Futebol
01 Out 2024 | 13:27 |
O Corinthians acabou cometendo um equívoco na negociação para a compra do goleiro Hugo Souza junto ao Flamengo e agora se encontra em uma situação delicada. Segundo informações divulgadas, o clube paulista acreditava que poderia oficializar a compra do jogador a partir de hoje, mas o valor só poderá ser repassado para o Flamengo no próximo dia 10. A situação foi confirmada por Augusto Melo, diretor do Timão.
Com isso, para que Hugo Souza possa entrar em campo na próxima partida, o Corinthians precisará arcar com uma multa de R$ 500 mil, valor estipulado em contrato para situações como essa. Essa multa é necessária porque, sem a confirmação de pagamento, o jogador ainda pertence formalmente ao Flamengo e, segundo o regulamento, não poderia atuar por outra equipe até que o trâmite seja oficialmente concluído.
Augusto Melo explicou a confusão ao ser questionado sobre o assunto. Ele afirmou que o clube realmente havia interpretado que a data de hoje marcaria o início do período em que a compra poderia ser efetivada. “Pensamos que a partir de hoje já poderíamos finalizar a compra, mas fomos informados que só a partir do dia 10 o pagamento poderá ser transferido ao Flamengo”, esclareceu o dirigente.
Flamengo age nos bastidores para a venda
O equívoco pode custar caro ao Timão, que agora terá que avaliar se paga a multa para utilizar Hugo Souza no próximo jogo ou se espera até que a data de pagamento esteja disponível para evitar esse gasto adicional. A situação pegou de surpresa a torcida e a própria diretoria do clube, que não esperavam esse contratempo nas tratativas.
A negociação de Hugo Souza envolve valores consideráveis e vinha sendo conduzida de maneira tranquila pelas partes envolvidas. No entanto, esse erro de interpretação coloca o Corinthians em um dilema. Por um lado, o técnico do time deseja contar com o goleiro o quanto antes, já que ele está treinando com o elenco e preparado para estrear. Por outro, há a questão financeira, pois o pagamento de R$ 500 mil é significativo e poderia ser evitado com um pouco mais de atenção aos detalhes do contrato.
Além disso, a situação também levanta dúvidas sobre a condução das negociações pelo departamento de futebol do Corinthians. A confusão envolvendo a data de pagamento pode indicar falhas na comunicação interna e nas orientações passadas aos responsáveis pelas tratativas. Para o Flamengo, no entanto, a questão é simples: sem o pagamento ou a multa compensatória, o goleiro segue vinculado ao clube carioca e não pode atuar pelo Corinthians.
Mengão encaminha renovação de patrocínio com o banco por R$ 150 milhões; novo contrato de três anos eleva valor da camisa rubro-negra para mais de R$ 450MI
20 Jan 2026 | 15:20 |
Flamengo continua demonstrando força nos bastidores para ampliar suas receitas e quebrar recordes financeiros. Segundo informações divulgadas pelo colunista Lauro Jardim, do jornal "O Globo", o clube carioca tem a renovação de contrato com o Banco de Brasília (BRB) bem encaminhada. O novo vínculo, válido por mais três temporadas, deve injetar cerca de R$ 150 milhões no caixa rubro-negro, reafirmando o poder comercial da marca.
O contrato atual, que tem vencimento previsto para abril, rende aproximadamente R$ 40 milhões anuais ao clube. Com a atualização dos termos, o valor fixo saltará para cerca de R$ 50 milhões por temporada.
A concretização deste acordo representa um marco financeiro importante. Caso a renovação seja assinada nos moldes estipulados, a camisa do Flamengo ultrapassará a cifra de R$ 450 milhões apenas em patrocínios fixos.
É importante ressaltar que esse montante não inclui os "gatilhos" contratuais e metas variáveis presentes em outros acordos, como o da fornecedora de material esportivo Adidas. Esse cenário consolida o uniforme do Flamengo como o mais valioso da América do Sul, garantindo uma vantagem competitiva significativa em relação aos rivais nacionais e continentais.
O desfecho positivo das tratativas ocorre após um período de turbulência nos bastidores. As negociações enfrentaram obstáculos externos nas últimas semanas, impactadas diretamente por investigações policiais e questões regulatórias envolvendo o banco.
Meia brasileiro se apresenta mas não participa da atividade em Londres; diretoria rubro-negra alinha fluxo de pagamento para formalizar oferta de 35 milhões
20 Jan 2026 | 14:23 |
A terça-feira (20) foi movimentada nos bastidores da possível transferência de Lucas Paquetá para o Flamengo. O meia compareceu ao Centro de Treinamento do West Ham, em Londres, mas não chegou a participar das atividades em campo com o restante do elenco. Segundo informações locais, o atleta teve uma nova conversa com o treinador da equipe e deixou as instalações do clube logo na sequência.
A atitude reforça o clima de despedida e a expectativa do jogador pela definição de seu futuro. Paquetá segue aguardando que o Rubro-Negro oficialize a nova proposta para selar seu retorno ao futebol brasileiro. Enquanto isso, no Rio de Janeiro, a diretoria do Flamengo trabalha nos detalhes financeiros da operação.
Nos bastidores da Gávea, a movimentação é intensa para viabilizar o negócio. Houve uma reunião de alinhamento entre Luiz Eduardo Baptista (Bap), o diretor de futebol José Boto e o departamento financeiro do clube. O objetivo foi definir o cronograma e a forma de pagamento que serão apresentados aos ingleses. Embora a proposta oficial ainda não tenha sido enviada, os valores discutidos giram em torno de 30 milhões de euros fixos, acrescidos de 5 milhões de euros em bônus por metas esportivas.
Curiosamente, a própria estrutura do negócio beneficia o Flamengo através do mecanismo de solidariedade da FIFA, por ser o clube formador. Caso as cifras de 30 milhões de euros fixos se confirmem, o Rubro-Negro teria direito a receber de volta cerca de 1,4 milhão de euros (4% do total) imediatamente. Se as metas variáveis forem atingidas, outros 200 mil euros retornariam aos cofres da Gávea, totalizando um "desconto" ou retorno de aproximadamente 1,6 milhão de euros.
Além das tratativas burocráticas, o flerte entre jogador e clube ganhou contornos públicos. Paquetá agitou a torcida ao curtir e comentar uma publicação oficial do Flamengo no Instagram, gesto interpretado como um sinal claro de seu desejo de voltar.
Proposta de empréstimo com salários pagos pelo Flamengo foi ridicularizada na Gávea; exigência do estafe sobre pagamento integral de luvas
20 Jan 2026 | 13:40 |
A transferência do atacante Michael para o Santos, vem movimentando o mercado. Nesta terça-feira (20), novos detalhes sobre os bastidores da negociação vieram à tona, revelando que os obstáculos vão além do interesse esportivo. O modelo de negócio proposto pelo clube paulista e pendências financeiras internas do Flamengo com o atleta criaram um cenário de estagnação nas tratativas.
Embora o Rubro-Negro tenha sinalizado anteriormente que não colocaria barreiras para a saída do jogador, a diretoria mantém a postura de que qualquer acordo precisa ser financeiramente justo para todas as partes, o que não ocorreu nas primeiras investidas do time da Vila Belmiro.
O principal entrave inicial foi a questão salarial. O Santos formalizou o interesse em contar com o futebol de Michael por empréstimo, mas com uma condição que não agradou aos dirigentes cariocas: o Flamengo continuaria responsável pelo pagamento integral dos salários do atacante.
A oferta foi recebida com ironia nos corredores da Gávea. Uma fonte ligada ao clube carioca classificou a proposta como "brincadeira", questionando a lógica de ceder o atleta de graça e ainda arcar com seus custos para que ele reforçasse um concorrente direto no Campeonato Brasileiro, atuando ao lado de nomes como Gabigol e Neymar.
"Eles querem que o Flamengo empreste o jogador de graça e arque com o salário dele para jogar contra a gente no Brasileirão com Gabigol e Neymar? Brincadeira né”, ironizou uma fonte da diretoria para o site Gazeta do Urubu.
Além da divergência entre os clubes, um novo problema surgiu na relação entre o Flamengo e o jogador. Segundo informações divulgadas pelo programa "Fala a Fonte", da ESPN, a negociação travou no "acerto de contas" final. O estafe de Michael impôs uma condição inegociável para assinar a rescisão ou liberação: o pagamento integral das parcelas de luvas (bônus de assinatura) que ainda estão pendentes.