Futebol
Jornais destacam Vini Jr, ex-Flamengo, e Endrick na Seleção: “lideram…”
01 Abr 2026 | 12:34
Futebol
18 Mai 2024 | 20:21 |
Falecido ontem, aos 87 anos, Washington Rodrigues, mais conhecido como Apolinho, não apenas fez história como repórter, comentarista e apresentador de rádio. Em 1995, ele foi convidado para se tornar treinador do Flamengo, clube de seu coração, no ano do centenário. O responsável pelo que ele tratava como uma "convocação" foi Kleber Leite, presidente rubro-negro à época, e seu velho parceiro em coberturas jornalísticas.
— Foi genial. Você não tinha muitas opções. A gente tinha um problema interno sério de convivência no Flamengo. Era uma fogueira de vaidades — lembra Leite, em contato com a reportagem do GLOBO. —Eu não era vice-presidente de futebol. Eu era o presidente do clube. Uma coisa mais ampla para cuidar. Estávamos precisando de alguém que agregasse, que colocasse todo mundo no bolso.
— Em um jantar com Michel Assef (advogado), eu falei: "Estou com uma ideia meio maluca. Temos que resolver o problema do futebol com alguém que seja um fato novo, que mexa. É hora de sair das mesmas caras. Estou pensando em colocar o Washington (Apolinho) no Flamengo, vou contratar como treinador. Para fazer o papel que ele sabe fazer. E o Assef achou uma bela ideia — contou o ex-presidente.
À frente da equipe, Washington Rodrigues comandou 26 partidas, totalizando 11 vitórias, oito empates e sete derrotas. O resultado mais expressivo foi o vice-campeonato da Supercopa Libertadores daquele ano. Em 1998, ainda retornou como diretor-técnico do clube. Depois das aventuras inusitadas, voltou aos microfones do rádio. Mas a passagem deixou um legado, segundo o então dirigente.
— Era uma coisa impressionante. A gente rodava o Brasil inteiro. Depois do Romário, nenhum jogador era o mais popular do time. Era ele (Apolinho). Entrava em campo e era ovacionado. Eu não tenho nenhum dúvida e medo de dizer que, depois do Jorge Jesus, que é hors concours, não houve nenhum treinador do Flamengo que tivesse mais apoio popular que o Washington — finalizou Kléber Leite.
Nascido no bairro do Engenho Novo, na Zona Norte do Rio de Janeiro, em 1º de setembro de 1936, Apolinho trabalhou em rádios como a Nacional, a Globo e a Tupi, onde esteve nos últimos 25 anos. Ontem, faleceu durante a partida entre Flamengo e Bolívar, pela Libertadores, goleada rubro-negra por 4 a 0.
Mengão não esconde o desejo de manter o jogador por muitos anos como peça fundamental de seu elenco e já tem contatos com empresário
01 Abr 2026 | 16:00 |
O Flamengo retomou as negociações para renovar o contrato de Pedro. O centroavante busca uma valorização salarial, considerando que seus vencimentos atuais estão abaixo de outros nomes de destaque do elenco. A diretoria, por sua vez, não deve aceitar de imediato os valores pedidos e trabalha na elaboração de uma contraproposta. A intenção é chegar a um acordo sem grandes impasses, evitando desgastes entre as partes.
No início do ano passado, Pedro teve um atrito público com José Boto, episódio que gerou repercussão interna. No entanto, a situação foi contornada sob a nova gestão. O presidente Bap é um dos principais defensores da permanência do atacante e trata a renovação como prioridade.
Desde a chegada de Leonardo Jardim, o camisa 9 se firmou como titular absoluto. O treinador português considera o jogador peça central no esquema tático, adotando uma abordagem diferente da utilizada por Filipe Luís no Flamengo, que priorizava o desempenho semanal para definir a escalação.
Em temporadas anteriores, Pedro chegou a ter o futuro indefinido no clube, mas permaneceu e conseguiu se destacar novamente. Entre 2023 e parte de 2024, foi um dos principais nomes técnicos da equipe, além de mostrar evolução após a chegada de Jardim.
O atacante também enfrentou uma grave lesão no joelho, que o afastou dos gramados por longo período. No retorno, precisou lidar com dificuldades naturais até recuperar o ritmo de jogo e o nível técnico que o consolidaram como referência ofensiva do Flamengo.
Receitas do clube tiveram grande impacto devido à participação no Mundial da FIFA e títulos contribuem para ano recorde nas finanças
01 Abr 2026 | 15:00 |
O Flamengo reafirmou sua posição como principal potência econômica da América do Sul ao registrar uma receita bruta histórica de R$ 2,089 bilhões em 2025. O resultado, confirmado em relatório financeiro divulgado nesta terça-feira (31), foi impulsionado por uma combinação de sucesso esportivo, recordes em vendas e a gestão direta do Maracanã.
O grande destaque do balanço é o avanço das receitas recorrentes, que alcançaram R$ 1,571 bilhão, crescimento de 22% em relação ao ano anterior. Mesmo com a forte entrada de recursos oriundos da venda de atletas, superior a R$ 500 milhões, o clube conseguiu ampliar suas receitas sem depender exclusivamente do mercado de transferências.
As premiações e os direitos de transmissão somaram R$ 568 milhões, reflexo direto da participação na Copa do Mundo de Clubes e das conquistas da Libertadores e do Campeonato Brasileiro. O superávit de R$ 336 milhões elevou o patrimônio líquido para R$ 954 milhões, aproximando o clube da marca simbólica de R$ 1 bilhão em riqueza acumulada. Já o fluxo de caixa encerrou o ano em R$ 243 milhões, garantindo liquidez para novos investimentos.
O desempenho esportivo foi determinante para o crescimento financeiro. As campanhas vitoriosas na Libertadores e no Brasileirão foram responsáveis por boa parte dos R$ 568 milhões arrecadados em premiações e direitos. O relatório indica que o clube superou as metas iniciais, que previam apenas chegar às quartas de final das competições. Além disso, a participação na Copa do Mundo de Clubes adicionou cerca de R$ 150 milhões aos cofres rubro-negros.
Outro fator relevante foi o aumento significativo dos chamados “gatilhos de performance” nos contratos de transmissão e pay-per-view. O alto engajamento da torcida em uma temporada vitoriosa ampliou os repasses variáveis, consolidando o Flamengo como líder continental nesse segmento.
As notas explicativas do balanço mostram ainda que o clube passou a depender menos das cotas fixas de TV. A valorização da marca Flamengo no mercado publicitário elevou as margens de lucro, mesmo diante do aumento dos custos operacionais em competições de alto nível.
Treinador não vê jogador como prioridade na armação do time e deve se tornar figurinha carimbada no banco de reservas do Peixe
01 Abr 2026 | 14:00 |
Nos primeiros dias de trabalho, o técnico Cuca tem priorizado um meio-campo mais físico no Santos, deixando em segundo plano características mais técnicas. A informação, divulgada pelo jornalista Vagner Frederico, indica que Willian Arão, ex-Flamengo, pode perder espaço na equipe. Antes peça de confiança de Juan Pablo Vojvoda, o volante vê seu cenário mudar com a chegada do novo comandante. A tendência, neste momento, é de saída da posição no meio-campo.
Willian Arão tem sido testado na zaga durante os treinamentos, movimento que não chega a ser novidade ao longo da carreira. Ainda assim, o jogador precisará reconquistar a confiança de Cuca para retomar espaço com regularidade.
Internamente, a comissão técnica avalia o atleta como uma alternativa mais viável para o setor defensivo do que para a faixa central. Aos 34 anos, ele entra em uma fase mais avançada da carreira, o que também pesa nas decisões.
Respaldado pela diretoria, Cuca chega com liberdade para implementar mudanças e buscar soluções rápidas. A aposta do clube está na experiência do treinador, conhecido por lidar bem com ambientes de pressão e por não necessitar de longo período de adaptação.
Além disso, o técnico já conhece o Santos e mantém relação próxima com o presidente Marcelo Teixeira. Outro ponto de destaque será a parceria inédita com Neymar, principal referência técnica da equipe. Vale ressaltar que o treinador já comandou outro ex-Flamengo que também está no Peixe. Gabigol esteve no clube durante a primeira passagem do comandante no clube em 2018.