mostrou disposto a pagar até R$ 250 milhões pelo terreno, e ainda assim a Caixa não aceitou a oferta por acreditar que o terreno valeria até R$ 400 milhões.
Goleiro vive grande fase como titular absoluto na Vila Belmiro e não vê vantagem em se transferir para o banco rubro-negro; Peixe também faz jogo duro
03 Jan 2026 | 18:30 |
Flamengo encontrou um obstáculo significativo em sua busca por um novo goleiro. Gabriel Brazão, alvo da diretoria rubro-negra para a temporada de 2026, sinalizou que não tem interesse em deixar o Santos neste momento. Diante da alta competitividade no elenco carioca, o arqueiro de 25 anos avalia que trocar a titularidade absoluta na Vila Belmiro para disputar posição com o argentino Agustín Rossi na Gávea não seria um movimento estratégico para sua carreira.
Segundo apuração do jornalista Venê Casagrande, o jogador entende que vive o melhor momento de sua trajetória profissional. Brazão superou a concorrência interna de João Paulo, assumiu a meta santista e se consolidou como um dos pilares da equipe paulista, status que ele pretende manter ao longo do ano.
Além da vontade do atleta, o Flamengo enfrenta a resistência da diretoria do Santos. O clube da Baixada Santista considera Brazão inegociável e trata sua permanência como fundamental para o planejamento esportivo de 2026. A gestão alvinegra trabalha para manter a base do time titular e não pretende facilitar a saída de seus destaques para rivais do futebol brasileiro.
A avaliação interna no Peixe é de que o goleiro é uma peça-chave e dificilmente encontrariam uma reposição à altura no mercado. Portanto, convencer o clube paulista a abrir mão de seu camisa 1 promete ser uma missão tão ou mais complicada do que seduzir o próprio jogador.
O interesse rubro-negro em Gabriel Brazão não é novidade. Na janela de transferências de agosto, o Flamengo chegou a formalizar uma oferta robusta de 7 milhões de euros (cerca de R$ 44 milhões na cotação da época) por 70% dos direitos econômicos do atleta. Mesmo com os valores elevados, o Santos recusou a investida, reafirmando sua postura rígida nas negociações.
Considerado o "Plano B" para o ataque, jovem revelado pelo Santos tem permanência bancada pelos árabes, que descartam negociação neste momento
03 Jan 2026 | 17:10 |
Enquanto as tratativas por Kaio Jorge com o Cruzeiro seguem travadas, a diretoria do Flamengo buscou informações sobre Marcos Leonardo, do Al-Hilal, tratado internamente como a principal alternativa para disputar posição com Pedro. No entanto, o clube carioca esbarrou na postura irredutível dos sauditas, que não pretendem facilitar a saída do jovem brasileiro.
A complexidade da operação já era prevista pela gestão flamenguista, tanto pelos valores astronômicos envolvidos na ida do jogador para a Arábia quanto por sua recente valorização no elenco comandado por Jorge Jesus.
De acordo com informações do jornalista Venê Casagrande, o Flamengo já recebeu um posicionamento oficial do Al-Hilal. O clube de Riade comunicou que Marcos Leonardo faz parte dos planos para a sequência da temporada e que não há interesse em negociá-lo neste momento. A resposta esfriou as expectativas na Gávea, embora o departamento de futebol mantenha o nome do atleta em sua lista de monitoramento.
A situação do atacante mudou drasticamente no último ano. Em 2025, o jogador de 22 anos chegou a ter seu nome ventilado em um possível empréstimo para o São Paulo devido à falta de minutos. Contudo, Marcos Leonardo conseguiu dar a volta por cima, ganhou espaço na rotação do time estelar do Al-Hilal e se consolidou como uma peça importante, o que blinda sua saída atualmente.
Além da recusa técnica, o aspecto financeiro torna o negócio quase utópico. Marcos Leonardo foi comprado pelo Benfica junto ao Santos por 18 milhões de euros no início de 2024. Poucos meses depois, em agosto, o Al-Hilal pagou 40 milhões de euros (cerca de R$ 257 milhões na cotação da época) para tirá-lo de Portugal.
O pagamento refere-se às conquistas do Campeonato Brasileiro e da Libertadores na temporada passada; acordo previa remuneração extra baseada em títulos
03 Jan 2026 | 16:30 |
O início de 2026 trouxe novas obrigações financeiras cumpridas pelo Flamengo. O clube carioca realizou o pagamento de um bônus no valor de 1,25 milhão de euros (aproximadamente R$ 8 milhões na cotação atual) ao Atlético de Madrid. A quantia é referente a cláusulas de desempenho estipuladas no contrato de compra do atacante Samuel Lino, firmado no ano anterior.
A transação original, que trouxe o jogador para a Gávea, envolveu um montante fixo de 22 milhões de euros (cerca de R$ 143 milhões à época). No entanto, o acordo previa "gatilhos" financeiros adicionais caso o Rubro-Negro levantasse troféus importantes e o atleta tivesse participação ativa nas campanhas.
Segundo informações apuradas pelo jornalista Venê Casagrande, o bônus quitado agora é a soma de duas premiações distintas. O contrato estabelecia o pagamento de 500 mil euros (R$ 3,2 milhões) em caso de título do Campeonato Brasileiro ou da Copa do Brasil. Adicionalmente, havia uma cláusula de 750 mil euros (R$ 4,8 milhões) específica para a conquista da Copa Libertadores da América.
Como o Flamengo sagrou-se campeão tanto do Brasileirão quanto da Libertadores na temporada de 2025, o clube espanhol teve direito a receber a soma integral dessas variáveis, totalizando o depósito feito neste mês de janeiro.
Vale destacar que o pagamento não era automático apenas pelos títulos. O contrato exigia que Samuel Lino atuasse em pelo menos 60% das partidas das competições vencidas para que o bônus fosse ativado. Como o atacante foi contratado com a temporada em andamento, o cálculo da porcentagem foi aplicado proporcionalmente aos jogos restantes nos torneios após sua chegada.
O Flamengo também se protegeu contratualmente com um teto de gastos para essas bonificações. O acordo prevê que o valor total de variáveis pagas ao Atlético de Madrid por metas de desempenho não pode ultrapassar a cifra de 3 milhões de euros (R$ 19,2 milhões) ao longo de todo o vínculo.