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Flamengo encaminha venda de Michael ao Al-Ula por valor milionário - confira
28 Jan 2026 | 23:11
Futebol
01 Mai 2024 | 12:07 |
Ídolo do Flamengo, Rondinelli, que ficou conhecido como Deus da Raça, completou 70 anos recentemente e ganhou um documentário especial sobre sua carreira e sua vida. O ex-jogador tem o “Rondinelli – 70 anos do Deus da Raça” disponível nas plataformas da Fla TV+ e no GloboPlay.
O Flamengo publicou em suas redes sociais um trecho do documentário com uma entrevista emocionante com Rondinelli. O eterno craque diz que sabia que era um atleta limitado e conta como sempre compensou isso. Ele manda um importante recado que mostra como se tornou conhecido como Deus da Raça.
Rondinelli afirma que se fosse preciso, morreria dentro de campo vestindo a camisa do Flamengo, e ao dizer isso, seus olhos enchem de lágrimas, denotando o amor que sente pelo Rubro-Negro até hoje. A cena é emocionante e o ídolo cita até seus familiares e a Nação.
“O Rondinelli sempre soube das limitações, mas ele nunca soube das limitações que se eu tivesse que morrer, jogando pelo Flamengo, por qualquer atitude, eu morreria em campo. Porque o Flamengo foi tudo na minha vida. Tudo que o Rondinelli e a família, a minha esposa, Darli, o meu filho, Antônio José, a minha filha Fabiana e meu neto, as minhas irmãs e meus pais. Essa é a essência de tudo. Para concluir a linha de raciocínio, é o respeito que essa geração teve ao 12º jogador. A gente nunca decepcionou essa Nação Rubro-Negra”, diz Rondinelli.
Rondinelli marcou gol que iniciou geração de ouro do Flamengo
Até Zico concorda e diz que o gol de Rondinelli em 1978 “libertou a geração”. Foi só após a conquista do Carioca, sobre o Vasco, naquele ano, que a geração pôde começar a empilhar taças. Assim, o craque foi muito importante, principalmente após os vices nos Estaduais de 76 e 77.
Em 78, o Flamengo chegava pressionado e ainda existia muita desconfiança sobre aqueles jogadores. Mas o gol no apagar das luzes fez com que o Mengão levantasse a taça, explodindo o Maracanã e dando o pontapé inicial no período mais marcante da história do clube.
Meia uruguaio fez sua primeira partida em 2026 contra o São Paulo e apontou o calendário apertado como obstáculo, além de reclamar de penalidade ignorada
29 Jan 2026 | 09:40 |
A estreia de Arrascaeta na temporada de 2026 não ocorreu como o planejado. O meia uruguaio entrou no segundo tempo da derrota do Flamengo por 2 a 1 para o São Paulo, nesta quarta-feira (28), pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro. Apesar do revés no Morumbis, as declarações pós-jogo do camisa 10 chamaram atenção tanto pela crítica à arbitragem quanto pelo desabafo sobre o calendário do futebol nacional, que, segundo ele, cobra um preço alto pelo êxito do ano anterior.
O jogador destacou que o Rubro-Negro vive uma situação física atípica em relação aos rivais, fruto da participação na Copa Intercontinental até meados de dezembro de 2025, após a conquista da Libertadores e o Campeonato Brasileiro daquela temporada.
A pré-temporada do elenco principal do Flamengo começou apenas no dia 12 de janeiro, dando ao grupo cerca de duas semanas de trabalho antes da estreia no Brasileirão. Para Arrascaeta, essa discrepância física em comparação aos adversários é uma consequência direta das conquistas recentes, mas que exige cuidados imediatos, especialmente com uma nova decisão no horizonte.
"Feliz por voltar, aos poucos para pegar ritmo. A gente está pagando um pouco do sucesso de 2025, acabamos a temporada mais tarde e estamos voltando aos poucos. Mas sabemos que já são jogos importantes, como esse Brasileirão. Agora temos uma final pela frente e precisamos estar o melhor possível para conquistar mais uma taça", afirmou o meia em entrevista ao canal SporTV, referindo-se à Supercopa do Brasil.
Além das questões físicas, o resultado final da partida gerou insatisfação. Arrascaeta foi o protagonista de um lance polêmico nos minutos finais, quando caiu na área após contato com o zagueiro Alan Franco. O uruguaio foi enfático ao afirmar que sofreu a penalidade e criticou a postura da arbitragem e do VAR, que não recomendou a revisão do lance.
Segundo o jogador, o contato do defensor adversário foi determinante para impedir a finalização correta. "O cara, além de encostar no meu pé na hora de chutar, também me tira totalmente de eu bater 100% na bola. A bola muda a direção, a velocidade do chute também dá para ver que não sai do jeito que eu quero. O lance era muito fácil para fazer o gol", protestou.
Nação Rubro-Negra marca presença no Aeroporto Internacional do Galeão para dar as boas-vindas ao meio-campista que retorna ao Rio de Janeiro após sete anos
29 Jan 2026 | 09:27 |
O Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, amanheceu com as cores vermelho e preto nesta quinta-feira (29). A torcida do Flamengo realiza uma grande mobilização, popularmente conhecida como "AeroFla", para recepcionar Lucas Paquetá. Considerada a maior contratação da história do clube e do futebol brasileiro, o retorno do "Cria do Ninho" gerou uma onda de euforia nas redes sociais que agora toma conta dos arredores do terminal de desembarque.
Os torcedores se aglomeram para oferecer o primeiro apoio ao meio-campista, que volta a pisar em solo carioca para defender o Mais Querido após uma trajetória de sete anos atuando nas principais ligas do futebol europeu e retornando para defender o Manto por 5 temporadas.
A operação para trazer o jogador envolveu um planejamento especial. Paquetá viaja em um voo fretado que decolou de Londres, na Inglaterra, às 20h (horário de Brasília) da última quarta-feira. A aeronave realizou uma parada técnica para abastecimento e segue rumo ao Rio de Janeiro.
A previsão atualizada é de que o avião toque a pista do Galeão por volta das 10h40 desta manhã. A expectativa pela aterrissagem aumenta a cada minuto entre os torcedores do Flamengo presentes no local, que monitoram o trajeto do voo.
Volante foi expulso após o apito final por reclamação acintosa no Morumbis; jogador questiona critérios de Wilton Pereira Sampaio e lamenta lance polêmico
29 Jan 2026 | 00:43 |
A estreia do Flamengo no Campeonato Brasileiro, marcada pela derrota de virada por 2 a 1 para o São Paulo nesta quarta-feira (28), terminou em confusão e reclamações acaloradas contra a arbitragem. O foco da revolta rubro-negra foi um lance capital ocorrido nos minutos finais dos acréscimos, envolvendo o meia Arrascaeta, que gerou protestos intensos e culminou na expulsão do volante Jorginho logo após o encerramento da partida no Morumbis.
A jogada que desencadeou a indignação aconteceu aos 51 minutos da etapa final. Arrascaeta disputou uma bola dentro da área para aproveitar um rebote e caiu após contato com a perna esquerda do zagueiro argentino Alan Franco.
Imediatamente, os atletas do Flamengo cercaram o árbitro Wilton Pereira Sampaio cobrando a marcação da penalidade máxima e a revisão do lance no VAR. No entanto, o juiz optou por encerrar o confronto logo na sequência, sem consultar o monitor, o que elevou a temperatura das reclamações no gramado.
Jorginho, um dos mais exaltados, recebeu o cartão vermelho direto após o fim do jogo. Em entrevista à beira do campo, ainda visivelmente irritado, o jogador criticou duramente a atuação da equipe de arbitragem e a falta de critério na condução da partida.
"Tenho que dar uma esfriada, uma respirada, se não sabe como é, né? Toda falta, meio a meio, o juiz dava para um lado. O árbitro sequer revisa, nem olha o que aconteceu, simplesmente acaba o confronto", desabafou o volante.
Jorginho também lamentou a perda dos pontos na estreia, mas enfatizou que o problema estrutural da arbitragem prejudica o espetáculo. "Os atletas gastaram o tempo o embate todo. O grupo sai daqui sem os três pontos, o que faz parte do futebol. Só que a gente continua o desporto brasileiro com essa arbitragem", finalizou o jogador, que agora será desfalque certo para a próxima rodada.