Futebol
Flamengo mapeia alternativas no mercado com características de Kaio Jorge
04 Jan 2026 | 16:42
Futebol
27 Dez 2024 | 13:23 |
Mesmo sem o time titular, o Flamengo fará quatro jogos no Nordeste nas quatro primeiras rodadas do estadual. O rubro-negro ajuda a aquecer o mercado de venda de mandos de campo neste início de temporada. A estratégia é para faturar mais nas partidas que poderiam render pouco, se fossem no Rio.
Jogos do Flamengo fora do RJ
Flamengo x Boavista - 1ª rodada (12/1): Baptistão, Aracaju (SE)
Madureira x Flamengo - 2ª rodada (16/1): Amigão, João Pessoa (PB)
Flamengo x Nova Iguaçu - 3ª rodada (19/1): Arena das Dunas, Natal (RN)
Bangu x Flamengo - 4ª rodada (22/1): Castelão, São Luís (MA)
A costura para isso
As partidas envolvem não só jogos em que o Fla é mandante. Madureira e Bangu toparam fazer parte do pacote, negociado junto à empresa do ex-atacante Roni. "Eu não quis atrapalhar nada. Vendi para o Roni, que também acrescentou na rota do Flamengo. Até indiquei que fosse na Arena das Duas, queria jogar lá, mas estava ocupado", explicou ao portal UOL o presidente do Madureira, Elias Duba.
A lógica dos times de menos investimento também é financeira, em que pese o esforço logístico. No caso do Madureira, já não poderia usar a própria casa, o estádio Conselheiro Galvão, para enfrentar o Fla.
Se fizesse em outro estádio no Rio, poderia flertar com prejuízo, já que os jogadores principais do Flamengo estarão na pré-temporada nos Estados Unidos. Como o rubro-negro tem apelo no Nordeste, mesmo sem seus astros, aceitou vender o mando para lá.
O que os pequenos ganham
O regulamento do Carioca já estabelece as bases para esse tipo de acordo. Quem tira o jogo do estado precisa garantir transporte, alimentação e hospedagem para uma delegação de 35 pessoas do time adversário. Na parte financeira, quando o mando é do grande, o pequeno tem direito a uma cota mínima de R$ 200 mil ou 10% da bilheteria. Prevalece o que tiver maior valor.
Quando o mando é do pequeno, a cota mínima de R$ 200 mil continua, mas o percentual da renda sobe para 15%.
Traduzindo, se 15% da renda de Madureira x Flamengo for maior do que R$ 200 mil, o time tem direito a essa bolada além da linha de corte. De novo, prevalece o que tiver maior valor.
Flamengo não é o único alvo
O Madureira, especificamente, já encaminhou acerto para enfrentar o Vasco em Manaus, na quarta rodada (22 ou 23 de janeiro).
Ao mesmo tempo, discute com o Fluminense a possibilidade de enfrentar o Fluminense em Brasília, na quinta rodada (25 ou 26 de janeiro).A negociação, neste caso, envolve a empresa do ex-senador Luís Estevão. A Ferj ainda está próxima de confirmar o clássico entre Vasco e Fluminense (5 ou 6 de fevereiro) em Brasília e o duelo do cruz-maltino com o Volta Redonda para Cariacica (1 ou 2 de fevereiro).
Atacante busca protagonismo na Vila Belmiro para entrar no radar da Seleção Brasileira; reencontro com Tite e reserva na Raposa pesaram na decisão
04 Jan 2026 | 21:00 |
A transferência de Gabigo,ex-Flamengo, do Cruzeiro para o Santos tem um objetivo claro além da identificação com o clube: a disputa da Copa do Mundo deste ano. Segundo apuração da Rádio Itatiaia, o atacante vê no retorno à Vila Belmiro a oportunidade ideal para recuperar seu melhor futebol e entrar no radar do técnico Carlo Ancelotti nesta reta final de ciclo para o Mundial.
O jogador entende que precisa de visibilidade e minutos em campo para convencer o treinador italiano, algo que estaria ameaçado caso permanecesse em Belo Horizonte para a temporada de 2026.
A permanência no Cruzeiro apresentava obstáculos claros para as ambições do camisa 99. O atacante encerrou 2025 em baixa, marcada pelo pênalti perdido na eliminação da Copa do Brasil contra o Corinthians, enquanto viu o concorrente Kaio Jorge se consolidar como titular absoluto e viver grande fase técnica.
Além da questão esportiva, o fator comando técnico foi decisivo. O reencontro com Tite, treinador com quem Gabigol teve desavenças públicas durante a passagem pelo Flamengo, indicava uma redução natural de sua minutagem. Ciente de que seria uma opção no banco de reservas, o atleta optou pela mudança de ares.
No Santos, o cenário se inverte. Revelado nas categorias de base do clube, Gabigol chega com status de estrela e a confiança de que terá o ambiente favorável para brilhar. Outros fatores extracampo também influenciaram a escolha, como a proximidade da família e a possibilidade real de atuar novamente ao lado de Neymar. Assim como Gabriel, o camisa 10 também nutre o desejo de retornar à Seleção Brasileira.
Lateral uruguaio perdeu espaço no elenco rubro-negro e busca sequência na Argentina para garantir convocação para o Mundial de 2026
04 Jan 2026 | 19:19 |
Após uma temporada histórica em 2025, na qual conquistou seis títulos,inc luindo o nono Campeonato Brasileiro e a quarta Libertadores, o Flamengo iniciou o processo de ajustes no elenco para manter a hegemonia. Nesse cenário de reformulação, uma das saídas confirmadas é a do lateral-esquerdo Matías Viña. O jogador será emprestado ao River Plate, da Argentina, pelo período de um ano.
A transferência, no entanto, vai além das quatro linhas e envolve uma preocupação direta com o futuro do atleta na seleção de seu país. A decisão de deixar o Rio de Janeiro foi impulsionada por um recado direto de Marcelo Bielsa, técnico da Seleção Uruguaia. Visando a Copa do Mundo que será disputada em junho no Canadá, Estados Unidos e México, o treinador foi enfático sobre os critérios de convocação.
Segundo informações do jornal argentino Olé, Bielsa deixou claro para Viña que sua presença no Mundial de 2026 está condicionada à regularidade em campo. O comandante da Celeste avisou que só levará para o torneio atletas que estiverem atuando frequentemente e em alto nível por grandes clubes.
No Flamengo, a situação do lateral havia se complicado. Viña tornou-se apenas a terceira opção para o setor, ficando atrás de Alex Sandro e Ayrton Lucas na hierarquia da comissão técnica. Sem minutos suficientes no Brasil, o risco de ficar fora da lista final do Uruguai tornou-se real, motivando a busca por novos ares.
A ida para o River Plate contou com o aval de Marcelo Gallardo. O treinador dos Millonarios foi peça-chave na negociação, mas manteve a transparência com o reforço: não haverá cadeira cativa. Gallardo comunicou a Viña que ele terá que disputar posição com o experiente Marcos Acuña, mas garantiu que dará todo o suporte necessário para sua adaptação.
Peixe abre conversas com o Al Sadd do Catar para repatriar o meia revelado na Vila Belmiro; jogador manifesta desejo de retornar ao clube paulista
04 Jan 2026 | 18:00 |
O Santos iniciou uma ofensiva no mercado para repatriar o meia Claudinho visando a temporada de 2026. Após o jogador ter sido alvo recorrente do Flamengo em janelas anteriores, é o time da Vila Belmiro que agora surge como o provável destino do atleta. Atualmente defendendo o Al Sadd, do Catar, o meio-campista pode retornar ao futebol brasileiro para vestir a camisa do clube que o revelou.
A diretoria santista trabalha nos bastidores para viabilizar a chegada do reforço, apostando na identificação do jogador com a equipe e na oportunidade de mercado para elevar o nível técnico do elenco.
Segundo informações apuradas pelo jornalista Ricardo Martins, o modelo de negócio discutido é um empréstimo. O Santos já iniciou os contatos com o Al Sadd e conta com um trunfo importante nas tratativas: a vontade do próprio atleta. Claudinho vê com bons olhos o retorno ao Brasil e, especificamente, ao Peixe, onde iniciou sua trajetória no futebol.
O jogador foi negociado com o time catariano em janeiro deste ano, após deixar o Zenit, da Rússia. No entanto, a possibilidade de atuar novamente na Série A pelo seu clube formador motiva o staff e o meia a buscarem um acordo amigável para a liberação temporária.
Antes de entrar na mira do Santos, Claudinho foi protagonista de longas novelas envolvendo o Flamengo. O Rubro-Negro tentou a contratação do jogador em duas temporadas consecutivas quando ele ainda estava na Rússia. Na primeira investida frustrada, o clube carioca acabou optando pela contratação de Nicolás de la Cruz. Na segunda tentativa, o Flamengo voltou à carga, mas novamente não conseguiu superar as exigências do Zenit.