Futebol
Filho do ex-goleiro Bruno, do Flamengo, assina contrato profissional com Botafogo
11 Fev 2026 | 21:02
Futebol
14 Out 2024 | 14:43 |
Com o Flamengo entre os líderes do futebol brasileiro, o debate sobre a implementação de um fair play financeiro no país ganha força. A questão divide opiniões entre torcedores e dirigentes, especialmente aqueles de clubes estruturados como SAFs ou com grandes dívidas. Um estudo da Sports Value ajuda a explicar o motivo dessa divisão, destacando o Mengão como um dos poucos clubes que já se adequariam às regras propostas.
Assinado por Amir Somoggi, especialista em marketing esportivo, o estudo usa o modelo europeu de fair play financeiro como inspiração. Esse sistema foi introduzido na Europa em 2011, após os clubes atingirem um prejuízo recorde de € 1,7 bilhão. A iniciativa ajudou a restaurar a lucratividade dos clubes até 2017, com resultados que, apesar de afetados pela pandemia de Covid-19, permanecem controlados.
Analisando as falhas que permitem a alguns clubes europeus burlarem o sistema — seja por meio das SAFs ou de patrocínios —, a Sports Value sugere o modelo ideal para o Brasil: “Um fair play financeiro transversal, com análise de diferentes dados e índices financeiros”. Esses índices incluem:
- Controle rigoroso dos déficits das SAFs: máximo de R$ 20 milhões (média de dois anos);
- Limitação dos gastos com futebol: máximo de 73% das receitas;
- Controle do endividamento: índice de dívida líquida/receita inferior a 2,0.
- SAFs não atendem ao controle de déficit
O primeiro índice já revela o desequilíbrio causado pelas SAFs no futebol brasileiro. Apesar de alguns torcedores tratarem a questão como “clubismo” ou “inveja,” quatro dos seis clubes com maiores déficits entre receitas e gastos são empresas. O destaque negativo vai para o Botafogo, que gastou mais com contratações na temporada e acumula perdas de R$ 349 milhões, de acordo com dados financeiros de 2022 e 2023. Esses gastos só são possíveis porque o clube pertence à Eagle Holding, empresa do investidor norte-americano John Textor.
Outros clubes que superaram o déficit médio de R$ 20 milhões foram Vasco da Gama SAF, Bahia SAF, Grêmio, América-MG SAF e São Paulo. Enquanto isso, o Flamengo, que bateu recordes de receita e arrecadou R$ 1,4 bilhão em 2023, apresentou um superavit de R$ 455 milhões no período.

Controle de gastos
O controle dos déficits está diretamente ligado ao limite de gastos em relação à receita, um quesito em que o Flamengo também se destaca. A Sports Value recomenda que os clubes gastem, no máximo, 73% de suas receitas. Atualmente, apenas Flamengo, Internacional, Corinthians, Cuiabá SAF, Santos e Athletico-PR estão dentro desse limite. Já Botafogo e Bahia, ambos adquiridos por investidores estrangeiros, ultrapassaram a marca de 100%.

Endividamento
O último índice analisado é o endividamento líquido dos clubes, que compara as dívidas com as receitas e o caixa disponível. O índice não deve ultrapassar 2,0, segundo a consultoria. O Flamengo, com um índice de apenas 0,05, está entre os melhores. Na maioria dos casos, os clubes brasileiros estão dentro do limite, exceto Atlético-MG SAF, Cruzeiro SAF, Internacional, Vasco SAF e Coritiba SAF. Para ter acesso ao estudo completo, clique aqui.

Landim defende o debate sobre fair play financeiro
Como um dos líderes desse movimento, o Flamengo, através de seu presidente Rodolfo Landim, defende a implementação de um modelo de fair play financeiro no Brasil. Em entrevista recente, Landim mencionou os altos investimentos do Botafogo na temporada e afirmou que o tema precisa ser debatido com seriedade entre os clubes.
“Em breve, teremos que discutir questões que podem impactar o Botafogo. Se observarmos o valor que o clube investiu na aquisição de atletas este ano, certamente foi muito superior à receita do ano passado. Sob uma regra de fair play financeiro, isso não seria permitido. Hoje, o futebol brasileiro ainda é muito desregulado nesse aspecto, e acho que essas questões precisam ser discutidas seriamente para o futuro,” disse Landim.
Mengão busca manter a invencibilidade recente e assegurar matematicamente a classificação entre os quatro melhores da Superliga
11 Fev 2026 | 22:30 |
A Superliga Feminina de Vôlei tem um confronto decisivo agendado para esta quinta-feira (12). O Sesc RJ Flamengo, líder isolado da competição, recebe o Maringá (Unilife Maringá) no ginásio do Tijuca Tênis Clube, no Rio de Janeiro. A partida, válida pela fase classificatória, está marcada para às 19h30 (horário de Brasília) e terá transmissão exclusiva pela plataforma de streaming VBTV.
O duelo coloca frente a frente equipes em situações distintas na tabela. O time rubro-negro, comandado por Bernardinho, navega em águas tranquilas com 46 pontos somados e uma campanha avassaladora de 16 vitórias em 17 jogos. Do outro lado, o Maringá ocupa a sétima colocação com 22 pontos e busca consolidar sua posição na zona de playoffs.
O Sesc RJ Flamengo entra em quadra defendendo não apenas a liderança, mas também a excelência estatística. O grande destaque individual da equipe é a ponteira norte-americana Simone Lee. Atualmente, ela é a maior pontuadora de toda a Superliga, contabilizando 335 pontos. Além do volume de jogo, Lee figura entre as melhores sacadoras e atacantes do torneio, sendo uma arma letal para as adversárias.
O confronto desta noite carrega um peso matemático importante para o Flamengo. Caso vença o Maringá e alcance os 49 pontos, o Rubro-Negro garante, com quatro rodadas de antecedência, sua presença definitiva no G4 (grupo dos quatro primeiros que têm vantagem no mando de quadra nos playoffs).
Isso acontece porque o Sesi Vôlei Bauru, atual quinto colocado com 32 pontos, só pode chegar a um máximo de 47 pontos, mesmo que vença todos os seus compromissos restantes. Portanto, um triunfo simples sela a classificação antecipada das cariocas entre as cabeças de chave da próxima fase.
Jogador que antes era cotado para deixar a Gávea, agora é visto como ativo importante; diretoria corre contra o tempo para evitar assinatura de pré-contrato
11 Fev 2026 | 21:50 |
A situação de Everton Cebolinha no Flamengo sofreu uma mudança significativa nos bastidores. Antes apontado como um nome negociável na próxima janela de transferências, o atacante agora figura nos planos de renovação da diretoria rubro-negra. O clube carioca se movimenta para estender o vínculo do jogador e evitar perdê-lo sem custos ao final da temporada.
Segundo apuração do portal ge, o cenário interno em relação ao camisa 11 foi alterado. Se anteriormente a saída de Cebolinha era debatida como uma possibilidade real para aliviar a folha ou fazer caixa, o entendimento atual é de que a manutenção do atleta é estratégica.
A diretoria do Mais Querido planeja agendar uma reunião formal com os representantes do jogador. O objetivo principal é discutir as bases para a extensão do contrato, garantindo que o atacante permaneça no elenco por mais tempo e continue sendo uma peça utilizada pela comissão técnica.
A urgência do Flamengo tem uma motivação contratual clara. O vínculo atual de Everton Cebolinha com o clube se encerra no final deste ano. Isso significa que, em breve, o atleta estaria livre para assinar um pré-contrato com qualquer outra equipe, deixando o Rubro-Negro de graça ao término da temporada.
Para a gestão flamenguista, a renovação é fundamental para proteger o ativo financeiro, visto o alto investimento realizado em sua contratação. A ideia é assegurar que o jogador continue trazendo retorno esportivo e, futuramente, financeiro. De acordo com o jornalista Julio Miguel Neto, o encontro entre o clube e o staff do atleta já está agendado para selar o novo acordo.
Enquanto as tratativas ocorrem fora de campo, o Flamengo foca no próximo compromisso. O Flamengo volta a jogar no domingo (15), às 17h30, no clássico contra o Botafogo, no Estádio Nilton Santos, válido pelas quartas de final do Campeonato Carioca.
Duelo no Estádio Dutrinha marca o pontapé inicial da competição nacional que agora conta com 18 clubes; Rubro-Negro busca o título inédito
11 Fev 2026 | 21:30 |
Nesta quinta-feira (12), Mixto e Flamengo protagonizam o jogo de abertura do Campeonato Brasileiro Feminino Série A1 2026. O confronto acontece às 21h (horário de Brasília), no Estádio Eurico Gaspar Dutra, o tradicional Dutrinha, em Cuiabá. A partida inaugura uma edição histórica do torneio, que pela primeira vez contará com a participação de 18 equipes na disputa pelo troféu.
O duelo coloca frente a frente realidades distintas: de um lado, o projeto consolidado do Flamengo, atual campeão carioca, e do outro, a força emergente do Mixto, que debuta na elite nacional com forte investimento.
Do lado visitante, o Flamengo entra em campo embalado por conquistas recentes. A equipe comandada pelo técnico Celso Silva vem do título do Campeonato Carioca de 2025 e iniciou a atual temporada com o pé direito, vencendo o Vasco por 2 a 1 na estreia da Copa Rio.
A estratégia da diretoria para 2026 foi a manutenção da espinha dorsal do elenco, somada a contratações estratégicas para suportar um campeonato mais longo. Nomes como Layza Cavalcanti e Maisa foram integrados ao grupo principal, que também recebeu atletas promovidas das categorias de base. A experiente atacante Cristiane segue como uma das referências ofensivas do time da Gávea.
A partida terá transmissão em rede aberta para todo o país através da TV Brasil. A arbitragem será comandada por Cássia França de Souza (DF), auxiliada por Gustavo Aníbal Silva Ribeiro Taques (MT) e Rafael Virgílio Peiter (MT). Nesta fase, não haverá a utilização do árbitro de vídeo (VAR).
Mixto: Thais Helena; Suyane, Silvana, Lorena e Natalia; Sara, Karol Alves, Andressa e Priscila; Debinha, Isa Rangel e Gessica. Técnico: Adilson Galdino.
Flamengo: Vivi Holzel; Monalisa, Núbia, Layza Cavalcanti e Jucinara; Ju Ferreira, Letícia e Mariana; Maisa, Laysa e Cristiane. Técnico: Celso Silva.