Futebol
08 Dez 2024 | 19:44 |
Depois de seis anos, 308 jogos, 161 gols e 13 títulos, Gabigol fez seu último jogo pelo Flamengo neste domingo, no empate por 2 a 2 com o Vitória, no Maracanã. No ano passado, Filipe Luís, agora técnico rubro-negro, viveu situação parecida. A diferença é que o adeus não foi só ao clube, mas aos gramados, com a aposentadoria como jogador. O atacante, que seguirá carreira longe do Fla, recebeu o carinho do ex-companheiro.
- Ele sai pela porta da frente. Era justo uma lenda como é o Gabriel sair pela porta da frente, receber o carinho da Nação, receber o carinho da torcida que teve essa comunhão com ele por tantos anos. Foram momentos bons, ruins, de muita alegria, de críticas. Chegou aqui um menino e sai daqui um homem. Achei muito legal da parte do clube brindar essa homenagem para ele. Mesmo que ele não esteja se aposentando, pôde receber o carinho de volta da torcida. Da maneira que foi o jogo acho que ele sai pela porta grande, e estamos orgulhosos de tudo o que ele fez pelo Flamengo - comentou Filipe Luís.
- São poucos jogadores que entram num clube de mais de 100 anos e conseguem deixar o nome cravado na história. Muitos jogadores passaram aqui, mas foram poucos que deixaram o nome gravado da forma que o Gabriel conseguiu. A geração 81, que é insuperável, todos eles são maiores do que as outras, são os primeiros, os pioneiros, os que fizeram o Flamengo ser gigantesco. O Gabriel conseguiu fazer uma história muito importante, até ser comparado com aquele geração. Esse tipo de jogador, único e raro, merece uma homenagem, uma despedida, independentemente se ele for para outro clube. Nós somos gratos a tudo o que ele fez, amanhã no dia que ele vier contra a gente eu sou o primeiro a vaiar e a xingar ele, espero que façam isso. Mas enquanto ele está aqui temos que reconhecer e agradecer. Ele está eternizado - completou o técnico.
Gabigol recebeu homenagens do clube e da torcida no Maracanã. O atacante deixou o gramado aos 35 minutos do segundo tempo depois de ter marcado um dos gols do Flamengo no empate. Ele é o sexto maior artilheiro da história rubro-negra, com 161 gols e 43 assistências. Em 308 jogos, conquistou 13 títulos: duas Libertadores, dois Brasileiros, duas Copas do Brasil, duas Supercopas do Brasil, uma Recopa Sul-Americana e quatro estaduais.
Treinador não vê jogador como prioridade na armação do time e deve se tornar figurinha carimbada no banco de reservas do Peixe
01 Abr 2026 | 14:00 |
Nos primeiros dias de trabalho, o técnico Cuca tem priorizado um meio-campo mais físico no Santos, deixando em segundo plano características mais técnicas. A informação, divulgada pelo jornalista Vagner Frederico, indica que Willian Arão, ex-Flamengo, pode perder espaço na equipe. Antes peça de confiança de Juan Pablo Vojvoda, o volante vê seu cenário mudar com a chegada do novo comandante. A tendência, neste momento, é de saída da posição no meio-campo.
Willian Arão tem sido testado na zaga durante os treinamentos, movimento que não chega a ser novidade ao longo da carreira. Ainda assim, o jogador precisará reconquistar a confiança de Cuca para retomar espaço com regularidade.
Internamente, a comissão técnica avalia o atleta como uma alternativa mais viável para o setor defensivo do que para a faixa central. Aos 34 anos, ele entra em uma fase mais avançada da carreira, o que também pesa nas decisões.
Respaldado pela diretoria, Cuca chega com liberdade para implementar mudanças e buscar soluções rápidas. A aposta do clube está na experiência do treinador, conhecido por lidar bem com ambientes de pressão e por não necessitar de longo período de adaptação.
Além disso, o técnico já conhece o Santos e mantém relação próxima com o presidente Marcelo Teixeira. Outro ponto de destaque será a parceria inédita com Neymar, principal referência técnica da equipe. Vale ressaltar que o treinador já comandou outro ex-Flamengo que também está no Peixe. Gabigol esteve no clube durante a primeira passagem do comandante no clube em 2018.
Cria do Mengão e atacante do Lyon contribuíram com assistências na vitória por 3 a 1 sobre a Croácia e são elogiados pela mídia internacional
01 Abr 2026 | 13:00 |
A vitória da Seleção Brasileira por 3 a 1 sobre a Croácia, na noite desta terça-feira (31), repercutiu internacionalmente, com destaque para o protagonismo de Vini Jr, ex-Flamengo, e Endrick. Para a imprensa estrangeira, a dupla foi decisiva para evitar um resultado negativo e dar fôlego ao trabalho de Carlo Ancelotti às vésperas da convocação final para a Copa do Mundo.
Na Espanha, o jornal Marca destacou que Vini Jr. e Endrick lideraram a equipe diante de um adversário apático, ressaltando a assistência do camisa 10 e a participação direta do jovem atacante em lances decisivos, como o pênalti e o gol de Gabriel Martinelli. Já o As foi ainda mais incisivo ao afirmar que a Seleção “vive de Endrick e Vini”, apontando que, em uma atuação coletiva abaixo do esperado, o brilho individual da dupla evitou um “desastre real” em Orlando.
Na América do Sul, o argentino Olé tratou o resultado como uma espécie de revanche pela eliminação na Copa do Mundo de 2022, no Catar. O veículo destacou que a vitória dá novo fôlego a Ancelotti, que vinha pressionado após derrota para a França, em Boston.
O primeiro gol brasileiro nasceu em uma jogada construída desde o campo defensivo. Matheus Cunha lançou para Vini Jr. O cria do Flamengo arrancou, driblou três marcadores e serviu Danilo, responsável por abrir o placar ainda antes do intervalo.
Na etapa final, Endrick mudou o jogo pouco depois de entrar. O atacante sofreu pênalti cometido por Josip Šutalo. Após orientação do banco, com participação de Léo Pereira, Igor Thiago cobrou com categoria e recolocou o Brasil em vantagem.
Mesmo à frente no placar, o Brasil manteve postura ofensiva e aproveitou o desespero da Croácia. Já nos minutos finais, Endrick recuperou a bola no meio-campo e arrancou em velocidade, acionando Gabriel Martinelli pela esquerda. O atacante finalizou com precisão, sem chances para Dominik Livaković, decretando o 3 a 1.
Volante não está satisfeito com as condições vividas no alvinegro no momento e quer sair, o que abre chance de negócio para o Mengão
01 Abr 2026 | 12:30 |
Rival do Flamengo, o Botafogo atravessa um momento delicado na temporada 2026. Além da eliminação ainda na fase preliminar da Libertadores, o clube carioca enfrenta uma crise financeira que já impacta o elenco. Diante desse cenário, representantes do volante Danilo estudam uma possível saída após a Copa do Mundo.
De acordo com a ESPN, o estafe do jogador avalia que o ambiente atual não oferece estabilidade, principalmente em função dos atrasos salariais. Mesmo assim, o Botafogo promete dificultar qualquer negociação e deve exigir um valor elevado para liberar o atleta.
A situação financeira do clube preocupa. Em 2026, o Botafogo acumula dois meses consecutivos de atraso no pagamento de direitos de imagem, além de pendências relacionadas ao FGTS dos jogadores. Caso os atrasos cheguem a três meses, a legislação permite que os atletas entrem na Justiça para rescindir contrato sem custos, o que aumenta a tensão nos bastidores.
Em meio à crise do rival, o Flamengo chegou a monitorar jogadores do elenco alvinegro em janeiro de 2026. Entre os nomes avaliados, Danilo é visto com bons olhos pela diretoria rubro-negra. Apesar do interesse, o clube não formalizou proposta pelo volante.
Enquanto isso, o Flamengo segue focado no próximo compromisso da temporada. A equipe enfrenta o Red Bull Bragantino nesta quinta-feira (02), pela nona rodada do Campeonato Brasileiro. A partida será disputada no Estádio Cícero de Souza Marques, em Bragança Paulista, com início às 21h30 (horário de Brasília) e transmissão de Globo e Premiere.