Futebol
Diretoria toma decisão sobre possível decisão de Filipe Luís no Flamengo
06 Fev 2026 | 16:18
Futebol
20 Fev 2025 | 11:49 |
Sesc Flamengo e Osasco São Cristóvão/Saúde se enfrentam nesta sexta-feira (20), às 21h, no Maracanãzinho, em um confronto direto pela 18ª rodada da Superliga Feminina. O duelo pode marcar a retomada do Mengão na temporada e aproximá-lo dos líderes da competição. Já o time paulista chega embalado pelo título da Copa Brasil e com a chance de empatar na liderança.
A levantadora Kenya ressaltou a importância da vitória na Copa Brasil, mas reforçou que o foco da equipe já está no confronto contra o Sesc Flamengo, visando uma boa posição para os playoffs.
"O título da Copa Brasil foi muito importante, mas agora é foco 100% na Superliga, com esse grupo unido, jogando junto e trabalhando com o objetivo de chegar bem nas finais", comentou Kenya.
Situação na tabela e necessidade de reação
No primeiro turno, o Sesc Flamengo venceu o Osasco por 3 sets a 1 fora de casa. No entanto, a fase atual do time carioca é desafiadora: com quatro derrotas nos últimos cinco jogos, a equipe caiu na tabela e vê o clássico como uma oportunidade crucial para reagir.
O Mengão ocupa a sexta colocação, com 33 pontos, e não pode ultrapassar o Osasco nesta rodada. O time paulista tem 38 pontos, e uma vitória rubro-negra é essencial para evitar que a distância para o G4 aumente para oito pontos, restando apenas quatro jogos para o fim da fase classificatória.
Histórico do clássico
A parceria entre Flamengo, RJ Vôlei Clube e Sesc começou em 2020, mas o projeto comandado por Bernardinho tem raízes desde 1997, quando surgiu como Paraná Vôlei Clube. Maior vencedor da Superliga Feminina, com 12 títulos, o time carioca conquistou oito dessas taças, superando o Osasco.
Ao todo, as equipes já disputaram 11 finais de Superliga, com ampla vantagem rubro-negra: oito títulos (2005/06, 2006/07, 2007/08, 2008/09, 2010/11, 2012/13, 2014/15 e 2016/17) contra três do Osasco (2004/05, 2009/10 e 2011/12). Esse histórico faz de Sesc Flamengo x Osasco um dos maiores clássicos do vôlei mundial.
Mengão não tem fechado acordos com clubes nacionais interessados em seus atletas e situação se transforma em padrão da gestão Bap
06 Fev 2026 | 17:30 |
O Flamengo tem encontrado obstáculos para negociar jogadores do elenco profissional com clubes brasileiros nesta janela de transferências. Apesar de contar com um grupo numeroso e qualificado, a diretoria avalia que as propostas recebidas no mercado nacional não atingem o patamar financeiro considerado adequado.
Até o momento, apenas um jogador foi negociado com um clube do Brasil, e não fazia parte do elenco principal. Emprestado ao Santos até o meio do ano, Victor Hugo recebeu proposta do Atlético-MG. O clube aceitou vender 50% dos direitos econômicos do meia por 2,5 milhões de dólares (cerca de R$ 13,4 milhões).
As demais movimentações envolveram atletas em fim de contrato ou fora dos planos. O goleiro Matheus Cunha foi para o Cruzeiro, o zagueiro Pablo acertou com o São Bernardo e o atacante Carlinhos se transferiu para o Remo. Também sem vínculo ao fim, o zagueiro Cleiton deixou o clube rumo ao Wolfsburg, da Alemanha.
Internamente, o entendimento é de que a venda de qualquer jogador do elenco profissional exige uma compensação financeira relevante. A avaliação é que, para repor à altura e manter o nível do grupo, seria necessário investir alto no mercado, o que justifica a postura mais rígida nas negociações.
Nesse cenário, a tendência é que Allan não seja negociado com clubes brasileiros, mesmo com o desejo do volante de buscar mais minutos em 2026. As conversas com São Paulo, Corinthians e Vasco não avançaram justamente pela diferença de valores e pela política adotada pela diretoria.
A única negociação em andamento com um concorrente direto envolve Wallace Yan. Houve acordo inicial com o Red Bull Bragantino, mas o clube paulista recuou nos termos e o Flamengo chegou a interromper as tratativas. Ainda assim, as partes mantêm a expectativa de um desfecho positivo até o encerramento da janela.
Entidade quer discutir com clubes a possibilidade de alteração grande nas Séries A e B da competição que pode passar a valer já em 2027
06 Fev 2026 | 17:00 |
A possibilidade de mudanças no regulamento do Campeonato Brasileiro voltou à pauta da Confederação Brasileira de Futebol. Atendendo a uma demanda de parte dos clubes, a CBF confirmou que irá debater a redução do número de rebaixados da Série A.
De acordo com informações do portal 'GE', alguns participantes do Brasileirão defendem a diminuição de quatro para três clubes rebaixados da Série A para a Série B. Caso a proposta avance, a alteração também impactaria diretamente a divisão inferior, com a redução de quatro para três acessos da B para a elite do futebol nacional.
Além do debate sobre o rebaixamento, a CBF pretende colocar em discussão outros pontos sensíveis do campeonato. Entre eles estão o uso de gramado sintético e o limite de jogadores estrangeiros relacionados por partida.
Atualmente, cada clube pode inscrever até nove atletas nascidos fora do Brasil por jogo. Nos últimos meses, algumas equipes passaram a defender a redução desse número, sob o argumento de que o alto contingente de estrangeiros prejudica a formação e a utilização de jovens jogadores brasileiros.
Apesar da sinalização de que os temas serão debatidos, a CBF ainda não definiu uma data para a reunião com os clubes. A tendência, no entanto, é que as conversas aconteçam ainda no primeiro semestre de 2026, antes do início das fases decisivas da Copa do Brasil. As possíveis mudanças, caso aprovadas, só passariam a valer após consenso entre os clubes e adequação ao regulamento geral das competições nacionais.
Lateral uruguaio admite que falta de fôlego tem prejudicado a qualidade técnica da equipe e projeta recuperação do elenco para retomar o nível de atuação
06 Fev 2026 | 16:40 |
Na última quarta-feira (04), o Flamengo recebeu o Internacional no Maracanã e ficou no empate em 1 a 1, em duelo válido pela segunda rodada da competição nacional. O resultado ampliou a sequência negativa da equipe, que agora soma quatro partidas consecutivas sem vitórias.
Após o apito final, o lateral-direito Guillermo Varela utilizou a zona mista para fazer um diagnóstico sincero sobre o momento vivido pelo clube, apontando o condicionamento atlético como o principal vilão. Ao ser questionado sobre as dificuldades encontradas pelo Flamengo neste início de temporada, Varela foi direto ao identificar a raiz do problema.
Para o defensor, a questão física é o fator preponderante que desencadeia outras falhas, inclusive técnicas. Segundo ele, a falta de resistência compromete a tomada de decisão e a execução das jogadas: "É lógico que é físico. Mas, se você não está bem fisicamente, não estará na qualidade, porque se não tem ar o suficiente para ir e voltar, vai perder em qualidade", explicou o uruguaio.
O jogador, no entanto, demonstrou otimismo quanto a uma virada de chave, condicionando a melhora do time à evolução na preparação atlética. "Então, quanto mais rápido o time voltar a estar 100% fisicamente, voltaremos a fazer o que fizemos há um mês. É o que nós queremos, e a torcida também", completou.
Dentro das quatro linhas, o confronto apresentou um primeiro tempo equilibrado, mas com roteiro conhecido: o Flamengo deteve a maior parte da posse de bola, porém encontrou dificuldades para transformar o controle territorial em chances claras de gol. A ineficiência ofensiva foi punida nos acréscimos da etapa inicial, quando Rafael Borré balançou as redes aos 48 minutos, colocando o Internacional em vantagem.
Diretoria toma decisão sobre possível decisão de Filipe Luís no Flamengo
06 Fev 2026 | 16:18