Futebol
Arrascaeta, do Flamengo está entre os 25 jogadores mais decisivos do mundo
04 Mar 2026 | 11:13
Futebol
09 Abr 2025 | 10:31 |
A chegada de Nicolás De La Cruz ao Flamengo no fim de 2023 foi recebida com empolgação por torcedores e analistas. O investimento pesado — próximo de R$ 100 milhões pagos ao River Plate — mostrava a intenção do clube em ter um nome de peso no meio-campo. Mas, menos de um ano depois, o uruguaio virou pauta de críticas, inclusive por parte de um velho conhecido do clube: Paulo Silas.
Durante participação no programa da ESPN, nesta terça-feira (08), Silas não economizou nas palavras ao analisar o desempenho do camisa 18. “Não tenho nada contra ele, muito pelo contrário, mas acho que o De La Cruz foi supervalorizado. Não vejo ele como todo esse jogador”, disparou o ex-treinador do Mengão, reforçando a percepção de que o meia ainda não entregou o que se esperava.
Apesar da crítica direta, Silas reconheceu que o uruguaio tem qualidades. Segundo ele, De La Cruz brilhou em sua passagem pelo River Plate e também se destacou em atuações pela Seleção Uruguaia. Ainda assim, na visão do ex-técnico, o jogador não tem sido decisivo com a camisa do clube brasileiro: “Ele é um bom jogador, mas não é aquele que está sempre no gol. É um motorzinho”, concluiu.
A cobrança sobre De La Cruz não vem apenas de comentaristas. Parte da torcida rubro-negra também tem demonstrado insatisfação com as atuações do uruguaio. Após um início promissor, ele passou a conviver com lesões e ficou fora de alguns compromissos importantes. Além disso, perdeu espaço na disputa por posição no meio-campo, o que acentuou a sensação de que o investimento feito pode não ter retornado como esperado.
Vale lembrar que Silas teve uma breve e discreta passagem pelo Mais Querido como técnico. Em 2010, comandou a equipe por dez partidas, com apenas uma vitória. Apesar do histórico modesto, o ex-comandante segue ligado ao universo do futebol como comentarista, função na qual tem adotado tom crítico com frequência.
Clima pesado com os jogadores fica mais claro após a demissão do técnico Filipe Luís e postura no dia a dia incomoda outros profissionais do Ninho
04 Mar 2026 | 13:45 |
A saída de Filipe Luís deixou ainda mais visível a situação do diretor de futebol do Flamengo, José Boto, que já vinha enfrentando insatisfação interna no Ninho do Urubu. Atletas e funcionários apontam vaidade, pouca comunicação direta e até exigências de serviços particulares como motivos de incômodo. A informação é da ESPN.
Boto mantém contato diário com o presidente Luiz Eduardo Baptista, o Bap, e é descrito como inflexível e, em algumas situações, grosseiro. Entre suas exigências inusitadas, funcionários devem se dirigir a sua residência na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, a cada duas semanas para limpeza e organização, mesmo com toda a infraestrutura do Ninho do Urubu, que conta com serviço de hotelaria interno.
No dia a dia do futebol, o diretor português circula sempre acompanhado por três seguranças e impõe regras inusitadas, como impedir que qualquer pessoa passe em frente ao banco de reservas durante o aquecimento dos jogadores, seja em partidas dentro ou fora de casa.
O distanciamento entre Boto e os atletas ficou mais evidente após a reunião no CT, na terça-feira (3), que ocorreu logo depois da demissão de Filipe Luís. Na ocasião, o diretor destacou que os jogadores tiveram responsabilidade na saída do técnico, e o grupo absorveu a fala sem reagir. O comportamento vaidoso do dirigente é frequentemente notado pelos atletas.
Após vitórias, Boto cumpre o protocolo e entra em campo para cumprimentar os jogadores. No entanto, durante derrotas, como na Supercopa do Brasil contra o em Brasília, ele permaneceu no túnel de acesso ao gramado, fumando, gerando comentários internos: “Ué, cadê o chefe? Agora não aparece?”, comentou um dos líderes do elenco, segundo a ESPN.
3ª Vara Cível do Rio de Janeiro acatou pedido de empresa de eventos que alega que o Mengão não pagou valores previstos em contratos de publicidade
04 Mar 2026 | 13:00 |
A Justiça do Rio de Janeiro determinou que o Flamengo apresente, no prazo de até 15 dias, documentos e informações financeiras referentes às receitas de publicidade do Maracanã entre 2023 e 2025. A decisão atende a uma ação movida pela empresa Futuro Eventos, que afirma ser parceira na operação dos painéis de LED do estádio e alega não ter recebido valores previstos em contrato de divisão de receitas. A informação é do portal ‘GE’.
O processo tramita na 3ª Vara Cível da Capital e trata de obrigações decorrentes de relação contratual entre as partes. Na decisão, a juíza Maria Cristina Barros Gutierrez Slaibi reconheceu a existência de vínculo que obriga o clube a prestar contas, determinando a apresentação de contratos firmados, valores arrecadados e comprovantes de repasses. A magistrada também rejeitou preliminares levantadas pela defesa rubro-negra e negou o pedido para incluir o Fluminense como réu na ação.
Com a entrega dos documentos, o caso avançará para a fase de análise das contas e possível auditoria dos valores envolvidos. Caso o Flamengo não cumpra o prazo estabelecido, poderá sofrer consequências processuais, como a perda do direito de contestar posteriormente os números apresentados pela parte autora. Se os dados forem apresentados, a discussão passará à verificação detalhada de contratos, valores, notas fiscais, extratos e repasses.
Segundo a ação, os contratos previam que, quando a comercialização fosse realizada pelo Flamengo, a Futuro Eventos teria direito a 40% da receita, mediante prestação de contas. A empresa, representada pelo advogado José Antonio Carim, sustenta que, desde 2019, não recebeu relatórios financeiros, contratos com anunciantes, valores arrecadados, notas fiscais ou qualquer repasse. O clube teria alegado que os contratos são “sigilosos” e mencionado uma suposta dívida para justificar a retenção de equipamentos da parceira.
Nesta etapa, a Justiça analisou apenas a existência do dever de prestar contas, sem entrar no mérito financeiro da disputa. Procurado pela reportagem, o Flamengo informou que ainda não tinha ciência da decisão, publicada nesta quarta-feira no Diário da Justiça Eletrônico do Estado do Rio de Janeiro.
Treinador estará com os jogadores do Mengão já nesta quarta-feira (4) mesmo com a ausência de seus auxiliares e sem vínculo oficial
04 Mar 2026 | 12:25 |
Leonardo Jardim está prestes a começar oficialmente sua trajetória no Flamengo. O elenco treina na tarde desta quarta-feira (4), no Ninho do Urubu, e o português já comandará a atividade, possivelmente ainda sem ter assinado contrato.
A informação é do jornalista Bruno Andrade, durante participação no programa Fala a Fonte, da ESPN. Segundo o repórter, a assinatura pode acontecer apenas após o treinamento, mas o comando da atividade está garantido.
“Ele não assinou contrato ainda. Não consigo cravar se a assinatura acontece antes ou depois do treino, mas posso cravar que ele comanda o treino. Isso está bem definido já no planejamento do Flamengo para hoje. Depois, é tentar perceber se, antes do treino, vai haver tempo hábil para que ele assine; se não der antes, assina depois. Mas o treino vai acontecer, isso está garantido. Léo Jardim começa hoje, é o seu dia 1”, afirmou.
O início do trabalho, porém, será solitário. De acordo com Bruno Andrade, os três auxiliares fixos de Leonardo Jardim seguem impossibilitados de viajar ao Brasil. Os profissionais residem na Ilha da Madeira, em Portugal, e enfrentam dificuldades para deixar o país devido às condições climáticas adversas.
Tempestades recentes têm provocado instabilidade na região e o fechamento do aeroporto local. Dessa forma, o treinador iniciará as atividades contando apenas com a estrutura permanente do Flamengo até que sua comissão consiga se juntar ao grupo no Rio de Janeiro.