Clube
09 Nov 2023 | 16:54 |
Os Jogos Pan-Americanos chegaram ao fim e nossos atletas fizeram uma campanha histórica em Santiago, no Chile. Com uma delegação de 40 atletas e três treinadores, os rubro-negros conquistaram 30 medalhas. Foram 10 de ouro, 12 prata e oito de bronze. Se fôssemos um país, estaríamos na nona posição no quadro de medalhas.
A ginástica artística foi o esporte que trouxe mais medalhas para a Nação, 12 no total. A campeã olímpica e mundial Rebeca Andrade conquistou quatro medalhas, Jade Barbosa uma e Diogo Soares outras duas. Foi nossa Pequena Gigante Flavia Saraiva, quem ficou com o maior número de medalhas, foram cinco. Ela tornou-se, a brasileira a ganhar mais medalhas em uma mesma edição dos Jogos Pan-Americanos na Ginástica Artística. Também se juntou à ex-colega Daniele Hypolito e a Larissa Oliveira, da natação, como as mulheres brasileiras mais premiadas da história, com 10 conquistas no Pan.
Na natação, um dos maiores nomes do esporte brasileiro na atualidade, Guilherme Caribé trouxe pra casa três ouros e uma prata. Murilo Sartori e Gabi Assis levaram outras três, somando sete medalhas no esporte.
O PoloFla levou três representantes para a equipe masculina e feminina da modalidade: Alexandre Mendes, Alípio Nardaci, Logan Wolverine, Samantha Rezende, Rebecca Moreira e Jeniffer Kathlen. Recheada de rubro-negros, os resultados da seleção não poderiam ser diferentes, pódio para as duas categorias. Os homens venceram o Canadá de maneira heroica na semifinal, com um gol no último lance, e levaram a prata na grande decisão. Já as meninas venceram a Argentina na disputa pelo terceiro lugar e ficaram com o bronze.
No remo, nossos estrangeiros brilharam. O uruguaio Felipe Kluver levou o ouro no Four skiff e a prata no Oito Com. Alejandra Alonso, do Paraguai, medalhou no Dois Sem feminino, com o bronze. É o Time Flamengo internacional!
O basquete foi para o Chile com cara de Time Flamengo. A comissão técnica, capitaneada por Gustavo De Conti, convocou cinco jogadores do Orgulho da Nação: Scott Machado, Didi, Gui Deodato, Gabriel Jaú e Maique. De quebra, a Seleção Argentina chamou Loku Cuello. Não deu outra, todos os nossos craques voltaram com medalha! O Brasil venceu o México na disputa pelo terceiro lugar e ficou com o bronze. Os hermanos venceram a Venezuela na grande final e faturaram o ouro. Tão de parabéns, time!
O judô rubro-negro também brilhou nos tatames de Santiago. A “Braba” Rafaela Silva fez um caminho perfeito para garantir o ouro na categoria até 57kg ao bater a argentina Candela Brisa Gomez na decisão. Era a medalha que faltava à judoca, campeã olímpica e bicampeã mundial. É a primeira judoca a somar conquistas nas três competições.
No nado artístico, o dueto rubro-negro formado por Gabriela Regly e Laura Miccuci levou o bronze e quebrou um jejum de 12 anos no esporte. A última vez que o nado subiu ao pódio foi no Pan de Guadalajara em 2011.
Bicampeão Pan-Americano, Isaquias Queiroz ficou com a prata no C1 1000. O canoísta de velocidade apesar de ser o favorito, terminou a prova em segundo lugar ao finalizar com um tempo de 3min54s05. O cubano José Ramon Córdova surpreendeu o brasileiro, abriu boa vantagem durante a disputa e ficou com a medalha de ouro, com um tempo de 3min48s69.Essa é a quinta medalha do atleta em Jogos Pan-Americanos.
O vôlei feminino foi representado pela líbero Laís, a oposta Sabrina e ponteira Helena. A jovem e renovada seleção brasileira fez uma linda campanha até a final quando foi superada pela forte República Dominicana, conquistando a prata.
No futebol, Igor Jesus representou o Mais Querido com excelência. O Brasil venceu os anfitriões na grande final e ganhou a medalha de ouro na modalidade, o que não acontecia desde 1987, em Indianápolis.
Os atletas do Mais Querido foram a Santiago e fizeram valer da máxima: o Flamengo é Seleção! Fica o agradecimento a todos nossos craques olímpicos que fizeram desse sonho, realidade.
Clube já tem o maior faturamento do futebol brasileiro e foi o primeiro a ultrapassar a marca de R$ 2 bi, mas o presidente planeja ainda mais
20 Mai 2026 | 17:00 |
Pela primeira vez na história do futebol brasileiro, o Flamengo alcançou a marca de R$ 2 bilhões em receita anual. Mesmo diante do recorde histórico, a diretoria rubro-negra já trabalha com metas ainda mais ambiciosas para os próximos anos. O presidente Luiz Eduardo Baptista, o Bap, revelou que o objetivo do clube é atingir R$ 3 bilhões em faturamento até 2030.
Durante participação no videocast “Sport Insider”, do canal N Sports, o mandatário explicou que o crescimento planejado não depende apenas do futebol dentro de campo. Segundo Bap, o Flamengo prepara uma série de projetos paralelos para ampliar significativamente as receitas do clube nos próximos anos.
“Tem uma série de coisas que vamos fazer que não têm absolutamente nada a ver com futebol que vão turbinar esse aumento de receita. Quando se olha para direito de transmissão, número de partidas, ticket médio, premiação, não tem como crescer olhando de maneira ortodoxa. Tendo uma visão mais heterodoxa, vai caber mais R$ 1 bilhão em três, quatro anos”, afirmou o presidente.
O crescimento financeiro recente do Flamengo reforça o otimismo da diretoria. Em 2021, o clube ultrapassou pela primeira vez a marca de R$ 1 bilhão em receita. Apenas quatro temporadas depois, o Rubro-Negro dobrou esse valor e chegou aos R$ 2 bilhões. Agora, a expectativa é repetir o salto financeiro até o fim da década.
Entre os projetos em andamento, o Flamengo pretende lançar uma marca própria de roupas voltada para o público feminino. Batizada de “Gávea”, a linha de moda casual foi planejada após estudos de mercado indicarem o forte potencial de consumo desse segmento.
Além disso, o clube também deseja investir no setor imobiliário. Um dos planos da diretoria envolve a construção de um hotel cinco estrelas na Gávea, Zona Sul do Rio de Janeiro. Com as novas iniciativas, o Flamengo busca ampliar receitas fora das quatro linhas e consolidar ainda mais a posição como clube mais poderoso financeiramente da América do Sul.
Em fim de contrato com o Mengão, atleta vê nos EUA o local ideal para ter mais tempo em quadra e desenvolver seus talentos
13 Mai 2026 | 09:00 |
A saída de Helena Wenk do Sesc Flamengo ganhou novos capítulos após declarações de Paulo Coco, auxiliar técnico da Seleção Brasileira e treinador do Atlanta (EUA). Em entrevista ao portal “Olimpíada Todo Dia”, o comandante comentou sobre o desenvolvimento da ponteira de 1,99m em meio à despedida da atleta do Rubro-Negro rumo ao exterior.
Mesmo sem confirmar oficialmente a contratação de Helena pelo Atlanta, equipe que disputa a LOVB, liga profissional dos Estados Unidos, Paulo Coco reforçou um ponto que já vinha sendo debatido entre torcedores rubro-negros: a necessidade de mais tempo em quadra para a evolução da jovem atleta.
Segundo o treinador, o mais importante neste momento da carreira da ponteira é encontrar um ambiente que permita crescimento técnico e sequência de jogos em alto nível. No Sesc Flamengo, Helena alternou momentos de destaque e partidas no banco de reservas sob comando de Bernardinho. Apesar de ter sido peça importante na semifinal diante do Praia Clube, a jovem acabou perdendo espaço justamente na reta decisiva da temporada.
A falta de sequência entre as titulares é vista como um dos fatores que dificultaram o desenvolvimento pleno da atleta no time principal. Para Paulo Coco, jogadoras com o porte físico e o potencial técnico de Helena precisam atuar regularmente para alcançar o mais alto nível do voleibol internacional. A expectativa é de que, nos Estados Unidos, a ponteira consiga a rodagem necessária para evoluir de forma mais consistente e ganhar protagonismo.
Com a saída de Helena Wenk, o Flamengo já se movimentou no mercado para reforçar o elenco visando a temporada 2026/27. Entre os nomes confirmados estão Ariele e Jaque, que chegam para fortalecer o grupo comandado por Bernardinho.
Mesmo assim, a despedida da jovem promessa segue gerando debates entre os torcedores rubro-negros. Isso porque Helena era considerada uma das principais joias recentes das categorias de base do clube e tinha grande expectativa de crescimento dentro do projeto do Sesc Flamengo.
Mengão volta a abordar o aumento de impostos para os clubes associativos em relação às SAFs e como isso pode prejudicar modalidades no Brasil
09 Mai 2026 | 21:00 |
O Flamengo utilizou os canais oficiais neste sábado (09) para fazer um alerta sobre o futuro dos esportes olímpicos no Brasil. Em vídeo publicado no YouTube, o clube rubro-negro demonstrou preocupação com os impactos da nova reforma tributária sobre entidades esportivas sem fins lucrativos e afirmou que diversas modalidades podem ficar ameaçadas nos próximos anos.
A produção divulgada pela Flamengo TV trata o tema como uma questão urgente para o esporte nacional. Ao longo do conteúdo, atletas, especialistas e representantes ligados ao setor esportivo destacam possíveis consequências da mudança na legislação, principalmente para clubes formadores que dependem de incentivos fiscais para manter projetos sociais e modalidades olímpicas.
Uma das vozes presentes no vídeo é a da judoca Rosicleia Campos, que chamou atenção para os impactos além do alto rendimento esportivo. Segundo a ex-atleta, o trabalho realizado pelos clubes vai muito além da formação de campeões. “Os clubes não formam só atletas, formam seres humanos”, destacou Rosicleia durante a gravação.
A preocupação central é de que o aumento da carga tributária provoque redução de investimentos, fechamento de projetos e até encerramento de modalidades esportivas, afetando diretamente crianças e jovens atendidos pelos clubes.
O debate gira em torno da Lei Complementar 224, de 2025. De acordo com o Flamengo e representantes do Comitê Brasileiro de Clubes (CBC), a nova legislação coloca entidades esportivas associativas em situação de desvantagem em relação às SAFs. Atualmente, as Sociedades Anônimas do Futebol recolhem cerca de 6% sobre a receita bruta.
Já os clubes sem fins lucrativos, que tradicionalmente reinvestem recursos em formação esportiva e projetos sociais, perderam benefícios históricos previstos anteriormente. Segundo o advogado Felipe Cavalcante, representante do CBC, a tributação para clubes como o Flamengo pode chegar a 11% a partir de 2027: “Não queremos melhoria, só queremos a manutenção do que temos”, afirmou o especialista durante o vídeo divulgado pela Flamengo TV.
Mesmo diante das dificuldades financeiras e do novo cenário tributário, o Flamengo segue mantendo importante presença nos esportes olímpicos brasileiros. Atualmente, o clube possui modalidades como ginástica artística, judô, nado artístico, natação, polo aquático, remo, vôlei e basquete.
Entretanto, o Rubro-Negro já precisou encerrar algumas atividades neste ano, como a canoagem e o remo paralímpico, reflexo das dificuldades enfrentadas para sustentar financeiramente os projetos esportivos. Com o vídeo publicado neste sábado, o Flamengo tenta ampliar o debate público sobre o tema e pressionar autoridades para revisão das medidas que, segundo o clube, podem comprometer o futuro do esporte olímpico nacional.