Futebol
Eita! Ex-Flamengo é visto em briga' com torcedores do Corinthians; veja vídeo
01 Fev 2026 | 17:16
Futebol
20 Jul 2023 | 15:55 |
Por conta do já conhecido e apertado calendário do futebol brasileiro, é praticamente uma raridade um time que disputa três competições ter uma semana livre para trabalhar. Só que o Flamengo, vivo na CONMEBOL Libertadores, Copa do Brasil e disputando o Brasileirão, teve dias a mais na preparação para o jogo seguinte.
Depois do empate em 0 a 0 com o Fluminense, no domingo (16), o time carioca voltará a campo no sábado (22) contra o América-MG. Ou seja, o técnico Jorge Sampaoli vai poder contar com mais dias para trabalhar e fazer ajustes na equipe rubro-negra. No entanto, coincidência ou não, nem sempre ter tempo foi algo bom para o Flamengo.
Segundo apuração feita pela ESPN, que levantou todas as últimas vezes que o Rubro-Negro teve a famosa ‘semana livre, os números pós esse tempo não são lá os melhores. A última delas, por exemplo, não traz boas recordações: o chocolate por 4 a 0 sofrido contra o Red Bull Bragantino neste Brasileirão.
Antes da goleada sofrida para o Red Bull Bragantino, o Flamengo havia vencido o Grêmio por 3 a 0, no dia 11 de junho. Após o respiro, os comandados de Sampaoli voltaram a jogar apenas no dia 22 de junho e perderam em Bragança pela 11ª rodada.
Outro intervalo que não trouxe boas recordações foi em 2021. Na ocasião, o time titular então comandado por Renato Gaúcho venceu o Corinthians por 3 a 1, no dia 1º de agosto. Durante a semana, após ter goleado o ABC na ida da Copa do Brasil por 6 a 0, até mesmo o comandante da equipe foi poupado para pegar o ABC na volta. Mauricio Souza comandou o time na beira do campo para Renato Gaúcho aproveitar a 'semana livre' para treinar o time e venceu por 1 a 0. A volta dos titulares, no entanto, foi bastante amarga: goleada de 4 a 0 sofrida para o Internacional no dia 8 de agosto.
Mas nem sempre ter tempo para trabalhar foi algo ruim. Em 2021, depois de uma goleada por 4 a 0 sobre o Santos, no dia 28 de agosto, o Flamengo voltou a atuar no dia 12 de setembro e castigou o Palmeiras com uma vitória por 3 a 1.
Ao todo, foram 9 ‘respiros’ no calendário desde 2021. Neste período, o Flamengo conseguiu quatro vitórias e sofreu cinco derrotas. O próximo desafio é o América-MG. Será que os cariocas vão conseguir igualar esse retrospecto?
Flamengo quando teve ‘pausa’ em 2023
19 de março - ganhou do Vasco de 3 a 2 // 1º de abril - ganhou do Fluminense por 2 a 0
11 de junho - venceu o Grêmio por 3 a 0 // 22 de junho - perdeu por 4 a 0 para o Bragantino
Flamengo quando teve ‘pausa’ em 2022
27 de fevereiro - empatou com Resende em 2 a 2 em 2022 // 06 de março - venceu o Vasco por 2 a 1
20 de março - venceu o Vasco por 2 a 0 // 30 de março - perdeu para o Fluminense por 2 a 0
29 de maio - venceu o Fluminense por 2 a 1 // 05 de junho - perdeu para o Fortaleza por 2 a 1
18 de setembro - perdeu para o Fluminense por 2 a 1 // 28 de setembro - perdeu para o Fortaleza por 3 a 2
Flamengo quando teve ‘pausa’ em 2021
30 de maio - venceu o Palmeiras por 1 a 0 // 10 de junho - venceu o Coritiba por 1 a 0
1º de agosto, time titular venceu o Corinthians por 3 a 1 (foi poupado para pegar o ABC na Copa do Brasil - Renato Gaúcho, inclusive, nem foi ao jogo, que acabou comandado por Mauricio Souza. O foco era aproveitar a 'semana livre' para treinar o time) // 8 de agosto - perdeu por 4 a 0 para o Inter
28 de agosto - venceu o Santos por 4 a 0 // 12 de setembro - venceu o Palmeiras por 3 a 1
Próximos jogos do Flamengo
América-MG (C) - 22/07, 16h (de Brasília) - Brasileirão
Grêmio (F) - 26/07, 21h30 (de Brasília) - Copa do Brasil
Atlético-MG (F) - 29/07, 21h (de Brasília) - Brasileirão
Zagueiro analisa derrota por 2 a 0 para o Corinthians em Brasília, destaca luta da equipe com um jogador a menos e pede foco total na recuperação no Brasileirão
01 Fev 2026 | 21:00 |
Léo Ortiz não escondeu o abatimento, mas manteve a franqueza ao analisar a derrota do Flamengo por 2 a 0 para o Corinthians, neste domingo (1º), na decisão da Supercopa do Brasil. Após o apito final no Estádio Mané Garrincha, o defensor apontou os fatores que levaram ao vice-campeonato, citando a expulsão do meia Carrascal como um ponto crucial para o desgaste físico da equipe, mas também cobrando uma postura diferente desde o início das partidas.
Para o camisa 3, o time apresentou uma dualidade em campo: controlou a posse no primeiro tempo, mas sem a agressividade necessária, e mostrou raça na etapa final, mesmo em desvantagem numérica, até o esgotamento físico cobrar o preço.
Em suas declarações na zona mista, Ortiz valorizou a entrega do grupo após o cartão vermelho recebido por Carrascal, ressaltando que, em diversos momentos da etapa complementar, o Flamengo conseguiu equilibrar as ações mesmo com dez homens. No entanto, ele admitiu que o esforço extra minou a resistência do time nos minutos decisivos.
"Lógico que dificulta (a expulsão), mas acho que a atitude foi boa na segunda etapa. No segundo tempo sobrou atitude, tanto que por muito tempo não pareceu que a gente estava com um a menos. É difícil, no final já está todo mundo esgotado", avaliou o zagueiro.
Ortiz também fez uma autocrítica sobre o desempenho inicial da equipe. Segundo ele, o domínio territorial dos primeiros 45 minutos não se traduziu na intensidade que uma final exige. "Acredito que essa atitude tinha que ser igual na primeira, a gente não deixou de jogar, acho que fomos melhores no primeiro tempo. Controlamos mais o jogo, masLéo Ortiz analisa vice da Supercopa e cobra atitude do Flamengo. Zagueiro cita desgaste após expulsão e projeta recuperação contra o Inter no Brasileirão. faltou um pouco mais de atitude", completou.
O revés para o Corinthians em Brasília agrava um início de temporada turbulento para o Rubro-Negro. Com o resultado, o Flamengo amarga sua terceira derrota seguida, somando os tropeços contra o Fluminense (Carioca) e São Paulo (Brasileirão). Uma sequência negativa como essa não ocorria desde 2023, época marcada pela saída do técnico Vítor Pereira.
Ciente da pressão externa, Léo Ortiz pregou blindagem e trabalho para reverter o cenário já no próximo compromisso. "Agora é trabalhar. Quando a fase é complicada, de muitas derrotas em sequência, é fechar os ouvidos e trabalhar no dia a dia. Quarta já tem Brasileiro, temos que vencer", sentenciou.
Goleiro do Corinthians destaca dificuldade de vencer o atual campeão da América, enquanto zagueiro rubro-negro analisa impacto da expulsão
01 Fev 2026 | 20:30 |
A decisão da Supercopa do Brasil de 2026, realizada no Estádio Mané Garrincha, terminou com festa alvinegra e reflexão rubro-negra. Após a vitória do Corinthians por 2 a 0 sobre o Flamengo neste domingo (1º), personagens centrais do confronto analisaram o resultado que garantiu a primeira taça nacional da temporada ao time paulista.
Ainda no gramado, Hugo Souza concedeu entrevista ao Grupo Globo e não escondeu a satisfação pelo título. Revelado nas categorias de base do Flamengo, o arqueiro corintiano fez questão de exaltar a qualidade do adversário para valorizar ainda mais o feito de sua atual equipe.
"Nós sabemos da dificuldade do adversário. O Flamengo é o último campeão da América (Copa Libertadores) e do Brasileirão. A equipe sabia que o jogo seria difícil, mas a gente queria demais, queria muito essa taça", afirmou o goleiro, destacando a determinação do elenco alvinegro em superar o atual detentor dos principais títulos do continente.
Pelo lado do Flamengo, o tom foi de autocrítica. O zagueiro Léo Ortiz lamentou o desfecho da partida e apontou a expulsão de um companheiro (Carrascal) como um fator que desequilibrou o planejamento para o segundo tempo. No entanto, o defensor foi além e cobrou uma postura mais agressiva desde o início do jogo.
"Claro que dificulta (a expulsão). Acho que a atitude foi boa na 2ª etapa. Tinha que ter sido igual na primeira. Não deixamos de jogar. A gente foi melhor no 1° tempo, controlou mais o jogo. Mas faltou atitude, que no segundo tempo sobrou", analisou Ortiz. Ele completou dizendo que, apesar do esforço para jogar com um homem a menos, o cansaço pesou no fim: "Por muito tempo não pareceu que estávamos com um a menos. Mas é difícil, no final já está todo mundo esgotado".
Goleiro argentino relembra conquistas de 2025 e final contra o PSG para valorizar o elenco rubro-negro, pedindo foco imediato na reação da equipe
01 Fev 2026 | 20:00 |
Rossi adotou um discurso de exaltação ao elenco e à instituição Flamengo, mesmo após o revés sofrido na decisão da Supercopa do Brasil. Depois da derrota por 2 a 0 para o Corinthians, ocorrida neste domingo (1º) no Estádio Mané Garrincha, em Brasília, o arqueiro argentino evitou lamentações excessivas e fez questão de ressaltar a trajetória vitoriosa recente do clube, lembrando que a temporada de 2026 está apenas em sua fase inicial.
Para o camisa 1, o resultado adverso na capital federal não apaga o brilho das conquistas alcançadas no ano anterior. Em 2025, o Rubro-Negro viveu uma temporada mágica, levantando os troféus do Campeonato Brasileiro, da Copa Libertadores, do Campeonato Carioca e da própria Supercopa, além de ter protagonizado a final da Copa Intercontinental contra o Paris Saint-Germain (PSG).
Em entrevista na zona mista após a partida, Rossi enfatizou o orgulho de defender a meta rubro-negra. "O Flamengo é o maior time do Brasil, do Mundo. A gente está muito feliz de representar o Flamengo. Obviamente ninguém gosta de perder mais uma final, mas a final tem que ter um ganhador", ponderou o goleiro.
Ele utilizou o retrospecto recente como argumento para manter a confiança do grupo e da torcida. "Assim como a gente acabou conquistando muita coisa ano passado. Chegamos na final do Mundial com o PSG, ficamos na ponta de ter um título mundial", completou, referindo-se ao desempenho de alto nível que a equipe manteve nos últimos meses.
Ao analisar o contexto da derrota para do Corinthians, Rossi minimizou o impacto a longo prazo e comparou com o cenário da temporada passada, quando o clube iniciou o ano vencendo a Supercopa. Ele parabenizou o adversário pela consistência na Copa do Brasil, mas lembrou que o Flamengo foi soberano em duas das principais competições do continente.
"O ano recém começa. O ano passado a gente começou ganhando a Supercopa e esse ano aqui perdemos, mas quem está aqui foi campeão... Acontece. Ninguém gosta de perder. Não pode abaixar a cabeça", afirmou o arqueiro titular do Flamengo.