Futebol
21 Jun 2024 | 08:28 |
Ex-zagueiro do Fluminense, Nino, atualmente no Zenit, da Rússia, foi especulado como possível reforço do Flamengo. O rumor ganhou força após o Rubro-Negro encaminhar a venda de Fabrício Bruno ao West Ham, da Inglaterra. Entretanto, com a recusa de Fabrício aos ingleses, o ‘tema Nino’ não avançou na Gávea. Em entrevista ao Canal Igor Rodrigues, o defensor quebrou o silêncio e negou as conversas.
“Era boato, era boato. Não fui procurado em momento nenhum, nem meus empresários. Fiquei sabendo pela internet”, disparou o jogador. Na sequência, Nino revelou que quando o assunto começou a ser cogitado nas redes sociais, recebeu uma ligação do ex-atacante Fred, atualmente dirigente do Fluminense.
“Antes de saber pela internet, o Fred me ligou. Pensei: ‘Aconteceu alguma coisa’. Atendi o celular, ele me falou: ‘É mentira, né?’. Eu juro que não sabia. Ele: ‘Você vai para o Flamengo?’, eu respondi: ‘Cara, sabe que horas são? 02h da manhã’. Falei que não estava sabendo de nada (…) Era só boato, não fui procurado em momento nenhum, por nenhum time”, finalizou.
Empresário de Nino já declarou que nunca conversou com o Flamengo
Em contato recente com o canal Rubro-News, o empresário Fernando Garcia, que agencia a carreira de Nino, foi franco ao responder sobre uma possível negociação com o Flamengo: “Não existe isso, ninguém nos procurou, não tem negociação, não procede”, ponderou.
Além da dificuldade em convencer Nino, que fez história com a camisa do Fluminense, não seria nada fácil para o Fla dobrar os russos nessa operação. Desde 2022 que o Rubro-Negro sonha com a chegada de Claudinho, meia que pertence ao Zenit. Todavia, o time do Velho Continente sempre foi resistente nas conversas com o Mengão. O valor de mercado do meio-campista está avaliado em 18 milhões de euros.
Valores da transação entre o zagueiro, Zenit e Fluminense
Logo após a participação no Mundial, o Fluminense acertou a venda de Nino ao Zenit por 5 milhões de euros, algo avaliado em R$ 27 milhões. Deste montante, o rival teve direito a receber 60%, o que representaria R$ 16,2 milhões.
Em termos de comparação, o Flamengo ficou perto de vender Fabrício Bruno ao West Ham por 15 milhões de euros (R$ 83 milhões). Nino tem 27 anos, um ano a menos que o atual zagueiro rubro-negro.
Incidência de taxas em transações com a Inglaterra encarece negócio e valor final pode superar os 50 milhões de euros; diretoria mantém otimismo
23 Jan 2026 | 19:17 |
Flamengo segue determinado a repatriar Lucas Paquetá, mas a engenharia financeira para tirar o meia do West Ham, da Inglaterra, tornou-se ainda mais complexa. Além dos altos valores já discutidos entre os clubes, um fator tributário preocupa a diretoria rubro-negra: a incidência de impostos sobre transações internacionais, que pode elevar o custo total da operação para patamares inéditos no futebol brasileiro.
Embora o Rubro-Negro tenha sinalizado com uma oferta robusta, que gira em torno de 42 milhões de euros (somando valores fixos e variáveis), o montante real a ser desembolsado é consideravelmente maior devido à carga fiscal aplicada em negociações com o mercado britânico.
Segundo informações apuradas pelo jornalista Venê Casagrande, a proposta mais recente do Flamengo consiste em 38 milhões de euros fixos, acrescidos de 4 milhões de euros em bônus por metas atingidas. No entanto, caso o acordo seja selado, o clube carioca terá que arcar com uma taxa de aproximadamente 18% sobre o valor da compra.
Essa tributação incide especificamente sobre operações financeiras dessa natureza com clubes da Inglaterra. Na ponta do lápis, o acréscimo faz o investimento saltar dos 42 milhões de euros iniciais para cerca de 49,5 milhões de euros, sem contabilizar ainda comissões de empresários e luvas (bônus de assinatura) para o atleta.
Convertendo para a moeda nacional, o pacote total beira os R$ 312 milhões. Esse valor transformaria a contratação de Lucas Paquetá, com folga, na mais cara da história do futebol brasileiro. A diretoria tem ciência do peso financeiro, mas avalia que o retorno esportivo e de marketing compensaria o esforço monumental.
Técnico rubro-negro não poderá contar com nomes de peso como Arrascaeta e De La Cruz por questões físicas; goleiro Andrew pode ser titular
23 Jan 2026 | 18:33 |
Flamengo entra na reta final de preparação para o primeiro Fla-Flu da temporada de 2026. O Rubro-Negro enfrenta o Fluminense neste domingo (25), às 18h (de Brasília), no Maracanã, em confronto válido pelo Campeonato Carioca. Para o clássico, o técnico Filipe Luís terá que lidar com uma lista extensa de baixas e estuda promover alterações significativas na equipe titular em relação ao time que venceu o Vasco na última rodada.
A comissão técnica trabalha com a confirmação de seis desfalques importantes, o que obriga o treinador a rodar o elenco e buscar novas alternativas táticas para manter o nível de competitividade diante do rival tricolor.
O departamento médico e a comissão técnica vetaram a participação de peças-chave do elenco. Entre os meio-campistas, Arrascaeta segue em preparação especial visando os compromissos mais decisivos da temporada, enquanto De La Cruz continua sob controle de carga física após procedimento no joelho. O volante Jorginho também é baixa confirmada, recuperando-se de uma cirurgia odontológica (extração do dente siso).
Na defesa, o lateral Ayrton Lucas e o zagueiro Danilo estão fora; Danilo ainda cumpre cronograma de recuperação de uma distensão no joelho. Por fim, o volante Allan não foi relacionado por opção técnica de Filipe Luís.
Diante das ausências e do desgaste físico, a tendência é que o Flamengo entre em campo com quatro novidades na escalação inicial. A provável formação deve contar com a estreia do goleiro Andrew, recém-regularizado, no lugar de Agustín Rossi. Na zaga, Léo Ortiz é o favorito para assumir a posição, enquanto o ataque deve ser renovado com as entradas de Samuel Lino e Luiz Araújo.
Após recusa inicial dos ingleses, diretoria rubro-negra reajusta os valores e amplia a quantia garantida na operação; objetivo é antecipar a liberação do meia
23 Jan 2026 | 17:58 |
Flamengo deu mais um passo importante na tentativa de repatriar Lucas Paquetá. Após ter sua oferta inicial recusada pelo West Ham, o clube carioca decidiu reformular os números colocados na mesa para viabilizar a transferência. Buscando atender às exigências dos ingleses por maior segurança financeira e liquidez, a diretoria rubro-negra aumentou a parte fixa da transação, mantendo o otimismo por um desfecho positivo ainda nesta janela.
A negociação, tratada como complexa devido aos valores envolvidos, segue em andamento nos bastidores, com o Flamengo ajustando a engenharia financeira para convencer o clube londrino a liberar o jogador.
A primeira investida rubro-negra, que consistia em 35 milhões de euros fixos mais 5 milhões em variáveis, recebeu uma negativa do West Ham. O clube inglês sinalizou que deseja um montante garantido maior, com menos dependência de metas de performance e um fluxo de pagamento com menos parcelas.
Diante desse cenário, o Flamengo contra-atacou com uma nova estrutura: a oferta foi ampliada para 37 milhões de euros fixos, acrescidos de 4 milhões de euros em bônus por metas. Embora o parcelamento do valor continue sendo uma necessidade para o fluxo de caixa do clube brasileiro, a estratégia agora aposta que o aumento significativo da quantia fixa (cerca de R$ 220 milhões na cotação atual) seja suficiente para flexibilizar a postura dos europeus.
A insistência na contratação tem justificativa técnica. Lucas Paquetá é avaliado internamente como um reforço estratégico, capaz de elevar o patamar do setor ofensivo do Flamengo para a disputa do Campeonato Brasileiro e das competições continentais previstas para 2026. A diretoria espera que o ajuste financeiro convença o West Ham a liberar o atleta inclusive antes do prazo originalmente planejado.