Futebol
21 Set 2023 | 09:36 |
O Flamengo não saiu do 0 a 0 com o Goiás na noite de quarta-feira, na Serrinha, e voltou a ficar um jogo sem marcar. Algo que já está virando rotina: esta foi a terceira partida consecutiva que o time de Jorge Sampaoli não conseguiu balançar as redes adversárias: antes, já tinha passado em branco contra Athletico-PR e São Paulo. Uma sequência tão ruim que não acontecia há sete anos.
A última vez que o Flamengo havia ficado três jogos sem marcar foi em março de 2016. Na época, o Rubro-Negro passou quatro partidas seguidas sem um gol sequer: perdeu por 1 a 0 para o Confiança na Copa do Brasil; empatou em 0 a 0 com o Fluminense no Carioca; foi derrotado por 1 a 0 pelo Athletico-PR na extinta Primeira Liga e perdeu pelo mesmo placar para o Volta Redonda no Estadual. A sequência foi interrompida por Marcelo Cirino no 1 a 1 com o Vasco.
O Flamengo de Sampaoli não sabe o que balançar a rede desde a vitória por 2 a 1 em cima do Botafogo, no Nilton Santos, no dia 2 de setembro, quando inclusive foi beneficiado com um gol contra. Bruno Henrique foi o último jogador rubro-negro a marcar. A sequência negativa acontece logo depois de uma Data Fifa, mesmo com o técnico experimentando diferentes formações no ataque.
Foram três escalações no ataque nos últimos três jogos. Contra o Athletico, Sampaoli não podia contar com o suspenso Bruno Henrique, então optou por Everton Cebolinha ao lado de Gabigol e Pedro. O Flamengo foi dominado pelo Furação em Cariacica, mas conseguiu finalizar 13 vezes. Cebolinha foi responsável por cinco (só uma no alvo), Pedro por duas e Gabi arriscou apenas uma antes de ser expulso.
Para enfrentar o São Paulo, Sampaoli mudou mais uma vez a formação do ataque e, pela primeira vez, escalou o trio Bruno Henrique, Gabigol e Pedro. Nos 45 minutos iniciais foi possível perceber a dificuldade de aproximação entre os atacantes. O Flamengo terminou o primeiro tempo sem finalizar pela primeira vez na temporada. Na etapa final, o time conseguiu seis finalizações, porém, só uma do trio de ataque, feita por Pedro.
Gabigol não podia enfrentar o Goiás por conta da expulsão contra o Athletico, então, Sampaoli mexeu mais uma vez no ataque. Desta vez, o técnico voltou para a formação com dois atacante e escolheu Bruno Henrique e Pedro. No primeiro tempo, o Flamengo teve apenas uma finalização, mas terminou a partida com 10. Bruno Henrique e Pedro, juntos, arriscaram seis vezes (três cada um), mas apenas duas foram na direção do gol.
Meia do Al-Sadd manifestou o desejo de retornar ao futebol nacional, mas as condições financeiras e o projeto esportivo favorecem o clube carioca
28 Abr 2026 | 17:40 |
O futuro de Claudinho no cenário esportivo brasileiro ganha contornos definitivos para o segundo semestre de 2026. Segundo apuração do jornalista Thiago Rodrigues, o meia de 29 anos planeja regressar ao país na próxima janela de transferências, porém o Corinthians não deve ser o seu destino. Embora tenha sido revelado nas categorias de base do clube paulista, o atleta sinalizou que, em caso de repatriação, a prioridade absoluta de negociação será com o Flamengo.
A inviabilidade de um retorno ao Parque São Jorge fundamenta-se na atual conjuntura econômica do Alvinegro, que dificulta o investimento em operações de alto custo. Por outro lado, o Rubro-Negro carioca demonstra solidez financeira para arcar com os valores exigidos pelo Al-Sadd, do Catar, tornando-se o candidato mais provável para selar a contratação do jogador que é alvo antigo da diretoria liderada por Marcos Braz.
Atualmente em sua segunda temporada no futebol catari, Claudinho mantém um nível técnico elevado sob o comando do técnico italiano Roberto Mancini. Em 42 partidas disputadas, o meio-campista acumulou 20 participações diretas em gols, sendo nove tentos autorais e 11 assistências distribuídas. Sua versatilidade no setor de criação consolidou sua titularidade absoluta e o colocou como um dos principais articuladores da liga.
Claudinho deixou o futebol brasileiro em 2021, logo após se destacar no Red Bull Bragantino e ser negociado com o Zenit, da Rússia. Durante sua permanência no leste europeu, o meia foi protagonista de diversas janelas de transferências, sempre com o nome vinculado ao Flamengo. No entanto, as sanções internacionais e as altas exigências russas impediram que o negócio fosse concretizado em temporadas anteriores.
Agora, atuando no Oriente Médio, o cenário para uma liberação parece mais flexível, embora ainda exija um aporte financeiro vultoso. Para o Flamengo, contar com Claudinho significaria elevar o patamar de criatividade do meio-campo, oferecendo uma alternativa de elite para atuar ao lado de Arrascaeta e De La Cruz. Já para o jogador, o retorno ao Brasil em 2026 é visto como a oportunidade ideal para retomar o protagonismo nas competições nacionais e buscar uma nova chance na Seleção Brasileira.
Diretoria mineira revela que renovação contratual e projeto focado na Seleção Brasileira foram decisivos para barrar a transferência do atacante
28 Abr 2026 | 17:00 |
Cruzeiro conseguiu frustrar as investidas do Flamengo na última janela de transferências e garantiu a permanência de um de seus principais ativos ofensivos. Em entrevista concedida à ESPN, o vice-presidente do clube mineiro, Pedro Junio, detalhou os bastidores da negociação com Kaio Jorge e como a instituição convenceu o atleta de 24 anos a recusar o projeto rubro-negro em favor da continuidade em Belo Horizonte.
De acordo com o dirigente, a estratégia do Cruzeiro baseou-se em oferecer estabilidade e um plano de carreira voltado ao retorno para a Seleção Brasileira. O clube ressaltou o suporte dado ao jogador desde sua repatriação da Itália, focando na adaptação e na preparação física que o levaram ao alto nível demonstrado no fim de 2025 e neste início de temporada de 2026.
A conversa para a manutenção do atacante foi classificada como harmoniosa pela cúpula celeste. Pedro Junio afirmou que o carinho recebido pela torcida e a estrutura oferecida foram pontos de equilíbrio contra o assédio carioca. "Mostramos para ele um projeto onde ele poderia ter evolução e chegar mais próximo da Seleção Brasileira, onde ele estava feliz e adaptado", explicou o vice-presidente, reforçando que o atleta acredita no potencial de crescimento do Cruzeiro.
Para selar o acordo e afastar novos interessados, a diretoria mineira apresentou uma proposta de extensão de vínculo com melhoria nos vencimentos. A renovação foi aceita pelo jogador, que agora possui contrato vigente até junho de 2030. A postura do Cruzeiro evidencia um novo patamar financeiro da instituição, que optou por manter a competitividade técnica do elenco liderado por Fernando Diniz em vez de realizar um lucro imediato com a venda.
As tratativas entre os clubes foram intensas e marcadas por cifras elevadas. O Flamengo formalizou a primeira investida oficial em 8 de janeiro, buscando uma alternativa para o ataque sob o comando de Leonardo Jardim. Após ter duas ofertas recusadas, nas quais tentou incluir o atacante Everton Cebolinha como moeda de troca, o Rubro-Negro elevou o patamar da negociação para valores recordes no mercado nacional.
A última tentativa do clube da Gávea alcançou o montante de 30 milhões de euros (aproximadamente R$ 188 milhões na cotação atual). Mesmo diante da proposta vultosa, o Cruzeiro manteve-se irredutível, bloqueando a saída de Kaio Jorge para um rival direto. A negativa forçou o Flamengo a redirecionar seu monitoramento para outros alvos, como Kevin Viveros e Igor Paixão, enquanto o Cruzeiro consolidou a liderança técnica de seu camisa 9.
Atletas estarão de fora da delegação rubro-negra que viaja para a Argentina rumo ao jogo da Libertadores, devido a questões médicas e lesões recentes
28 Abr 2026 | 16:04 |
Flamengo oficializou a ausência de três peças fundamentais de seu elenco para o duelo decisivo contra o Estudiantes de La Plata, válido pela terceira rodada da fase de grupos da Copa Libertadores 2026. O técnico Leonardo Jardim não poderá contar com o zagueiro Léo Pereira, o volante Erick Pulgar e o meia Lucas Paquetá para a partida desta quarta-feira (29), no Estádio Jorge Luis Hirschi.
Os atletas permaneceram no Rio de Janeiro para dar continuidade aos respectivos tratamentos no Centro de Treinamento Ninho do Urubu. A ausência do trio obriga a comissão técnica a promover ajustes na formação titular, testando a profundidade do plantel em um cenário de alta pressão internacional e disputa direta pela liderança isolada do Grupo A.
A baixa mais recente é a de Léo Pereira. O defensor sofreu um ferimento contuso na canela esquerda durante a goleada por 4 a 0 sobre o Atlético-MG, no último domingo (26). Devido à profundidade do corte, o zagueiro precisou ser submetido a uma sutura ainda nos vestiários da Arena MRV, em Belo Horizonte.
Atualmente, o jogador está em processo de cicatrização e sob supervisão constante do departamento médico. Embora a lesão não seja considerada grave do ponto de vista estrutural, o contato físico e a cicatrização dos pontos impedem sua participação no jogo na Argentina. Para sua vaga, a tendência é que Vitão ou Léo Ortiz assumam a responsabilidade na linha defensiva rubro-negra.
No setor de contenção, Erick Pulgar continua sendo desfalque. O volante chileno ainda relata dores no ombro direito, sequela de uma queda ocorrida no confronto contra o Red Bull Bragantino, no início de abril. A diretoria e a comissão técnica optaram por manter uma postura conservadora, evitando precipitar o retorno do atleta ao gramado.
A terceira ausência confirmada é a de Lucas Paquetá. O camisa 10 segue fora de combate devido a um edema na coxa esquerda. Paquetá está inserido em um cronograma de recuperação individualizado, alternando sessões de fisioterapia com atividades leves de transição física. O meia é peça central na articulação ofensiva, e sua falta será suprida pela manutenção de Arrascaeta centralizado e o apoio de De La Cruz.