Futebol
03 Fev 2025 | 19:36 |
Arrascaeta segue fazendo história no Flamengo. Com a vitória na Supercopa do Brasil, o meia uruguaio chegou ao seu 14º título com a camisa rubro-negra. No entanto, na decisão deste domingo (02), ele teve uma participação discreta, entrando apenas no segundo tempo da partida. Antes do confronto, Arrascaeta conversou com Filipe Luís e admitiu que outros companheiros atravessam um momento melhor fisicamente. O camisa 10 destacou sua felicidade pela conquista e enalteceu a importância do grupo, da torcida e da família no dia a dia dos atletas.
MEIA URUGUAIO RECONHECE MOMENTO DOS COMPANHEIROS
Com a sua experiência e liderança, Arrascaeta demonstrou consciência sobre seu atual momento. O jogador ressaltou que deseja estar em plena forma o mais rápido possível e que coloca os interesses do time acima de qualquer questão individual. "Se Deus quiser, o mais rápido possível, vou voltar a estar 100%. Foi o que falei com o Filipe (Luís): 'Eu quero o melhor para o meu time, para os meus companheiros que estão melhores do que eu'", afirmou o camisa 10.
DECISÃO E ESCOLHAS DE FILIPE LUÍS
Durante a semana, havia a expectativa de que Arrascaeta começasse jogando. No entanto, Filipe Luís optou por escalar De La Cruz e Gerson no meio de campo, formando um ataque com Plata, Michael e Bruno Henrique. Assim, o uruguaio foi acionado apenas aos 25 minutos do segundo tempo. A decisão da comissão técnica mostrou-se acertada, pois a equipe apresentou um bom desempenho e conseguiu erguer mais uma taça. Mesmo sem ter sido protagonista na final, Arrascaeta comemorou a conquista ao lado dos companheiros.
NÚMEROS IMPRESSIONANTES NO MAIS QUERIDO
O título da Supercopa coloca Arrascaeta e Bruno Henrique entre os maiores campeões da história recente do clube. Ambos somam 14 troféus pelo CRF, sendo três Supercopas, duas Libertadores, dois Brasileirões, duas Copas do Brasil, uma Recopa Sul-Americana e quatro Cariocas. A coleção de taças reforça o status de Arrascaeta como um dos jogadores mais vitoriosos do clube. Seu desempenho e contribuição para as conquistas tornam o uruguaio uma peça fundamental na história recente do Mengão.
A temporada está apenas começando, e o Flamengo segue focado nas próximas competições. O clube disputará o Campeonato Carioca, a Libertadores, a Copa do Brasil, o Brasileirão e tem como um dos objetivos principais o Mundial de Clubes. Com um elenco qualificado e reforçado, a expectativa é de que o time mantenha o alto nível de desempenho e continue brigando por mais títulos. Arrascaeta, por sua vez, espera retomar a forma ideal para seguir contribuindo com o sucesso do time.
Treinador comandou o Cruzeiro em partida válida pela Sul-Americana nas alturas e terá novamente de encarar a situação, agora pelo Mengão
08 Abr 2026 | 11:11 |
Apesar de ter nascido na Venezuela, o técnico Leonardo Jardim ainda possui pouca experiência em competições sul-americanas. Com carreira construída majoritariamente na Europa, o comandante teve apenas um contato com jogos em altitude antes de assumir o Flamengo, justamente em 2025, quando dirigia o Cruzeiro.
Na ocasião, pela Copa Sul-Americana, o Cruzeiro empatou por 1 a 1 com o Mushuc Runa, em Riobamba, no Equador, cidade situada a 2.754 metros acima do nível do mar . A partida marcou a única experiência do treinador em condições de altitude até então.
Em entrevista recente já no comando do Flamengo, Jardim relembrou as dificuldades daquele confronto, destacando principalmente o comportamento da bola. Naquele duelo, válido pela fase de grupos, o Cruzeiro utilizou uma equipe alternativa e conseguiu evitar a derrota, mesmo atuando em condições adversas.
“A sensação foi a velocidade da bola. Essas equipes jogam de forma mais direta, com muitos duelos. Precisamos manter a bola no chão e ter atenção defensiva, principalmente em chutes de fora e bolas paradas”, avaliou o técnico.
Agora, à frente do Flamengo, Leonardo Jardim terá um desafio ainda maior. A estreia na Copa Libertadores da América será diante do Cusco FC, em um cenário mais extremo: 3.350 metros de altitude em Cusco . A partida acontece no Estádio Inca Garcilaso de la Vega, às 21h30 (horário de Brasília), marcando não apenas a estreia do Flamengo na competição, mas também o primeiro jogo de Jardim na Libertadores.
Diante desse contexto, o treinador aposta em adaptação tática e controle do jogo para minimizar os efeitos da altitude. A expectativa é de um duelo desafiador, em que a experiência recente pode servir como aprendizado para buscar um início positivo no torneio continental.
Leonardo Jardim escala o meia uruguaio após planejamento especial para a altitude, enquanto lida com ausências de peso como Jorginho e Alex Sandro
08 Abr 2026 | 11:10 |
Flamengo inicia sua caminhada na Conmebol Libertadores 2026 nesta quarta-feira, às 21h30, enfrentando o Cusco FC em território peruano. O confronto de abertura da fase de grupos exige que a comissão técnica equilibre a montagem do time diante de um departamento médico movimentado e os desafios fisiológicos do ar rarefeito.
A principal novidade positiva é a confirmação de Nicolás De la Cruz entre os relacionados, consolidando-se como um possível titular de logo mais. A preparação para este duelo internacional foi marcada por um monitoramento rigoroso e a utilização de tecnologia para minimizar o impacto do ambiente sobre os atletas.
Apesar do alento com De la Cruz, Leonardo Jardim terá que contornar cinco ausências importantes. O setor de contenção é o mais afetado: o volante Jorginho está fora devido a uma contusão na panturrilha esquerda, enquanto o chileno Erick Pulgar se recupera de uma lesão no ombro direito.
No sistema defensivo, o experiente Alex Sandro permanece no Rio de Janeiro tratando um problema muscular na coxa, no ataque, Everton Cebolinha desfalca a equipe em função de uma fratura na costela, sem data definida para retorno. Já a situação do espanhol Saúl Ñíguez apresenta contornos mais otimistas para um retorno em maio.
A escalação de De la Cruz foi precedida de uma análise minuciosa. O meio-campista uruguaio possui um histórico de hipersensibilidade aos efeitos da altitude, tendo apresentado mal-estar em ocasiões anteriores. Para viabilizar sua atuação em alto nível, o Flamengo investiu em uma logística de elite, incluindo a hospedagem em quartos com pressurização controlada.
Mais Querido inicia a caminhada rumo à Glória Eterna nesta quarta-feira (8) enfrentando os 3.350 metros de altitude e projeções de equilíbrio
08 Abr 2026 | 10:45 |
Flamengo faz sua estreia oficial na fase de grupos da Copa Libertadores 2026 nesta quarta-feira (08). O desafio inicial será contra o Cusco FC, no Estádio Inca Garcilaso de la Vega, no Peru, às 21h30 (horário de Brasília). Além do adversário em campo, o time carioca terá que superar a barreira dos 3.350 metros acima do nível do mar, um obstáculo geográfico que não é vencido pelo clube desde 2021.
A mística que envolve a competição continental também ganha espaço fora das quatro linhas. O canal "Renascer das Cartas" realizou uma leitura mística para o confronto, indicando que, embora o desgaste físico seja um fator predominante, as vibrações são positivas para o elenco comandado pela comissão técnica rubro-negra.
De acordo com a previsão do tarólogo Luiz Filho, o equilíbrio deve marcar o embate em território peruano. Em sua leitura, o especialista destacou que existe uma possibilidade real de empate devido ao nivelamento das cartas em certos momentos da partida. Entretanto, ele ressaltou que o Flamengo possui uma leve vantagem energética.
"Eu vejo as cartas do Flamengo um pouquinho melhores, apesar de a gente perceber essa dificuldade, com muito desgaste e cansaço", afirmou Luiz, sinalizando que a qualidade técnica poderá prevalecer sobre as adversidades climáticas se o time souber administrar o vigor físico.
O fator altitude é tratado como o principal inimigo extracampo do Flamengo nesta rodada de abertura. A previsão mística corrobora com a análise técnica, sugerindo que o Cusco FC tentará explorar o ar rarefeito para pressionar os visitantes.
Para sair vitorioso, o Rubro-Negro precisará de uma execução tática impecável, priorizando a segurança defensiva e sendo letal nas oportunidades de contra-ataque. O segundo tempo é apontado como o período mais crítico, exigindo uma preparação mental elevada para que a equipe não se desconecte do jogo diante da fadiga acumulada.