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ELEIÇÕES DO FLAMENGO! LANDIM TEM ESTRATÉGIA PAUTADA PARA AS ELEIÇÕES DO CLUBE NO FIM DO ANO - ENTENDA O MOTIVO

Com figuras de destaque em jogo, as alianças estão sendo formadas e desfeitas nos bastidores

Foto: Internet/Flamengo
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Em um cenário marcado por intensas movimentações políticas, as eleições no Conselho Deliberativo (CoDe) prometem ser um marco histórico este ano. Entre os principais protagonistas desse jogo de poder está Rodolfo Landim, figura proeminente que visa lançar sua candidatura à presidência do CoDe, em um momento em que as estruturas do esporte nacional estão em franca transformação.

Com a iminente impossibilidade de reeleição de Antônio Alcides, abre-se espaço para novos líderes e abordagens na gestão do CoDe. Segundo Matheus Leal, Landim conhecido por sua trajetória marcante no cenário esportivo, emerge como uma opção de peso, trazendo consigo uma bagagem de experiência e visão estratégica que o credenciam como um dos favoritos nessa corrida eleitoral.


Por outro lado, as articulações nos bastidores indicam um cenário de alianças e apoios que podem moldar os rumos das eleições. É o caso de Braz, figura em ascensão, cotado como vice-presidente na chapa liderada por Dunshee, atual presidente do CoDe. Essa coalizão recebe o respaldo do establishment do órgão, consolidando-se como uma das forças dominantes no atual panorama político-esportivo.

UMA NOVA REVIRAVOLTA

A escolha de Braz como vice na chapa de Dunshee sinaliza uma estratégia de continuidade e fortalecimento das políticas e diretrizes já estabelecidas. Sua ascensão representa não apenas uma aposta na renovação de lideranças, mas também uma maneira de consolidar os interesses e projetos em curso, garantindo uma transição suave e uma gestão coesa no futuro próximo.


Entretanto, por trás das manobras e acordos políticos, há uma tensão latente e uma expectativa palpável entre os membros do CoDe e a comunidade esportiva em geral. As eleições deste ano assumem uma importância crucial não apenas para o destino do órgão, mas também para o futuro do esporte nacional como um todo. As decisões tomadas nos corredores do poder terão repercussões significativas não apenas no campo político, mas também na gestão esportiva, nas políticas de inclusão e desenvolvimento, e na relação do esporte com a sociedade.



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COM ARRASCAETA E VINA, URUGUAI BATE O CANADÁ E FICA COM O TERCEIRO LUGAR DA COPA AMÉRICA

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Reprodução
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Sem De La Cruz e Varela suspensos, o Uruguai, eliminado pela Colômbia, enfrentou o Canadá pela disputa do terceiro lugar e empatou em 2 a 2. Nos pênaltis, deu Celeste, 4 a 3. Viña, investigado pela Conmebol por incidentes na arquibancada após a queda para os colombianos, foi novamente titular. Já Arrascaeta entrou no segundo tempo no lugar de Ugarte.

A partida foi eletrizante nos EUA. Logo aos seis minutos, Bentancur abriu o placar para o Uruguai. Entretanto, ainda na etapa inicial, Koné empatou e David virou para o Canadá. Todavia, no fim da partida, aos 46 minutos do segundo tempo, Luis Suárez deixou tudo igual: 2 a 2.


Ao todo na competição, Nicolás de la Cruz jogou cinco partidas. Ou seja, só não duelou contra o Canadá pelo segundo cartão amarelo. O meio-campista foi um dos melhores jogadores da Celeste Olímpica no torneio e deu duas assistências na Copa América. Já Varela permaneceu no banco em toda a fase de grupos, mas entrou no segundo tempo contra Brasil e Colômbia. Diante dos colombianos, foi expulso.


Camisa 10 uruguaio, Arrascaeta deu uma assistência na competição, marcou nas disputas de pênaltis contra Brasil e Canadá e entrou em campo também diante da Bolívia, Panamá, Colômbia. Titular assim como De La Cruz, o lateral-esquerdo Matías Viña jogou todos os jogos e fez um gol e deu uma assistência.

Uruguai encerra participação na Copa América e Flamengo terá volta de quarteto

Enfim, Arrascaeta, Nicolás de la Cruz, Matías Viña e Guillermo Varela estão de volta ao Flamengo. Sem o quarteto, o Mengão resistiu na liderança até a derrota para o Fortaleza, mas após cinco vitórias, dois empates e dois resultados negativos, o Rubro-Negro caiu para o terceiro lugar.

Com os ‘reforços’, o Fla volta a campo para enfrentar o Criciúma, dia 20, em Brasília, pelo Brasileirão. A bola rola às 16h (horário de Brasília).


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CÚPULA DO FLAMENGO TEM SAÍDAS E PROXIMIDADE DAS ELEIÇÕES MEXEM NOS BASTIDORES DO CLUBE

A diretoria viu cinco vice-presidentes deixarem os cargos nas últimas semanas.

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A eleição presidencial do Flamengo vai acontecer em dezembro, mas os bastidores do clube já estão agitados. A cúpula da gestão de Rodolfo Landim perdeu integrantes que vão apoiar outros grupos no pleito e novas despedidas podem vir em breve. O grupo do atual mandatário, por outro lado, ainda calcula ter força.

Landim anunciou apoio a Rodrigo Dunshee na eleição. Dunshee é vice-Geral e Jurídico do clube, e acompanhou o atual presidente nos dois mandatos. A diretoria viu cinco vice-presidentes deixarem os cargos nas últimas semanas. As despedidas foram para se aliar ao grupo de Luiz Eduardo Baptista, o Bap, ou ao de Maurício Gomes de Mattos.


Foram três despedidas para apoiar Bap. Rodrigo Tostes, de Finanças, e Marcelo Conti, vice de Gabinete da Presidência, saíram na última semana, enquanto Paulo Cesar Pereira, vice de Secretaria, conversou com Landim na noite da última sexta-feira (12). O mandatário indicou que vai acumular a vice de Finanças e indicou Diogo Lemes para a vaga deixada por Conti.


As outras duas saídas foram para o grupo de Maurício Gomes de Mattos

 Uma delas foi o próprio Maurício, que era vice de Embaixadas e Consulados, e saiu da diretoria para lançar candidatura própria. Adalberto Ribeiro, então vice de Relações Externas, deixou o cargo para apoiar Maurício.


As saídas não pegaram a diretoria de surpresa, segundo pessoas ouvidas pelo UOL. As movimentações já eram esperadas e outras despedidas são aguardadas. Entende-se que houve uma união de diferentes vertentes em torno da candidatura de Landim, mas essa aliança não se mostra mais necessária na atual conjuntura.

O cenário aponta para a primeira ruptura de maior volume desde quando Landim assumiu, em janeiro de 2019. Nos corredores, porém, há uma avaliação positiva. A leitura é que, mesmo com saídas e formações de alianças que virão a ser rivais na eleição, a maioria dos grupos políticos ainda apoia Dunshee — esse desenho traz confiança ao grupo de situação em outro pleito. Landim pode vir candidato a presidente do Deliberativo.

Os grupos que já faziam oposição à gestão ainda debatem as opções

 Há uma visão que muitos movimentos podem acontecer nos bastidores, e estuda-se o cenário antes da decisão sobre qual rumo tomar. Eles avaliam a candidatura própria ou o apoio a alguma chapa, e calculam que podem levar consigo cerca de 500 votos.

A inscrição das chapas será entre 10 e 30 de setembro. A eleição acontecerá nos primeiros dez dias de dezembro. A identificação das chapas não será mais por cor, e, sim, por número.


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