Clube
09 Out 2023 | 14:17 |
No cenário atual, as redes sociais se tornaram um palco crucial para os clubes esportivos alcançarem seus torcedores e interagirem com o público de maneira mais direta e eficaz. Em outubro de 2023, o Flamengo mantém sua liderança incontestável como o clube brasileiro mais seguido nas redes sociais, com impressionantes 56,2 milhões de seguidores. Essa estatística não apenas confirma a grandeza e a paixão de sua torcida, mas também ressalta a importância das plataformas digitais no contexto do futebol.
Em segundo lugar, surge o Corinthians, com uma base sólida de 35,3 milhões de seguidores. O clube paulista, tradicionalmente conhecido por sua torcida fiel, continua a expandir sua presença online. A rivalidade histórica entre Flamengo e Corinthians também se estende ao mundo virtual, alimentando debates e discussões nas redes sociais. Na terceira posição, temos o São Paulo, com 21,5 milhões de seguidores. O tricolor paulista, com sua rica história e tradição, conquista um espaço sólido nas redes sociais, aproximando-se do segundo colocado Corinthians, em uma corrida constante por visibilidade online.
O Palmeiras ocupa a quarta posição, com 18,6 milhões de seguidores, consolidando sua presença nas redes sociais, embora ainda esteja um pouco atrás dos líderes. A rivalidade histórica com o Corinthians adiciona uma camada extra de competitividade a essa batalha virtual. Em quinto lugar, surge o Santos, com 12,7 milhões de seguidores. O clube da Vila Belmiro, conhecido por sua tradição em revelar talentos, continua a expandir sua base de fãs online, mantendo-se no top 10 dos clubes mais seguidos nas redes sociais.
O Vasco da Gama, com 12,6 milhões de seguidores, está na sexta posição. Apesar de passar por desafios no cenário esportivo nos últimos anos, o clube mantém uma presença significativa nas redes sociais, graças ao apoio fervoroso de sua torcida. Em sétimo lugar, encontramos o Grêmio, com 11,4 milhões de seguidores. O clube gaúcho, com sua tradição de sucesso no futebol brasileiro e internacional, mantém uma base sólida de seguidores nas redes sociais.
O Atlético Mineiro figura na oitava posição, com 10,6 milhões de seguidores. O Galo, como é carinhosamente conhecido por sua torcida, continua a conquistar novos fãs online, à medida que busca consolidar seu lugar no topo do futebol brasileiro. Na nona posição, está o Cruzeiro, com 9,6 milhões de seguidores. Apesar de enfrentar desafios em sua trajetória recente, o clube ainda possui uma base leal de torcedores que o acompanha nas redes sociais.
O Internacional, com 7,5 milhões de seguidores, ocupa a décima posição. O clube colorado, tradicional rival do Grêmio, mantém uma presença respeitável nas redes sociais, contribuindo para a constante competição entre os clubes gaúchos. Em 11º lugar, aparece o Fluminense, com 7,3 milhões de seguidores. O Tricolor das Laranjeiras, com sua história rica e tradição no futebol carioca, continua a atrair seguidores nas redes sociais.
A Chapecoense, com 6,2 milhões de seguidores, ocupa a 12ª posição. O clube catarinense, apesar de não ter a mesma visibilidade dos gigantes do futebol brasileiro, mantém uma presença sólida nas redes sociais. Na 13ª posição, temos o Botafogo, com 5,6 milhões de seguidores. O alvinegro carioca, embora tenha enfrentado desafios esportivos nos últimos anos, ainda tem uma base de fãs leal que o segue nas plataformas digitais.
Em resumo, em outubro de 2023, a presença nas redes sociais continua a ser uma parte fundamental da estratégia de marketing e engajamento dos clubes brasileiros. Esses números refletem não apenas o tamanho de suas torcidas, mas também o quão eficazes são em se conectar com seus seguidores em um cenário cada vez mais digitalizado. À medida que as plataformas online evoluem, é provável que essa competição por seguidores e engajamento nas redes sociais continue a se intensificar, desempenhando um papel crucial na forma como os clubes se posicionam no mundo do esporte e da mídia.
Clube já tem o maior faturamento do futebol brasileiro e foi o primeiro a ultrapassar a marca de R$ 2 bi, mas o presidente planeja ainda mais
20 Mai 2026 | 17:00 |
Pela primeira vez na história do futebol brasileiro, o Flamengo alcançou a marca de R$ 2 bilhões em receita anual. Mesmo diante do recorde histórico, a diretoria rubro-negra já trabalha com metas ainda mais ambiciosas para os próximos anos. O presidente Luiz Eduardo Baptista, o Bap, revelou que o objetivo do clube é atingir R$ 3 bilhões em faturamento até 2030.
Durante participação no videocast “Sport Insider”, do canal N Sports, o mandatário explicou que o crescimento planejado não depende apenas do futebol dentro de campo. Segundo Bap, o Flamengo prepara uma série de projetos paralelos para ampliar significativamente as receitas do clube nos próximos anos.
“Tem uma série de coisas que vamos fazer que não têm absolutamente nada a ver com futebol que vão turbinar esse aumento de receita. Quando se olha para direito de transmissão, número de partidas, ticket médio, premiação, não tem como crescer olhando de maneira ortodoxa. Tendo uma visão mais heterodoxa, vai caber mais R$ 1 bilhão em três, quatro anos”, afirmou o presidente.
O crescimento financeiro recente do Flamengo reforça o otimismo da diretoria. Em 2021, o clube ultrapassou pela primeira vez a marca de R$ 1 bilhão em receita. Apenas quatro temporadas depois, o Rubro-Negro dobrou esse valor e chegou aos R$ 2 bilhões. Agora, a expectativa é repetir o salto financeiro até o fim da década.
Entre os projetos em andamento, o Flamengo pretende lançar uma marca própria de roupas voltada para o público feminino. Batizada de “Gávea”, a linha de moda casual foi planejada após estudos de mercado indicarem o forte potencial de consumo desse segmento.
Além disso, o clube também deseja investir no setor imobiliário. Um dos planos da diretoria envolve a construção de um hotel cinco estrelas na Gávea, Zona Sul do Rio de Janeiro. Com as novas iniciativas, o Flamengo busca ampliar receitas fora das quatro linhas e consolidar ainda mais a posição como clube mais poderoso financeiramente da América do Sul.
Em fim de contrato com o Mengão, atleta vê nos EUA o local ideal para ter mais tempo em quadra e desenvolver seus talentos
13 Mai 2026 | 09:00 |
A saída de Helena Wenk do Sesc Flamengo ganhou novos capítulos após declarações de Paulo Coco, auxiliar técnico da Seleção Brasileira e treinador do Atlanta (EUA). Em entrevista ao portal “Olimpíada Todo Dia”, o comandante comentou sobre o desenvolvimento da ponteira de 1,99m em meio à despedida da atleta do Rubro-Negro rumo ao exterior.
Mesmo sem confirmar oficialmente a contratação de Helena pelo Atlanta, equipe que disputa a LOVB, liga profissional dos Estados Unidos, Paulo Coco reforçou um ponto que já vinha sendo debatido entre torcedores rubro-negros: a necessidade de mais tempo em quadra para a evolução da jovem atleta.
Segundo o treinador, o mais importante neste momento da carreira da ponteira é encontrar um ambiente que permita crescimento técnico e sequência de jogos em alto nível. No Sesc Flamengo, Helena alternou momentos de destaque e partidas no banco de reservas sob comando de Bernardinho. Apesar de ter sido peça importante na semifinal diante do Praia Clube, a jovem acabou perdendo espaço justamente na reta decisiva da temporada.
A falta de sequência entre as titulares é vista como um dos fatores que dificultaram o desenvolvimento pleno da atleta no time principal. Para Paulo Coco, jogadoras com o porte físico e o potencial técnico de Helena precisam atuar regularmente para alcançar o mais alto nível do voleibol internacional. A expectativa é de que, nos Estados Unidos, a ponteira consiga a rodagem necessária para evoluir de forma mais consistente e ganhar protagonismo.
Com a saída de Helena Wenk, o Flamengo já se movimentou no mercado para reforçar o elenco visando a temporada 2026/27. Entre os nomes confirmados estão Ariele e Jaque, que chegam para fortalecer o grupo comandado por Bernardinho.
Mesmo assim, a despedida da jovem promessa segue gerando debates entre os torcedores rubro-negros. Isso porque Helena era considerada uma das principais joias recentes das categorias de base do clube e tinha grande expectativa de crescimento dentro do projeto do Sesc Flamengo.
Mengão volta a abordar o aumento de impostos para os clubes associativos em relação às SAFs e como isso pode prejudicar modalidades no Brasil
09 Mai 2026 | 21:00 |
O Flamengo utilizou os canais oficiais neste sábado (09) para fazer um alerta sobre o futuro dos esportes olímpicos no Brasil. Em vídeo publicado no YouTube, o clube rubro-negro demonstrou preocupação com os impactos da nova reforma tributária sobre entidades esportivas sem fins lucrativos e afirmou que diversas modalidades podem ficar ameaçadas nos próximos anos.
A produção divulgada pela Flamengo TV trata o tema como uma questão urgente para o esporte nacional. Ao longo do conteúdo, atletas, especialistas e representantes ligados ao setor esportivo destacam possíveis consequências da mudança na legislação, principalmente para clubes formadores que dependem de incentivos fiscais para manter projetos sociais e modalidades olímpicas.
Uma das vozes presentes no vídeo é a da judoca Rosicleia Campos, que chamou atenção para os impactos além do alto rendimento esportivo. Segundo a ex-atleta, o trabalho realizado pelos clubes vai muito além da formação de campeões. “Os clubes não formam só atletas, formam seres humanos”, destacou Rosicleia durante a gravação.
A preocupação central é de que o aumento da carga tributária provoque redução de investimentos, fechamento de projetos e até encerramento de modalidades esportivas, afetando diretamente crianças e jovens atendidos pelos clubes.
O debate gira em torno da Lei Complementar 224, de 2025. De acordo com o Flamengo e representantes do Comitê Brasileiro de Clubes (CBC), a nova legislação coloca entidades esportivas associativas em situação de desvantagem em relação às SAFs. Atualmente, as Sociedades Anônimas do Futebol recolhem cerca de 6% sobre a receita bruta.
Já os clubes sem fins lucrativos, que tradicionalmente reinvestem recursos em formação esportiva e projetos sociais, perderam benefícios históricos previstos anteriormente. Segundo o advogado Felipe Cavalcante, representante do CBC, a tributação para clubes como o Flamengo pode chegar a 11% a partir de 2027: “Não queremos melhoria, só queremos a manutenção do que temos”, afirmou o especialista durante o vídeo divulgado pela Flamengo TV.
Mesmo diante das dificuldades financeiras e do novo cenário tributário, o Flamengo segue mantendo importante presença nos esportes olímpicos brasileiros. Atualmente, o clube possui modalidades como ginástica artística, judô, nado artístico, natação, polo aquático, remo, vôlei e basquete.
Entretanto, o Rubro-Negro já precisou encerrar algumas atividades neste ano, como a canoagem e o remo paralímpico, reflexo das dificuldades enfrentadas para sustentar financeiramente os projetos esportivos. Com o vídeo publicado neste sábado, o Flamengo tenta ampliar o debate público sobre o tema e pressionar autoridades para revisão das medidas que, segundo o clube, podem comprometer o futuro do esporte olímpico nacional.