Futebol
Problemas! Lateral do Flamengo sofre lesão no ombro e terá que fazer cirurgia
15 Jan 2026 | 15:42
Futebol
21 Out 2023 | 16:07 |
O mercado de transferências no futebol brasileiro está repleto de reviravoltas e surpresas, e uma das mais recentes envolve o atacante Bruno Henrique, do Flamengo. O jogador, que tem sido um dos principais destaques do clube carioca nas últimas temporadas, vem sendo assediado pelo Palmeiras, um dos seus principais rivais. Essa situação inesperada tem inflacionado a negociação e colocado pressão sobre o Flamengo para manter seu atleta.
O Palmeiras, ávido por reforçar seu elenco e tirar um dos melhores jogadores do rival, não tem medido esforços para convencer Bruno Henrique a trocar o Rio de Janeiro por São Paulo. As conversas entre o clube alviverde e o jogador se intensificaram nas últimas semanas, e as cifras envolvidas na proposta do Palmeiras têm deixado o Flamengo em uma posição desconfortável.
Os valores oferecidos pelo Palmeiras, que incluem um salário substancialmente maior do que o atual de Bruno Henrique, têm inflacionado as expectativas salariais do jogador. Isso tem gerado preocupações no Flamengo, que agora enfrenta a difícil tarefa de igualar ou superar a oferta do rival para manter seu atacante.
Segundo Diogo Dantas, situação com Bruno Henrique é um reflexo do que tem ocorrido com outras renovações de contrato no futebol brasileiro. O assédio de clubes rivais tem se mostrado uma ameaça real para as equipes que desejam manter seus principais jogadores, forçando-as a gastar mais do que gostariam para garantir a permanência de atletas-chave.
Além disso, a inflação salarial resultante desse cenário pode ter um impacto significativo nas finanças dos clubes, especialmente em um momento em que a maioria deles enfrenta desafios econômicos devido à pandemia e à diminuição das receitas. O Palmeiras não é o único clube a adotar essa estratégia de assédio para inflacionar os valores das renovações. Outros times, como o São Paulo, o Corinthians e o Grêmio, também têm demonstrado interesse em jogadores de equipes rivais, criando um ambiente competitivo que encarece as negociações.
A situação com Bruno Henrique pode ser apenas o começo de uma tendência preocupante no futebol brasileiro. A rivalidade acirrada entre os clubes está levando a um ciclo de inflação de salários, no qual os jogadores são os principais beneficiados, enquanto os clubes lutam para manter o equilíbrio financeiro.
A pressão sobre o Flamengo para manter Bruno Henrique é compreensível, uma vez que o atacante se tornou uma peça fundamental no esquema tático da equipe e um dos artilheiros do Campeonato Brasileiro. Perder um jogador de seu calibre para um rival poderia enfraquecer substancialmente a equipe e afetar suas ambições de conquistas futuras.
Além disso, a situação com Bruno Henrique pode ter um impacto cascata em outras renovações pendentes no clube. Outros jogadores podem ver o salário oferecido a Bruno como um precedente e buscar aumentos semelhantes, aumentando ainda mais a pressão financeira sobre o Flamengo.
Os dirigentes do Flamengo estão agora diante de um dilema: ceder às pressões inflacionárias do mercado e oferecer um contrato mais vantajoso a Bruno Henrique ou arriscar perdê-lo para o Palmeiras, fortalecendo um concorrente direto. Essa decisão terá implicações de longo prazo no clube e poderá servir de exemplo para outras negociações.
A situação com Bruno Henrique destaca a necessidade de os clubes brasileiros repensarem suas estratégias de renovação de contratos e a forma como lidam com o assédio de rivais. A busca por equilíbrio financeiro e a manutenção de um elenco competitivo se tornam desafios cada vez maiores em um cenário de inflação salarial.
Enquanto o Flamengo busca encontrar a melhor solução para a renovação de contrato de Bruno Henrique, o futebol brasileiro como um todo enfrenta a realidade de que o assédio de rivais pode inflacionar jogadores e criar um ciclo insustentável de gastos. É um problema que exige uma abordagem estratégica e cuidadosa por parte dos clubes para garantir sua estabilidade financeira a longo prazo.
O duelo pela quarta rodada do Carioca 2026 marca o primeiro clássico do ano no Maracanã; vendas abrem nesta sexta-feira com prioridade escalonada para sócios
15 Jan 2026 | 20:15 |
Flamengo e Vasco medem forças na próxima quarta-feira (21), às 21h30 (horário de Brasília), no Maracanã. A partida é válida pela quarta rodada do Campeonato Carioca. Para este confronto decisivo, o clube divulgou todos os detalhes operacionais sobre a comercialização dos bilhetes, que terá início nesta sexta-feira (16).
A expectativa é de casa cheia para o "Clássico dos Milhões". O sistema de vendas seguirá a ordem de prioridade dos planos de sócio-torcedor, começando pelos níveis mais altos do programa Nação antes de abrir para o público geral.
A comercialização será feita de forma escalonada através do site oficial ingressos.flamengo.com.br. Uma novidade importante é direcionada aos sócios do plano "Nação Sem Fronteiras": aqueles que ainda não utilizaram o benefício na temporada vigente poderão adquirir até dois ingressos com prioridade a partir da primeira onda de vendas.
Confira os horários de abertura por categoria:
Os valores variam de acordo com o setor do estádio e a categoria do sócio-torcedor. O Setor Norte é exclusivo para a torcida do Flamengo, enquanto os setores Leste e Oeste são mistos. O Setor Sul é destinado à torcida visitante.
Norte (Exclusivo Flamengo):
Nação Maraca 1: R$ 20,00
Nação Maraca 2: R$ 28,00
Nação Maraca 3: R$ 32,00
Público Geral: R$ 80,00 (meia-entrada R$ 40,00)
Leste Superior (Misto):
Nação Maraca 1: R$ 25,00
Nação Maraca 2: R$ 35,00
Nação Maraca 3: R$ 40,00
Público Geral: R$ 100,00 (meia-entrada R$ 50,00)
Leste Inferior (Misto):
Nação Maraca 1: R$ 30,00
Nação Maraca 2: R$ 42,00
Nação Maraca 3: R$ 48,00
Público Geral: R$ 120,00 (meia-entrada R$ 60,00)
Oeste Inferior (Misto):
Nação Maraca 1: R$ 35,00
Nação Maraca 2: R$ 49,00
Nação Maraca 3: R$ 56,00
Público Geral: R$ 140,00 (meia-entrada R$ 70,00)
Clubes alinham valores em torno de 35 milhões de euros fixos mais bônus, totalizando cerca de R$ 250 milhões, porém divergência na liberação atrapalha
15 Jan 2026 | 19:30 |
As conversas com o West Ham avançaram consideravelmente em relação aos valores da transferência, aproximando as partes de um denominador comum financeiro. No entanto, o negócio ainda não foi selado devido a um obstáculo logístico: a data de liberação de Paquetá, ponto que se tornou o principal entrave para a conclusão do acordo neste momento.
Segundo informações apuradas pelos jornalistas Cahê Mota e Luiza Sá, do portal 'ge', o Rubro-Negro conseguiu reduzir a pedida inicial dos ingleses e colocou a operação dentro de um patamar considerado viável pela diretoria carioca.
Os moldes da negociação que estão sendo debatidos envolvem o pagamento de 35 milhões de euros fixos (aproximadamente R$ 218 milhões na cotação atual). Além desse montante, o contrato prevê mais 5 milhões de euros (cerca de R$ 31,1 milhões) em bônus condicionados ao cumprimento de metas esportivas.
Caso a transação seja concretizada nesses termos, o valor fixo de R$ 218 milhões transformaria a contratação de Lucas Paquetá na mais cara da história do futebol brasileiro, superando recordes anteriores e reafirmando o poder de investimento do Mais Querido.
Com a questão financeira bem encaminhada, o foco da discussão migrou para o calendário. O West Ham tenta impor a condição de manter Paquetá no elenco, possivelmente via empréstimo, até o encerramento da temporada europeia, em maio, visando a luta contra o rebaixamento na Premier League.
Por outro lado, tanto o Flamengo quanto o próprio jogador defendem a transferência imediata. O desejo do atleta é retornar ao Rio de Janeiro ainda nesta janela de transferências, posição que ele já deixou clara para a diretoria londrina. Essa postura firme de Paquetá tem sido um trunfo fundamental para o Flamengo na mesa de negociações.
Destaque do Gil Vicente e eleito melhor da posição em Portugal, arqueiro de 24 anos assina por quatro temporadas após o Rubro-Negro superar concorrências
15 Jan 2026 | 18:22 |
Flamengo oficializou, nesta quinta-feira (15), a chegada do seu segundo reforço para a temporada de 2026. Trata-se do goleiro Andrew, de 24 anos, que estava defendendo o Gil Vicente, de Portugal. O atleta desembarcou no Rio de Janeiro, foi aprovado nos exames médicos e firmou contrato com o clube da Gávea válido até dezembro de 2029.
Agora devidamente regularizado, o arqueiro integra o elenco rubro-negro, atual tetracampeão da América, para um calendário cheio. Andrew estará à disposição da comissão técnica para as disputas do Campeonato Carioca, Supercopa do Brasil, Recopa Sul-Americana, Campeonato Brasileiro, Copa Libertadores e Copa do Brasil.
Natural de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, Andrew iniciou sua caminhada no futebol ainda criança, aos nove anos, nas categorias de base do Botafogo, em 2011. Pelo clube de General Severiano, disputou a Copa São Paulo de Futebol Júnior de 2020. No mesmo ano, teve uma breve passagem por empréstimo ao Maranhão Atlético antes de retornar ao Alvinegro e acertar sua transferência para o futebol europeu.
No Gil Vicente desde 2021, o goleiro viveu uma ascensão meteórica. Suas atuações consistentes lhe renderam reconhecimento internacional, figurando na seleção dos melhores atletas sub-23 da Europa, elaborada pelo jornal italiano Corriere dello Sport. Além disso, acumula passagens pela Seleção Brasileira de base, tendo sido convocado para os Jogos Pan-Americanos de Santiago, em 2023.
A chegada de Andrew ao Ninho do Urubu envolveu uma reviravolta nos bastidores do mercado. O jogador, revelado pelo Botafogo, mantinha conversas avançadas para retornar ao seu clube formador. No entanto, a entrada do Flamengo no circuito alterou o destino do atleta. Segundo informações do portal ge, a proposta e o projeto apresentados pelo Rubro-Negro convenceram o goleiro e seu estafe, configurando um "chapéu" no rival carioca e gerando desconforto em General Severiano.
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15 Jan 2026 | 15:42
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15 Jan 2026 | 15:35
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15 Jan 2026 | 15:20