Futebol

Ídolo do Flamengo abre o jogo sobre zagueiro do clube

. À medida que o time se prepara para o segundo jogo da final, a expectativa da torcida e dos especialistas é que Ortiz e seus companheiros de zaga mantenham o mesmo nível de excelência

Gazeta do Urubu – Onde o Flamengo é Notícia
Gazeta do Urubu – Onde o Flamengo é Notícia

09 Nov 2024 | 19:44 |

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Na véspera da grande decisão da Copa do Brasil, o ídolo do Flamengo, Rondinelli, teceu elogios à atuação de Léo Ortiz, zagueiro do Rubro-Negro, destacando seu momento de alta performance. Ortiz, que chegou ao clube com a responsabilidade de reforçar o sistema defensivo, vem se consolidando como peça fundamental no esquema do técnico, especialmente após a atuação decisiva ao lado de Léo Pereira no primeiro jogo da final contra o Atlético-MG. Rondinelli, que conhece bem o que é liderar uma defesa em momentos decisivos, não poupou palavras ao enaltecer a presença de Ortiz na zaga do Flamengo.


Em entrevista, Rondinelli fez questão de ressaltar a trajetória de Léo Ortiz, lembrando seu histórico positivo desde a época em que atuava pelo Red Bull Bragantino. A segurança defensiva demonstrada pelo jogador ao longo da temporada e, especialmente, durante a Copa do Brasil, se reflete no trabalho de cobertura e nas interceptações precisas, aspectos que Rondinelli considera essenciais para manter o time equilibrado e competitivo. Segundo o ex-zagueiro, Ortiz se destaca não apenas pela qualidade técnica, mas também pela inteligência tática e pela habilidade em orientar a defesa.


 UMA CONSIDERAÇÃO SEM LIMITES 


A atuação de Léo Ortiz no Maracanã, no primeiro confronto da final, foi um dos pontos altos da campanha do Flamengo na competição, de acordo com Rondinelli. Ao lado de Léo Pereira, ele demonstrou controle e solidez, características que contribuíram para neutralizar as investidas do ataque do Atlético-MG. Rondinelli comentou a vitalidade e bravura de Ortiz, destacando que o zagueiro cumpriu seu papel de forma impecável, com uma marcação firme e coberturas estratégicas. Para ele, essa parceria defensiva é um diferencial para o Flamengo em momentos de alta pressão.

Para Rondinelli, embora Léo Ortiz tenha versatilidade para atuar em diferentes posições, ele brilha mais quando está na zaga, onde pode exercer seu papel de líder defensivo. Segundo o ex-craque, Ortiz se sente mais confortável e seguro na posição, o que o permite coordenar melhor os movimentos da defesa e orientar os companheiros. Rondinelli acredita que essa presença de comando na zaga fortalece o time e contribui para o sucesso coletivo, principalmente em confrontos decisivos como a final da Copa do Brasil.


UM CONFRONTO DIRETO 

A segurança e a consistência de Léo Ortiz têm sido pontos-chave na defesa rubro-negra, especialmente em uma competição acirrada como a Copa do Brasil. Rondinelli destacou que o estilo de jogo de Ortiz, marcado pela frieza e pelo posicionamento preciso, tem sido fundamental para o Flamengo manter sua linha defensiva sólida. A capacidade do zagueiro de se antecipar às jogadas e de cobrir espaços é vista como uma vantagem estratégica, principalmente contra adversários de alta qualidade, como o Atlético-MG, que busca o título com força total.


Futebol

Renato Gaúcho relembra escorregão de Andreas Pereira no Flamengo: “aquilo…”

Mengão perdeu a decisão da Libertadores em 2021 após erro do meia, o que também marcou a passagem do treinador no rubro-negro

Renato Gaúcho afirma que erro de Andreas Pereira no Flamengo prejudicou sua sequência - Foto: Reprodução
Renato Gaúcho afirma que erro de Andreas Pereira no Flamengo prejudicou sua sequência - Foto: Reprodução

28 Fev 2026 | 10:31 |

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Sem clube no momento, Renato Gaúcho concedeu entrevista a Romário e revisitou episódios marcantes da carreira. Entre eles, a final da Copa Libertadores de 2021, quando comandava o Flamengo. O treinador lamentou o lance que definiu o título e não escondeu a frustração. Segundo ele, o elenco enfrentava problemas físicos, mas ainda assim tinha condições de sair com a taça.


Renato Gaúcho sobre decisão da Libertadores pelo Flamengo: "Aquele escorregão me f…"


“Aquele escorregão me f…. Prejudicou a nação toda. Foi um azar muito grande. Eu tinha quatro ou cinco jogadores saindo do departamento médico, com 50% de condições de jogo. Mesmo assim, estávamos melhores do que eles, mas infelizmente teve a pisada na bola do Andreas”, declarou.


O CONTEXTO DA FINAL DE 2021

Na decisão contra o Palmeiras, o placar marcava 1 a 1 na prorrogação, e o confronto caminhava para os pênaltis. Foi quando Andreas Pereira falhou na saída de bola e deixou a jogada limpa para Deyverson avançar e marcar diante de Diego Alves. O gol decretou o título palmeirense e selou o vice-campeonato rubro-negro.


SAÍDA DO FLAMENGO

Após a derrota, a diretoria optou pela demissão imediata de Renato. O contrato do treinador, de qualquer forma, se encerraria ao fim de 2021. Para a temporada seguinte, o clube acertou a contratação de Paulo Sousa e culminaria na chegada de Dorival Júnior, que conquistou a Libertadores e a Copa do Brasil em 2022.

SITUAÇÃO ATUAL

O último trabalho de Renato Gaúcho foi no Fluminense. O técnico deixou o cargo após se incomodar com críticas nas redes sociais e, desde então, permanece fora do mercado. Recentemente, o nome dele passou a ser especulado no Vasco da Gama.

PRÓXIMO JOGO DO FLAMENGO

Sob comando de Filipe Luís, o Flamengo volta a campo nesta segunda-feira (2), às 21h (de Brasília), no Maracanã, para enfrentar o Madureira, pela semifinal do Campeonato Carioca. A partida terá transmissão do SporTV (TV fechada) e do Premiere (pay-per-view).



Futebol

Filipe Luís segue buscando a melhor forma de usar Paquetá no Flamengo

Meia é a maior contratação da história do Mengão, mas segue sem brilhar após sua chegada e treinador ainda procura o potencial máximo

Paquetá ainda não conseguiu desempenhar no Flamengo o esperado e Filipe Luís procura melhor utilização - Foto: Gilvan de Souza/Flamengo
Paquetá ainda não conseguiu desempenhar no Flamengo o esperado e Filipe Luís procura melhor utilização - Foto: Gilvan de Souza/Flamengo

28 Fev 2026 | 10:18 |

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Maior contratação da história do futebol brasileiro, Lucas Paquetá ainda não conseguiu corresponder às expectativas neste retorno ao Flamengo. O encaixe do meia no esquema do técnico Filipe Luís se tornou um dos principais desafios neste início de temporada.


PREFERÊNCIA POR ATUAR MAIS AVANÇADO


Apesar da versatilidade, Filipe Luís já sinalizou que prefere utilizar Paquetá como meia aberto, atuando por dentro a partir da ponta, função semelhante à exercida por Gerson em sua passagem anterior pelo clube. A ideia é potencializar a chegada à área e o poder de finalização do camisa 20. Ainda assim, o jogador foi escalado como segundo volante nas partidas contra Sampaio Corrêa e Botafogo, pelo Campeonato Estadual. No clássico contra o Botafogo, inclusive, marcou gol atuando mais recuado.


O próprio atleta já declarou preferência por jogar em posição mais avançada: “Eu converso bastante com o Filipe, ele sabe muito bem onde me sinto à vontade de jogar. Estou à disposição para ajudá-lo da forma que for, hoje um pouco mais recuado, mas normalmente na minha posição”, afirmou ao Premiere.

ATUAÇÃO DISCRETA NA DECISÃO


Na derrota por 3 a 2 para o Lanús, que resultou no vice da Recopa Sul-Americana, Paquetá começou no banco. Entrou no segundo tempo para atuar como meia pela direita, mas teve desempenho abaixo do esperado e falhou na marcação no segundo gol dos argentinos. Após o apito final, o jogador realizou o exame antidoping e deixou a zona mista cabisbaixo, sem conceder entrevistas.

NÚMEROS E INVESTIMENTO

Até o momento, Paquetá soma oito partidas e um gol neste retorno ao Flamengo. A transferência custou 40 milhões de euros aos cofres rubro-negros, tornando-se a maior negociação da história do futebol brasileiro. Para voltar ao clube, o meia abriu mão de salários e rescindiu contrato com o West Ham United, da Inglaterra.



Futebol

Paquetá revive trauma de final contra argentinos no Flamengo

Meia chegou ao Mengão com o objetivo de conquistar títulos com o Manto Sagrado, mas não vive novamente o pesadelo da derrota no Maracanã

Derrota do Flamengo para o Lanús na decisão da Recopa reforça pesadelo de Lucas Paquetá - Foto: GIlvan de Souza/Flamengo
Derrota do Flamengo para o Lanús na decisão da Recopa reforça pesadelo de Lucas Paquetá - Foto: GIlvan de Souza/Flamengo

28 Fev 2026 | 09:50 |

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A derrota por 3 a 2 para o Lanús, no Maracanã, pela Recopa Sul-Americana, ainda ecoa no elenco rubro-negro. Segundo título perdido no início da temporada, o revés recolocou o clube sob forte pressão. Para Lucas Paquetá, no entanto, a noite teve peso ainda maior.


Perder uma decisão internacional em casa, diante de estádio lotado e contra um adversário argentino, é um roteiro que o meia já conhecia. Em 2017, então com 20 anos, ele esteve na final da Copa Sul-Americana em que o Flamengo acabou superado pelo Independiente.


2017: PROTAGONISMO NA DERROTA


Naquela decisão, Paquetá ainda era tratado como promessa, mas já figurava entre os titulares do time comandado por Reinaldo Rueda. Demonstrando versatilidade, chegou a atuar como “falso 9” diante das ausências de Paolo Guerrero e Felipe Vizeu.

O meia teve atuação destacada na final. Participativo, distribuiu dribles, arrancadas e passes decisivos, em um deles, deixou Everton em ótima condição para marcar, mas viu o companheiro desperdiçar a oportunidade. Também balançou as redes com oportunismo. Ainda assim, o Independiente empatou com gol de Esequiel Barco, em pênalti cometido por Gustavo Cuéllar, e sustentou o 1 a 1 que garantiu o título após vitória por 2 a 1 na Argentina.


2026: NOVO CAPÍTULO, MESMO DESFECHO

Nove anos depois, Paquetá retornou ao Flamengo com status diferente. Consolidado no futebol europeu, tornou-se a contratação mais cara da América do Sul, adquirido por 42 milhões de euros (cerca de R$ 260 milhões). Sob o comando de Filipe Luís, porém, o meia ainda busca o melhor encaixe. Contra o Lanús, iniciou no banco e entrou aos 18 minutos do segundo tempo, na vaga de Gonzalo Plata.

Em campo, teve participação discreta. No ataque, finalizou com perigo em uma das poucas oportunidades. Defensivamente, contudo, falhou na marcação de Canale no gol de empate do time argentino. O roteiro se repetiu: decisão continental no Maracanã, adversário argentino e frustração no apito final. Para Paquetá, a tentativa de exorcizar o fantasma de 2017 acabou se transformando em mais um capítulo doloroso com a camisa rubro-negra.



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