Futebol
30 Abr 2024 | 07:44 |
Ídolo do Flamengo e agora técnico do Rubro-Negro, Filipe Luís participou do podcast de Diego Ribas e falou sobre a passagem de Jorge Jesus no clube. Filipe destacou o nível de eficiência tática nos treinos e jogos do time durantes esse período do Mister.
"Taticamente, eu nunca aprendi tanto como aprendi com o Jorge Jesus. Ele me ensinou e me deu uma aula. Eu ia todo dia feliz e contente porque eu ia ver uma aula de futebol. Aquilo era muito prazeroso", disse Filipe Luís, em entrevista ao podcast de Diego Ribas nesta segunda-feira (29).
" Toda semana eu ligo para ele. (No início) Eu estava fazendo jogos adaptativos. Aí ele me chamou na sala e falou: ‘Já entendi, é jogador de passe, não gosta de atacar o espaço, mas preciso que vá ao ataque.’ Mas falei ‘Mister, gosto de jogar por dentro, armar jogo’. ‘Mas tem que passar do teu lado, se não falta gente’, ele disse. Aí teve um jogo contra o Inter na Libertadores onde joguei muito por dentro, a gente ganhou, e ele entendeu a minha função, e ele foi adaptando", concluiu.
ANO MÁGICO
Com o time sob o comando de Jorge Jesus, os torcedores rubro-negros viveram um ano mágico. Isso porque, o Mais Querido dominou todo o cenário nacional e sul-americano, com as conquistas da Libertadores, após 38 anos de jejum e Campeonato Brasileiro.
Já em 2020, apesar do pouco tempo, Jorge Jesus conquistou com o Flamengo mais três títulos. O técnico levantou as taças do Carioca, Supercopa do Brasil e da Recopa Sul-Americana.
FILIPE LUÍS SEGUE OS MESMOS PASSOS
Agora é Filipe Luís quem segue os mesmos passos de Jorge Jesus. Após se aposentar dos gramados, o ídolo do Mais Querido começou a comandar a equipe sub-17 do Rubro-Negro e briga pela conquista de seus primeiros títulos no comando do clube de seu coração.
Ex-vice de futebol do Mengão não esconde que cometeu erros enquanto estava à frente da pasta no clube e diz qual acredita ter sido o maior deles
23 Jan 2026 | 16:10 |
Ex-vice-presidente de futebol do Flamengo e recém-promovido à Série A com o Remo, Marcos Braz concedeu entrevista ao ge e abriu detalhes dos bastidores do clube durante o período em que atuou como dirigente. Entre os temas abordados, o dirigente falou sobre decisões administrativas, trocas de treinadores e episódios extracampo envolvendo torcedores.
Braz não escondeu a insatisfação com a saída de Jorge Jesus em 2020 devido ao peso que cairia sobre suas costas e revelou qual considera o maior arrependimento de sua trajetória no cargo: a demissão de Rogério Ceni, em 2021.
Marcos Braz sobre demissão de Rogério Ceni no Flamengo: "me arrependo muito de demitir..."
Ao comentar a despedida do técnico português, o ex-dirigente destacou que, embora não tenha havido turbulência interna, tinha plena consciência do impacto esportivo da decisão: “A saída do Jorge Jesus, mesmo não tendo uma turbulência muito grande, porque a culpa não era nossa, era um desejo dele, eu tinha a noção exata do que estava acontecendo. Sabia o que era perder uma comissão técnica do jeito que estava jogando, campeã da Libertadores e do Brasileiro. Não foi a maior crise, mas eu tinha dimensão do que aquilo representaria, inclusive para mim como vice-presidente”, afirmou.
Na sequência, Braz foi direto ao tratar da saída de Rogério Ceni do Flamengo, classificando a decisão como um erro de coerência: “Depois, mais à frente, eu errei ao tirar o Rogério naquele momento. Eu me arrependo muito de demitir e não fui coerente. No futebol, você pode errar ou acertar, mas não pode ser incoerente”, disse.
Segundo ele, o treinador chegou a ser mantido no cargo mesmo sob forte pressão da torcida, conquistando títulos importantes antes da demissão: “Segurei o Rogério antes de ser campeão, com a torcida pedindo para me demitir e demitir ele. Ele me pediu demissão duas vezes, convenci a seguir, fomos campeões no Morumbi. Depois disso, veio o título brasileiro, a Supercopa, o tricampeonato estadual, e mais à frente, por questões internas e pressões, eu demiti”, completou.
Imóvel de alto padrão será entregue aos pais do jogador nos próximos dias; coincidência com a janela de transferências agita torcida rubro-negra sobre possível
23 Jan 2026 | 15:36 |
Lucas Paquetá tem um novo endereço de referência no Rio de Janeiro. O meio-campista do West Ham concluiu recentemente a construção de uma mansão de alto padrão em um condomínio de luxo na Barra da Tijuca, Zona Oeste da cidade.
Embora o imóvel tenha sido projetado para residência de seus pais, a entrega das chaves, prevista para os próximos dias, chama a atenção por coincidir com o momento em que o Flamengo intensifica as tratativas para repatriar o jogador ainda nesta janela de transferências.
A nova casa segue uma estética sóbria e elegante, utilizando uma paleta de tons claros e terrosos. O projeto arquitetônico busca fundir o conforto urbano com um clima relaxante de "casa de praia", evitando excessos decorativos e priorizando a funcionalidade.
O ponto de discórdia que precisa ser superado agora é o modelo de desembolso. A proposta que o West Ham recusou, gerando o ruído sobre o fim da negociação, consistia no pagamento de 35 milhões de euros fixos (parcelados) mais 5 milhões de euros em bônus por metas.
Os ingleses foram taxativos na contraproposta: aceitam os 40 milhões de euros, desde que o valor seja integralmente fixo, sem dependência de variáveis de performance. Além disso, o clube europeu exige o pagamento preferencialmente à vista ou com o mínimo de parcelamento possível.
Ex-jogador afirma que com o valor que pretende investir no retorno do meia, o Mengão poderia contratar dois jogadores de bom nível
23 Jan 2026 | 15:31 |
O comentarista Walter Casagrande Jr opinou que o Flamengo deveria rever a estratégia de investir alto em Lucas Paquetá, atualmente no West Ham (ING). Em programa do Uol, o ex-jogador afirmou que o valor pedido pelos ingleses não se justifica tecnicamente.
Casagrande sobre Paquetá no Flamengo: "poderia contratar com essa grana toda uns dois jogadores muito bons..."
“Não acho que é jogador para 45 milhões de euros. Eu acho que o Flamengo poderia contratar com essa grana toda uns dois jogadores muito bons, pagar menos e com salário menor. E crescer ali dentro do elenco do próprio Flamengo, desenvolver ali dentro do próprio Flamengo”, avaliou Casagrande.
Apesar de reconhecer a qualidade do atleta, o comentarista fez ressalvas ao estilo de jogo do meia. “Eu acho que o Paquetá é um bom jogador, um ótimo jogador. Mas não é um estilo que me agrada. É um estilo que toca muito para o lado e muito para trás”, completou.
Nos bastidores, entretanto, a negociação avançou. Segundo informações confirmadas pelo jornalista Rodrigo Mattos, em apuração que corrobora levantamento do Gazeta do Urubu, Flamengo e West Ham chegaram a um denominador comum quanto ao valor global da transferência: 40 milhões de euros (cerca de R$ 240 milhões).
Apesar do avanço financeiro, o acordo ainda não foi fechado. Restam pontos relevantes a serem ajustados, o que mantém a negociação em compasso de espera. Internamente, o Flamengo trata o momento como progresso significativo, e não como recusa.
A principal divergência envolve a estrutura financeira da operação. O West Ham, que inicialmente pedia 60 milhões de euros, reduziu a pedida para 45 milhões e, após novas conversas na última sexta-feira, fixou o valor em 40 milhões de euros, movimento atribuído em parte à pressão do próprio jogador para retornar ao Brasil.
O modelo apresentado pelo Flamengo, no entanto, não agradou. A proposta prevê 35 milhões de euros fixos, pagos de forma parcelada, mais 5 milhões em bônus por metas. Os ingleses, por sua vez, exigem que os 40 milhões sejam integralmente fixos, sem variáveis, e com preferência por pagamento à vista ou com o menor parcelamento possível.