Futebol
Rossi exalta grandeza do Flamengo e minimiza derrota contra Corinthians: "Maior do mundo"
01 Fev 2026 | 19:27
Futebol
13 Nov 2024 | 14:28 |
Na manhã desta quarta-feira, Junior Pedroso, empresário do atacante Gabigol, e Marcos Braz, vice de futebol do Flamengo, conversaram para acalmar os ânimos após o afastamento temporário do jogador da partida contra o Atlético-MG, que ocorrerá no Maracanã.
A decisão de afastar Gabigol da escalação do Flamengo trouxe tensão entre o atleta e o departamento de futebol, mas o encontro inicial entre Braz e Pedroso teve como objetivo dissipar qualquer mal-entendido e conduzir a situação de forma tranquila. Com a reunião presencial marcada, o clube e o representante do jogador esperam chegar a uma solução que garanta uma transição positiva para todas as partes envolvidas, mantendo o foco nos interesses do Flamengo e do atleta.
A ausência de Gabigol na partida com o Atlético-MG reacendeu especulações sobre a continuidade do jogador no Flamengo. Contudo, fontes próximas afirmam que a conversa entre Marcos Braz e Junior Pedroso foi amigável e produtiva. A situação com o camisa 99 do Flamengo, um dos maiores artilheiros da história recente do clube, está sendo avaliada com cuidado pelo departamento de futebol, que entende a importância do atleta para a equipe e sua conexão com a torcida.
O Flamengo e o empresário do jogador discutem, de maneira transparente, os próximos passos para o futuro de Gabigol, considerando desde sua permanência até uma eventual despedida oficial ainda nesta temporada.
ATACANTE SE ENVOLVE EM POLÊMICA
O planejamento para uma possível despedida de Gabigol no Flamengo já começa a tomar forma, mas, de acordo com as últimas conversas, não está descartado que o atacante ainda jogue pelo Rubro-Negro. Junior Pedroso e Marcos Braz acordaram que, antes de qualquer decisão definitiva, um encontro presencial será realizado, no qual discutirão os detalhes que envolvem essa decisão.
Gabigol construiu uma história marcante com o Flamengo, sendo peça-chave em títulos importantes, como o da Copa Libertadores de 2019. Assim, o clube busca conduzir qualquer possível transição com respeito à sua trajetória e à identificação do jogador com a torcida rubro-negra.
Um ponto que vem sendo esclarecido internamente é que o afastamento de Gabigol foi uma decisão do comando do departamento de futebol do Flamengo e não de outros jogadores. Informações iniciais sugeriram que Filipe Luís, companheiro de equipe e líder do elenco, teria solicitado a ausência de Gabigol na escalação, mas fontes oficiais desmentem essa versão.
A decisão foi estratégica e técnica, feita exclusivamente pela comissão do Flamengo, visando ajustar a equipe para o confronto com o Atlético-MG. A transparência no diálogo entre clube e jogador é vista como essencial para evitar interpretações equivocadas sobre a relação de Gabigol com o elenco e a direção.
GABIGOL TEM FUTURO INDEFINIDO
Marcos Braz e Junior Pedroso reforçaram que o foco está em manter um bom relacionamento entre Gabigol e o Flamengo, independentemente do desfecho das conversas. A reunião presencial será uma oportunidade para tratar de detalhes que ainda restam definir, incluindo a possibilidade de uma despedida simbólica para o atleta, caso sua saída seja confirmada.
Gabigol é um dos jogadores mais emblemáticos do elenco atual e, se houver uma despedida, o Flamengo estuda como fazer isso de forma que respeite seu papel histórico. Em paralelo, a comissão técnica trabalha com alternativas para a escalação, como a formação com três zagueiros, usada para compensar a ausência do atacante contra o Atlético-MG.
Meia começou o confronto diante do Corinthians pela Supercopa no banco de reservas e treinador detalha utilização do jogador ao longo do ano
02 Fev 2026 | 09:24 |
Derrotado pelo Corinthians por 2 a 0 neste domingo (1º), o Flamengo terminou com o vice-campeonato da Supercopa do Brasil. Após a partida, o técnico Filipe Luís explicou a opção por iniciar Lucas Paquetá no banco de reservas e destacou a importância da competição interna no elenco, além da adaptação da equipe de acordo com cada adversário.
Filipe Luís sobre Paquetá no banco do Flamengo: "não vão conseguir jogar todos os jogos..."
Segundo o treinador, as escolhas não passam por um sistema de rodízio fixo, mas por avaliações constantes do desempenho e das necessidades do time em cada momento da temporada: “Não é rodízio. Gosto da competição interna entre os jogadores. Conforme vão falando e as sensações que vão tendo, juntamente com as características que a equipe precisa. Gosto dessa concorrência e competição interna”, afirmou Filipe Luís.
O comandante também ressaltou que ajustes pontuais são inevitáveis ao longo do calendário, especialmente pela impossibilidade de escalar sempre os mesmos atletas: “Obviamente que eles não vão conseguir jogar todos os jogos. Arrascaeta não joga, Pedro também não. Tenho que fazer certos ajustes pontuais para poder sempre fazer o que é melhor para a equipe”, completou, em coletiva.
Anunciado oficialmente durante a semana, Lucas Paquetá retornou ao clube após negociação superior a R$ 260 milhões com o West Ham, da Inglaterra. Apesar da grande expectativa em torno da reestreia como titular, o meia iniciou a decisão no banco de reservas e entrou ao longo da partida.
Com Paquetá à disposição, o Flamengo volta a campo nesta quarta-feira (4), quando enfrenta o Internacional no Maracanã, pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro. A bola rola às 19h (horário de Brasília), com transmissão do Premiere, no pay-per-view.
Zagueiro analisa derrota por 2 a 0 para o Corinthians em Brasília, destaca luta da equipe com um jogador a menos e pede foco total na recuperação no Brasileirão
01 Fev 2026 | 21:00 |
Léo Ortiz não escondeu o abatimento, mas manteve a franqueza ao analisar a derrota do Flamengo por 2 a 0 para o Corinthians, neste domingo (1º), na decisão da Supercopa do Brasil. Após o apito final no Estádio Mané Garrincha, o defensor apontou os fatores que levaram ao vice-campeonato, citando a expulsão do meia Carrascal como um ponto crucial para o desgaste físico da equipe, mas também cobrando uma postura diferente desde o início das partidas.
Para o camisa 3, o time apresentou uma dualidade em campo: controlou a posse no primeiro tempo, mas sem a agressividade necessária, e mostrou raça na etapa final, mesmo em desvantagem numérica, até o esgotamento físico cobrar o preço.
Em suas declarações na zona mista, Ortiz valorizou a entrega do grupo após o cartão vermelho recebido por Carrascal, ressaltando que, em diversos momentos da etapa complementar, o Flamengo conseguiu equilibrar as ações mesmo com dez homens. No entanto, ele admitiu que o esforço extra minou a resistência do time nos minutos decisivos.
"Lógico que dificulta (a expulsão), mas acho que a atitude foi boa na segunda etapa. No segundo tempo sobrou atitude, tanto que por muito tempo não pareceu que a gente estava com um a menos. É difícil, no final já está todo mundo esgotado", avaliou o zagueiro.
Ortiz também fez uma autocrítica sobre o desempenho inicial da equipe. Segundo ele, o domínio territorial dos primeiros 45 minutos não se traduziu na intensidade que uma final exige. "Acredito que essa atitude tinha que ser igual na primeira, a gente não deixou de jogar, acho que fomos melhores no primeiro tempo. Controlamos mais o jogo, masLéo Ortiz analisa vice da Supercopa e cobra atitude do Flamengo. Zagueiro cita desgaste após expulsão e projeta recuperação contra o Inter no Brasileirão. faltou um pouco mais de atitude", completou.
O revés para o Corinthians em Brasília agrava um início de temporada turbulento para o Rubro-Negro. Com o resultado, o Flamengo amarga sua terceira derrota seguida, somando os tropeços contra o Fluminense (Carioca) e São Paulo (Brasileirão). Uma sequência negativa como essa não ocorria desde 2023, época marcada pela saída do técnico Vítor Pereira.
Ciente da pressão externa, Léo Ortiz pregou blindagem e trabalho para reverter o cenário já no próximo compromisso. "Agora é trabalhar. Quando a fase é complicada, de muitas derrotas em sequência, é fechar os ouvidos e trabalhar no dia a dia. Quarta já tem Brasileiro, temos que vencer", sentenciou.
Goleiro do Corinthians destaca dificuldade de vencer o atual campeão da América, enquanto zagueiro rubro-negro analisa impacto da expulsão
01 Fev 2026 | 20:30 |
A decisão da Supercopa do Brasil de 2026, realizada no Estádio Mané Garrincha, terminou com festa alvinegra e reflexão rubro-negra. Após a vitória do Corinthians por 2 a 0 sobre o Flamengo neste domingo (1º), personagens centrais do confronto analisaram o resultado que garantiu a primeira taça nacional da temporada ao time paulista.
Ainda no gramado, Hugo Souza concedeu entrevista ao Grupo Globo e não escondeu a satisfação pelo título. Revelado nas categorias de base do Flamengo, o arqueiro corintiano fez questão de exaltar a qualidade do adversário para valorizar ainda mais o feito de sua atual equipe.
"Nós sabemos da dificuldade do adversário. O Flamengo é o último campeão da América (Copa Libertadores) e do Brasileirão. A equipe sabia que o jogo seria difícil, mas a gente queria demais, queria muito essa taça", afirmou o goleiro, destacando a determinação do elenco alvinegro em superar o atual detentor dos principais títulos do continente.
Pelo lado do Flamengo, o tom foi de autocrítica. O zagueiro Léo Ortiz lamentou o desfecho da partida e apontou a expulsão de um companheiro (Carrascal) como um fator que desequilibrou o planejamento para o segundo tempo. No entanto, o defensor foi além e cobrou uma postura mais agressiva desde o início do jogo.
"Claro que dificulta (a expulsão). Acho que a atitude foi boa na 2ª etapa. Tinha que ter sido igual na primeira. Não deixamos de jogar. A gente foi melhor no 1° tempo, controlou mais o jogo. Mas faltou atitude, que no segundo tempo sobrou", analisou Ortiz. Ele completou dizendo que, apesar do esforço para jogar com um homem a menos, o cansaço pesou no fim: "Por muito tempo não pareceu que estávamos com um a menos. Mas é difícil, no final já está todo mundo esgotado".