Futebol
Luiz Henrique dá declaração sobre Flamengo e anima torcedores - confira
30 Mar 2026 | 20:06
Futebol
05 Ago 2024 | 12:21 |
A torcida do Flamengo perdeu um de seus maiores ídolos nesta segunda-feira. O ex-meio-campista Adílio, que se eternizou com a camisa 8 rubro-negra, não resistiu a um câncer no pâncreas, condição que teve piora nos últimos meses. Ele estava internado no Hospital Rios D'Or. Adílio tinha 68 anos.
"Um anjo rubro-negro que voa rumo à eternidade.
As asas de um moleque sonhador o fizeram superar qualquer muro. Os campos da Gávea construíram amizades angelicais. Seus pés pareciam flutuar com a bola nos pés e foi assim que Adílio conquistou o mundo vestindo o Manto Sagrado. Seu sorriso, sua generosidade e sua bondade encantaram a quem o conheceu. O símbolo máximo do rubro-negrismo expresso no abraço infinito: comemorar gol de título com os braços rumo aos céus, dando jeito para cabermos milhões de nós na catarse de euforia, amor e paixão. Seus gols, dribles e comemorações marcaram para sempre a história do Mais Querido. Todo rubro-negro tem o privilégio de poder reverenciar o "Brown" como integrante da prateleira mais alta do nosso panteão. Hoje, nos despedimos do nosso Camisa 8, mas para nossa sorte, assim como o traçado do número eternizado, Adílio é infinito", escreveu o Flamengo.
O jogador já vinha tratando a condição nos últimos meses. Passou por cirurgia em março por contas de dores na região do tronco, mas o problema de saúde avançou. Ele deixa a esposa Sônia e três filhos: Soni Adílio (36 anos), Adílio Júnior (41) e Bruna (42). Os dois últimos, do primeiro casamento, com Rosemary.
Adílio era um meia clássico, de técnica apurada. Atuava centralizado ou caindo pela direita do campo. Na infância, jogava futebol com os colegas da Cruzada São Sebastião, comunidade da Zona Sul do Rio de Janeiro. Um dos amigos de infância, Julinho, que mais tarde viraria Júlio César Uri Geller, o acompanhou por quase toda a trajetória na base do rubro-negro. Entre o início da trajetória no Flamengo, jogava peladas na praia.
Vestiu a camisa 10 na estreia, em 1975, mas só naquele momento, já que o dono era Zico. Com a 8, que disputou por anos com Carpegiani, fez história ao lado do Galinho e de Andrade, em meio-campo histórico do Flamengo. Juntos, conquistaram o Mundial de 1981, sobre o Liverpool, o maior título da história do clube.
Adílio passou 14 anos no Flamengo. Conquistou também a Libertadores de 1981, três Brasileiros e cinco Cariocas. No total, fez 617 jogos com a camisa rubro-negra, terceiro que mais jogou pelo clube. Foi considerado por muitos o melhor em campo na final do Brasileirão de 1983, contra o Santos, na qual marcou o terceiro gol do 3 a 0. Fez dois jogos pela seleção brasileira, mas acabou não sendo convocado por Telê Santana para a Copa do Mundo de 1982, quando vivia o auge da carreira.
Em partida marcada por golaços e grandes defesas, as equipes ficaram no 1 a 1 na Arena Barueri; resultado mantém a briga direta pelo topo da tabela
30 Mar 2026 | 23:32 |
Palmeiras e Flamengo empataram por 1 a 1 nesta segunda-feira (30), na Arena Barueri, pela sexta rodada do Brasileirão Feminino. Os gols foram marcados ainda no primeiro tempo por Fernandinha e Brena. O resultado acabou beneficiando o São Paulo, que assumiu a liderança da competição.
O duelo foi marcado pelo equilíbrio tático. O Palmeiras tentou controlar o jogo com posse de bola e acionando Bia Zaneratto, enquanto o Flamengo apostou na pressão e na experiência de Cristiane. As goleiras Kate Tapia e Vivi Holzel tiveram papel decisivo, evitando que o placar fosse maior.
No primeiro tempo, o destaque ficou para os golaços. Fernandinha abriu o placar aos 16 minutos com um belo chute de fora da área. Pouco depois, Brena empatou após jogada trabalhada pelo ataque palmeirense. A partida seguiu intensa, com chances para os dois lados e grandes defesas das goleiras.
Na etapa final, o jogo ganhou contornos dramáticos. Dois gols foram anulados por impedimento, um para cada lado. O Flamengo quase venceu em cobrança de falta no travessão, enquanto o Palmeiras também assustou em contra-ataques. Apesar da pressão, o placar permaneceu inalterado até o fim.
Além da disputa em campo, o clássico teve momentos de tensão. Houve confusão nas arquibancadas e desentendimentos entre jogadoras. Com o empate, as duas equipes seguem próximas na tabela e voltam a campo no próximo fim de semana em busca de recuperação.
Sob o comando de Carlo Ancelotti, a equipe busca reabilitação após derrota para a França e define os últimos nomes para o Mundial de maio
30 Mar 2026 | 21:00 |
A Seleção Brasileira entra em campo nesta terça-feira (31) para um duelo cercado de simbolismo e importância técnica. O adversário será a Croácia, responsável pela eliminação do Brasil no Mundial de 2022, em confronto amistoso que encerra a atual Data Fifa de março.
Para o técnico italiano Carlo Ancelotti, a partida no Camping World Stadium, em Orlando, representa a oportunidade derradeira de observar o elenco antes do anúncio da lista oficial para a Copa do Mundo de 2026, agendado para o dia 18 de maio.
A escalação brasileira apresentará novidades significativas em relação ao último compromisso. A principal delas é o retorno de Vini Jr., ex-Flamengo, que treinou sem restrições no domingo após superar um desconforto muscular sentido contra os franceses.
PROVÁVEIS ESCALAÇÕES
O Brasil deve ir a campo com uma formação ofensiva, escalado com Ederson no gol; Ibañez, Marquinhos (ou Vitor Reis), Léo Pereira e Douglas Santos; Casemiro e Danilo no meio; Luiz Henrique, Matheus Cunha, João Pedro e Vini Jr. no ataque.
Já a Croácia, liderada pelo veterano Modric, deve alinhar com Livakovic; Stanisic, Vuskovic e Pongracic; Marco Pasalic, Modric, P. Sucic, Mario Pasalic e Perisic; Vlasic e Matanovic.
O torcedor brasileiro poderá acompanhar todas as emoções do confronto através da TV Globo, na rede aberta para todo o Brasil. Além disso, conseguirá acompanhar pelo canal do Youtube GE TV, do Grupo Globo, de graça, às 21h (horário de Brasília).
Departamento de futebol rubro-negro foca na contratação de um centroavante de elite, enquanto monitora o atacante do Zenit sob condições específicas de negócio
30 Mar 2026 | 20:30 |
A diretoria do Flamengo já iniciou o planejamento estratégico para a próxima janela de transferências, que abre em junho de 2026. Em apuração exclusiva com membros da cúpula do clube, ficou definido que, embora o nome de Luiz Henrique (ex-Botafogo e atualmente no Zenit) siga no radar do departamento de scout, não há qualquer negociação oficial em andamento no momento.
A lista definitiva de reforços ainda será discutida e validada em conjunto com o técnico Leonardo Jardim, mas as diretrizes financeiras para o meio do ano já possuem um alvo prioritário. Internamente, o consenso é que o elenco necessita de um "camisa 9" de peso para dividir a responsabilidade ofensiva ou elevar o patamar do setor.
O Flamengo está disposto a realizar um investimento vultoso, estimado entre 30 e 40 milhões de euros (aproximadamente R$ 180 a 240 milhões), mas esse montante está carimbado para a chegada de um centroavante de impacto internacional, e não para o setor de beirada de campo.
A estratégia da gestão de Luiz Eduardo Baptista, o Bap, é clara: o grande aporte financeiro da próxima janela terá um destino único. O clube entende que a lacuna mais urgente no elenco de Leonardo Jardim é a de um finalizador de elite que chegue com status de titular absoluto ou concorrente direto de Pedro.
Para que Luiz Henrique vista a camisa do Flamengo ainda em 2026, o clube estuda uma engenharia financeira específica que não comprometa o orçamento do "camisa 9". O cenário ideal avaliado pela diretoria seria um acordo de empréstimo com o Zenit, incluindo uma cláusula de obrigação de compra com pagamentos parcelados a partir de 2027.