Futebol
07 Fev 2024 | 20:36 |
Marcos Braz, conhecido dirigente do Flamengo, deu um passo em direção à resolução de uma polêmica nesta última semana. Em um gesto de conciliação, Braz se reuniu pessoalmente com Leandro Campos, o entregador envolvido no incidente, buscando encerrar um processo que vinha se arrastando na Justiça.
Ontem, as partes sentaram-se para negociar, e o resultado foi positivo: um acordo foi firmado, e o caso foi dado por encerrado. Uma atitude que demonstra a importância do diálogo e da resolução pacífica de conflitos. Como parte do acordo, Leandro receberá uma indenização extrajudicial. Com isso, ele decidiu abrir mão da ação cível que pleiteava indenização por danos morais, bem como da representação criminal, conforme previsto no artigo 129 do Código Penal.
Por sua vez, Marcos Braz abriu mão do processo que pretendia enquadrar Leandro, baseado em um artigo que descreve ações de perseguição e ameaça à integridade física ou psicológica de alguém. Uma atitude que reflete a busca por uma solução amigável e a disposição para resolver o impasse de forma justa para ambas as partes.
O encontro entre Braz e Leandro mostra que, muitas vezes, é possível resolver divergências sem recorrer aos tribunais. Um exemplo de maturidade e civilidade que merece destaque. Essa atitude também ressalta a importância da empatia e do entendimento mútuo nas relações interpessoais. Afinal, por trás de processos judiciais, há sempre pessoas envolvidas, com sentimentos e necessidades que devem ser considerados.
A postura de Marcos Braz, ao buscar uma solução pacífica para o problema, reflete não apenas a sua preocupação com a imagem do clube, mas também um compromisso com a ética e o respeito ao próximo. O desfecho amigável deste caso mostra que, mesmo em situações delicadas, é possível encontrar um caminho que beneficie ambas as partes. Uma lição valiosa sobre a importância do diálogo e da compreensão mútua.
Esse episódio também serve de reflexão sobre a importância da responsabilidade nas nossas ações cotidianas. Pequenos gestos podem ter grandes consequências e é fundamental agir com consciência e empatia. Ao optar pelo acordo, Marcos Braz e Leandro Campos demonstram que é possível superar desavenças e encontrar soluções que promovam a paz e a harmonia entre as partes envolvidas.
Que este exemplo de resolução pacífica inspire outros a resolverem seus conflitos de forma amigável, priorizando o entendimento e o respeito mútuo.O desfecho positivo deste caso reforça a importância de buscar soluções consensuais e evitar litígios desnecessários. Um exemplo a ser seguido em nossa sociedade.E assim, com o aperto de mãos entre Marcos Braz e Leandro Campos, encerra-se mais do que um processo judicial: encerra-se uma história de desavenças, dando lugar a um novo capítulo pautado pela concórdia e pela compreensão mútua.
Jogador está no Athletico Paranaense e faro de artilheiro tem chamado atenção do Mengão para uma investida na janela do meio do ano
01 Abr 2026 | 17:00 |
O Flamengo acompanhou de perto a situação de Kevin Viveros durante a janela doméstica da CBF, encerrada na última sexta-feira (27). No entanto, nenhuma proposta foi oficializada, e o atacante segue no Athletico Paranaense.
De acordo com o jornalista John Eric Gómez, do portal El Colombiano, o clube carioca mantém o centroavante de 25 anos em observação e pode avançar com uma oferta na janela internacional de julho ou no fim da temporada.
Internamente, a diretoria avalia o colombiano como uma alternativa interessante para reforçar o elenco. A busca por um camisa 9 é tratada como prioridade para qualificar o grupo comandado por Leonardo Jardim. Atualmente, o clube só conta com Pedro para a função no elenco.
Apesar do interesse, o Athletico não deve facilitar uma negociação. Com contrato válido até meados de 2028, Viveros é o artilheiro da equipe na temporada e peça-chave no esquema do Furacão. No Brasileirão de 2026, o atacante já soma cinco gols, o que reforça sua valorização no mercado.
A tendência é que apenas uma proposta considerada elevada faça o clube paranaense abrir conversas. O Athletico, inclusive, já recusou investidas anteriores e desembolsou cerca de R$ 27,5 milhões em 2025 para contratar o jogador junto ao Atlético Nacional, mantendo atualmente 70% dos direitos econômicos do atleta.
Mengão não esconde o desejo de manter o jogador por muitos anos como peça fundamental de seu elenco e já tem contatos com empresário
01 Abr 2026 | 16:00 |
O Flamengo retomou as negociações para renovar o contrato de Pedro. O centroavante busca uma valorização salarial, considerando que seus vencimentos atuais estão abaixo de outros nomes de destaque do elenco. A diretoria, por sua vez, não deve aceitar de imediato os valores pedidos e trabalha na elaboração de uma contraproposta. A intenção é chegar a um acordo sem grandes impasses, evitando desgastes entre as partes.
No início do ano passado, Pedro teve um atrito público com José Boto, episódio que gerou repercussão interna. No entanto, a situação foi contornada sob a nova gestão. O presidente Bap é um dos principais defensores da permanência do atacante e trata a renovação como prioridade.
Desde a chegada de Leonardo Jardim, o camisa 9 se firmou como titular absoluto. O treinador português considera o jogador peça central no esquema tático, adotando uma abordagem diferente da utilizada por Filipe Luís no Flamengo, que priorizava o desempenho semanal para definir a escalação.
Em temporadas anteriores, Pedro chegou a ter o futuro indefinido no clube, mas permaneceu e conseguiu se destacar novamente. Entre 2023 e parte de 2024, foi um dos principais nomes técnicos da equipe, além de mostrar evolução após a chegada de Jardim.
O atacante também enfrentou uma grave lesão no joelho, que o afastou dos gramados por longo período. No retorno, precisou lidar com dificuldades naturais até recuperar o ritmo de jogo e o nível técnico que o consolidaram como referência ofensiva do Flamengo.
Receitas do clube tiveram grande impacto devido à participação no Mundial da FIFA e títulos contribuem para ano recorde nas finanças
01 Abr 2026 | 15:00 |
O Flamengo reafirmou sua posição como principal potência econômica da América do Sul ao registrar uma receita bruta histórica de R$ 2,089 bilhões em 2025. O resultado, confirmado em relatório financeiro divulgado nesta terça-feira (31), foi impulsionado por uma combinação de sucesso esportivo, recordes em vendas e a gestão direta do Maracanã.
O grande destaque do balanço é o avanço das receitas recorrentes, que alcançaram R$ 1,571 bilhão, crescimento de 22% em relação ao ano anterior. Mesmo com a forte entrada de recursos oriundos da venda de atletas, superior a R$ 500 milhões, o clube conseguiu ampliar suas receitas sem depender exclusivamente do mercado de transferências.
As premiações e os direitos de transmissão somaram R$ 568 milhões, reflexo direto da participação na Copa do Mundo de Clubes e das conquistas da Libertadores e do Campeonato Brasileiro. O superávit de R$ 336 milhões elevou o patrimônio líquido para R$ 954 milhões, aproximando o clube da marca simbólica de R$ 1 bilhão em riqueza acumulada. Já o fluxo de caixa encerrou o ano em R$ 243 milhões, garantindo liquidez para novos investimentos.
O desempenho esportivo foi determinante para o crescimento financeiro. As campanhas vitoriosas na Libertadores e no Brasileirão foram responsáveis por boa parte dos R$ 568 milhões arrecadados em premiações e direitos. O relatório indica que o clube superou as metas iniciais, que previam apenas chegar às quartas de final das competições. Além disso, a participação na Copa do Mundo de Clubes adicionou cerca de R$ 150 milhões aos cofres rubro-negros.
Outro fator relevante foi o aumento significativo dos chamados “gatilhos de performance” nos contratos de transmissão e pay-per-view. O alto engajamento da torcida em uma temporada vitoriosa ampliou os repasses variáveis, consolidando o Flamengo como líder continental nesse segmento.
As notas explicativas do balanço mostram ainda que o clube passou a depender menos das cotas fixas de TV. A valorização da marca Flamengo no mercado publicitário elevou as margens de lucro, mesmo diante do aumento dos custos operacionais em competições de alto nível.