Futebol
Saiba quem será o árbitro da decisão entre Flamengo x Lanús pela Recopa
26 Fev 2026 | 14:17
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03 Abr 2025 | 19:38 |
A diretoria do Flamengo e o meia Gerson finalmente chegaram a um acordo final para a renovação do contrato do camisa oito até 2030. Após duas recusas, a terceira oferta do Flamengo ao Camisa 8 foi aceita pelo estafe do jogador.
O clube prepara a assinatura do contrato para o anúncio oficial. O que não vai acontecer já, pois a ideia da diretoria é de que Gerson vai assinar a renovação contratual com o Flamengo após o retorno da delegação ao Rio de Janeiro.
Líder dentro e fora de campo, Gerson teve um reajuste salarial depois de recusar duas ofertas. O meio termo só foi alcançado quando a direção sentou com os agentes do atleta, Carlos Leite e Marcão. Com os dois lados cedendo, Gerson ficou satisfeito com o esforço do Flamengo, que promover o maior reajuste deu atleta sob contrato do atual elenco. Mesmo assim, não será o mais bem pago.
Segundo informações do portal OGlobo, a oferta do Flamengo que foi recusada previa de um aumento de mais de 50% no salário. Gerson, que recebia menos de R$ 1 milhão, queria figurar entre os atletas mais valorizados do elenco.
Na frente, estavam Arrascaeta, Bruno Henrique, Danilo e Michael. Com o reajuste, Gerson receberia como Cebolinha e De La Cruz. Agora, subiu mais alguns degraus. Nesse sentido, o incômodo na diretoria rubro-negra é que Marcão estava sempre disposto a pedir mais dinheiro quando uma proposta é oferecida. Mas Gerson entendia que esse era o papel do agente e pai.
Marcão cobrou publicamente o Flamengo no começo do ano, em meio ao assédio do Zenit, da Rússia, mas desde então se manteve em silêncio e no aguardo das reuniões até que enfim chegaram a um senso comum pela extensão.
A postura se deveu à promessa do clube de promover a renovação depois da pré-temporada nos Estados Unidos. Com dificuldades de se organizar financeiramente nos primeiros meses após eleição no clube, a diretoria do Flamengo adiou a negociação.
Mengão precisa vencer para conquistar o título após ser derrotado na partida de ida na Argentina, mas diário acredita na força Granate
26 Fev 2026 | 16:30 |
O confronto entre Flamengo e Lanús, pela volta da Recopa Sul-Americana, ganhou destaque na imprensa argentina. Após a vitória por 1 a 0 no jogo de ida, em Buenos Aires, o cenário no país vizinho é de confiança e expectativa por uma atuação histórica no Maracanã.
Jornais locais passaram a especular a possibilidade de um novo “Maracanazo”, utilizado para definir triunfos improváveis no estádio carioca, especialmente quando o visitante não entra como favorito. O termo surgiu quando a Seleção Brasileira foi derrotada por 2 a 1 pelo Uruguai na final da Copa do Mundo de 1950 no antigo Maior do Mundo.
A lembrança de resultados recentes reforça o otimismo argentino. Mesmo diante da disparidade econômica entre os clubes, o Central Córdoba conseguiu vencer o Flamengo no Maracanã na temporada passada, resultado que serve como referência para sustentar a crença em mais uma façanha fora de casa. Na avaliação da imprensa local, o Lanús atingiu um nível de solidez competitiva que permite sonhar com a quarta conquista continental de sua história.
O tradicional jornal argentino Olé destacou em sua manchete que “Lanús está pronto”, reforçando a ideia de que o clube pode repetir o roteiro de uma vitória histórica em território brasileiro. Segundo a publicação, o Granate busca reafirmar sua relevância no cenário continental e conta com o apoio de sua torcida para alcançar o objetivo.
O periódico também ressaltou a liderança do técnico Mauricio Pellegrino, apontado como peça central na tentativa de conduzir a equipe a um novo capítulo marcante em sua trajetória. Enquanto isso, o Flamengo aposta na força do Maracanã e no apoio de sua torcida para impedir qualquer roteiro surpreendente e confirmar a conquista diante de sua gente.
Enquanto o Rubro-Negro segue fortalecido comercialmente, o grupo rival enfrenta debandada iminente após recuo de banco; Tricolor Gaúcho revela insatisfação
26 Fev 2026 | 16:00 |
A postura firme do Flamengo nas negociações de direitos de transmissão, que gerou críticas de rivais em 2025, parece ter sido confirmada pelo tempo. A Libra (Liga do Futebol Brasileiro), bloco que entrou em rota de colisão com o Rubro-Negro, vive hoje seu momento mais delicado. A retirada de uma proposta financeira do Banco Daycoval expôs fragilidades internas e colocou em xeque a sustentabilidade do grupo. Clubes importantes passaram a discutir alternativas diante do cenário de incertezas.
A crise ganhou força após o recuo do Banco Daycoval, que compraria 5% dos direitos de TV por 15 anos. Sem o aporte previsto, equipes como Grêmio, São Paulo e Santos passaram a avaliar uma possível migração para a Liga Forte União. O enfraquecimento da Libra, iniciado após o embate com o Flamengo, agora atinge diretamente o caixa dos integrantes. Promessas financeiras não cumpridas e divergências políticas ampliaram o desgaste interno.
Um dos casos mais emblemáticos envolve o Grêmio, que vive situação considerada paradoxal. Segundo apuração do UOL, o presidente Odorico Roman tem sido cobrado para o rateio de taxas advocatícias do bloco. O objetivo é manter uma ação judicial da Libra contra o Flamengo na Corte Arbitral. A ironia é que o clube paga para sustentar um modelo de divisão que, na prática, renderia menos do que propostas anteriores defendidas pelo Rubro-Negro.
Além da frustração financeira, a Libra enfrenta um vácuo de poder. Os mandatos de dirigentes como Julio Casares e André Rocha expiraram sem novas eleições, gerando instabilidade política. Falhas contratuais também vieram à tona, como a ausência de previsão de aumento de receitas com a ampliação da Série A. Com mais clubes na divisão, a tendência é de diluição das cotas, agravando a insatisfação.
Enquanto isso, o Flamengo mantém contratos sólidos e independência comercial. Com acordo firmado com a TV Globo até 2029, o clube preserva receitas e estabilidade. Rivais que antes criticaram a postura rubro-negra agora discutem o futuro da própria aliança. O cenário reforça a estratégia adotada pela diretoria ao resistir às pressões e priorizar segurança financeira a longo prazo.
Meia é um dos principais nomes do Mengão, mas clube catari pode fazer investimento para tirá-lo do Rio de Janeiro com grande oferta salarial
26 Fev 2026 | 15:11 |
O Flamengo ainda não vive seu melhor momento em 2026. No Campeonato Brasileiro, soma quatro pontos após três rodadas, enquanto na Recopa Sul-Americana saiu em desvantagem ao ser derrotado por 1 a 0 pelo Lanús, fora de casa. Agora, a equipe precisa reverter o cenário no Maracanã para conquistar o primeiro título do ano e aliviar a pressão que cresce nos bastidores.
Paralelamente ao momento esportivo, há movimentações internas visando ajustes no elenco. O nome da vez é o de Nicolás de la Cruz, que entrou no radar do mercado internacional e pode receber proposta do Catar na próxima janela de transferências.
Segundo informações divulgadas pelo portal ‘Bolavip’, o clube aguarda uma investida oficial para avaliar a saída do meio-campista em junho. A atual janela se encerra em 3 de março, o que inviabiliza qualquer negociação imediata.
De La Cruz chegou a ficar afastado por lesão, mas, desde o retorno, tem retomado protagonismo no esquema do técnico Filipe Luís. O uruguaio tem apresentado atuações consistentes e se tornou peça importante no funcionamento tático da equipe. Mesmo com o interesse externo, o meia é considerado relevante para a temporada, especialmente em um momento de reconstrução e busca por estabilidade.
Enquanto o futuro do elenco é debatido nos bastidores, o foco imediato está na decisão da Recopa. O Flamengo precisa vencer o Lanús no Maracanã, às 21h30, para reverter a desvantagem e levantar o troféu. O time argentino joga pelo empate para ficar com o título.