Soccer
30 Dez 2024 | 07:53 |
The soap opera involving Cleiton Santana, defender of Flamengo, and Benfica gained a new chapter. According to the Portuguese newspaper Record, the club led by Rui Costa is no longer interested in counting on the 21-year-old Brazilian defender. This update refutes information previously released by journalist Venê Casagrande.
Flamengo, in turn, reinforces who does not intend to release Cleiton Santana without financial return. The player is in the final stages of his contract, but the Red and Black board is considering a renewal, which would make the transfer to Benfica even more unfeasible, if the Portuguese club had real interest.
< p style="border: 1px solid rgb(197, 0, 24);">FLAMENGO KEEP A FIRM POSTURE
Cleiton was even speculated as an alternative to defender António Silva, from Benfica, which would be in Juventus' sights. However, the possible interest seems to have remained only in the field of hypotheses. In the 2024 season, Cleiton Santana played five matches for Flamengo, totaling 112 minutes on the field, divided between four games in the Brasileirão and one in the Campeonato Carioca. Despite his performances, he didn't score goals or provide assists.
ZAGUEIRO'S SEASON FOR THE FLAMENGO
In 2023, the defender wore the Flamengo shirt in 27 games, distributed between the main team and the under-20 category. That season, Cleiton found the net three times, consolidating himself as a rising promise in Brazilian football. Cleiton began his career in Brazilian football defending the colors of Desportivo Brasil and Canaã.He arrived at Flamengo as part of the club's investment in young talents.
MARKET VALUE
Currently, the defender is valued at around 600 thousand euros. Even with the relatively low value, his age and potential make Cleiton a valuable asset, especially for Flamengo, which is seeking a possible contract renewal. The contradictory information about Cleiton Santana's future has generated confusion. While some outlets identified Benfica as interested, others, such as Record, deny any ongoing negotiations.
Competição teve sua primeira edição em 2025 e entidade já conseguiu aprovação da UEFA para alteração importante no formato
19 Fev 2026 | 16:30 |
O Flamengo foi o primeiro clube a assegurar vaga na Copa do Mundo de Clubes da FIFA de 2029 após conquistar a Copa Libertadores da América de 2025. No entanto, a próxima edição do torneio pode apresentar mudanças estruturais significativas. Segundo o jornal britânico The Guardian, a competição deve ampliar o número de participantes de 32 para 48 equipes.
A proposta parte da FIFA, que estuda expandir o formato visando aumento de receitas e maior representatividade continental. A iniciativa conta com sinal verde da UEFA, que não deve oferecer resistência à ampliação.
O principal ponto defendido pela UEFA é a manutenção da periodicidade do torneio a cada quatro anos. Houve especulações sobre a possibilidade de realização bienal, mas a entidade europeia deseja preservar o intervalo quadrienal para evitar sobrecarga no calendário internacional. Com a expansão para 48 clubes, a tendência é que a Europa amplie sua participação de 12 para 16 equipes. A medida também atende à pressão de grandes clubes que ficaram fora da primeira edição do novo formato, como o Liverpool.
Nos bastidores, a definição da sede também movimenta o cenário político do futebol internacional. O Brasil manifestou interesse em receber o torneio, mas Espanha e Marrocos aparecem como favoritos. Os dois países serão sedes da Copa do Mundo FIFA de 2030 e articulam repetir a estratégia adotada anteriormente, quando os Estados Unidos receberam o Mundial de Clubes antes da Copa de seleções.
A avaliação interna na FIFA é de que a competição de clubes pode servir como evento-teste para a organização do Mundial do ano seguinte. Por isso, a candidatura conjunta de espanhóis e marroquinos surge com vantagem. Enquanto o cenário institucional evolui, o Flamengo já observa o planejamento de longo prazo. Com vaga assegurada, o clube projeta a participação em um torneio que pode ser ainda mais robusto e competitivo em 2029.
Mengão encontrou dificuldade para trazer jogadores para o comando do ataque e atratividade do mercado brasileiro em comparação a Europa atrapalha
19 Fev 2026 | 15:57 |
O Flamengo mantém a estratégia de qualificar ainda mais o elenco para a sequência da temporada, mas encontra barreiras importantes no mercado internacional. O principal entrave, segundo o diretor executivo José Boto, é a resistência de jogadores que atuam na Europa em retornar ao futebol sul-americano.
Casos recentes ilustram a dificuldade. O clube sondou o atacante Taty Castellanos e o também argentino Lucas Beltrán, mas ambos optaram por permanecer no Velho Continente. De acordo com Boto, a preferência por ligas europeias ainda pesa, mesmo com o crescimento financeiro e estrutural do futebol brasileiro nos últimos anos.
“O Brasil evoluiu muito na capacidade de atrair jogadores e conseguimos trazer nomes importantes da Europa. Mas ainda não temos a força de algumas ligas europeias. O problema é que atingimos um nível muito alto, e só atletas desse patamar nos servem”, afirmou o dirigente, durante a viagem à Argentina para a disputa da Recopa Sul-Americana.
Segundo o executivo, o patamar competitivo alcançado pelo Flamengo limita o leque de opções no mercado. A diretoria entende que reforços precisam chegar prontos para assumir protagonismo imediato, o que reduz as alternativas viáveis e encarece negociações.
Um exemplo de movimento considerado bem-sucedido é o retorno de Lucas Paquetá, contratado junto ao West Ham United. O meia simboliza o perfil buscado: jogador consolidado na Europa, com capacidade técnica para elevar o nível do time. Inclusive, a Recopa pode marcar o primeiro título do atleta desde que voltou ao clube.
Enquanto o mercado segue como pauta interna, o foco imediato é a decisão contra o Lanús. José Boto integra a delegação que está na Argentina para o jogo de ida, nesta quinta-feira (19), às 21h30 (horário de Brasília). A busca pelo primeiro troféu do ano ocorre em paralelo ao desafio de consolidar um elenco capaz de competir em alto nível em todas as frentes, cenário que, segundo a diretoria, exige precisão cirúrgica nas investidas internacionais.
Mengão foi até o país vizinho para o jogo de ida da Recopa Sul-Americana em meio a protestos contra reforma trabalhista que provocou protelação
19 Fev 2026 | 15:30 |
Uma greve convocada pela Confederação Geral do Trabalho (CGT) impactou a rodada do Campeonato Argentino nesta quinta-feira, mas não afetará o confronto entre Lanús e Flamengo, pela ida da Recopa Sul-Americana. As informações são da imprensa local.
Quatro partidas válidas pela sexta rodada do torneio nacional precisaram ser adiadas em função da paralisação geral no país. Foram afetados os confrontos entre Independiente x Independiente Rivadavia, San Lorenzo x Estudiantes de Río Cuarto, Defensa y Justicia x Belgrano e Instituto x Atlético Tucumán.
A paralisação foi organizada em protesto contra a reforma trabalhista proposta pelo governo do presidente Javier Milei. O projeto já foi aprovado no Senado e será debatido na Câmara dos Deputados, ampliando a mobilização sindical no país.
De acordo com o jornal argentino Clarín, os jogos do Campeonato Argentino foram impactados porque o Sindicato dos Trabalhadores de Entidades Esportivas e Civis (UTEDyC) aderiu ao movimento. A entidade é responsável por setores operacionais essenciais para a realização das partidas, o que inviabilizou a manutenção da rodada original.
Apesar do cenário interno, o duelo entre Lanús e Flamengo está confirmado para as 21h30 (horário de Brasília), em Buenos Aires. A diferença está na organização: a Recopa Sul-Americana é administrada pela Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol), que não foi afetada pela paralisação sindical.
As partidas do Campeonato Argentino já foram remarcadas. Defensa y Justicia x Belgrano e Instituto x Atlético Tucumán ocorrerão na sexta-feira. Independiente x Independiente Rivadavia será disputado no sábado, enquanto San Lorenzo x Estudiantes de Río Cuarto ficou para domingo. O cenário reforça a dimensão nacional da greve, mas mantém preservada a decisão continental entre argentinos e brasileiros.