Futebol
11 Jun 2023 | 15:56 |
Um pouco por todas as ligas profissionais da CBF: A, B, C e D temos vistos reações à "Lei Geral do Esporte", isto porque o sindicato de jogadores não gostou do seu conteúdo.
O que está em causa é a facilidade dos times poderem despedir os jogadores ao mesmo tempo que se facilita o não pagamento de salários em caso de lesão do jogador. Os atletas e o sindicato entendem que esta legislação é um retrocesso no direito dos trabalhadores e lembra que grande parte dos atletas profissionais de futebol só recebe o salário mínimo.
Entre esta onda de protestos os atletas rubro-negro: Filipe Luís, Matheuzinho, Léo Pereira e Rodrigo Caio partilharam a nota de repúdio em suas redes sociais. Relembrar que quando a legislação foi passada equacionou-se fazer uma greve que paralisasse todas as divisões do futebol brasileiro
Leia a nota na integra:
PROTESTOS – LEI GERAL DO ESPORTE
No último mês de maio, foi aprovado pelo Congresso Nacional a Lei Geral do Esporte.
Mesmo reconhecendo os importantes avanços trazidos pela Lei, há dois pontos que representam retrocesso em relação aos nossos direitos trabalhistas, presentes nos §5º e §11 do Artigo 86.
O §5º do Artigo 86 institui um fator de redução da cláusula compensatória, criando um cenário que pode até mesmo representar um estímulo à demissão de atletas sem o pagamento integral da rescisão trabalhista.
Já o §11 do Artigo 86 retira os direitos de estabilidade aos atletas que sofrem acidentes de trabalho.
Seremos a única classe de trabalhadores a não termos direitos quando demitidos ou sofrermos acidentes de trabalho.
Vale lembrar que o último estudo da CBF informa que 83% dos atletas que atuam no Brasil recebem apenas 1 salário mínimo, sendo que os atletas que recebem mais de R$50.000,00 representam menos de 1% dos atletas brasileiros de futebol.
Hoje, somos mais de 20 mil atletas e a Lei valerá para todos, sendo que os mais impactados pela Lei, serão aqueles que possuem as menores condições de trabalho.
Por isso, pedimos que o Presidente Lula VETE os §5º e §11 do Artigo 86 da Lei Geral do Esporte. Pedimos também a intervenção da Ministra dos Esportes, Ana Mozer.
Grupo de pararemo, desligado junto com o campeão olímpico Isaquias Queiroz, afirma que a justificativa para o fim da modalidade foi a falta de interesse pessoal
10 Jan 2026 | 22:50 |
Uma grave acusação marcou os bastidores do esporte olímpico e paralímpico do Flamengo nesta semana. Atletas que integravam a equipe de remo paralímpico do clube, dispensados recentemente, responsabilizaram diretamente o presidente Luiz Eduardo Baptista, o Bap, pelo fim da modalidade na Gávea. Segundo os esportistas, o encerramento das atividades não teria ocorrido por questões financeiras, mas sim por uma decisão pessoal do dirigente em não manter esportes voltados para pessoas com deficiência na instituição.
A decisão de descontinuar o projeto afetou não apenas o quarteto do pararemo, formado por Michel Pessanha, Gessyca Guerra, Diana Barcellos e Valdenir Junior, mas também resultou na saída de grandes nomes da canoagem, incluindo o multimedalhista olímpico Isaquias Queiroz e outros três atletas: Gabriel Assunção, Mateus dos Santos e Valdenice do Nascimento.
Em entrevista à ESPN, os atletas detalharam como receberam a notícia do desligamento. O pararemo era a única modalidade adaptada ativa no clube. Embora existisse uma expectativa de redução na equipe, a extinção completa pegou o grupo de surpresa. A decisão teria sido tomada antes do Natal, mas oficializada publicamente apenas no dia 5 de janeiro.
Gessyca Guerra relatou uma reunião ocorrida no pátio do clube, onde a gerência teria descartado problemas de orçamento. "A gerente chegou, desmistificou o que seria oneração, que a questão financeira do Flamengo não era uma problemática. Mas que a questão era de acessibilidade e a reunião que teve com o presidente, (do Bap) falar que não quer nenhuma modalidade do Flamengo com pessoa com deficiência", declarou a atleta. Para ela, a atitude representa "exclusão" e falta de hombridade da gestão.
POSICIONAMENTO OFICIAL
Diante da repercussão negativa e das acusações de discriminação, o Flamengo optou pelo silêncio. Procurado pela reportagem do jornal Extra, o clube informou que não se manifestará além do que já foi divulgado. A instituição remete à nota oficial publicada no dia 5 de janeiro, na qual justificou os cortes alegando "questões estruturais" e finalizou com agradecimentos aos serviços prestados pelos pararetletas.
Rumores vindos da Europa apontavam que o craque argentino teria sido sugerido ao Rubro-Negro, mas apuração interna com a diretoria desmente qualquer contato
10 Jan 2026 | 22:15 |
A imprensa europeia ventilou a informação de que o atacante Paulo Dybala, atualmente na Roma, teria sido oferecido ao Flamengo como um possível reforço de peso para a temporada. A possibilidade de contar com o astro argentino agitou as redes sociais, mas a realidade nos bastidores da Gávea é diferente da especulação.
Apesar do burburinho gerado pelo suposto interesse e disponibilidade do atleta, fontes ligadas ao clube tratam a negociação como inexistente, frustrando a expectativa de quem sonhava com a contratação do campeão mundial.
Para esclarecer a situação, o setorista Paparazzo Rubro-Negro buscou informações diretas com a cúpula flamenguista. Segundo a apuração do jornalista, uma fonte da diretoria assegurou que não houve qualquer tipo de contato por parte do time italiano ou de agentes ligados a Dybala para oferecer o jogador ao Flamengo.
A posição do clube é clara: em nenhum momento o nome de Dybala foi colocado na mesa de negociações através de uma oferta oficial ou sondagem de intermediários. Diante disso, a apuração conclui que uma eventual chegada do meia-atacante ao Rio de Janeiro nesta janela de transferências está descartada, visto que não há sequer conversas iniciais em andamento.
O Flamengo não foi o único clube brasileiro envolvido nos rumores sobre o futuro de Dybala. Nesta sexta-feira (9), o nome do jogador também foi associado ao Grêmio. No entanto, a contratação do "medalhão" por equipes sul-americanas é vista como complexa.
Rubro-Negro mudou o planejamento de mercado e iniciou conversas para estender o vínculo do camisa 11, atendendo a uma solicitação da comissão técnica
10 Jan 2026 | 21:50 |
Flamengo alterou sua rota no planejamento para a temporada e decidiu priorizar a manutenção de peças importantes do elenco. A diretoria rubro-negra iniciou os preparativos para oferecer uma proposta de renovação contratual ao atacante Everton Cebolinha.
A mudança de postura nos bastidores ocorre justamente após a intensificação do assédio de outros clubes, incluindo o rival Fluminense e equipes do exterior, sobre o camisa 11. Segundo informações apuradas, a receptividade do jogador foi positiva. O atleta sinalizou aos dirigentes que vê com bons olhos a extensão do vínculo e já abriu conversas para alinhar os termos do novo acordo.
A urgência do Flamengo se justifica pelo cenário contratual e de mercado. O vínculo atual de Cebolinha com o clube da Gávea expira em 31 de dezembro de 2026. Isso significa que, a partir do meio do ano, o atacante estaria livre para assinar um pré-contrato com qualquer outra agremiação e deixar o time de graça ao fim da temporada.
O Fluminense e o CSKA Moscou, da Rússia, realizaram sondagens recentes para entender a situação do ponta-esquerda. Diante da possibilidade de a concorrência aumentar e do risco de perder um ativo valioso sem compensação financeira ou técnica, a diretoria optou por blindar o jogador, movimento que conta com o aval e pedido direto do técnico Filipe Luís.
A permanência de Cebolinha representa uma reviravolta na estratégia de mercado do Flamengo. Até poucas semanas atrás, o clube não apenas considerava negociar o atleta, como chegou a envolvê-lo em conversas com o Cruzeiro. O atacante foi cogitado como moeda de troca em uma tentativa frustrada de contratar o centroavante Kaio Jorge.