Futebol
SAIU! Confira a escalação do Flamengo contra o Mirassol pelo Brasileirão
06 Dez 2025 | 14:18
Futebol
12 Nov 2023 | 12:16 |
O texto do jornalista Rodrigo Mattos, publicado em sua coluna no "UOL", aborda a fase atual dos atacantes Gabigol e Bruno Henrique, jogadores emblemáticos do Flamengo. Mattos não poupou críticas, expressando sua insatisfação ao afirmar que a dupla "se tornou inútil até mesmo como reservas do time rubro-negro".O jornalista descreveu o desempenho decepcionante dos jogadores durante uma partida, destacando a falta de efetividade no ataque.
Mesmo diante da fragilidade defensiva do Fluminense, Gabigol e Bruno Henrique não conseguiram explorar os espaços na área adversária. Gabigol, em particular, mal tocava na bola, e quando o fazia, estava longe do gol. Enquanto isso, Bruno Henrique perdia disputas tanto pelo alto quanto pelo baixo, e o colunista não hesitou em comparar a preferência de Samuel Xavier por enfrentar Bruno Henrique em vez de Cebolinha.
O cerne das críticas de Mattos reside na ideia de que, no futebol contemporâneo, a qualidade dos reservas é crucial devido à intensidade do jogo. Em contraponto, o jornalista menciona outros jogadores, como Ferrerinha, Roni, Luiz Guilherme, Vitinho, Matheus Gonçalves e Luiz Henrique, destacando que, independentemente dos nomes, esses reservas são mais úteis a seus times do que as duas estrelas rubro-negras, especialmente quando se trata da disputa pelo título.
Rodrigo Mattos, em sua análise crítica, insta o Flamengo a compreender a real situação de Gabigol e Bruno Henrique. Ele propõe questões pertinentes, questionando o estado físico dos jogadores e se questões táticas ou técnicas estão afetando seu desempenho. A busca por soluções é considerada imperativa, e o jornalista adverte contra a renovação de contratos sem uma análise cuidadosa, alertando que isso poderia comprometer financeiramente o clube em troca de um desempenho aquém do esperado.
No Twitter, Rodrigo Mattos reforça sua opinião, salientando que a discussão atual não se concentra apenas em tornar Gabigol e Bruno Henrique titulares, mas sim em avaliar se eles são reservas à altura do Flamengo. A preocupação com o desempenho dos jogadores transcende o campo de jogo e se torna uma reflexão sobre a gestão de recursos do clube, instigando os torcedores e a diretoria a uma avaliação crítica da situação.Em suma, o texto de Rodrigo Mattos não apenas expõe as deficiências dos jogadores em questão, mas também incita a reflexão sobre a abordagem do clube em relação a seus atletas e a necessidade de uma análise profunda para encontrar soluções eficazes diante do atual cenário.
Equipe principal viajou para o Catar aproveitando que já havia sido consagrado campeão do Campeonato Brasileiro; agora o objetivo é o Mundial
06 Dez 2025 | 21:08 |
O Flamengo fechou sua participação no Campeonato Brasileiro 2025 neste sábado (06), empatando por 3 a 3 com o Mirassol, no Estádio José Maria de Campos Maia, em duelo válido pela 38ª rodada da competição.
Mesmo já campeão antecipado, o Rubro-Negro entrou em campo com formação alternativa, mesclando jovens da base e atletas do elenco principal com Michael e Evertton Araújo como titulares. O jogo foi movimentado desde os primeiros minutos e contou com alternância no placar.
Douglas Telles abriu o marcador para o Flamengo logo aos 7 minutos, mas Chico Kim empatou para o Mirassol pouco depois. Guilherme Gomes recolocou os cariocas em vantagem aos 30 minutos, porém Alesson deixou tudo igual novamente aos 40. No segundo tempo, Guilherme Gomes marcou seu segundo gol aos 13 minutos, mas Cristian Renato garantiu o empate definitivo aos 19.
Com o resultado, o Flamengo terminou o Brasileirão na primeira posição, somando 79 pontos e confirmando o título nacional que não conquistava desde 2020. O Mirassol que tem Paulinho como coordenador técnico, estreante na elite nessa temporada, encerrou sua campanha histórica na quarta colocação, com 67 pontos, assegurando vaga direta na fase de grupos da Libertadores.
O confronto serviu como preparação para o próximo desafio do Rubro-Negro: a disputa da Copa Intercontinental, marcada para Doha, no Catar. O objetivo é chegar até a final e enfrentar o PSG, atual campeão da UEFA Champions League.
No entanto, terá o desafio de vencer o Cruz Azul do México na próxima quarta (10) às 14h. O vencedor enfrenta o Pyramis do Egito no dia 13 enquanto a equipe de Paris aguarda seu adversário para a final do dia 17.
Nome do meia voltou a ser especulado no Mengão após início conturbado na Premier League, mas chances de negociação são baixas
06 Dez 2025 | 19:00 |
O meia-atacante Jhon Arias, ex-Fluminense e atualmente no Wolverhampton, segue como o principal desejo do Flamengo para a próxima janela de transferências. A informação foi detalhada pelo jornalista Venê Casagrande, que explicou o cenário e os obstáculos para uma possível investida.
Venê Casagrande sobre Jhon Arias no Flamengo: "Não tem negociação..."
Segundo Venê, a diretoria rubro-negra ainda não abriu negociação, mas o colombiano é tratado internamente como alvo prioritário. Há admiração profunda pelo jogador, considerado uma “grande contratação” para elevar o nível técnico do elenco.
“Pelo Jhon Arias, nunca teve negociação, mas é o grande sonho da diretoria. Membros da diretoria estão apaixonados pelo jogador. Não tem negociação, mas não será surpresa se o Flamengo der uma cartada, mesmo sabendo da dificuldade pela identificação com o Fluminense”, afirmou o jornalista.
A fase do colombiano na Inglaterra não é das mais favoráveis. Após a demissão do técnico Vítor Pereira, Arias voltou a ser utilizado e foi titular em 2 das últimas três partidas dos Wolves, que atualmente ocupa a lanterna do campeonato inglês. Mesmo diante desse cenário, o entendimento no Flamengo é que a prioridade do atleta ainda é o Fluminense, clube onde se consolidou no Brasil. O Palmeiras também monitora de perto o jogador.
Paralelamente ao interesse em Arias, o Flamengo trabalha em outras frentes do mercado. A diretoria deseja um zagueiro, um goleiro e mais um atacante para 2026. Vitão (Internacional) é o nome preferido para a defesa. Já Gabriel Brazão (Santos) é o escolhido para reforçar a meta. Com uma janela considerada estratégica, o clube projeta movimentos fortes no mercado para manter o patamar competitivo da equipe.
Maior referência da história do Mengão, o Galinho é tido como revolucionário no país e foi reverenciado durante a comemoração do Campeonato local
06 Dez 2025 | 18:45 |
O eneacampeonato nacional não ficou restrito ao Flamengo. Outro clube profundamente marcado pela presença de Zico também alcançou o nono título de sua história. O Kashima Antlers, uma das forças do futebol japonês, voltou ao topo e celebrou mais uma conquista tendo o Galinho de Quintino como figura central, não apenas na história, mas na própria festa.
Zico é mais do que um ex-jogador no Japão. Sua passagem entre 1991 e 1994, logo após deixar o Mengão em 1989, revolucionou o esporte no país. Ídolo absoluto, campeão japonês em 1993 e atualmente conselheiro do Kashima, ele segue tratado como referência máxima pelos torcedores.
Durante a celebração do título, os japoneses demonstraram novamente seu carinho pelo eterno camisa 10. No momento em que Zico entrou no gramado, a torcida explodiu em gritos de “Zico! Zico! Zico!”, reverenciando quem ajudou a moldar a identidade do clube.
Após a confirmação do título, Zico foi chamado ao campo para participar da festa. E não apenas participou: ele foi o responsável por erguer o troféu do campeonato japonês. Com um sorriso largo e cercado por jogadores que o tratam como mentor, o Galinho levantou o tradicional prato de prata e levou o estádio à loucura. O elenco do Kashima cedeu o troféu ao ídolo como forma de reconhecimento pelo seu legado, criando uma cena emblemática que viralizou no país.
O Kashima Antlers confirmou o eneacampeonato neste sábado (6), ao vencer o Yokohama Marinos por 2 a 1 na última rodada da liga, que conta com 38 jogos. A equipe chegou à decisão na liderança, mas ainda pressionada pelo Kashiwa Reysol, que venceu sua partida por 1 a 0. Mesmo assim, a vitória do Kashima garantiu o título por um ponto de diferença, coroando uma campanha consistente e retomando o protagonismo nacional.