Soccer
Resultados ajudam e o Flamengo pode se classificar no Carioca; veja cenários
03 Fev 2026 | 09:51
Soccer
11 Jun 2023 | 15:56 |
A little throughout the CBF professional leagues: A, B, C and D we have seen reactions to the "General Sports Law", this is because the players' union did not like the its content.
What is at stake is the ease for teams to be able to fire players while also facilitating non-payment of salaries in the event of a player's injury. The athletes and the union understand that this legislation is a setback in workers' rights and remember that the majority of professional football athletes only receive the minimum wage.
Among this wave of protests, red and black athletes: Filipe Luís, Matheuzinho, Léo Pereira and Rodrigo Caio shared the note of repudiation on their social networks. Remember that when the legislation was passed, it was considered a strike that would paralyze all divisions of Brazilian football
Read the note in full:
PROTESTS – GENERAL SPORTS LAW
Last May, the General Sports Law was approved by the National Congress.
Even recognizing the important advances brought by the Law, there are two points that represent a setback in relation to our labor rights, present in §5 and §11 of Article 86.
Paragraph 5 of Article 86 establishes a factor to reduce the compensatory clause, creating a scenario that may even represent a stimulus to the dismissal of athletes without full payment of the labor termination.
Paragraph 11 of Article 86 removes the stability rights of athletes who suffer work accidents.
We will be the only class of workers to not have rights when fired or suffer work accidents.
It is worth remembering that the latest CBF study reports that 83% of athletes who work in Brazil receive only 1 minimum wage, with athletes who receive more than R$50,000.00, representing less than 1% of Brazilian football athletes.
Today, we are more than 20 thousand athletes and the Law will apply to everyone, and those most impacted by the Law will be those which have the lowest working conditions.
Therefore, we ask that President Lula VETE §5 and §11 of Article 86 of the General Sports Law. We also ask for the intervention of the Minister of Sports, Ana Mozer.
Inocência provada no julgamento de apostas esportivas fez o meia voltar a ser alvo dos londrinos, mas só o retorno ao Mengão lhe interessava
03 Fev 2026 | 12:00 |
O reencontro entre Lucas Paquetá e o clube que o revelou foi sacramentado após sete anos do meia no futebol europeu. A decisão, no entanto, envolveu renúncias importantes, como a possibilidade de disputar a Champions League. Ainda assim, o jogador deixou claro que o fator emocional pesou mais na escolha pelo retorno ao Brasil.
Durante apresentação no CT, Paquetá revelou que teve propostas para permanecer na Europa e destacou o dilema vivido antes da decisão final: “Todos sabem que eu tive, sim, possibilidades de continuar no futebol europeu, com proposta talvez do Chelsea, de jogar uma Champions League. Eram sonhos que eu coloquei na balança”, afirmou o meio-campista, antes de completar:
“Eu tinha esse sonho vivo de disputar a Champions, fiquei sete anos na Europa e não tive essa oportunidade. Agora ela surgiu, mas também existia o sonho de voltar ao Flamengo, brigar por títulos e construir uma história vencedora. Optei por isso porque sei que aqui eu serei feliz”, declarou.
Não foi a primeira vez que Lucas Paquetá mencionou o interesse do Chelsea. Em outras oportunidades, o jogador também revelou sondagens do Tottenham. Mesmo com a chance de atuar em alto nível no futebol inglês, o meia optou por abrir mão de salários em libra e da visibilidade continental para retornar ao futebol brasileiro.
O ex-West Ham chegou ao Rio de Janeiro na semana passada e fez sua reestreia no último domingo (01), entrando no segundo tempo da derrota por 2 a 0 para o Corinthians, na decisão da Supercopa Rei, disputada em Brasília.
A expectativa agora gira em torno do primeiro jogo de Paquetá no Maracanã desde o retorno. A oportunidade pode acontecer nesta quarta-feira (04), quando o Flamengo enfrenta o Internacional, pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro. Além da competição nacional, o clube também segue atento ao andamento do Campeonato Carioca.
Atacante esteve próximo de se apresentar a equipe madrilenha, mas situação do fundo saudita manteve-o no Oriente Médio; Mengão tem interesse
03 Fev 2026 | 11:00 |
O Atlético de Madrid desistiu oficialmente, nesta segunda-feira (02), da contratação do atacante Marcos Leonardo. Com isso, o brasileiro tende a permanecer no Al-Hilal (SAU), ao menos neste momento. A decisão do clube espanhol chama a atenção do Flamengo, que segue no mercado em busca de um reforço para o setor ofensivo e já havia sondado o jogador anteriormente.
A frustração da negociação passa, principalmente, pelo descontentamento de atletas e agentes com a gestão do Fundo de Investimento Público (PIF), órgão estatal que administra os principais clubes da Arábia Saudita. Diante desse cenário, a equipe de Madri optou por mudar de rota e anunciou a contratação de Lookman, que estava na Atalanta (ITA).
Desde a abertura da janela de transferências, o Flamengo tem feito movimentos em busca de um atacante de peso. No entanto, as tentativas por Kaio Jorge e Taty Castellanos não avançaram. Internamente, a diretoria entende que não pode fechar negócio apenas por necessidade, conforme já destacou o diretor de futebol José Boto ao tratar do tema.
Marcos Leonardo era considerado um plano alternativo caso a negociação por Kaio Jorge não avançasse. Contudo, o interesse de clubes europeus fez o Rubro-Negro adotar cautela e recuar na sondagem inicial, cenário que pode ser reavaliado nos próximos dias com a desistência do Atlético de Madrid.
Em meados de 2025, o clube carioca chegou a consultar a possibilidade de um empréstimo do atacante. Na ocasião, o jogador priorizou um retorno ao São Paulo, que acabou não concretizando a negociação por questões financeiras. Com isso, o interesse esfriou, e Marcos Leonardo seguiu atuando no futebol saudita.
Projeto de Reforma Tributária para instituições esportivas colocaria maior custo para o Mengão em comparação às SAFs brasileiras
03 Fev 2026 | 10:20 |
Um estudo divulgado pelo Flamengo aponta que decisões recentes do governo federal na nova Reforma Tributária podem gerar um pagamento adicional de aproximadamente R$ 746 milhões em impostos ao longo dos próximos oito anos. Diante do cenário, segundo o jornalista Rodrigo Mattos a diretoria já iniciou um planejamento de corte de custos, com a intenção de preservar o futebol profissional e afastar, ao menos por ora, a possibilidade de transformação em SAF.
Os vetos do Ministério da Fazenda atingiram artigos que previam redução da carga tributária tanto para clubes associativos quanto para SAFs. Com isso, entidades sem fins lucrativos passaram a ter uma tributação estimada em 11%, superior à aplicada a empresas, que gira em torno de 5%, segundo avaliação de advogados tributaristas.
O Ministério da Fazenda argumenta que ainda não é possível calcular com precisão a carga tributária final, pois seria necessário considerar compensações via créditos tributários. Além disso, o órgão sustenta que os vetos ocorreram por entender que alguns dispositivos contrariavam o interesse público e apresentavam inconstitucionalidades.
Apesar disso, ainda existe a possibilidade de derrubada dos vetos no Congresso Nacional. Flamengo e Corinthians já articulam mudanças no texto da lei, enquanto outros clubes associativos optaram por não se manifestar publicamente até o momento.
Para mensurar os efeitos da reforma, o clube contratou um escritório de advocacia especializado. De acordo com o levantamento, os impostos adicionais começam em R$ 19 milhões já em 2026 e crescem progressivamente, alcançando R$ 214 milhões em 2033. Ao fim do período de oito anos, o impacto acumulado chegaria aos R$ 746 milhões.
O estudo também faz uma comparação com o modelo de SAF. Nesse mesmo intervalo, empresas do futebol pagariam cerca de R$ 473 milhões a menos em impostos, evidenciando a diferença de tratamento tributário entre os modelos.
Diante do novo cenário econômico, o Flamengo iniciou ajustes no orçamento e já projeta uma redução de R$ 16 milhões nas despesas para 2026. A estratégia passa por revisar atividades deficitárias que geram prejuízo recorrente ao caixa do clube. Entre as áreas mais sensíveis está o esporte olímpico, que apresenta um déficit anual próximo de R$ 50 milhões e pode sofrer impactos diretos caso o quadro tributário se confirme.
Em entrevista à Flamengo TV, o presidente Luiz Eduardo Baptista detalhou a situação financeira das modalidades olímpicas e alertou para o risco de comprometimento do futebol: “Investimos cerca de R$ 70 milhões no esporte olímpico e arrecadamos no máximo R$ 24 ou R$ 25 milhões por ano. Quando o futebol volta às atividades, o clube já carrega um déficit de R$ 46 milhões. Precisamos buscar esse dinheiro. Não é possível absorver R$ 700 milhões em impostos nos próximos sete anos sem afetar diretamente o futebol rubro-negro”, afirmou o dirigente.