Futebol
Eita! Ex-Flamengo é visto em briga' com torcedores do Corinthians; veja vídeo
01 Fev 2026 | 17:16
Futebol
12 Mar 2025 | 10:06 |
Flamengo e Fluminense disputam a final do Campeonato Carioca nesta semana, e a grande dúvida é sobre a postura do time de Mano Menezes. O Tricolor, que tem sido um adversário complicado para o Flamengo de Filipe Luís, melhorou nos últimos jogos e adotou uma postura mais ofensiva. No entanto, o jornalista Mauro Cezar Pereira levantou um questionamento importante: o Fluminense manterá esse estilo ou voltará a jogar de forma retrancada, como no empate sem gols na fase de grupos?
“Eu acho que a grande questão para esse jogo que me chama a atenção é que o Fluminense foi um time agressivo na Copa do Brasil, agora contra o Águia de Marabá, fez 8. Contra o Volta Redonda, fez 4. Venceu o Caxias lá no interior gaúcho, na Serra Gaúcha, por 2 a 1. Também na Copa do Brasil. Mas como vai ser contra o Flamengo?”, questionou Mauro Cezar.
Canobbio: peça ofensiva ou mais um defensor?
Outro ponto levantado pelo jornalista foi o papel de Canobbio, que tem sido um dos destaques do Fluminense, contribuindo com gols e assistências. No entanto, no último confronto contra o Flamengo, ele atuou praticamente como um segundo lateral, ajudando na marcação.
“O Canobbio vai ser um jogador fazendo gols, dando assistências, ou vai ser aquele jogador do último 0 a 0, que trabalhou mais defensivamente do que ofensivamente? E muito bem, por sinal”, analisou Mauro.
Flamengo manterá seu estilo ofensivo
Se a postura do Fluminense ainda é uma incógnita, Mauro Cezar acredita que o Flamengo não deve mudar sua forma de jogar. Para ele, o time de Filipe Luís entrará em campo pressionando o adversário e buscando a vitória.
“Flamengo a gente sabe como vai jogar, vai jogar como sempre. Não tem a menor dúvida disso. Vai jogar pressionando o Fluminense. Mas e o Fluminense do Mano Menezes? Não é o Fluminense do Fernando Diniz, é do Mano Menezes. Vai jogar de que forma? Como foi no 0 a 0 recente, se defendendo basicamente, não chutou a bola no gol?”, ponderou.
Postura do Fluminense pode definir o rumo da final
Na visão de Mauro Cezar, o jogo de ida pode influenciar toda a decisão. O Fluminense pode optar por segurar o resultado e decidir no jogo de volta, no sábado (15), ou tentar surpreender já nesta quarta-feira (12).
“Acho que a postura do Fluminense é que pode pautar essa partida de outra forma. O jogo não decide amanhã. Decide no final de semana, que é o jogo decisivo. Ele pode simplesmente jogar para o empate e tentar resolver no outro jogo. Então acho que a estratégia do técnico do Fluminense é que vai definir mais ou menos o que pode ser esse jogo. Vai encaminhar aí essa partida”, concluiu o jornalista.
Com diferentes abordagens em jogo, a primeira partida da final do Campeonato Carioca promete ser decisiva para o desfecho do torneio. Flamengo e Fluminense se enfrentam nesta quarta-feira (12), às 21h30 (horário de Brasília), no Maracanã.
Zagueiro analisa derrota por 2 a 0 para o Corinthians em Brasília, destaca luta da equipe com um jogador a menos e pede foco total na recuperação no Brasileirão
01 Fev 2026 | 21:00 |
Léo Ortiz não escondeu o abatimento, mas manteve a franqueza ao analisar a derrota do Flamengo por 2 a 0 para o Corinthians, neste domingo (1º), na decisão da Supercopa do Brasil. Após o apito final no Estádio Mané Garrincha, o defensor apontou os fatores que levaram ao vice-campeonato, citando a expulsão do meia Carrascal como um ponto crucial para o desgaste físico da equipe, mas também cobrando uma postura diferente desde o início das partidas.
Para o camisa 3, o time apresentou uma dualidade em campo: controlou a posse no primeiro tempo, mas sem a agressividade necessária, e mostrou raça na etapa final, mesmo em desvantagem numérica, até o esgotamento físico cobrar o preço.
Em suas declarações na zona mista, Ortiz valorizou a entrega do grupo após o cartão vermelho recebido por Carrascal, ressaltando que, em diversos momentos da etapa complementar, o Flamengo conseguiu equilibrar as ações mesmo com dez homens. No entanto, ele admitiu que o esforço extra minou a resistência do time nos minutos decisivos.
"Lógico que dificulta (a expulsão), mas acho que a atitude foi boa na segunda etapa. No segundo tempo sobrou atitude, tanto que por muito tempo não pareceu que a gente estava com um a menos. É difícil, no final já está todo mundo esgotado", avaliou o zagueiro.
Ortiz também fez uma autocrítica sobre o desempenho inicial da equipe. Segundo ele, o domínio territorial dos primeiros 45 minutos não se traduziu na intensidade que uma final exige. "Acredito que essa atitude tinha que ser igual na primeira, a gente não deixou de jogar, acho que fomos melhores no primeiro tempo. Controlamos mais o jogo, masLéo Ortiz analisa vice da Supercopa e cobra atitude do Flamengo. Zagueiro cita desgaste após expulsão e projeta recuperação contra o Inter no Brasileirão. faltou um pouco mais de atitude", completou.
O revés para o Corinthians em Brasília agrava um início de temporada turbulento para o Rubro-Negro. Com o resultado, o Flamengo amarga sua terceira derrota seguida, somando os tropeços contra o Fluminense (Carioca) e São Paulo (Brasileirão). Uma sequência negativa como essa não ocorria desde 2023, época marcada pela saída do técnico Vítor Pereira.
Ciente da pressão externa, Léo Ortiz pregou blindagem e trabalho para reverter o cenário já no próximo compromisso. "Agora é trabalhar. Quando a fase é complicada, de muitas derrotas em sequência, é fechar os ouvidos e trabalhar no dia a dia. Quarta já tem Brasileiro, temos que vencer", sentenciou.
Goleiro do Corinthians destaca dificuldade de vencer o atual campeão da América, enquanto zagueiro rubro-negro analisa impacto da expulsão
01 Fev 2026 | 20:30 |
A decisão da Supercopa do Brasil de 2026, realizada no Estádio Mané Garrincha, terminou com festa alvinegra e reflexão rubro-negra. Após a vitória do Corinthians por 2 a 0 sobre o Flamengo neste domingo (1º), personagens centrais do confronto analisaram o resultado que garantiu a primeira taça nacional da temporada ao time paulista.
Ainda no gramado, Hugo Souza concedeu entrevista ao Grupo Globo e não escondeu a satisfação pelo título. Revelado nas categorias de base do Flamengo, o arqueiro corintiano fez questão de exaltar a qualidade do adversário para valorizar ainda mais o feito de sua atual equipe.
"Nós sabemos da dificuldade do adversário. O Flamengo é o último campeão da América (Copa Libertadores) e do Brasileirão. A equipe sabia que o jogo seria difícil, mas a gente queria demais, queria muito essa taça", afirmou o goleiro, destacando a determinação do elenco alvinegro em superar o atual detentor dos principais títulos do continente.
Pelo lado do Flamengo, o tom foi de autocrítica. O zagueiro Léo Ortiz lamentou o desfecho da partida e apontou a expulsão de um companheiro (Carrascal) como um fator que desequilibrou o planejamento para o segundo tempo. No entanto, o defensor foi além e cobrou uma postura mais agressiva desde o início do jogo.
"Claro que dificulta (a expulsão). Acho que a atitude foi boa na 2ª etapa. Tinha que ter sido igual na primeira. Não deixamos de jogar. A gente foi melhor no 1° tempo, controlou mais o jogo. Mas faltou atitude, que no segundo tempo sobrou", analisou Ortiz. Ele completou dizendo que, apesar do esforço para jogar com um homem a menos, o cansaço pesou no fim: "Por muito tempo não pareceu que estávamos com um a menos. Mas é difícil, no final já está todo mundo esgotado".
Goleiro argentino relembra conquistas de 2025 e final contra o PSG para valorizar o elenco rubro-negro, pedindo foco imediato na reação da equipe
01 Fev 2026 | 20:00 |
Rossi adotou um discurso de exaltação ao elenco e à instituição Flamengo, mesmo após o revés sofrido na decisão da Supercopa do Brasil. Depois da derrota por 2 a 0 para o Corinthians, ocorrida neste domingo (1º) no Estádio Mané Garrincha, em Brasília, o arqueiro argentino evitou lamentações excessivas e fez questão de ressaltar a trajetória vitoriosa recente do clube, lembrando que a temporada de 2026 está apenas em sua fase inicial.
Para o camisa 1, o resultado adverso na capital federal não apaga o brilho das conquistas alcançadas no ano anterior. Em 2025, o Rubro-Negro viveu uma temporada mágica, levantando os troféus do Campeonato Brasileiro, da Copa Libertadores, do Campeonato Carioca e da própria Supercopa, além de ter protagonizado a final da Copa Intercontinental contra o Paris Saint-Germain (PSG).
Em entrevista na zona mista após a partida, Rossi enfatizou o orgulho de defender a meta rubro-negra. "O Flamengo é o maior time do Brasil, do Mundo. A gente está muito feliz de representar o Flamengo. Obviamente ninguém gosta de perder mais uma final, mas a final tem que ter um ganhador", ponderou o goleiro.
Ele utilizou o retrospecto recente como argumento para manter a confiança do grupo e da torcida. "Assim como a gente acabou conquistando muita coisa ano passado. Chegamos na final do Mundial com o PSG, ficamos na ponta de ter um título mundial", completou, referindo-se ao desempenho de alto nível que a equipe manteve nos últimos meses.
Ao analisar o contexto da derrota para do Corinthians, Rossi minimizou o impacto a longo prazo e comparou com o cenário da temporada passada, quando o clube iniciou o ano vencendo a Supercopa. Ele parabenizou o adversário pela consistência na Copa do Brasil, mas lembrou que o Flamengo foi soberano em duas das principais competições do continente.
"O ano recém começa. O ano passado a gente começou ganhando a Supercopa e esse ano aqui perdemos, mas quem está aqui foi campeão... Acontece. Ninguém gosta de perder. Não pode abaixar a cabeça", afirmou o arqueiro titular do Flamengo.